Agro Mato Grosso
Seaf inicia mobilização do MT Produtivo em 61 municípios de Mato Grosso

Nesta primeira fase, a mobilização será realizada por meio de encontros presenciais com palestras, orientações e preenchimento de formulários de interesse
O projeto MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade inicia, no dia 28 de abril, uma ampla mobilização em Mato Grosso, com a realização de 23 oficinas em 21 municípios-polo, envolvendo ao todo 61 cidades. A primeira agenda será em Cuiabá e contará também com a participação de representantes de associações e cooperativas e produtores da Agricultura Familiar de Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger. O encontro na Capital será realizado no Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), localizado no campus da UFMT, das 13h30 às 17h.
A iniciativa é executada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf/MT) e integra uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e o Banco Mundial (BIRD), com foco no fortalecimento da agricultura familiar. O projeto prioriza ações voltadas à sustentabilidade, regularização fundiária e ambiental, inclusão produtiva e valorização das comunidades rurais. Implementado em 2025, o projeto será concluído em 2030.
O processo de seleção é composto de diferentes fases, ou seja, na primeira etapa, as OPs deverão participar do edital de chamada pública de Manifestação de Interesse. Serão selecionadas 128 manifestações que atenderem aos critérios a serem definidos. Na segunda etapa, as 128 Manifestações de Interesse selecionadas receberão capacitação e suporte técnico do projeto para elaborar e acompanhar a implementação seus Planos de Negócios, que deverão prever ações integradas e articuladas em todos os elos das cadeias produtivas. Após elaborados, os 128 Planos de Negócio receberão investimentos financeiros para sua implementação.
Com investimento total de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial e US$ 20 milhões de contrapartida do Estado, o MT Produtivo busca impulsionar cadeias de valor por meio da adoção de práticas agrícolas inteligentes em relação ao clima.
O MT Produtivo também prevê apoio direto às associações e cooperativas de agricultores familiares, fortalecendo a organização produtiva no campo. A iniciativa conta ainda com a parceria de órgãos estratégicos do Estado, como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a Corregedoria Geral de Justiça.
Além disso, o projeto tem como objetivo fortalecer grupos considerados mais vulneráveis, como mulheres e jovens rurais, incentivando o protagonismo, o reconhecimento e a valorização desses públicos. Outro eixo importante é o apoio aos Projetos de Inovação, Qualidade, Competitividade e Tecnologia (PIQCTs).
A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, destaca a importância da iniciativa para o desenvolvimento do setor no estado. “O MT Produtivo representa um avanço significativo para a agricultura familiar em Mato Grosso. Estamos levando oportunidades concretas para os produtores, com apoio técnico, acesso a tecnologias e incentivo à produção sustentável. Nosso objetivo é fortalecer as cadeias produtivas, gerar renda e melhorar a qualidade de vida das famílias no campo, com atenção especial às mulheres e aos jovens”, disse Andreia Fujioka.
A expectativa entre as organizações do setor também é positiva. A assistente de projetos da Associação Amigos da Terra de Sorriso, Andreia Souza, afirmou que recebeu com surpresa o novo projeto de fomento à agricultura de pequena escala. A entidade atua há 23 anos com agricultura familiar.
“Receber a informação de que, em breve, será lançado o primeiro edital para contemplar associações foi uma grande surpresa para nós. Vejo isso como uma oportunidade muito importante, especialmente para quem trabalha com a agricultura familiar. Na nossa associação, atualmente contamos com 50 produtores. Esse projeto é mais uma prova de que o governo tem trabalhado por nós”, destacou Andreia.
Beneficiários
O projeto atende agricultores familiares, conforme definido no artigo 3º da Lei Federal 11.326/2006, incluindo participantes dos PIQCTs, assentados da reforma agrária estadual, além de mulheres e jovens organizados em Organizações Produtivas (OPs). Nesta primeira fase, a mobilização será realizada por meio de encontros presenciais com palestras, orientações e preenchimento de formulários de interesse. As Organizações Produtivas apoiadas atuarão em diversas cadeias produtivas: bovinocultura de leite, fruticultura, olericultura, mandioca, café e cacau, meliponicultura e produtos da sociobiodiversidade (extrativismo não madeireiro).
Mais detalhes sobre o projeto no link https://www.agriculturafamiliar.mt.gov.br/o-projeto.
