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9 de junho de 2026

Sustentabilidade

Cummins reforça estratégia de pós-venda com inteligência de dados e economia circular – MAIS SOJA

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Foto: Assessoria

A operação agrícola brasileira exige produtividade contínua, disponibilidade mecânica e resposta rápida em campo e, nesse cenário, o pós-venda passa a ser um fator determinante para a eficiência operacional. É com esse olhar que a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, reforçando sua estratégia para o setor, baseada em capilaridade nacional, inteligência de dados e um modelo estruturado de excelência no atendimento.

A companhia mantém no Brasil uma rede de distribuidores estrategicamente posicionada para atender equipamentos off-highway, garantindo cobertura nacional, capacidade técnica especializada e proximidade com o cliente. Essa estrutura permite atuação ágil em campo, com técnicos treinados, ferramentas dedicadas e infraestrutura preparada para ampliar a disponibilidade dos equipamentos em operação.

Um dos diferenciais dessa estratégia está no uso de inteligência estatística para orientar a operação. A Cummins acompanha a presença de equipamentos off-highway em operação no Brasil por meio de análises estatísticas e indicadores de mercado, que permitem compreender a distribuição dessas máquinas nas diferentes regiões do país. Essas análises servem como referência para orientar o planejamento da rede de pós-venda, a disponibilidade de peças, a capacitação técnica e a estrutura de atendimento nas regiões com maior concentração de operações agrícolas.

Estados como Mato Grosso (≈18,5%), Paraná (≈12,2%), Minas Gerais e São Paulo (≈10,6% cada) e Goiás (≈10%) concentram cerca de 62% das máquinas agrícolas equipadas com tecnologia Cummins no País. Para o gerente executivo de Suporte ao Cliente da Cummins Brasil, Marcos Nigro Schiesari, “essa concentração guia nossos investimentos em pós-venda para fortalecer nossa presença ao mesmo tempo em que expandimos nossa rede em áreas estratégicas para ganhar eficiência logística, proximidade com novas fronteiras agrícolas e maior agilidade no atendimento”.

Expansão nacional

Nos últimos meses, a rede vem passando por um ciclo consistente de expansão e evolução operacional. A DCCO ampliou sua presença no Norte com a nova filial em Araguaína (TO). A Distribuidora Cummins Brasil (DCB) expandiu sua atuação no Oeste da Bahia com a unidade em Luís Eduardo Magalhães (BA), além de avançar em sua estratégia com a futura operação no Espírito Santo prevista para iniciar ainda neste primeiro semestre.

Já a Motormac fortaleceu sua presença no Sul com a unidade em Passo Fundo (RS). Na região Nordeste, a DCDN segue seu plano de expansão com a inauguração de uma nova filial em Natal (RN) e a previsão de novas operações em Petrolina (PE) e Campina Grande (PB). A DCML Solutions, por sua vez, vem investindo na ampliação de sua capacidade de reforma de motores, na estruturação de um novo centro de treinamento técnico e na digitalização dos atendimentos em campo, além de incorporar inteligência artificial à gestão da cadeia de suprimentos, elevando os níveis de disponibilidade de peças e eficiência operacional.

Programa Nacional de Excelência em Pós-Venda

Toda essa estrutura é sustentada por um modelo nacional de governança do pós-venda. A Cummins opera um programa estruturado de excelência que acompanha e desenvolve continuamente sua rede de distribuidores, com base em indicadores técnicos, operacionais e de satisfação do cliente. O modelo avalia desde a capacidade técnica instalada até a eficiência na resolução de chamados, permitindo uma visão integrada da performance da rede em todo o território nacional.

A partir dessas análises, a companhia direciona treinamentos, auditorias, suporte técnico e melhorias operacionais, garantindo padronização, consistência e evolução contínua do atendimento. Mais do que monitorar desempenho, o programa transforma dados em ações práticas, elevando o nível de serviço entregue ao cliente.

“O agronegócio brasileiro opera em uma lógica onde o tempo de máquina parada impacta diretamente o resultado do cliente. Nosso papel é garantir previsibilidade, disponibilidade e resposta rápida, com uma estrutura preparada para atender essa realidade em todo território nacional”, destaca Schiesari.

Economia circular aplicada ao pós-venda

A estratégia de pós-venda da Cummins também conta com soluções alinhadas à economia circular, como a linha de produtos remanufaturados ReCon, que amplia a disponibilidade dos equipamentos com ganhos ambientais e econômicos para o cliente.

