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30 de maio de 2026

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EXCLUSIVO: “STF não pode interditar o país”, diz Aldo Rebelo em passagem por Cuiabá

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Em agenda de pré-campanha “STF não pode interditar o país”, diz Aldo Rebelo em passagem por Cuiabá
à Presidência da República, o ex-ministro e ex-deputado federal Aldo Rebelo (DC) esteve em Cuiabá. Em entrevista exclusiva ao O Livre, Aldo comentou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que impactam diretamente Mato Grosso.

Ao falar sobre a decisão que travou a construção da Ferrogrão — ferrovia estratégica para o escoamento da produção de soja —, o pré-candidato foi direto nas críticas.

“Tenho certeza de que Alexandre de Moraes não saberia apontar no mapa onde ficaria a Ferrogrão”, afirmou.

Segundo o presidenciável, é necessário enfrentar decisões do STF e de órgãos como o Ministério Público Federal.

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“São decisões que precisam ser revistas e enfrentadas. Não podemos aceitar que o MPF, o Ibama, o STF e essas corporações, que de fato governam o Brasil, continuem interditando o país”, disse.

Aldo ainda prometeu enfrentar o sistema – caso seja bem-sucedido em sua difícil empreitada pela presidência da república.

“Isso precisa ser enfrentado por qualquer presidente que tenha compromisso com o Brasil”, comp

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Veja tudo que se sabe sobre o suposto superfaturamento dos livros que foram comprados pela prefeitura

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Um suposto superfaturamento que pode chegar a R$ 80 milhões em compras realizadas entre 2025 e 2026, período em que a pasta era comandada pelo ex-secretário Amauri Monge, agitou o debate político de Cuiabá.

A denúncia foi levantada pelo próprio prefeito Abílio Brunini (PL), que, desconfiando dos contratos, escolheu dar plena transparência ao caso.

O Livre acompanhou de perto a inspeção feita pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, e pelo prefeito Abílio Brunini nesta sexta-feira (30). Nós também tivemos acesso ao material que hoje é investigado.

Mas o que custou tão caro? Livros, palestras e programas!

Os contratos chegariam a R$ 80 milhões em compras já realizadas pela prefeitura. Até o momento, pouco mais de R$ 20 milhões foram pagos.

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Desde que a prefeitura encontrou irregularidades, os contratos foram suspensos.

A empresa não fornecia somente livros para alunos, mas também alegava que eram oferecidos livros para os professores, algumas palestras e alguns programas de computador.

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

E o material? De baixa qualidade e reciclado…

Ao analisar os livros, O Livre percebeu que eles eram feitos do mesmo material dos antigos jornais impressos.

Trata-se do papel newsprint não revestido, feito geralmente de material reciclado. Geralmente, esse material é mais barato que o papel de qualidade padrão, mas tem uma vida útil bem menor.

(Foto: Lucas Bellinello/O Livre)

Quase tudo gerado por IA…

A maior parte do conteúdo dos livros foi gerada por IA, tornando o material ainda mais barato e sem qualquer exclusividade.

Imagem do site do ChatGPT aberto em uma tela de computador
(Foto: Matheus Bertelli / Pexels)

Erros de português são a regra

Na pouca intervenção humana que os livros apresentam, há inúmeros erros de português. De erros de concordância até palavras escritas erradas.

O fato chama atenção, pois o material seria usado para ensinar alunos. Mas como ensinar se nem quem escreveu aprendeu direito?

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Material não condiz com as matérias…

Outro ponto importante é que foram comprados materiais para disciplinas que nem ao menos fazem parte da grade escolar da Prefeitura de Cuiabá.

É o caso de um livro de educação financeira, uma disciplina importante, mas que não é ensinada nas escolas municipais.

Foto:(Ednilson Aguiar/ O Livre)

Abílio pegou no pulo…

Foi o prefeito de Cuiabá quem descobriu e denunciou o esquema. Ao suspeitar dos contratos, Abílio levou a denúncia para frente.

