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Motorista morre preso às ferragens em colisão entre caminhonete e carreta na BR-364

Acidente ocorreu no trecho entre Sapezal e Campos de Júlio; Corpo de Bombeiros precisou usar desencarcerador para retirar o corpo da vítima
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite de quarta-feira (15.4), o desencarceramento do corpo de uma vítima de acidente de trânsito envolvendo uma caminhonete e um conjunto transportador (combinação de um ou mais veículos, como um caminhão e sua carreta), na BR-364, entre Sapezal (a 511 km de Cuiabá) e Campos de Júlio (a 567 km de Cuiabá).
A equipe do 4º Pelotão Independente Bombeiro Militar (4º PIBM) foi acionada por volta das 19h10 para atendimento da ocorrência. Ao chegar ao local, os bombeiros constataram que o veículo ainda se encontrava na pista, com danos significativos na parte frontal em decorrência da colisão.
No interior do veículo, a equipe encontrou o condutor já em óbito, preso às ferragens. Os bombeiros precisaram utilizar equipamento desencarcerador para a retirada do corpo da vítima do interior do veículo.
Após o resgate, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A ocorrência contou com o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuaram no controle e na segurança da cena durante toda a operação.
Com Assessoria
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“Completamente contrário”: José Guimarães descarta socorro federal ao BRB e cita “absurdo” em desvios

Ministro das Relações Institucionais defendeu rigor da PF na Operação Compliance Zero; em café com jornalistas, líder também criticou “janela partidária” e comentou cenário para 2026
O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, disse que, do ponto de vista pessoal, é “completamente contrário” a qualquer socorro do governo federal ao Banco de Brasília. O BRB está sendo investigado por operações financeiras irregulares que teriam beneficiado o Banco Master.![]()
Ao ser perguntado, durante café da manhã nesta quinta-feira (16) com jornalistas, sobre a possibilidade de o governo federal prestar alguma ajuda ao BRB, Guimarães disse de forma categórica que, se o assunto chegar a ele, se dirá “completamente contrário a qualquer socorro” à instituição.
Segundo o ministro, os verdadeiros responsáveis pelo desvio de bilhões em recursos do banco, no caso do Banco Master, serão apontados ao final das investigações pela Polícia Federal.
Entre os investigados estão o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), e o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, preso nesta semana durante a 4ª fase da Operação Compliance Zero.
“A PF está fazendo um trabalho extraordinário. Ao final vamos saber quem são os responsáveis por tamanho absurdo, pelos tantos bilhões envolvidos. A orientação do presidente Lula é essa. Doa a quem doer”, disse José Guimarães.
Janela partidária e CPI
O ministro lamentou a forma oportunista como algumas questões têm sido tratadas pela classe política. Ele criticou duramente as trocas de partidos que ocorreram na última janela partidária.
“Em todos os meus anos na política, nunca vi algo como o que aconteceu nessa janela. Foi um acinte contra os partidos sérios”, disse.
“Alguns partidos perderam até 20 parlamentares, sem que a gente saiba qual a verdadeira razão”, argumentou. Ele defendeu que a reforma política em debate no Congresso estabeleça critérios que evitem situações desse tipo.
Eleições
Perguntado se as recentes pesquisas eleitorais – indicando o crescimento do candidato da oposição ao Planalto, Flávio Bolsonaro – preocupam o governo, José Guimarães disse que ainda é cedo para uma análise realista.
“A campanha sequer começou, e as estratégias ainda estão sendo discutidas pelas coordenações de campanha. Mas, pelas minhas experiências com eleições, acredito que o outro candidato não vai se sustentar. As coisas contra ele ainda vão vir à tona”, argumentou o ministro.
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Trump anuncia cessar-fogo de 10 dias entre Israel e Líbano; trégua entra em vigor hoje

