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15 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Cummins reforça estratégia de pós-venda com inteligência de dados e economia circular – MAIS SOJA

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Foto: Assessoria

A operação agrícola brasileira exige produtividade contínua, disponibilidade mecânica e resposta rápida em campo e, nesse cenário, o pós-venda passa a ser um fator determinante para a eficiência operacional. É com esse olhar que a Cummins Brasil chega à Agrishow 2026, reforçando sua estratégia para o setor, baseada em capilaridade nacional, inteligência de dados e um modelo estruturado de excelência no atendimento.

A companhia mantém no Brasil uma rede de distribuidores estrategicamente posicionada para atender equipamentos off-highway, garantindo cobertura nacional, capacidade técnica especializada e proximidade com o cliente. Essa estrutura permite atuação ágil em campo, com técnicos treinados, ferramentas dedicadas e infraestrutura preparada para ampliar a disponibilidade dos equipamentos em operação.

Um dos diferenciais dessa estratégia está no uso de inteligência estatística para orientar a operação. A Cummins acompanha a presença de equipamentos off-highway em operação no Brasil por meio de análises estatísticas e indicadores de mercado, que permitem compreender a distribuição dessas máquinas nas diferentes regiões do país. Essas análises servem como referência para orientar o planejamento da rede de pós-venda, a disponibilidade de peças, a capacitação técnica e a estrutura de atendimento nas regiões com maior concentração de operações agrícolas.

Estados como Mato Grosso (≈18,5%), Paraná (≈12,2%), Minas Gerais e São Paulo (≈10,6% cada) e Goiás (≈10%) concentram cerca de 62% das máquinas agrícolas equipadas com tecnologia Cummins no País. Para o gerente executivo de Suporte ao Cliente da Cummins Brasil, Marcos Nigro Schiesari, “essa concentração guia nossos investimentos em pós-venda para fortalecer nossa presença ao mesmo tempo em que expandimos nossa rede em áreas estratégicas para ganhar eficiência logística, proximidade com novas fronteiras agrícolas e maior agilidade no atendimento”.

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Expansão nacional

Nos últimos meses, a rede vem passando por um ciclo consistente de expansão e evolução operacional. A DCCO ampliou sua presença no Norte com a nova filial em Araguaína (TO). A Distribuidora Cummins Brasil (DCB) expandiu sua atuação no Oeste da Bahia com a unidade em Luís Eduardo Magalhães (BA), além de avançar em sua estratégia com a futura operação no Espírito Santo prevista para iniciar ainda neste primeiro semestre.

Já a Motormac fortaleceu sua presença no Sul com a unidade em Passo Fundo (RS). Na região Nordeste, a DCDN segue seu plano de expansão com a inauguração de uma nova filial em Natal (RN) e a previsão de novas operações em Petrolina (PE) e Campina Grande (PB). A DCML Solutions, por sua vez, vem investindo na ampliação de sua capacidade de reforma de motores, na estruturação de um novo centro de treinamento técnico e na digitalização dos atendimentos em campo, além de incorporar inteligência artificial à gestão da cadeia de suprimentos, elevando os níveis de disponibilidade de peças e eficiência operacional.

Programa Nacional de Excelência em Pós-Venda

Toda essa estrutura é sustentada por um modelo nacional de governança do pós-venda. A Cummins opera um programa estruturado de excelência que acompanha e desenvolve continuamente sua rede de distribuidores, com base em indicadores técnicos, operacionais e de satisfação do cliente. O modelo avalia desde a capacidade técnica instalada até a eficiência na resolução de chamados, permitindo uma visão integrada da performance da rede em todo o território nacional.

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A partir dessas análises, a companhia direciona treinamentos, auditorias, suporte técnico e melhorias operacionais, garantindo padronização, consistência e evolução contínua do atendimento. Mais do que monitorar desempenho, o programa transforma dados em ações práticas, elevando o nível de serviço entregue ao cliente.

“O agronegócio brasileiro opera em uma lógica onde o tempo de máquina parada impacta diretamente o resultado do cliente. Nosso papel é garantir previsibilidade, disponibilidade e resposta rápida, com uma estrutura preparada para atender essa realidade em todo território nacional”, destaca Schiesari.