Confira as próximas agendas de mobilização:
29/04 – Nossa Senhora do Livramento
Municípios: Nossa Senhora do Livramento e Poconé
30/04 – Campo Verde
Municípios: Campo Verde, Nova Brasilândia, Planalto da Serra e Chapada dos Guimarães
05/05 – Cáceres
Municípios: Cáceres e Glória do Oeste
06/05 – Araputanga
Municípios: Araputanga, São José dos Quatro Marcos e Mirassol do Oeste
07/05 – Pontes e Lacerda
Municípios: Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista do Oeste e Vale do São Domingos
08/05 – Comodoro
Município: Comodoro
11/05 – Juína
Municípios: Juína, Brasnorte, Juara e Castanheira
12/05 – Juruena
Municípios: Juruena e Aripuanã
13/05 – Colniza
Município: Colniza
19/05 – Cláudia
Municípios: Cláudia e União do Sul
20/05 – Itanhangá
Municípios: Itanhangá e Tapurah
21/05 – Sorriso
Municípios: Sorriso, Sinop e Vera
29/04 – Tangará da Serra
Município: Tangará da Serra
30/04 – Rosário Oeste
Municípios: Jangada, Acorizal, Nobres e Alto Paraguai
04/05 – Rondonópolis
Municípios: Rondonópolis, Jaciara, Juscimeira, São Pedro da Cipa e Itiquira
05/05 – Paranatinga
Municípios: Paranatinga e Primavera do Leste
06/05 – Campinápolis
Municípios: Campinápolis e Nova Xavantina
08/05 – Bom Jesus do Araguaia
Municípios: Bom Jesus do Araguaia e Serra Nova Dourada
11/05 – Vila Rica
Município: Vila Rica
19/05 – Nova Bandeirantes
Município: Nova Bandeirantes
20/05 – Alta Floresta
Municípios: Alta Floresta, Carlinda, Nova Canaã do Norte e Novo Mundo
21/05 – Terra Nova do Norte
Municípios: Terra Nova do Norte, Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo e Nova Santa Helena
Agro Mato Grosso
Com R$ 208 bi, renda no campo deve ter o maior valor da história em MT

O VBP é um indicador que traz os valores movimentados na agropecuária e leva em conta os preços médios
A 2ª estimativa do Valor Bruto da Produção (VBP) no setor agropecuário de Mato Grosso projeta R$ 208,35 bilhões.
Isso representa um recuo de 2,18% em relação aos R$ 213 bilhões em 2025, ano marcado por patamares recordes de produção.
Esses e outros dados foram divulgados, na semana passada, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O VBP é um indicador que traz os valores movimentados na agropecuária, da porteira para dentro.
Ou seja, leva em conta preços médios negociados em um determinado período em relação a produção ofertada.
Para 2026, a composição do VBP indica participação de 76,84% da agricultura e 23,16% da pecuária.
Esse resultado foi influenciado, sobretudo, pela retração de 4,28% no VBP agrícola, diante da expectativa de menor produção e de preços médios inferiores aos observados no ciclo anterior.
Por outro lado, a pecuária deve apresentar crescimento de 5,49%, sustentado pela valorização dos preços, em um cenário de oferta mais restrita de bovinos para abate, explicam os analistas.
Dessa forma, mesmo com a retração anual, o VBP projetado permanece em patamar historicamente elevado, evidenciando a resiliência da atividade agropecuária no Estado
SOJA – A 2ª estimativa do Valor Bruto da Produção (VBP) da cadeia da soja para 2026 projeta R$ 92,74 bilhões, retração de 1,03% em relação ao valor estimado para 2025.
O resultado é explicado, principalmente, pelo recuo do preço médio em relação aos patamares observados na safra anterior, o que reduz o valor gerado pela cadeia.
Por outro lado, a produção estimada para a safra 2025/26 registra aumento de 1,02%, atenuando parcialmente o impacto da queda dos preços sobre o VBP.
MILHO – Em relação ao milho, a 2ª estimativa do VBP para 2026 projeta R$ 38,69 bilhões, retração de 1,19% em relação à 6ª estimativa de 2025.
Esse resultado reflete a expectativa de menor produção para a safra 2025/26, em um cenário ainda incerto quanto à produtividade.
Diante disso, o Instituto adota como referência a média das últimas três safras, indicando recuo frente ao desempenho da temporada anterior, quando o estado alcançou rendimento recorde.
Ainda assim, os preços médios permanecem em patamar superior ao observado no ciclo passado, contribuindo para reduzir parcialmente o impacto da menor produção estimada sobre o VBP da cultura.
ALGODÃO – No que se refere ao algodão, a 2ª estimativa do VBP para 2026 projeta R$ 23,90 bilhões, recuo de 18,36% em relação à 6ª estimativa de 2025.
