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25 de junho de 2026

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PM resgata três homens vítimas de sequestro e tortura e detém quatro suspeitos em Tangará da Serra

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Entre os detidos estão dois adultos e dois adolescentes; arma de fogo, faca e celulares foram apreendidos durante a ocorrência no bairro Jardim Atlântida

Policiais militares do 19º Batalhão resgataram três homens vítimas de sequestro, cárcere privado e tortura, na noite deste sábado (9.5), em Tangará da Serra. Na ação, dois homens foram presos e dois adolescentes apreendidos pela PM. Uma arma de fogo e outros objetos utilizados na tentativa do crime também foram apreendidas.

A equipe do 19º BPM recebeu denúncias, via 190, sobre um grupo de pessoas, distribuídos em um Fiat Uno preto e em uma motocicleta Honda Fan 160, que estavam sob posse de arma de fogo e coagindo duas vítimas a entrarem dentro de uma casa, no bairro Jardim Atlântida.

Diante da informação recebida, os policiais iniciaram diligências até o endereço do imóvel denunciado. No local, foi possível ouvir do lado de fora muitas vozes de suspeitos fazendo ameaças de morte contra as vítimas.

Os militares se aproximaram para abordagem, momento em que um dos criminosos notou a presença da PM e alertou os demais suspeitos. Imediatamente, os policiais entraram na casa e conseguiram deter dois homens e dois adolescentes. Ainda dentro da casa, três homens foram encontrados amarrados, sendo um deles o morador da casa.

A PM realizou buscas pela residência e localizou um revólver de calibre 32 carregado com quatro munições, uma faca e um canivete. Além disso, celulares e outros objetos utilizados pelos criminosos também foram apreendidos.

As vítimas foram libertadas pelos policiais e os suspeitos conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e todas as demais providências que o caso requer.

Com Assessoria

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Jovem de 21 anos fica inconsciente e sofre fraturas após bater moto em ônibus escolar em Sinop

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Colisão ocorreu em um cruzamento no bairro Jardim das Violetas na manhã de quarta-feira (24). Vítima foi socorrida com suspeita de fratura na mandíbula

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na quarta-feira (24.6), um acidente de trânsito envolvendo um ônibus escolar e uma motocicleta em um cruzamento no bairro Jardim das Violetas, no município de Sinop (a 479km de Cuiabá).

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 7h. Ao chegar no local, os bombeiros encontraram a condutora da motocicleta, uma mulher de 21 anos, inconsciente e com sinais de trauma grave, incluindo suspeita de fratura de mandíbula e fratura no tornozelo esquerdo.

Após receber atendimento pré-hospitalar imediato e ter o quadro clínico estabilizado, a condutora foi encaminhada ao Hospital Regional de Sinop para receber atendimento médico especializado.

O CBMMT não possui informações sobre as consequências do acidente nem sobre o estado de saúde da vítima.

Com Assessoria 

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MT lidera avanço da soja sustentável e impulsiona Brasil a superar 2 milhões de hectares certificados

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O Brasil alcançou um novo marco na produção sustentável de soja. Em 2025, o país ultrapassou a marca de 2 milhões de hectares certificados sob o Padrão para Produção de soja da Mesa Redonda da Soja Responsável (RTRS), registrando crescimento de 28% em relação ao ano anterior. O resultado reforça o protagonismo brasileiro na oferta de soja produzida sob rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos.

Os números mais recentes mostram que Mato Grosso segue como líder da certificação RTRS no país, com mais de 4,9 milhões de toneladas produzidas em áreas certificadas e 1,2 milhão de hectares auditados. Na sequência aparecem Maranhão, Piauí, Goiás e Bahia, consolidando a força da região do Matopiba no avanço da agricultura sustentável brasileira.

Para o consultor de Desenvolvimento de Mercado e Relacionamento Institucional no Brasil da RTRS, Cid Sanches, a liderança mato-grossense é resultado de uma combinação de fatores que envolve escala produtiva, logística estratégica e atuação de agentes multiplicadores.

De acordo com ele, há um forte engajamento de organizações que ajudam a disseminar o modelo RTRS, como a Amaggi e o CAT de Sorriso. Além disso, Mato Grosso possui uma vantagem logística importante, já que boa parte da soja destinada ao mercado europeu é escoada pelos portos do Arco Norte, como Santarém, Manaus e Belém.

Sanches destaca ainda que a liderança está diretamente relacionada ao perfil produtivo do estado. “Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil. Isso favorece a presença de produtores com perfil empresarial, geralmente mais abertos à adoção de inovações e processos de certificação”, explica.