Economia circular aplicada ao pós-venda

A estratégia de pós-venda da Cummins também conta com soluções alinhadas à economia circular, como a linha de produtos remanufaturados ReCon, que amplia a disponibilidade dos equipamentos com ganhos ambientais e econômicos para o cliente.

Com critérios rigorosos de qualidade e certificação global, os componentes apresentam desempenho equivalente ao de um produto novo, ao mesmo tempo em que reduzem o impacto ambiental da produção. No Brasil, a remanufatura reaproveita mais de 580 toneladas de materiais por ano e consome até 85% menos energia elétrica. Globalmente, evita cerca de 90 mil toneladas de CO₂ por ano. Além disso, os produtos podem custar até 20% menos que os novos e contam com 12 meses de garantia, tornando a remanufatura uma alternativa eficiente também como estratégia de renovação de frota.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Cotações de soja avançam no dia, mas negócios seguem travados; veja os preços de hoje

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja registrou alguns negócios no físico nesta terça-feira (15), principalmente nos portos, mas sem grande movimentação. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o mercado interno segue travado, com a indústria comprando da mão para a boca diante dos atuais níveis de preços.

Na outra ponta, os produtores continuam segurando as ofertas, com apenas pequenos lotes negociados. Segundo Silveira, no mercado interno, a indústria segue comprando da mão para a boca.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade ao longo da sessão, mas encerrou em alta. Os prêmios permaneceram praticamente estabilizados, enquanto o dólar registrou leves ganhos. Com isso, os preços avançaram de maneira geral no físico.

No mercado físico, as cotações tiveram alta em todas as praças acompanhadas.

Passo Fundo (RS): subiu de R$ 154,00 para R$ 155,00

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Santa Rosa (RS): subiu de R$ 155,00 para R$ 156,00

Cascavel (PR): subiu de R$ 150,00 para R$ 152,00

Rondonópolis (MT): subiu de R$ 146,00 para R$ 147,00

Dourados (MS): subiu de R$ 145,00 para R$ 147,00

Rio Verde (GO): subiu de R$ 146,00 para R$ 148,00

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Paranaguá (PR): subiu de R$ 161,00 para R$ 163,00

Rio Grande (RS): subiu de R$ 162,00 para R$ 163,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira. O mercado mudou de direção, acompanhando a disparada dos preços do petróleo. A demanda chinesa e as preocupações com a colheita nos Estados Unidos completam o cenário de alta.

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio provocou alta acentuada nas cotações do petróleo. No fechamento de Chicago, o barril tinha valorização de 4% em Nova York e de 3% em Londres.

Em relação ao clima, a previsão é de chuvas para o Meio Oeste americano nos próximos dias, condição que atrasaria a colheita nos Estados Unidos. Para completar, pelo lado da demanda, a procura chinesa pela soja americana segue em ritmo acelerado.

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Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 14,50 centavos de dólar ou 1,11%, a US$ 13,18 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,35 1/4 por bushel, com elevação de 15,00 centavos de dólar ou 1,13%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 9,20 ou 2,58% a US$ 365,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 70,35 centavos de dólar, com ganho de 0,16 centavo ou 0,22%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,10%, sendo negociado a R$ 5,1537 para venda e a R$ 5,1517 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1266 e a máxima de R$ 5,1616.

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Sustentabilidade

‘Precisamos transformar a capacidade de produzir em capacidade de gerar riqueza’, diz Jerônimo Goergen

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Imagem gerada por IA

Você sabia que a soja brasileira vai muito além da produção e da exportação do grão? A chamada verticalização busca ampliar as etapas realizadas depois da colheita, com mais armazenamento, processamento e transformação da matéria-prima em produtos de maior valor agregado.

O tema será discutido na palestra “Verticalização: Transformando Safra em Energia e Valor”, durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/2027, que acontece nesta quinta-feira (17), em Ipiranga do Norte (MT), a partir das 9h, pelo horário de Brasília. O presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), Jerônimo Goergen, estará presente para discutir as oportunidades que podem surgir com o avanço desse processo.

