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28 de abril de 2026

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Deral aponta colheita de soja em 99% no PR

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Foto: Divulgação

A colheita de soja no Paraná atingiu 99% da área plantada, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Os dados constam em levantamento divulgado nesta terça-feira (28).

De acordo com o relatório, 87% das lavouras estão classificadas como boas, enquanto 13% apresentam condição média. A área plantada totalizou 5,771 milhões de hectares, praticamente estável em relação aos 5,769 milhões de hectares registrados na safra anterior.

Em relação ao desenvolvimento das lavouras, 100% das áreas encontram-se na fase de maturação. Na semana anterior, em 13 de abril, a colheita alcançava 98% da área, com 85% das lavouras avaliadas como boas e 15% em condição média. Naquele momento, ainda havia 1% das áreas em fase de frutificação e 99% em maturação.

Para a safra 2025/26, a produção de soja no estado está estimada em 21,888 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 3% em comparação às 21,207 milhões de toneladas colhidas em 2024/25. A produtividade média foi projetada em 3.793 quilos por hectare, acima dos 3.676 quilos por hectare registrados no ciclo anterior.

Com informações da Safras & Mercado.

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Produção de cana da safra 2026/27 deve atingir 709,1 mi/t, aponta Conab

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Foto: CNA

A produção brasileira de cana-de-açúcar na safra 2026/27 pode atingir em 709,1 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que divulgou nesta terça-feira (28), o 1º levantamento sobre a safra 2026/27, cuja colheita começou oficialmente neste mês no Centro-Sul.

Caso se confirme, o resultado representa um aumento de 5,3% em relação à temporada anterior e a segunda maior da série histórica da Companhia, atrás apenas do volume colhido no ciclo 2023/24, favorecido pela melhora na produtividade e pela expectativa de uma maior área a ser colhida.

Segundo a Conab, as condições climáticas observadas em 2025 devem se refletir de maneira positiva nas lavouras desta safra. De maneira geral, a cultura foi beneficiada pelo clima, o que traz uma recuperação de 3,4% no desempenho, com uma produtividade média nacional estimada em 77.753 quilos por hectare. A área destinada à colheita também deve apresentar elevação de 1,9%, sendo projetada em 9,1 milhões de hectares, e, se confirmada, será a maior área colhida da série histórica da Conab

A maior produção de cana se reflete em uma elevação na fabricação do etanol. Nesta primeira estimativa, a Conab traz uma projeção de produção de 40,69 bilhões de litros. Com o mercado mais favorável ao etanol, o volume representa uma alta de 8,5% em relação à última temporada diante da maior fabricação do combustível tanto de origem da cana como de milho, e pode ser um novo recorde na série histórica da Companhia.

De acordo com o levantamento, a estimativa é de produção de 29,26 bilhões de litros de etanol oriundo de cana-de-açúcar, aumento de 7,1%. A maior parte do etanol produzido a partir da cana é hidratado, projetado em 18,29 bilhões de litros, aumento de 6,3% em relação à safra anterior. Já a fabricação de etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, é estimada em 10,97 bilhões de litros, crescimento de 8,4%.

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A estimativa de produção de etanol de milho também deve crescer, com o Centro-Oeste se mantendo como a principal região produtora do combustível oriundo do cereal. Mas o Nordeste vem ganhando destaque com novas unidades de produção.

A estimativa é de uma produção de 11,43 bilhões de litros, crescimento de 12,3% para esta safra, sendo que o etanol hidratado corresponde pela maior parte da produção, com 7,15 bilhões de litros, enquanto o etanol anidro deverá ter uma produção de 4,28 bilhões de litros.

Em contrapartida, a produção de açúcar deve apresentar uma leve redução de 0,5% em relação à safra anterior, projetada em 43,95 milhões de toneladas.

Regiões

Na região Sudeste, a Conab prevê uma produção de 459,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 6,8% acima da safra de 2025/26. A principal região produtora de cana-de-açúcar deverá ter crescimento de 2,1% na área colhida, estimada em 5,7 milhões de hectares, e produtividade média de 80.852 kg/ha, 4,6% acima do que foi registrado na safra passada, reflexo das condições climáticas melhores do que as observadas na última temporada.

No Centro-Oeste, segunda principal região produtora, há expectativa de aumento na área colhida de 1,8%, estimada em 2 milhões de hectares. A produtividade média na região também deverá crescer 1%, chegando a 77.595 quilos por hectare. Neste cenário, a Conab espera uma produção de 154,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

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A Companhia também espera incremento tanto na área colhida como na produtividade nas lavouras do Nordeste nesta safra, chegando a 901,3 mil hectares e 61.248 kg/ha, respectivamente. A produção estimada para a região está em 55,2 milhões de toneladas, uma alta de 3,7% em comparação com o ciclo passado. Panorama semelhante é verificado para o Sul do País, com uma colheita estimada em 36,2 milhões de toneladas, aumento de 0,6%, se comparada com 2025/26.

