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Van Rosa retorna a bairros de Várzea Grande para ampliar atendimento às mulheres

Unidade móvel do programa SER Família Mulher oferecerá acolhimento, orientação e suporte social entre os dias 12 e 14 de maio após alta procura registrada na região
Entre terça-feira (12.5) e quinta-feira (14.5), a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realizará novos atendimentos da Van Rosa do programa SER Família Mulher nos bairros Cristo Rei, Ipase e Parque do Lago, em Várzea Grande. O retorno da unidade móvel ocorre após a alta demanda registrada nos atendimentos realizados nos dias 5, 6 e 7 de maio, na região.
O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes, destacou a importância de retornar aos bairros devido à grande procura pelos atendimentos e à necessidade de fortalecer a presença do Estado nas comunidades.
“Os atendimentos realizados na última semana mostraram o quanto essa região necessita da presença da rede de apoio e proteção às mulheres. Retornar aos bairros é uma forma de garantir continuidade no acolhimento, ampliar o acesso à informação e assegurar que essas mulheres saibam que não estão sozinhas”, afirmou o secretário.
Durante as ações, a equipe da Van Rosa oferece acolhimento e escuta especializada, orientações sobre violência doméstica e feminicídio, além de informações sobre os canais de denúncia e os serviços de proteção disponíveis.
As mulheres também recebem orientações sobre o auxílio-moradia do programa SER Família Mulher, benefício no valor de R$ 600 mensais destinado a mulheres com medida protetiva e em situação de vulnerabilidade social.
A secretária adjunta de Políticas Públicas para as Mulheres, Salete Morockoski, ressaltou que a ação aproxima os serviços da população e fortalece a rede de apoio nos bairros atendidos.
“A Van Rosa é um importante instrumento de acolhimento e proteção às mulheres. Além de oferecer atendimento humanizado e orientação, o trabalho também fortalece a rede de apoio local, levando informação e conscientização para que mais casos de violência sejam identificados e denunciados”, destacou Salete.
Além dos atendimentos às mulheres, a ação também busca fortalecer lideranças comunitárias e ampliar o conhecimento da população sobre os mecanismos de enfrentamento à violência contra a mulher.
Agro Mato Grosso
Baculovírus muda escolha alimentar de Spodoptera exigua