A retração está relacionada, sobretudo, à redução da produção projetada para a safra 2025/26, reflexo da menor produtividade esperada e da diminuição da área destinada à cultura, em um contexto de margens mais apertadas para o cotonicultor no ciclo 2025/26.
BOVINOS – Para 2026, a 2ª estimativa projeta VBP de R$ 42,10 bilhões para a bovinocultura de corte, alta de 6,87% em relação à 6ª estimativa de 2025.
O avanço é explicado, principalmente, pela valorização dos preços da arroba frente a 2025, em um cenário de oferta de animais para abate mais restrita, associada à expectativa de retenção de fêmeas no ciclo pecuário.
Mesmo com a redução no volume de abates, os preços mais elevados sustentam o crescimento do VBP projetado para o setor.
SUÍNOS – Na suinocultura, a 2ª estimativa do Valor Bruto da Produção (VBP) para 2026 projeta R$ 2,66 bilhões, retração de 6,11% em relação à 6ª estimativa de 2025.
O resultado reflete, principalmente, a queda nos preços, após os patamares elevados observados no ano anterior, em um cenário de ajuste de mercado.
Por outro lado, a produção apresenta aumento, sustentado pelo maior volume ofertado, o que contribui para atenuar parcialmente os impactos da redução dos preços sobre o VBP.
AVES – Em relação ao setor avícola, a 2ª estimativa do Valor Bruto da Produção (VBP) projeta R$ 2,76 bilhões para 2026, avanço de 0,81% em relação à 6ª estimativa de 2025.
O cenário segue influenciado pela demanda, ainda favorecida pela recuperação do status sanitário e pela retirada dos embargos.
Mesmo diante de recuo estimado na produção, a elevação dos preços sustenta o crescimento do VBP projetado para o setor no período.
Agro Mato Grosso
GreenFarm 2026 amplia estrutura para 120 expositores no Parque Novo MT

Feira traz infraestrutura robusta, com estacionamento amplo, áreas setorizadas e duas arenas para palestras técnicas e negócios; expectativa de público de 40 mil pessoas
Com mais de 65 espaços para expositores no Pavilhão de Negócios e 60 estandes dedicados à agricultura familiar a GreenFarm 2026 reforça sua posição como um dos principais eventos do agronegócio mato-grossense. A feira será realizada de 27 a 30 de maio, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá (MT), com uma estrutura ampliada e confortável, que inclui estacionamento para milhares de veículos e duas arenas com programações simultâneas de palestras técnicas e leilões de animais.
O projeto contempla ainda áreas dedicadas à exposição de máquinas e veículos, praça de alimentação com apresentações culturais e espaço para exposição de animais de pequeno e grande porte.
De acordo com a organização, o layout setorizado prioriza a eficiência na exposição de produtos e serviços e a circulação de pessoas, com acessos bem distribuídos, além de sanitários ao longo de toda a estrutura. No eixo central, o Pavilhão de Negócios concentrará empresas e instituições, enquanto o Espaço de Inovação reúne iniciativas de startups voltadas à difusão de tecnologias para o campo, consolidando o evento como um polo tecnológico do setor agropecuário.
EXPECTATIVA DE LOTAÇÃO NAS ARENAS DE PALESTRAS
A estrutura da GreenFarm 2026 inclui duas arenas com capacidade total para 520 pessoas. Os espaços estão voltados à capacitação e qualificação do público, além da divulgação de pesquisas, conteúdos técnicos e geração de negócios.
Serão quatro dias de palestras, com programação inicial no dia 27 de maio, a partir das 18h. Na data, além da abertura oficial, será realizado o Fórum LIDE de Agronegócios, com a presença de ex-ministros do governo federal e lideranças do cenário político e econômico nacional.
A Arena Central terá a quinta-feira, 28 de maio, dedicada à agricultura familiar, com participação da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF-MT) e da EMPAER-MT. Entre os temas abordados estão a pecuária de leite, fruticultura, acesso ao crédito, políticas públicas para fortalecimento do setor, tecnologias para pequenas propriedades, sucessão familiar, sustentabilidade e diversificação de atividades, como o turismo rural.
A programação inclui ainda, na sexta-feira (29 de maio), um Summit com debates nas áreas jurídica e internacional, reunindo entidades representativas dos produtores em Mato Grosso. Já no sábado (30 de maio), o Circuito Fazenda Rosa trará temas voltados ao público feminino.
Na Arena de Negócios e Leilões, com mais de 1.600 m², serão realizados quatro grandes eventos: dois leilões de cavalos e dois de bovinos. Além disso, o espaço receberá uma programação técnica voltada à pecuária, com temas como gado de corte, ovinocultura e caprinocultura, além de painéis sobre energia e sustentabilidade.
