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Relatório do USDA deve mudar panorama da soja; confira as apostas do mercado

O mercado brasileira de soja esboçou recuperação no início da semana, mas com o passar dos dias perdeu força. No encerramento da semana, poucos negócios foram registrados e os preços mantiveram-se sob pressão.
De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.
“Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. O ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a ser divulgado na próxima terça-feira, dia 12”, resume.
Preços da soja no mercado físico
- Passo Fundo (RS): R$ 122,50
- Cascavel (PR): R$ 118
- Rondonópolis (MT): R$ 107,50
- Porto de Paranaguá (PR): R$ 128
- Porto de Rio Grande: R$ 128,50
Bolsa de Chicago
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros estiveram ligados a comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo.
“Os preços praticamente surfaram nas altas e baixas da commodity, em meio às dúvidas sobre o futuro da situação no Oriente Médio”, pontua Silveira.
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Segundo ele, também merece atenção o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China, na próxima semana, diante da possibilidade de um acordo para a compra de soja norte-americana por parte dos asiáticos.
Apostas para o relatório do USDA

O analista de Safras & Mercado ressalta que o relatório de maio do USDA deverá indicar produção e estoques de passagem de soja norte-americanos em 2026/27 maiores que os relatados na temporada anterior.
Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos Estados Unidos em 2026/27 deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels (cerca de 121,1 milhões de toneladas). No ano anterior, a produção foi de 4,262 bilhões, segundo a mais recente projeção do USDA.
Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 353 milhões de bushels. Para 2025/26, a previsão de de que o Departamento reduza seu número de 350 milhões para 347 milhões de bushels.
Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 126,3 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 124,8 milhões para 125,6 milhões de toneladas.
Para a safra brasileira, a avaliação do mercado é que o órgão eleve suas projeções de 180
milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em deverá ter aumento de 48 para 48,5 milhões de toneladas.
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Agro Mato Grosso
Sem-tetos recebem alimentos e cobertores para encarar frente fria que deve chegar domingo

A Prefeitura de Cuiabá iniciou uma força-tarefa para atender pessoas em situação de vulnerabilidade diante da frente fria prevista para atingir a capital entre o fim de semana e a próxima segunda-feira (11), quando os termômetros podem registrar mínima de 13°C, segundo a previsão meteorológica.
A atuação será realizada de forma conjunta entre a Secretaria Municipal de Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, com foco na distribuição de cobertores, alimentos e apoio às pessoas em situação de rua nos principais pontos da cidade.
De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil, coronel BM Alessandro Borges, o planejamento já está em andamento para garantir uma resposta rápida no período de maior queda de temperatura. “O município já está se organizando juntamente com a Secretaria Municipal de Assistência Social para realizar uma ação conjunta no momento em que a temperatura cair de forma mais significativa. Da parte da Defesa Civil, faremos o acompanhamento e a distribuição, disponibilizando recursos humanos e viaturas para o transporte de cobertores e, se necessário, alimentação quente”, afirmou o secretário.
Ainda segundo Alessandro Borges, a integração entre as equipes busca ampliar a capacidade de atendimento durante os dias mais frios. A Defesa Civil atuará na logística e no suporte operacional das ações.
A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que as equipes irão percorrer os principais pontos da capital onde há concentração de pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Com a previsão de queda da temperatura a partir deste domingo e a chegada de uma frente fria na próxima segunda-feira, planejamos realizar uma ação conjunta com a Defesa Civil. Estaremos nos principais pontos da cidade onde se encontram pessoas em situação de vulnerabilidade para realizar a entrega de cobertores e alimentos”, disse.
A previsão aponta queda acentuada nas temperaturas em Cuiabá no início da próxima semana. Conforme os dados meteorológicos, a mínima prevista para segunda-feira (11) é de 13°C, índice considerado baixo para os padrões climáticos da capital mato-grossense.
A mobilização das secretarias faz parte das medidas preventivas adotadas pela Prefeitura de Cuiabá para minimizar os impactos da frente fria e reforçar o atendimento social à população mais vulnerável durante o período.
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Um programa diferente! Cuiabá terá baile de máscaras inspirado na aristocracia europeia

“The Court” promete experiência imersiva com open bar, alta gastronomia e performances ao vivo
No próximo dia 06 de junho, Cuiabá recebe o “The Court – Baile de Máscaras”, evento que propõe uma experiência imersiva inspirada nos bailes da aristocracia, no Vivans Complexo de Eventos, a partir das 20h. A programação inclui open bar, open food com curadoria gastronômica assinada pelo chef Wil Gourmet, além de apresentações musicais e performances ao vivo. A proposta do evento é integrar diferentes linguagens artísticas e sensoriais ao longo da noite, com participação ativa do público.
Entre os destaques estão intervenções cênicas com atores e bailarinos, momentos conduzidos por música instrumental, incluindo violino, e um ato simbólico previsto para a meia-noite. O encerramento contará com apresentação do projeto E-Strings, que combina violino, discotecagem e percussão.
Os participantes poderão optar entre diferentes modalidades de ingresso, incluindo o acesso ao salão principal e áreas exclusivas. A experiência também se estende ao pré-evento, com a disponibilização de um kit temático que inclui itens personalizados.
A cenografia e a ambientação do baile são assinadas por Gra Moura Produções, com foco na construção de um ambiente imersivo. O traje exigido é social ou gala, com uso obrigatório de máscaras. O evento é destinado ao público maior de 18 anos.
“A proposta é oferecer um evento estruturado para que o público vivencie uma experiência completa, com integração entre arte, ambientação e gastronomia, em um formato ainda pouco explorado na cidade”, afirma a produtora de eventos Gra Moura.
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Mato Grosso bate novo recorde e segue soberano na produção de soja do Brasil

Mato Grosso acaba de consolidar a maior safra de soja da sua história e manteve, pela 26ª vez consecutiva, o posto de maior produtor do Brasil. O estado lidera o ranking nacional desde a safra 1999/2000 e segue ampliando a distância para os demais concorrentes do agro brasileiro.
Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2025/26 fechou com impressionantes 51,6 milhões de toneladas de soja colhidas em território mato-grossense. O número supera as 51,3 milhões de toneladas da temporada passada e representa um crescimento de 0,6%.
A expansão também aconteceu no campo. A área plantada chegou a 13 milhões de hectares, contra 12,7 milhões na safra anterior, um avanço de 2,1%. Já a produtividade média ficou em 3,97 toneladas por hectare, mantendo o estado em um dos mais altos níveis de eficiência agrícola do país.
Na prática, quase três de cada dez toneladas de soja produzidas no Brasil saíram de Mato Grosso nesta safra. O estado respondeu sozinho por 28,8% de toda a produção nacional, reforçando seu peso estratégico tanto no abastecimento interno quanto nas exportações brasileiras.
E o impacto não ficou apenas nas lavouras. A cadeia da soja também puxou a geração de empregos. Somente em janeiro de 2026, o setor criou 7.505 vagas formais em Mato Grosso — o equivalente a 72% de todos os empregos gerados pela agropecuária no estado naquele mês, segundo dados do Caged compilados pelo DataHub MT, da Sedec.
Para a secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, o resultado mostra a força de um trabalho construído ao longo de décadas, com investimento em tecnologia, expansão produtiva e ganho de eficiência no campo.
“Alcançar esse resultado é histórico. Não só pelo volume em si, mas pelo que ele representa. É uma combinação de expansão de área, produtividade e tecnologia trabalhada ao longo de anos. E o que torna esse recorde ainda mais significativo é que ele se traduz em resultado concreto para as pessoas, são empregos gerados e renda circulando nas cidades”, afirmou.
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