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11 de maio de 2026

Agro Mato Grosso

VÍDEO: peão morre pisoteado por touro em rodeio no interior de SP

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Um peão de 32 anos morreu pisoteado por um touro na arena do Votu International Rodeo, em Votuporanga (SP), no domingo (10).

Rafael Silvio Oliveira participava da disputa por equipes, quando caiu na arena e foi pisoteado no peito pelo touro. O peão chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu. A imagem da transmissão do evento pela internet mostrou o momento da montaria. Assista Abaixo.

Logo após o acidente, a equipe de resgate do evento conteve o animal e prestou socorro. A organização publicou uma nota nas redes sociais informando que Rafael participava da disputa por equipes quando caiu do touro. Ainda conforme a organização, ele foi “prontamente atendido pela equipe multidisciplinar de saúde do evento e transferido em UTI móvel para o hospital”.

“É com profundo pesar que a organização do Votu International Rodeo 2026 recebeu a notícia da morte do atleta Rafael Silvio Oliveira, da ACR, na noite deste domingo (10), na Santa Casa de Votuporanga. A organização se solidariza com os familiares, amigos e companheiros de Rafael Silvio neste momento de dor e reafirma que segue prestando toda a assistência necessária aos entes queridos do atleta.”

Rafael Silvio Oliveira morreu ao ser pisoteado por touro em Votuporanga (SP) — Foto: Arquivo pessoal

O enterro de Rafael está previsto para ocorrer às 10h de terça-feira (12) no Cemitério Municipal de Pedra Preta (MT).

O rodeio, que começou na quinta-feira (7), se encerrou neste domingo, dia do acidente. O cantor Leonardo se apresentou no último dia, após o término da montaria. O evento reuniu competidores do Brasil, Estados Unidos, México e Austrália em 19 companhias.

Peão morre após ser pisoteado por touro em rodeio em Votuporanga (SP) — Foto: Reprodução/Youtube

Peão morre após ser pisoteado por touro em rodeio em Votuporanga (SP) — Foto: Reprodução/Youtube

VIDEO:

 

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Agro Mato Grosso

Valtra; Além do etanol, a Valtra aposta nos motores biometano no agro

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Em meio a uma guerra no Oriente Médio que elevou o preço dos combustíveis fósseis e aumentou ainda mais a pressão sobre a rentabilidade do produtor rural brasileiro, as grandes indústrias de máquinas agrícolas trouxeram para a Agrishow, maior feira agrícola de tecnologia da América Latina, em Ribeirão Preto (SP), uma alternativa comum de descarbonização: os motores a etanol. A escolha do combustível se deve à vocação natural do país e aos aumentos de produção a partir do milho.

A tecnologia para mover os tratores e outrasmáquinas agrícolascom o etanol, no entanto, ainda está em testes, fase que antecede a validação. A Valtra é a única que faz uma estimativa de lançamento comercial do motor.

“As máquinas já completaram mais de 10 mil horas de testes em fazendas de cana de parceiros. Estamos agora na fase de pequenos ajustes, como a curva de potência, mas estamos maduros para entrar firme no mercado em 2027”, diz Cláudio Esteves, diretor de vendas da empresa do grupo AGCO.

A Fendt aposta no motor elétrico, que já está sendo comercializado na Europa e Estados Unidos. Mas também está testando outras opções de combustível. Marcelo Traldi, vice-presidente da Fendt e Valtra na América do Sul, diz que o motor elétrico pode vir para as máquinas da marca no Brasil, mas isso ainda não está decidido.

“Já temos a solução elétrica pronta, mas sabemos da dificuldade de recarga. Estamos trabalhando para trazer a melhor solução e superar as dificuldades, visando redução de consumo de combustível e utilização correta de todos os insumos.”

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Torsten Dehner, vice-presidente global da Fendt, diz que o trator elétrico desenvolvido na Alemanha promete uma economia de até 20% em combustível nas operações no campo. A marca premium da AGCO trabalha o desenvolvimento de um trator híbrido.

“O ponto central é que não existe uma solução única. A transição energética no agro será híbrida e complementar: eletrificação, biometano, etanol e biodiesel atendem a diferentes perfis de operação, regiões e realidades produtivas.”

“O etanol do milho vai mudar a pressão sobre o uso desse combustível. A grande questão a ser respondida ainda é o poder calorífico do motor porque a máquina exige um torque maior.”

 

Biometano

 

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Trator a biometano da Valtra — Foto: Eliane Silva/Globo Rural

Trator a biometano da Valtra — Foto: Eliane Silva/Globo Rural

Além do etanol, a Valtra aposta no biometano, combustível produzido com o passivo ambiental das propriedades, como os dejetos da suinocultura, criando um modelo de economia circular.

Nesse caso, os testes já somaram 20 mil horas e o lançamento está previsto para 2028. Segundo Esteves, atualmente as máquinas das marcas do grupo AGCO equipadas com a transmissão CVT entregam uma economia de 15% de diesel.

“Assumimos o compromisso em 2017 de explorar no Brasil o trator movido a biometano. As vendas vão se consolidando. Temos a ferramenta pronta para uso em várias culturas, como café e suinocultura, mas é na cana que a tecnologia tem sido mais adotada”, diz o diretor, que não revela o total de unidades vendidas desde o lançamento. Só diz que está na casa de dezenas.

Segundo as informações os tratores a biometano oferece a mesma potência do diesel, com uma economia de até 40%.

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Agro Mato Grosso

Milho; A força de uma cultura que move Lucas do Rio Verde MT

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Da lavoura à mesa, a Festa do Milho traduz a potência econômica, social e cultural de um dos principais pilares do desenvolvimento regional, com protagonismo da Fundação Rio Verde

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Agro Mato Grosso

MT bate recorde histórico e se consolida como o maior produtor de biocombustíveis do Brasil

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Estado já responde por 26% do biodiesel brasileiro e produziu mais de 5,5 bilhões de litros de etanol de milho na última safra.

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