EMPRESAS QUE ACREDITAM NO EVENTO DESDE A PRIMEIRA EDIÇÃO
Desde 2024, quando a GreenFarm foi realizada pela primeira vez em Cuiabá, a empresa VEGRANDE, concessionária New Holland em diversos municípios de Mato Grosso, é parceira do evento. De acordo com o empresário Walter Zacarkim, a feira tem superado as expectativas dos expositores.
“Estivemos presentes nas duas primeiras edições da GreenFarm, que já começou grande, e a expectativa para a terceira edição é superar os números do ano passado. Esta edição traz muitas novidades, principalmente na infraestrutura, com um amplo espaço para expositores. É uma vitrine para os nossos produtos e fazemos questão de participar”, afirma o empresário do setor de máquinas e implementos agrícolas.
“A nossa alegria é ter essa confiança de nossos expositores e ter os espaços ocupados e reservados de um ano para o outro. Por isso, temos o compromisso de sempre ampliar e melhorar a estrutura da feira. Queremos transformar Cuiabá nesse ponto de negócios e discussões do agro, trazendo empresas que queiram ser vistas pelos produtores de Mato Grosso”, comenta Randala Lopes, idealizadora da GreenFarm.
Informações para expositores: www.greenfarmbrasil.com.br/#expositor
SERVIÇOS – GREENFARM 2026
Data: 27 a 30 de maio de 2026.
Local: Parque Novo Mato Grosso – Cuiabá/MT
Horários:
Dia 27 de maio: abertura das 18h – 22h.
Dias 28 e 29 de maio : 14h às 22h.
Dia 30 de maio: 7h às 22h.
Agro Mato Grosso
AMAGGI é destaque nos rankings globais Forest 500 e CDP

A AMAGGI se destaca mais uma vez nos principais rankings internacionais de sustentabilidade, reforçando a solidez de sua estratégia socioambiental e sua atuação integrada na gestão de riscos relacionados a florestas, clima, direitos humanos e recursos hídricos.
No Forest 500, principal ranking global que avalia empresas e instituições financeiras em relação a compromissos e ações para combater o desmatamento, a conversão de vegetação nativa, fortalecer os direitos humanos e promover a transparência, a AMAGGI avançou três posições em relação à edição anterior. Com esse desempenho, a companhia passou a ocupar o 6º lugar entre as empresas com melhor desempenho no mundo, mantendo-se como a primeira colocada global no setor da soja.
O resultado se soma a outro reconhecimento relevante. A AMAGGI recebeu novamente nota A do CDP na categoria Florestas, pontuação máxima que reconhece empresas A-List com alto nível de transparência, governança ambiental e gestão de riscos e impactos florestais associados às cadeias de commodities. No mesmo ciclo de avaliação, a companhia manteve nota B em Clima e obteve nota B- em Água, evidenciando avanços na estruturação de processos, identificação de riscos e fortalecimento da gestão ambiental integrada.
Os reconhecimentos refletem a consistência das políticas da AMAGGI, seus compromissos com a rastreabilidade da cadeia produtiva, a atuação estruturada em direitos humanos, a ampliação do monitoramento socioambiental, o fortalecimento dos mecanismos de governança e o engajamento contínuo com parceiros e produtores.

Segundo Juliana de Lavor Lopes, Diretora ESG e Comunicação da AMAGGI, os resultados reforçam uma trajetória construída com foco no longo prazo. “Estar entre as líderes do Forest 500, avançando no ranking global, e conquistar novamente a nota A do CDP em Florestas, com resultados positivos também em Clima e Água, demonstra a solidez do nosso compromisso ESG. Seguimos avançando com responsabilidade, planejamento e transparência, mitigando riscos socioambientais e atuando no desenvolvimento sustentável do agronegócio no Brasil.”, afirma.
As avaliações do Forest 500 e do CDP consideram a qualidade, a abrangência e a transparência das informações divulgadas pelas empresas, especialmente por meio de compromissos públicos, relatórios anuais e demais conteúdos socioambientais. Os resultados reforçam a capacidade da AMAGGI de integrar produção agrícola, competitividade e sustentabilidade, em linha com as crescentes demandas globais por produção e cadeias produtivas mais responsáveis.
Sobre a AMAGGI
Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes, originação, processamento e comercialização de grãos e insumos, além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.
Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidroelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.
A empresa produz anualmente cerca de 1,5 milhão de toneladas de grãos e fibras, entre soja, milho e algodão, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais e comercializa cerca de 20 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo.
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