“Verticalizar é ampliar a participação nas etapas que vêm depois da colheita, como armazenar, processar e transformar a soja em produtos de maior valor. Para o produtor, isso pode acontecer por meio de cooperativas, parcerias ou participação em empreendimentos industriais”, explica Goergen.

Segundo ele, aproximar a produção das indústrias pode ajudar a fazer com que uma parcela maior das oportunidades de trabalho e renda permaneça nas regiões produtoras. ”Esse movimento ganha importância porque precisamos transformar a nossa capacidade de produzir em capacidade de gerar mais riqueza. A indústria próxima da lavoura pode ampliar as alternativas de comercialização e fortalecer a economia regional”, comenta.

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O processamento da soja também amplia os caminhos para utilização da produção. O farelo é destinado principalmente à alimentação animal e participa da cadeia de carnes, leite e ovos. Já o óleo pode ser utilizado na alimentação e na fabricação de biodiesel.

“Na minha avaliação, o biodiesel mostra com muita clareza essa oportunidade. Podemos transformar uma matéria-prima produzida aqui em combustível, movimentando a indústria nacional e ajudando a reduzir a necessidade de diesel importado”, afirma.

Goergen destaca ainda que o processamento pode ampliar a oferta de farelo de soja, criando novas oportunidades para a cadeia de produção de alimentos.

“Exportar grão continuará sendo importante. O que defendo é ampliar nossas opções, abastecendo o mercado interno e conquistando mercados também com produtos industrializados. Isso diversifica as fontes de receita, embora não elimine as oscilações de preços”, explica.

Para que esse potencial chegue ao produtor, porém, alguns pontos precisam avançar. Entre eles estão crédito, infraestrutura, energia e previsibilidade para os investimentos.

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“Precisamos de financiamento com prazos compatíveis com os investimentos industriais, além de armazenagem, transporte eficiente e energia competitiva. Na tecnologia, o avanço deve envolver eficiência no processamento, qualidade dos produtos, aproveitamento dos coprodutos e formação de profissionais”, diz Goergen.

Outro ponto considerado fundamental é garantir segurança para quem investe na cadeia.

“Precisamos de segurança jurídica, regras tributárias que favoreçam a competitividade de toda a cadeia e continuidade nas políticas de biocombustíveis. Quem investe em uma indústria precisa ter confiança nas condições de funcionamento e no mercado que encontrará”, afirma.

O presidente da Aprobio também ressalta que a instalação de uma indústria em uma região produtora, por si só, não garante que o agricultor terá uma participação maior no valor gerado.

“Cooperativas, parcerias e contratos transparentes podem ajudar a construir essa participação. Os cerealistas têm papel relevante nessa conexão, pela proximidade com o produtor e pela capacidade de organizar, armazenar e comercializar a produção”, comenta.

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Para Goergen, discutir a verticalização no início de uma nova safra significa olhar para além da colheita e pensar no destino da produção brasileira. “Precisamos pensar no destino dessa produção e nas oportunidades que ela pode criar dentro do Brasil, além de garantirmos a segurança energética e alimentar do país”, destaca.

A expectativa é que o avanço do processamento da soja fortaleça a conexão entre campo, indústria, alimentos e energia, ampliando os efeitos econômicos da produção nas regiões agrícolas.

“O futuro da soja precisa ser medido também pela renda que fica com o produtor e pelas oportunidades que chegam às comunidades onde ela é cultivada”, conclui.

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Sustentabilidade

Inoculação via sulco demanda cuidados para garantir eficiência na soja – MAIS SOJA

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A inoculação da soja com bactérias fixadoras de nitrogênio é uma prática indispensável para o estabelecimento de uma eficiente fixação biológica de nitrogênio (FBN), contribuindo para a obtenção de elevadas produtividades de forma sustentável e economicamente viável. Bactérias do gênero Bradyrhizobium são capazes de estabelecer simbiose com a soja e fornecer o nitrogênio (N) requerido pela cultura, dispensando a necessidade de adubação nitrogenada.