Com critérios rigorosos de qualidade e certificação global, os componentes apresentam desempenho equivalente ao de um produto novo, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto ambiental da produção. No Brasil, a remanufatura reaproveita mais de 580 toneladas de materiais por ano e consome até 85% menos energia elétrica. Globalmente, evita cerca de 90 mil toneladas de CO₂ por ano. Além disso, os produtos podem custar até 20% menos que os novos e contam com 12 meses de garantia, tornando a remanufatura uma alternativa eficiente também como estratégia de renovação de frota.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Algodão/BR: Colheita inicia em MT e GO sob bom desenvolvimento; restrição hídrica acende alerta em MS – MAIS SOJA

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Algodão: 0,9% colhido, Em MT, predominou a insolação, com chuvas isoladas de baixo volume. As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, com manejo de reguladores de crescimento e controle fitossanitário conforme o planejado. Permanece a atenção para Spodoptera spp. e para o controle do bicudodo-algodoeiro.

Na BA, a colheita segue lentamente. No MA, nos Gerais de Balsas, as lavouras de primeira e segunda safra encontram-se majoritariamente em maturação e abertura de capulhos. As condições gerais são boas. Em MS, na região dos Chapadões, os cultivos seguem sob atenção quanto à disponibilidade hídrica, principalmente, nas áreas em florescimento.

Na região central, o armazenamento de água no solo permanece favorável e seguem os manejos preventivos. Em GO, as primeiras lavouras já foram colhidas na região sul do estado. O algodão de sequeiro encontra-se predominantemente em maturação, enquanto áreas em pré-colheita passam pelo processo de desfolha. As lavouras irrigadas de segunda safra seguem em boas condições.

Em MG, as áreas mais adiantadas já receberam aplicações de dessecantes e aguardam a queda das folhas para o início da colheita. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, favorecidas pelas condições climáticas ao longo do ciclo. Em SP, a colheita avançou na região sudoeste, onde mais da metade das áreas já foi colhida.

Previsão Agrometeorológica (08/06/2026 a 15/06/2026)

N-NE: A previsão indica maiores volumes de chuva no Norte do país, especialmente, entre o AM, RR, AP e norte do PA, além de parte da faixa litorânea do Nordeste. No AC, centro-norte do PA e RO, as chuvas devem ocorrer de forma mais irregular. No TO e interior do NE, o tempo permanece firme e favorecerá a secagem natural do milho no Matopiba, mas deve persistir a restrição hídrica para as lavouras ainda em estádios reprodutivos. No Sealba, as condições seguirão favoráveis nas áreas próximas da costa, mas o armazenamento hídrico deve permanecer baixo nas áreas do interior.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados, principalmente, no noroeste de MT e centro-sul de MS. Em GO e DF, predomina o tempo mais firme. A condição será favorável para a secagem natural do milho segunda safra, mas, para as áreas ainda estádio reprodutivo, permanece a restrição hídrica.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, sul de MG e RJ, no final da semana, devido à passagem de uma frente fria. Nas demais regiões, a previsão é de tempo estável, com chances reduzidas de chuva. Na maioria das áreas, a umidade no solo será insuficiente para os cultivos de segunda safra e as lavouras de inverno não irrigadas em estádios mais avançados.

S: Há previsão de chuvas para toda região, no início da semana, com volumes significativos no noroeste do RS, Oeste de SC e Sul do PR. A passagem de uma frente fria instabilizará novamente o tempo, promovendo novos acumulados de chuva. As chuvas devem favorecer o incremento de umidade no solo e os cultivos de segunda safra e inverno. Pode ocorrer a suspensão da semeadura do trigo e da colheita do feijão devido às precipitações.

Fonte: Conab


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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Semeadura do trigo avança no RS e SC, enquanto seca afeta lavouras em SP e MG – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avança de acordo com o período de plantio ideal da cultura. Houve interrupções pontuais em áreas com baixa umidade no solo, porém as chuvas recentes devem favorecer a reposição hídrica e o estabelecimento das lavouras.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. Os dias nublados e o excesso de umidade desde o mês passado têm contribuído para o aumento da proporção de áreas com desenvolvimento considerado regular.

Em SC, a semeadura avança no Oeste e Extremo Oeste, favorecida pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas amenas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e bom desenvolvimento vegetativo inicial.

Em SP, as lavouras encontramse majoritariamente em desenvolvimento vegetativo e começam a sentir os efeitos da falta de chuva. Em MS, predomina o estádio vegetativo, com lavouras apresentando boa uniformidade e sanidade. Apesar da ausência de chuvas no período avaliado, as condições climáticas permanecem favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Em MG, restam áreas irrigadas pontuais a serem semeadas na região Noroeste. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte devido à falta de chuvas nas regiões do Triângulo Mineiro. Em GO, as lavouras de sequeiro encontram-se próxima de colheita, com produtividade afetada pelo baixo volume de chuvas ao longo do ciclo. As áreas irrigadas seguem em boas condições.

Na BA, o plantio foi iniciado e as lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Por que o vazio sanitário é tão importante para o manejo da ferrugem-asiática? – MAIS SOJA

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A ferrugem-asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi é uma das doença mais agressivas e preocupantes que acometem a soja. Com elevada capacidade em reduzir a produtividade da cultura, a ferrugem-asiática é o foco do programa fitossanitário da maioria das lavouras, tornando necessário a adoção de distintas estratégias de manejo que priorizem a eficiência no controle dessa doença.

