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Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável em Pedra Preta

Foragido de 26 anos deve cumprir pena remanescente de sete anos em regime fechado após regressão de regime
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.
Com Assessoria
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Unemat desenvolve projeto com indígenas para preservar línguas Nambikwara

Iniciativa promove ensino bilíngue e produção de material didático para as línguas Kithãuhlu e Negarotê
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), por meio da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Linguagem (Facsal) de Tangará da Serra, iniciou um projeto de pesquisa colaborativa com indígenas da etnia Nambikwara.
O projeto desenvolve oficinas com o objetivo de estruturar uma gramática escrita e produzir um material didático para as línguas Kithãuhlu e Negarotê, que pertencem à família Nambikwara. A iniciativa vai promover a formação de professores indígenas para assegurar um ensino bilíngue nas aldeias da região.
Coordenado pela professora doutora em Linguística, Mônica Cidele da Cruz, o projeto “Oficinas Pedagógicas de Estudo das Línguas Kithãuhlu e Negarotê e a Produção de Material de Apoio Didático” ocorre nas aldeias Negarotê e Branca, no município de Comodoro (a 644 km de Cuiabá). A iniciativa, que se estende até outubro de 2026, tem como foco a transformação da fluência oral em conhecimento técnico estruturado.
Embora os povos Kithãuhlu e Nakado’tu-Negarotê mantenham viva a tradição oral, a pressão do sistema de ensino em língua portuguesa impõe riscos à longevidade desses idiomas. “O objetivo do projeto, além da discussão sobre a escrita dessas línguas, é o estudo da gramática e a produção de material didático específico”, destaca Mônica Cidele.
Diferente de modelos de pesquisa tradicionais, o trabalho adota uma metodologia participativa. A equipe conta com 32 integrantes, entre professores da Unemat, colaboradores externos e alunos do Programa de Pós-Graduação em Ensino em Contexto Indígena Intercultural (PPGecii), como Adriana Negarotê e Wamen Kalapalo Negarotê, ambas da aldeia envolvida no projeto.
“Ao receberem o material didático, alunos indígenas de todos os níveis de ensino ganham também uma ferramenta de preservação de suas raízes”, afirma o professor doutor em Linguística, Wellington Quintino, participante do projeto.
A Unemat é pioneira na educação indígena com o lançamento, em 2019, do mestrado em Ensino em Contexto Indígena Intercultural e, em 2023, do primeiro curso de Enfermagem Intercultural Indígena do mundo. Na Unemat, 5% das vagas de todos os cursos de graduação são reservadas para alunos indígenas, garantindo que o conhecimento produzido nos laboratórios e centros de pesquisa retorne diretamente ao fortalecimento das raízes dos 43 povos originários de Mato Grosso.
Com AssessoriaA Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), por meio da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Linguagem (Facsal) de Tangará da Serra, iniciou um projeto de pesquisa colaborativa com indígenas da etnia Nambikwara.
O projeto desenvolve oficinas com o objetivo de estruturar uma gramática escrita e produzir um material didático para as línguas Kithãuhlu e Negarotê, que pertencem à família Nambikwara. A iniciativa vai promover a formação de professores indígenas para assegurar um ensino bilíngue nas aldeias da região.
Coordenado pela professora doutora em Linguística, Mônica Cidele da Cruz, o projeto “Oficinas Pedagógicas de Estudo das Línguas Kithãuhlu e Negarotê e a Produção de Material de Apoio Didático” ocorre nas aldeias Negarotê e Branca, no município de Comodoro (a 644 km de Cuiabá). A iniciativa, que se estende até outubro de 2026, tem como foco a transformação da fluência oral em conhecimento técnico estruturado.
Embora os povos Kithãuhlu e Nakado’tu-Negarotê mantenham viva a tradição oral, a pressão do sistema de ensino em língua portuguesa impõe riscos à longevidade desses idiomas. “O objetivo do projeto, além da discussão sobre a escrita dessas línguas, é o estudo da gramática e a produção de material didático específico”, destaca Mônica Cidele.
Diferente de modelos de pesquisa tradicionais, o trabalho adota uma metodologia participativa. A equipe conta com 32 integrantes, entre professores da Unemat, colaboradores externos e alunos do Programa de Pós-Graduação em Ensino em Contexto Indígena Intercultural (PPGecii), como Adriana Negarotê e Wamen Kalapalo Negarotê, ambas da aldeia envolvida no projeto.
“Ao receberem o material didático, alunos indígenas de todos os níveis de ensino ganham também uma ferramenta de preservação de suas raízes”, afirma o professor doutor em Linguística, Wellington Quintino, participante do projeto.
A Unemat é pioneira na educação indígena com o lançamento, em 2019, do mestrado em Ensino em Contexto Indígena Intercultural e, em 2023, do primeiro curso de Enfermagem Intercultural Indígena do mundo. Na Unemat, 5% das vagas de todos os cursos de graduação são reservadas para alunos indígenas, garantindo que o conhecimento produzido nos laboratórios e centros de pesquisa retorne diretamente ao fortalecimento das raízes dos 43 povos originários de Mato Grosso.
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Motorista morre após colidir contra caminhão parado na MT-235 em Nova Mutum