Embora essas bactérias possam ser encontradas naturalmente no solo, a população presente nem sempre é suficiente para estabelecer uma simbiose capaz de suprir adequadamente a demanda de N da soja. Nesse contexto, a inoculação contribui para aumentar a população de bactérias eficientes na região de desenvolvimento das raízes, favorecendo a nodulação e a FBN e, consequentemente, a manutenção do potencial produtivo da cultura.

Tradicionalmente, a inoculação via sementes é o método mais difundido para a cultura da soja, apresentando resultados satisfatórios de nodulação e produtividade. Entretanto, quando realizada em nível de fazenda, essa modalidade pode apresentar limitações relacionadas ao rendimento operacional, à necessidade de mão de obra e à uniformidade da aplicação, fatores que podem interferir na eficiência da operação e no ritmo da semeadura.

Diante da importância de aproveitar adequadamente as janelas de semeadura da soja, alternativas como a utilização de sementes previamente inoculadas e a inoculação via sulco de semeadura têm ganhado espaço. Além de reduzir a necessidade de mão de obra específica para a inoculação das sementes, essas estratégias podem aumentar o rendimento operacional da semeadura. Conforme observado por Correia (2015), a inoculação via sulco de semeadura pode proporcionar maior rendimento operacional e menor custo operacional em comparação à inoculação via sementes.

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Entretanto, para que a inoculação via sulco de semeadura apresente resultados satisfatórios, alguns cuidados são fundamentais. Entre eles, destacam-se o adequado funcionamento do sistema de aplicação do inoculante, a qualidade e a concentração do produto utilizado, além da correta definição da dose, de modo a assegurar a quantidade adequada de células bacterianas por semente.

De acordo com Hungria & Nogueira (2020), a dose de inoculante aplicada deve fornecer, no mínimo, 2,5 milhões de células por semente. Em áreas que não recebem inoculação há vários anos, especialmente em solos arenosos, ou em áreas de primeiro cultivo, recomenda-se utilizar, no mínimo, o dobro da dose indicada.

Quanto ao volume de calda, em geral, a inoculação via sulco deve utilizar pelo menos 50 L ha⁻¹, favorecendo a adequada distribuição das bactérias no solo. Esse volume pode ser reduzido quando o equipamento empregado garantir distribuição homogênea do inoculante, conforme destacado por Hungria & Nogueira (2020).

Figura 1. Semeadora com sistema de inoculação via sulco.

Além da calibração e dos cuidados relacionados ao adequado funcionamento do sistema de aplicação, as condições ambientais também devem ser consideradas para garantir a eficiência da inoculação via sulco de semeadura. Entre os principais fatores, destaca-se a umidade do solo. Segundo Hungria & Nogueira (2020), a eficiência da inoculação por pulverização no sulco pode ser reduzida em condições de baixa umidade do solo e do ar, bem como sob elevada radiação solar.

Além das condições ambientais e operacionais, a qualidade do inoculante utilizado é um dos fatores determinantes para o estabelecimento de uma simbiose eficiente entre a planta e as bactérias. Nesse sentido, a aquisição de produtos de qualidade, aliada ao transporte e à armazenagem em condições adequadas, é fundamental para preservar a viabilidade e a eficiência das bactérias até o momento da aplicação, contribuindo para uma adequada nodulação e para o estabelecimento da fixação biológica de nitrogênio na soja.

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Referências:

CORREIA, T. P. S. EFICIÊNCIA OPERACIONAL, ECONÔMICA E AGRONÔMICA DA INOCULAÇÃO DE SOJA VIA SULCO DE SEMEADURA. Tese de Doutorado, Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP – Campus de Botucatu, 2015. Disponível em: < https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/134287/correia_tps_dr_bot.pdf?sequence=3&isAllowed=y >, acesso em: 15/09/2026.

HUNGRIA, M.; NOGUEIRA, M. A. FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO. Tecnologias de Produção de Soja, Embrapa, Sistemas de Produção, n. 17, cap. 8, 2020. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/223209/1/SP-17-2020-online-1.pdf >, acesso em: 15/09/2026.

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