Acordo histórico em Washington marca o primeiro diálogo formal entre os países desde 1983; Hezbollah promete respeitar pausa se ataques israelenses cessarem
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (16), que costurou um acordo de cessar-fogo entre Líbano e Israel de dez dias a partir da noite de hoje.![]()
A trégua era uma das exigências do Irã para continuidade das negociações com os EUA.
O parlamentar do Hezbollah, Ibrahim al-Musawi, disse à agência francesa AFP que o grupo respeitará o acordo se os ataques israelenses cessarem. O governo em Tel Aviv não se manifestou.
“Acabei de ter excelentes conversas com o altamente respeitado presidente Joseph Aoun, do Líbano, e com o primeiro-ministro Bibi [Benjamin] Netanyahu, de Israel. Esses dois líderes concordaram que, para alcançar a paz entre seus países, iniciarão formalmente um cessar-fogo de 10 dias às 17h [horário de Brasília]”, disse Trump em uma rede social.
Ainda segundo o chefe da Casa Branca, “ambos os lados querem ver a paz, e acredito que isso acontecerá, em breve!”.
Apesar do anúncio envolver o governo libanês, ele não tem poder sobre o grupo Hezbollah, que funciona como espécie de partido-milícia ligado ao Eixo da Resistência, formados por grupos que se opõem às políticas dos EUA e de Israel no Oriente Médio, entre eles, o Irã.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, informou, em comunicado, que agradeceu Trump pelos esforços para se chegar a um cessar fogo no Líbano e garantir a paz permanente “para alcançar o processo de paz na região e desejou que ele continuasse esses esforços para um cessar-fogo o mais rápido possível”.
Nas redes sociais, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, saudou o anúncio de Trump.
“Acolho com satisfação o anúncio do cessar-fogo proclamado pelo presidente Trump, que constitui uma reivindicação libanesa central pela qual nos empenhamos desde o primeiro dia da guerra e que foi o nosso objetivo primordial no encontro de Washington na terça-feira”, disse.
Representantes de Tel-Aviv e do Líbano se reuniram em Washington nesta semana pela primeira vez desde 1983, ano em que Israel invadiu o Líbano pela primeira vez.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se manifestou sobre o suposto acordo.
Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam “com surpresa” a notícia. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo à pedido do Trump. A oposição à Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” à Israel.
Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo.
Entenda
A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.
Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano.
Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinado do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.
No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão.
O Irã vinha exigindo que o Líbano entrasse no cessar-fogo para continuar as negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias.
História
O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho.
Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos.
O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.
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Desenvolve MT impulsiona expansão de academia com atendimento personalizado em Cuiabá

Após duas décadas de formação em Educação Física, o educador físico Anderson Arley Franco decidiu recomeçar e transformar experiência em empreendedorismo. O que começou como um pequeno estúdio de Pilates dentro de casa deu origem à InMove, uma academia com proposta personalizada em Cuiabá, viabilizada com o apoio da Desenvolve MT. Com acesso ao crédito e ao lado da esposa e dos três filhos, ele transformou a ideia em um projeto familiar, no qual cada integrante passou a contribuir dentro de sua área, o negócio ganhou estrutura, credibilidade e espaço no mercado local.
A proposta da empresa também foge do modelo tradicional. Em vez de grandes academias com alto fluxo de pessoas, a InMove aposta em um formato de estúdio, com número reduzido de alunos por horário e acompanhamento próximo dos profissionais. A ideia é oferecer mais qualidade, segurança e atendimento personalizado para os alunos, com atenção individualizada.
Apesar do planejamento, o início foi marcado por desafios, principalmente financeiros. Começar do zero exigiu esforço constante para manter o negócio e investir na estrutura necessária. “O maior desafio foi financeiro. A gente precisava correr atrás o tempo todo para conseguir manter e fazer acontecer”, relata Anderson. Além disso, houve resistência inicial do público, ainda acostumado ao modelo de academias lotadas e com menor custo.
O cenário começou a mudar a partir do acesso ao crédito. Durante uma consultoria realizada pelo Sebrae, o empreendedor conheceu a Desenvolve MT e identificou na instituição a melhor alternativa para viabilizar o crescimento do negócio. Com condições atrativas, como taxas reduzidas e prazo de carência, o financiamento permitiu a compra de todos os equipamentos de musculação da academia.
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