Vítima ficou presa às ferragens e precisou ser desencarcerada após colisão traseira no início da madrugada de terça-feira
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, ao longo desta terça-feira (21.4), três ocorrências de acidentes de trânsito em diferentes municípios do Estado, sendo elas registradas em Nova Mutum, Água Boa e Pontes e Lacerda.
Em Nova Mutum (241 km de Cuiabá), a 5ª Companhia Independente Bombeiro Militar (5ª CIBM) foi acionada no início da madrugada, por volta das 00h05, para atender uma ocorrência de acidente de trânsito envolvendo um automóvel e um caminhão, na rodovia MT-235.
As informações iniciais indicavam uma colisão entre os veículos, com princípio de incêndio e possível vítima presa às ferragens. No local, foi constatada uma colisão traseira de um automóvel contra um caminhão que estava parado.
Havia uma vítima no interior do veículo de passeio, já sem sinais vitais. O condutor do caminhão conseguiu controlar o princípio de incêndio com uso de extintor. Os bombeiros realizaram o desencarceramento da vítima e, posteriormente, o corpo foi repassado à equipe do Instituto Médico Legal (IML).
Em Água Boa (a 639 km da capital), a equipe do 2º Pelotão Independente Bombeiro Militar (2º PIBM) foi acionada pela Polícia Militar, por volta das 09h51, após um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta, na rodovia sentido Nova Nazaré, a cerca de 10 km do município.
Segundo informações repassadas no acionamento, o condutor da motocicleta teria colidido com um porco do mato. No local, a Polícia Militar já realizava a sinalização e o controle do tráfego.
A vítima estava consciente, lúcida e orientada, com escoriações nos braços e pernas e relatando dor na região das costas. Após o atendimento pré-hospitalar, com avaliação, monitoramento dos sinais vitais e imobilização, a vítima foi encaminhada ao Hospital Regional para avaliação médica.
Já em Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá), a 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) foi acionada por volta das 20h10 para socorrer duas vítimas que estavam em uma motocicleta que colidiu com um carro na região central do município.
Uma equipe se deslocou ao local indicado e, ao chegar, encontrou a primeira vítima deitada no chão, com escoriações no braço direito e queixando-se de dor na parte inferior das costas. Após o atendimento, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital.
A segunda vítima também estava caída no chão, com suspeita de fraturas na perna direita e no braço direito, além de um corte e escoriações nas pernas e no braço esquerdo, sendo estabilizada após os primeiros atendimentos e levada para unidade hospitalar.
Agro Mato Grosso
Frete de grãos sobe em MT e acende alerta para custos no campo

Alta nos preços do transporte impacta diretamente o escoamento da produção e a competitividade do agro mato-grossense
O recente boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta um movimento importante na logística do agro em Mato Grosso, o aumento no valor dos fretes rodoviários de grãos na maioria das rotas do estado. A elevação ocorre mesmo diante de uma oferta equilibrada de carga para transporte, evidenciando que o fator determinante foi a redução na disponibilidade de caminhões.
De acordo com o levantamento semanal, parte da frota deixou o estado em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país. Esse deslocamento reduziu a oferta local de veículos, dando mais poder de negociação às transportadoras que permaneceram em Mato Grosso e impulsionando os preços dos fretes.
Os destaques para as principais rotas monitoradas, foram Diamantino a Rondonópolis uma média de R$ 155,00/t (+3,20%) e Querência a Uberlândia (MG) média de R$ 333,70/t (+3,28%). Os números reforçam uma tendência de valorização do frete em um momento estratégico para o escoamento da produção agrícola.
“Cabe destacar que, para o período atual, seria esperado um movimento de desvalorização nos preços de frete, à medida que a demanda por transporte tende a se equilibrar com a finalização da colheita da soja da safra 2025/26. Ainda assim, as cotações permaneceram em patamares superiores aos observados no mesmo período do ano anterior, sustentadas, sobretudo, pelas variações nos preços do diesel, que mantiveram os custos de transporte elevados na comparação anual, disse o o coordenador de inteligência de mercado agropecuário no Imea, Rodrigo Silva.
O custo do transporte é um dos principais componentes do custo total da produção agropecuária em Mato Grosso, estado com grande dependência da malha rodoviária para levar grãos até os centros consumidores e portos. Com o frete mais caro, o produtor rural sente diretamente no bolso, já que há redução nas margens de lucro.
Esse cenário impacta também a competitividade do agro mato-grossense no mercado nacional e internacional, especialmente quando comparado a regiões com melhor infraestrutura logística ou maior proximidade dos portos.
“A eficiência no escoamento da produção é decisiva para manter a sustentabilidade econômica das propriedades rurais e garantir a competitividade do estado como um dos principais produtores de grãos do país”, explicou Rodrigo Silva.
Os dados divulgados fazem parte do projeto de Custo de Produção Agropecuário (CPA), desenvolvido em parceria entre o Imea e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT). A iniciativa acompanha de perto os principais indicadores que influenciam a atividade rural, oferecendo subsídios técnicos para a tomada de decisão no campo.
Texto: Rosanegla Milles
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