Embora fungicidas de alta eficácia, especialmente quando aplicados de forma preventiva, sejam ferramentas importantes no manejo da ferrugem-asiática, o vazio sanitário permanece como uma das medidas mais eficazes para reduzir a incidência da doença na safra de verão. Ao eliminar plantas voluntárias de soja durante a entressafra, a prática interrompe a sobrevivência e a multiplicação do fungo, reduzindo a produção e a dispersão de esporos que servem como fonte inicial de inóculo para novas infecções e contribuindo para a redução dos focos da doença (Embrapa Soja, s.d.).

A ferrugem-asiática possui elevado potencial de disseminação, uma vez que os uredósporos de Phakopsora pachyrhizi podem ser transportados pelo vento por centenas ou até milhares de quilômetros, permitindo que a doença se espalhe rapidamente entre regiões produtoras e até entre países (Goellner et al., 2010).

Figura 1. Esporos de Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática da soja) em microscópio óptico com diferentes aumentos. A e B3 – Foto feita sem lamínula; B e C – Fotos feitas com lamínula.
Fotos: Anderson Luís Heling (B³); Gustavo Migliorini de Oliveira (A¹; B¹; B²; C¹; C²)

Além de apresentar caráter policíclico, com vários ciclos de infecção ao longo do desenvolvimento da cultura, o fungo Phakopsora pachyrhizi é classificado como biotrófico, ou seja, depende de tecidos vivos do hospedeiro para sobreviver e se multiplicar (Oliveira et al., 2020). Essa característica reforça a importância do vazio sanitário e da eliminação de plantas voluntárias de soja durante a entressafra, prática considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir a sobrevivência do patógeno e minimizar a ocorrência da ferrugem-asiática na safra seguinte.

Figura 2. Plantas voluntárias de soja durante o período entressafra.

Sobretudo, para efeito de manejo, eficácia na quebra do ciclo da ferrugem-asiática e redução da sobrevivência do patógeno, recomenda-se que o vazio sanitário seja realizado com período mínimo de 60 dias, sendo que, a legislação determina que o vazio sanitário deve ter duração mínima de 90 dias (Aiba, 2025). Para a safra 2026/2027, a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 estabelece os períodos de vazio sanitário e épocas de semeadura nas diferentes unidades da federação, subdividindo essas unidades em regiões de cultivo. Além de contribuir para o enfrentamento da ferrugem, a semeadura dentro dos períodos recomendados para cada região de cultivo reduz os riscos relacionados as adversidades climáticas.

Vale destacar que, além da proibição do cultivo de soja durante o período do vazio sanitário, também não é permitida a presença ou a manutenção de plantas voluntárias da cultura nas áreas agrícolas. Dessa forma, torna-se necessário adotar medidas de controle sempre que houver ocorrência dessas plantas, a fim de eliminá-las e evitar que sirvam de hospedeiras para o fungo, contribuindo para a manutenção da sanidade das lavouras.

Cliquei aqui e confira os períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura para a cultura da soja na safra 2026/2027.



Referências:

AIBA. MAPA DIVULGA CALENDÁRIO DE SEMEADURA E VAZIO SANITÁRIO DA SOJA PARA A SAFRA 2025/2026 COM REGIONALIZAÇÃO INÉDITA NA BAHIA. Aiba, 2025. Disponível em: < https://aiba.org.br/mapa-divulga-calendario-de-semeadura-e-vazio-sanitario-da-soja-para-a-safra-2025-2026-com-regionalizacao-inedita-na-bahia/#:~:text=A%20legisla%C3%A7%C3%A3o%20determina%20que%20o,23%20de%20janeiro%20de%202025.&text=A%20partir%20da%20safra%202025,Maria%20da%20Vit%C3%B3ria%2C%20entre%20outros. >, acesso em: 09/06/2026.

EMBRAPA SOJA. FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA: MANEJO E PREVENÇÃO. Embrapa Soja, s. d. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/soja/ferrugem >, acesso em: 09/06/2026.

GOELLNER, K. et al. Phakopsora pachyrhizi, THE CAUSAL AGENT OF ASIAN SOYBEAN RUST. OLECULAR PLANT PATHOLOGY, 2010. Disponível em: < https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6640291/pdf/MPP-11-169.pdf >, acesso em: 09/06/2026.

MAPA. PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654 >, acesso em: 09/06/2026.

OLIVEIRA, G. M. et al. COLETOR DE ESPOROS: DESCRIÇÃO, USO E RESULTADOS NO MANEJO DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa, Circular técnica, n. 167, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1129482/1/Circ-Tec-167.pdf >, acesso em: 09/06/2026.

Foto de capa: Alessandro Braucks.

 

 

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