Com a denúncia, a Prefeitura de Cuiabá pode reaver valores no futuro ou, ao menos, evitar o pagamento dos outros R$ 60 milhões que ainda faltam ser pagos.

(Foto: Brian Henrique Dantas/O Livre)

TCE acompanha tudo

As investigações começaram, e o presidente do TCE já disse ter encontrado irregularidades na compra do material.

Sérgio Ricardo também elogiou a transparência de Abílio e a forma como o caso vem sendo tratado pela Prefeitura de Cuiabá de maneira institucional.

(Foto: Brian Henrique Dantas/O Livre)
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Cavalaria intercepta quadrilha com antena Starlink e frustra megarroubo de defensivos em MT

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Três homens foram presos em Nova Mutum; bando usava internet via satélite no carro para coordenar assalto a fazendas

Policiais militares da Cavalaria prenderam na noite desta sexta-feira (29.5), três homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubo de defensivos agrícolas, em Nova Mutum. As equipes apreenderam armas de fogo, 64 munições, quatro rádios comunicadores e recuperaram grande quantidade de produtos nacionais e internacionais.

As equipes receberam informações de inteligência indicando que um grupo criminoso estaria planejando o roubo de defensivos agrícolas em uma propriedade rural localizada no município de Diamantino. Conforme a denúncia, os suspeitos utilizariam um veículo Hyundai HB20 equipado com uma antena Starlink instalada no para-brisa.

Após a denúncia, os policiais militares abordaram o carro em um trecho da MT-249. Um dos suspeitos informou que transportava uma arma de fogo calibre .22 e confessou participação em um roubo planejado contra uma fazenda da região.

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Ele também apontou o líder do grupo criminoso e indicou locais onde estariam armazenados defensivos agrícolas furtados e outros materiais ilícitos.

Durante o patrulhamento tático, as equipes localizaram outros envolvidos e apreenderam defensivos agrícolas de origem ilícita, produtos estrangeiros introduzidos ilegalmente no país, munições, rádios comunicadores, aparelhos GPS, R$ 4.700 mil em cédulas falsas, um rifle e uma espingarda.

Uma das armas apreendidas possuía registro de furto desde o ano de 2011. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Com Assessoria 

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Endividamento histórico: mais de 80% dos lares brasileiros possuem algum tipo de dívida

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O número de famílias endividadas no Brasil atingiu o maior patamar da série histórica em 2026. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que 80,9% dos lares brasileiros possuíam algum tipo de dívida em abril, reflexo dos juros elevados, do aumento do custo de vida e da maior utilização do crédito.

Um terço da renda vai pra dívidas…

Além do crescimento do endividamento, especialistas alertam para o avanço do comprometimento da renda familiar. Atualmente, quase um terço do orçamento das famílias é destinado ao pagamento de dívidas, reduzindo a capacidade de consumo e dificultando investimentos e planejamento financeiro.

Cartão de crédito é o principal vilão

O cartão de crédito segue como o principal responsável pelo cenário. Segundo a CNC, a modalidade concentra a maior parte das dívidas das famílias e possui algumas das taxas de juros mais altas do mercado, agravando o risco de inadimplência.

Embora o percentual de famílias com contas em atraso tenha permanecido relativamente estável, cerca de 12% dos endividados afirmam não ter condições de quitar os débitos acumulados.

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Para economistas, o problema está ligado tanto ao alto custo do crédito quanto a fatores estruturais da economia brasileira. A taxa Selic elevada, o aumento das despesas básicas e até o crescimento das apostas online são apontados como elementos que pressionam o orçamento doméstico.

Programa do governo tenta resolver o problema

Diante desse cenário, o governo federal relançou o programa Novo Desenrola Brasil, voltado à renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenos empreendedores. A iniciativa prevê descontos, juros reduzidos e condições facilitadas de pagamento, mas especialistas e parlamentares divergem sobre a capacidade do programa de resolver o problema de forma permanente.

Enquanto defensores da medida destacam o alívio imediato para os consumidores, críticos argumentam que a renegociação não ataca as causas do endividamento, como a renda insuficiente e o elevado custo do crédito no país.

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