Business
IBGE agenda reuniões do Censo Agropecuário e coleta de pesquisas no campo

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira (18), às 9h, sua agenda oficial para o período de segunda-feira (18) a sexta-feira (22). Entre os compromissos previstos, estão atividades ligadas ao 12º Censo Agropecuário, visitas técnicas à prova-piloto do levantamento em Goiás e ações de coleta de pesquisas agropecuárias em Mato Grosso do Sul. A programação também reúne reuniões internas, divulgações estatísticas e agendas das superintendências estaduais.
Segundo o IBGE, a Presidência participa na quinta-feira (21), às 14h, de uma reunião de alinhamento técnico do 12º Censo Agropecuário. Antes disso, na segunda-feira (18), ao longo do dia, a equipe da Diretoria de Pesquisas (DPE) acompanha, em Goiás, a visita de representantes do Instituto Nacional de Estadística (INE) de Cuba à prova-piloto do Censo Agro.
Na agenda das superintendências estaduais, a Superintendência Estadual do Mato Grosso do Sul (SES/MS) informou para quarta-feira (20), durante todo o dia, a coleta de pesquisas agropecuárias, empresariais, sociais, domiciliares e de cadastro de endereços. O documento não detalha, nesta programação, quais levantamentos agropecuários específicos serão executados nem o número de municípios envolvidos.
Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural
A agenda semanal do IBGE é publicada desde 2024, sempre às segundas-feiras, e reúne compromissos da Presidência, diretorias, assessorias, superintendências estaduais e da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE). Nesta edição, também constam divulgações como as Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos 2024, na quarta-feira (20), e os Indicadores Econômicos do Brasil, na sexta-feira (22), ambos às 10h.
No caso do setor agropecuário, os compromissos relacionados ao Censo Agropecuário e às coletas de campo indicam o andamento de etapas preparatórias e operacionais da produção estatística oficial. Esses dados são usados como base para planejamento público, análise de cadeias produtivas e acompanhamento estrutural da atividade rural.
A agenda divulgada pelo instituto confirma o avanço de atividades técnicas e operacionais associadas ao levantamento agropecuário, mas não informa, nesta publicação, cronograma detalhado de campo, metodologia adicional ou resultados preliminares do 12º Censo Agropecuário. Novas informações dependem de comunicados oficiais do IBGE.
Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br
O post IBGE agenda reuniões do Censo Agropecuário e coleta de pesquisas no campo apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Terras agrícolas disparam em Santa Catarina com avanço da soja e do arroz

O mercado de terras agrícolas em Santa Catarina seguiu aquecido em 2025, refletindo o desempenho da agropecuária no estado. Levantamento da Epagri/Cepa aponta valorização dos imóveis rurais, principalmente nas áreas com maior aptidão produtiva e forte presença de culturas como soja e arroz.
As terras de primeira categoria, consideradas as mais produtivas, registraram os maiores valores. Em Campos Novos, no Meio-Oeste catarinense, o preço médio chegou a R$ 169 mil por hectare. Já as várzeas sistematizadas, usadas principalmente para a produção de arroz, também apareceram entre as áreas mais valorizadas. Em Turvo, no Sul do estado, o valor médio alcançou R$ 164 mil por hectare.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Na outra ponta, ficaram as áreas com restrições produtivas. As terras de segunda categoria tiveram média de R$ 38,34 mil por hectare em Lebon Régis. Já as terras de terceira categoria, marcadas por maior declividade, foram avaliadas em R$ 19,75 mil por hectare em Calmon.
O levantamento ainda mostrou que o campo nativo teve valor médio de R$ 19,91 mil por hectare em Lages. As áreas destinadas à servidão florestal ou reserva legal registraram os menores preços, chegando a R$ 10,37 mil por hectare em Otacílio Costa.
Segundo a Epagri/Cepa, as diferenças refletem as características produtivas e econômicas de cada região. Além da aptidão agrícola, fatores como pressão urbana, turismo e legislação ambiental também influenciam diretamente o valor das terras no estado.
O estudo é realizado desde 1997 e acompanha os preços médios das terras agrícolas em diferentes municípios catarinenses. Os dados são divulgados no Observatório Agro Catarinense e servem de base para estudos técnicos, políticas públicas e referências usadas por produtores e prefeituras.
Como o levantamento é feito
A coleta das informações ocorre entre outubro e janeiro e considera apenas o valor da terra nua, sem benfeitorias. O trabalho envolve técnicos da Epagri/Cepa em todas as regiões do estado.
As informações são obtidas com imobiliárias, cooperativas, sindicatos rurais, cartórios, associações de produtores e órgãos públicos. Para cada município e classe de terra, ao menos três fontes são consultadas.
De acordo com a analista da Epagri, Glaucia de Almeida Padrão, os dados passam por validação estatística antes da divulgação. O estudo considera preços mínimos, máximos e os valores mais praticados em cada localidade.
A Epagri/Cepa ressalta, porém, que os números têm caráter referencial e não devem ser usados como parâmetro único em negociações ou processos de arbitragem, já que fatores como localização, qualidade do solo e topografia podem provocar grandes diferenças dentro do mesmo município.
Agro forte sustenta valorização
A valorização das terras acompanha o avanço da agropecuária catarinense. Nos últimos dez anos, o Valor da Produção Agropecuária (VPA) do estado cresceu, em média, 4,3% ao ano em termos reais.
Em 2025, o VPA foi estimado em R$ 74,9 bilhões, alta de 15,4% na comparação com 2024. A pecuária respondeu por 58% da receita gerada no campo, enquanto os grãos vieram na sequência. Suínos, frangos, leite e soja concentraram mais da metade do valor produzido.
Segundo a Epagri/Cepa, o desempenho da soja ajudou a puxar os preços das terras de primeira e segunda categorias no Oeste e no Planalto Norte. Já no litoral, a pressão urbana, industrial e portuária também contribuiu para a valorização.
As áreas de servidão florestal e terras de terceira categoria também registraram avanço nos preços, influenciadas pelo turismo rural e pelas regras ambientais. Nas várzeas usadas para arroz, a valorização foi impulsionada pela alta do cereal nos últimos anos e pelo modelo de arrendamento, predominante em boa parte da área cultivada no estado.
*Com informações da assessoria de imprensa
O post Terras agrícolas disparam em Santa Catarina com avanço da soja e do arroz apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Projeção de boa safra pressiona cotações do milho, diz Cepea