Apenas na região Norte há expectativa de uma leve redução de 0,5% na área colhida, totalizando 52,7 mil hectares. A queda é compensada pela melhora em 10,2% na produtividade média das lavouras da região, prevista em 78.763 kg/ha, resultando em uma produção estimada de 4,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, crescimento de 9,7% em relação à temporada anterior.

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CNA realiza 1º Encontro da Jornada Feminina no Agro em Brasília

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, na segunda-feira (27), em Brasília, o 1º Encontro da Jornada Feminina no Agro. A iniciativa, coordenada pela Comissão Nacional das Mulheres do Agro, teve como foco ampliar a participação feminina no sistema sindical rural, com troca de experiências, alinhamento institucional e definição de estratégias de atuação.

Segundo a CNA, o encontro reuniu lideranças de diferentes regiões do país indicadas pelas federações estaduais para participar da trilha de formação. O número de participantes não foi divulgado pela entidade.

Na abertura, a presidente da Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA, Stephanie Ferreira, afirmou que a proposta é integrar representantes de todos os estados ao processo de capacitação. “São mulheres que foram indicadas pelas federações para participar da trilha de conhecimento e contribuir com o nosso sistema”, disse.

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Durante a programação, a entidade apresentou suas principais ações, atividades e desafios ao longo dos anos. O diretor-técnico da CNA, Bruno Lucchi, destacou a função das mulheres na estrutura de representação do setor. “A participação das mulheres no agro vai muito além da representatividade, é fundamental para garantir diversidade de pensamento, inovação e maior conexão com a sociedade. Fortalecer essas lideranças é investir no futuro do setor”, afirmou.

De acordo com a CNA, a continuidade da jornada será guiada por atuação voluntária, compromisso coletivo e manutenção do diálogo com produtores, sindicatos e federações. As participantes também puderam apresentar demandas e esclarecer dúvidas para construção de pautas conjuntas.

A Jornada de Liderança Feminina no Agro é desenvolvida em parceria com a Educação Corporativa da CNA. A formação foi estruturada em quatro módulos: institucional, comunicação, gestão e liderança. A proposta é desenvolver competências técnicas e ampliar a presença de mulheres em posições de liderança no agro brasileiro.

Com a divisão em quatro módulos e participação de lideranças estaduais, a jornada passa a compor a estratégia da CNA para formação e articulação institucional feminina no sistema sindical rural, com foco em capacitação e atuação coordenada nos estados.

Fonte: cnabrasil.org.br

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USDA mantém em 30% parcela do trigo de inverno dos EUA em boas ou excelentes condições

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou na segunda-feira (27) que 30% da safra de trigo de inverno do país apresentava condição boa ou excelente até o último domingo (26). O percentual ficou estável em relação à semana anterior. Na mesma época de 2025, essa parcela era de 49%, segundo o relatório semanal de acompanhamento de safra.

Além da estabilidade na avaliação do trigo de inverno, o USDA informou que 34% da safra tinha perfilhado até domingo (26). O número supera os 25% registrados um ano antes e também a média de cinco anos, de 21%.

No trigo de primavera, o plantio alcançou 19% da área prevista. O ritmo está abaixo dos 28% observados em igual período de 2025 e também inferior à média de cinco anos, de 22%. Já a emergência chegou a 5%, em linha com o registrado no ano passado e ligeiramente acima da média histórica de 4%.

Entre as demais culturas, o milho apresentou avanço de plantio para 25%, ante 22% um ano antes e 19% na média de cinco anos. A emergência da safra atingiu 7%, acima dos 5% de 2025 e dos 4% da média.

Na soja, a semeadura foi reportada em 23%, também acima do ritmo de 2025, quando estava em 17%, e da média quinquenal, de 12%. A emergência alcançou 8%, contra 2% no ano anterior e 1% na média de cinco anos.

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No algodão, os produtores haviam semeado 16% da área projetada até domingo (26). O percentual supera os 14% da mesma data de 2025 e os 13% da média dos cinco anos anteriores.

Os dados do USDA indicam que a safra de trigo de inverno segue sem melhora na classificação semanal, embora o desenvolvimento vegetativo avance acima do padrão histórico. Ao mesmo tempo, milho, soja e algodão mantêm ritmo de plantio superior ao de 2025 e à média de cinco anos, enquanto o trigo de primavera apresenta atraso relativo no início da temporada.

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