O avanço observado nos estados do Matopiba também chama a atenção da RTRS. Segundo Sanches, a presença de grandes propriedades agrícolas permite ganhos de escala na implementação da certificação. “São regiões com grandes extensões de terras cultivadas. Isso faz com que cada produtor certificado represente um volume expressivo de área e produção, contribuindo significativamente para o crescimento da certificação no país”, destaca.

Embora o crescimento seja expressivo, a RTRS avalia que ainda existe amplo espaço para expansão da soja certificada no Brasil. Regiões como o Sul do país, especialmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina, apresentam potencial para ampliar sua participação nos próximos anos, seguindo o exemplo do Paraná, onde a atuação de cooperativas agrícolas tem impulsionado os resultados.

Na avaliação da entidade, o aumento da área certificada envia recado importante ao mercado global. “O produtor brasileiro está mostrando ao mundo que, havendo demanda por soja produzida de forma sustentável, existe capacidade para atender esse mercado. Ainda se trata de um nicho em relação à área total cultivada no país, mas é um segmento que cresce ano após ano e possui grande potencial de expansão”, finaliza Sanches.

RANKING DOS 5 ESTADOS COM MAIOR PRODUÇÃO RTRS EM 2025
  1. MT (Mato Grosso)

Produção: 4.906.035 tons | Área: 1.228.631 ha

  1. MA (Maranhão)

Produção: 938.021 tons | Área: 219.108 ha

  1. PI (Piauí)

Produção: 820.536 tons | Área: 181.568 ha

  1. GO (Goiás)

Produção: 525.031 tons | Área: 114.685 ha

  1. BA (Bahia)

Produção: 388.323 tons | Área: 91.654 ha

Sobre a RTRS

Fundada em 2006 em Zurique, na Suíça, a Mesa Global da Soja Responsável (RTRS, na sigla em inglês) é uma associação internacional sem fins lucrativos que estabelece padrões competitivos e confiáveis e desenvolve soluções para promover a produção, o comércio e o uso de soja sustentável.

Como uma mesa redonda global multissetorial, a RTRS atua por meio da cooperação entre os diversos atores da cadeia de valor da soja — da produção ao consumo — oferecendo uma plataforma global de diálogo multilateral sobre soja responsável.

Como provedora de soluções, a RTRS desenvolve padrões de certificação para a produção de soja e para a cadeia de custódia, além de ferramentas como a Plataforma Online — que permite o rastreamento e o registro das certificações RTRS, dos volumes de produção e do material certificado — e a Calculadora de Pegada de Soja e Milho, entre outras ferramentas.

Mais informações: https://responsiblesoy.org/

Fonte: Assessoria



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Agro Mato Grosso

‘O vazio sanitário reduz uso de fungicidas e traz benefícios para a produção e o meio ambiente’, diz presidente da Aprosoja MT

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O vazio sanitário da soja segue como uma das principais ferramentas para o controle da ferrugem asiática no Brasil. A medida, que determina um período mínimo de 90 dias sem plantas vivas de soja durante a entressafra, contribui para reduzir a incidência da doença e diminuir a necessidade de aplicações de fungicidas nas lavouras.

Para o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Beber, os resultados da medida são perceptíveis no campo. Segundo ele, a implementação do vazio sanitário trouxe impactos positivos tanto para a produção quanto para o meio ambiente.

“Com a implementação do vazio sanitário, reduziram-se o número de aplicações de fungicidas voltadas ao controle da ferrugem da soja e também a incidência da doença diminuiu muito. Isso traz mais segurança não só para a produção de soja, mas também para o meio ambiente”, destaca.

Lucas ressalta que o objetivo da medida é manter a doença sob controle antes mesmo do início de uma nova safra, reduzindo os prejuízos e aumentando a eficiência do manejo fitossanitário.

Claudine Seixas, pesquisadora da Embrapa, explica que a principal razão da adoção do vazio sanitário é interromper o ciclo de sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática.

“O fungo que causa a ferrugem asiática precisa da planta viva para sobreviver. Ao eliminar a soja, nós eliminamos o principal hospedeiro desse fungo e esperamos atrasar a ocorrência da doença durante a safra”, explica.

Ela reforça que o cumprimento rigoroso do vazio sanitário é fundamental para o sucesso dessa estratégia. “Quando o vazio sanitário é realizado de forma adequada, o controle da doença começa antes mesmo do plantio da nova safra. Essa medida contribui para reduzir a presença do fungo no campo, diminuindo a necessidade de aplicações de fungicidas e as perdas provocadas por uma doença extremamente severa”, afirma.

O post ‘O vazio sanitário reduz uso de fungicidas e traz benefícios para a produção e o meio ambiente’, diz presidente da Aprosoja MT apareceu primeiro em Canal Rural.

 

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