Estimativas para a temporada de produção de milho, divulgadas pela Conab, projetam uma crescente nas quantidades entre os relatórios de abril e maio. Por conta disso, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), apontam que compradores, que hoje tem estoques confortáveis, aguardam um recuo nas cotações para realizar as negociações.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Dados da Conab mostram que a primeira safra 2025/26 está estimada em 28,46 milhões de toneladas, 14% superior ao da temporada anterior e 2% acima do relatório divulgado em abril. O aumento reflete no crescimento em área e produtividade nas regiões produtoras. O Cepea destaca que neste ano os estoques de passagem no início da temporada foram estimados como um dos maiores já registrados, o que ja transmitiu tranquilidade aos consumidores.
Ainda segundo centro de pesquisas, vendedores do cereal seguem flexiveis nas negociações, visto o cenário de quedas de preços, armazéns cheios e safras fortes.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
O post Projeção de boa safra pressiona cotações do milho, diz Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Aplicativo GuardeÁgua terá capacitação em nove estados do Semiárido

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Solos e a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) iniciam nesta terça-feira (19) uma série de oficinas sobre o aplicativo GuardeÁgua em nove estados do Semiárido. A ferramenta foi desenvolvida para identificar áreas apropriadas à construção de barragens subterrâneas, tecnologia usada para retenção de água no solo e apoio à produção agropecuária em regiões de baixa disponibilidade hídrica. A ação tem aporte financeiro do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
As primeiras capacitações ocorrerão no Rio Grande do Norte, em Santa Maria (RN), e na Paraíba, em Esperança (PB), das 8h às 17h. Também estão previstos treinamentos na Bahia, Sergipe, Minas Gerais, Piauí, Ceará, Pernambuco e Alagoas. No caso de Pernambuco e Alagoas, o material divulgado informa que ainda há data e, em Alagoas, também cidade a definir.
Lançado em dezembro de 2025, o GuardeÁgua foi desenvolvido pela Unidade de Execução de Pesquisa e Desenvolvimento de Recife (UEP Recife), da Embrapa Solos, em parceria com a ASA. O aplicativo está disponível para Android e também tem versão web. Segundo a pesquisadora Maria Sonia Lopes da Silva, da Embrapa Solos, a ferramenta pode ser usada em campo mesmo sem internet, com sincronização automática dos dados quando a conexão é restabelecida.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
De acordo com a Embrapa, a análise considera informações de solo, relevo, clima, geologia e vegetação. A partir desses dados, o sistema classifica a área como “Apto”, “Restrito” ou “Inapto” para a implantação da barragem subterrânea. O usuário também pode baixar um relatório em PDF com a justificativa técnica do resultado.
A barragem subterrânea utiliza lona plástica de 200 micras instalada em valas com profundidade entre 1,5 metro e 6 metros, em áreas agrícolas de declive suave. A estrutura retém a água da chuva no perfil do solo, mantendo a umidade por vários meses. Isso permite cultivo por mais tempo, além de apoio à pequena irrigação e à dessedentação animal, conforme a necessidade da propriedade.
As oficinas terão parte teórica e atividades práticas em unidades de produção familiar. Além da seleção de áreas, o aplicativo reúne orientações gerais sobre manejo conservacionista do solo, uso da água, cultivos e acesso à Plataforma do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).
Segundo os organizadores, a expectativa é ampliar o uso da ferramenta por técnicos e agricultores como apoio à implantação de barragens subterrâneas no Semiárido. Como a agenda desta etapa não inclui Espírito Santo e Maranhão, a cobertura do treinamento permanece restrita aos estados com metas previstas no contrato firmado no âmbito do Programa Cisternas.
Fonte: embrapa.br
O post Aplicativo GuardeÁgua terá capacitação em nove estados do Semiárido apareceu primeiro em Canal Rural.
Agro Mato Grosso17 horas agoLucas do Rio Verde; exportações e indústrias fecham mês com R$ 304 milhões
Agro Mato Grosso16 horas agoTratores Valtra são os mais desejados entre os produtores rurais MT
Agro Mato Grosso9 horas agoBatida entre carreta cegonha e bitrem deixa três feridos na MT-358
Business15 horas agoEmbrapa promove debate sobre produção e comércio de orgânicos em 2 de junho
Featured9 horas agoPreços da soja avançam: veja como as cotações iniciaram a semana
Business9 horas agoAtraso na compra de fertilizantes eleva risco para a safra de soja 2026/27
Agro Mato Grosso15 horas agoInfluenciadora do churrasco com mais de 7 milhões de seguidores elogia carne de MT
Sustentabilidade20 horas agoUSDA projeta menor safra norte-americana de trigo desde 1972; mercado brasileiro segue travado – MAIS SOJA


