Estudo associa infecção por SeMNPV ao receptor olfativo SexiOR23 e à busca por plantas mais proteicas
A infecção pelo baculovírus SeMNPV altera a escolha alimentar e a oviposição de Spodoptera exigua, com deslocamento da preferência para plantas e dietas com maior teor de proteína. O efeito envolve a regulação do receptor olfativo SexiOR23, segundo estudo de pesquisadores chineses.
Os cientistas usaram o sistema formado por Spodoptera exigua multiple nucleopolyhedrovirus, ou SeMNPV, e sua hospedeira Spodoptera exigua. O objetivo envolveu a avaliação da forma como uma infecção por baculovírus modifica a seleção de hospedeiros, a alimentação larval e a escolha de locais para postura.
Nos ensaios com lagartas de quinto ínstar, indivíduos sem infecção preferiram Brassica oleracea. Após a infecção por SeMNPV, a preferência mudou. As lagartas passaram a selecionar em maior proporção Glycine max (soja) e Apium graveolens (salsão). Essas plantas apresentaram maior teor de proteína solúvel e maior relação proteína e carboidrato nas folhas.
Dietas artificiais
A equipe também testou dietas artificiais. Uma dieta tinha maior proporção de carboidratos, com relação proteína:carboidrato de 1:7. A outra tinha maior proporção de proteína, com relação 7:1. Lagartas não infectadas escolheram a dieta rica em carboidratos. Lagartas infectadas escolheram a dieta rica em proteína.
Os pesquisadores anotaram 66 genes de receptores olfativos em Spodoptera exigua. Seis apresentaram aumento de expressão após a infecção. SexiOR23 registrou a indução mais forte na análise de RNA-seq, com aumento de 23,25 vezes. A validação por qRT-PCR apontou aumento de 5,71 vezes em larvas infectadas.
A expressão de SexiOR23 concentrou-se na cabeça das lagartas. Após a infecção, o gene manteve expressão elevada nesse tecido e também apresentou aumento no intestino médio e no corpo gorduroso. A alta expressão na cabeça reforça a ligação com processos quimiossensoriais associados à seleção de hospedeiros.
Testando a função do gene
Para testar a função do gene, os autores silenciaram SexiOR23 por RNA de interferência. O silenciamento reduziu a expressão do gene e anulou a mudança alimentar causada pela infecção. Lagartas infectadas com SexiOR23 silenciado voltaram a preferir a dieta rica em carboidratos. No teste com plantas, o silenciamento reduziu a escolha por Apium graveolens, hospedeira com maior relação proteína:carboidrato, e restabeleceu a preferência por Brassica oleracea.
Consumo e sobrevivência
O estudo também avaliou consumo e sobrevivência. Lagartas infectadas consumiram mais dieta rica em proteína do que dieta com teor proteico normal. Indivíduos mantidos em dieta rica em proteína apresentaram maior tolerância ao SeMNPV, com mortalidade retardada e maior sobrevivência em relação às lagartas mantidas em dieta normal. Aos sete dias após a infecção, a sobrevivência no regime rico em proteína foi maior.
O silenciamento de SexiOR23 não alterou de forma consistente a suscetibilidade ao vírus até a pupação. Para os autores, esse resultado indica papel principal do receptor na reprogramação comportamental, e não na ativação direta da defesa antiviral.
Estágio adulto
A mudança persistiu no estágio adulto. Fêmeas originadas de lagartas infectadas apresentaram aumento de 39,40 vezes na expressão de SexiOR23. Nas antenas, o aumento chegou a 11,10 vezes em comparação com adultos não infectados. A expressão mais alta nas antenas sugere participação em decisões ligadas à localização de hospedeiros.
A oviposição também mudou. Fêmeas não infectadas depositaram mais ovos em Brassica oleracea, hospedeira com menor relação proteína:carboidrato. Fêmeas portadoras de SeMNPV direcionaram a postura para Apium graveolens, hospedeira com maior relação proteína:carboidrato.
Outras informações em DOI 10.1016/j.pestbp.2026.107156
Agro Mato Grosso
Bayer amplia resultado no 1º trimestre com alta em Crop Science

Divisão agrícola cresceu em sementes e traits
A Bayer registrou alta de 4,1% nas vendas do grupo no primeiro trimestre de 2026, em base ajustada por câmbio e portfólio. A receita chegou a 13,405 bilhões de euros. O EBITDA antes de itens especiais avançou 9% e atingiu 4,453 bilhões de euros. A empresa manteve a projeção anual ajustada por câmbio para 2026.
A divisão Crop Science puxou o desempenho. As vendas do negócio agrícola cresceram 6,8%, em base ajustada por câmbio e portfólio, para 7,558 bilhões de euros. O EBITDA antes de itens especiais subiu 17,9%, para 3,014 bilhões de euros. A margem passou de 33,7% para 39,9%.
O avanço veio de sementes e traits. Soja dobrou as vendas na mesma base de comparação. A Bayer atribuiu parte do resultado à resolução de um acordo de licenciamento com a Corteva na América do Norte. Esse efeito adicionou 448 milhões de euros à receita. O negócio também teve recuperação de preços após o retorno do registro de dicamba nos Estados Unidos.
Milho também cresceu. As vendas de Corn Seed & Traits avançaram 7,1%. A empresa citou maiores volumes no início da safra na América do Norte e crescimento nas demais regiões.
A proteção de cultivos recuou, conforme esperado pela companhia. Herbicidas tiveram queda de 10,2%. Produtos à base de glifosato caíram 15,1%. Fungicidas recuaram 10,7%.
No grupo, o lucro líquido chegou a 2,763 bilhões de euros. O valor mais que dobrou ante o mesmo período de 2025. O lucro por ação ajustado subiu 12,9%, para 2,71 euros. A Bayer informou efeito cambial negativo de 886 milhões de euros nas vendas e de 321 milhões de euros no EBITDA.
O fluxo de caixa livre ficou negativo em 2,320 bilhões de euros. A companhia atribuiu o resultado a pagamentos para encerrar processos legais, principalmente ligados a PCB e glifosato. A dívida financeira líquida somou 32,518 bilhões de euros em 31 de março de 2026.


Agro Mato Grosso
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