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Morre o pecuarista Edgard Ramos, pioneiro da raça tabapuã no Rio de Janeiro

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Foto: divulgação/ABCZ

O pecuarista Edgard Ramos da Silva Rego Júnior morreu no último sábado (7). Ele era associado à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu desde março de 1998 e foi um dos pioneiros da pecuária zebuína no estado do Rio de Janeiro.

Edgard se tornou o primeiro criador da raça Tabapuã no estado e também se destacou na produção de leite a partir do trabalho de seleção com a raça Gir Leiteiro.

O velório foi realizado nesta segunda-feira (9), na Capela Memorial do Crematório Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro.

Em nota, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu manifestou solidariedade à família e aos amigos.

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Guerra no Oriente Médio já fez nitrato de amônio subir 28% nos portos brasileiros

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Nitrato de amônio. Foto: Pixabay

A guerra no Oriente Médio trouxe impactos sobre a oferta global de fertilizantes nitrogenados, elevando fortemente os preços nos últimos dias. De acordo com a StoneX, o movimento de valorização foi observado em diversos mercados, incluindo o Brasil.

Nos portos brasileiros, a ureia registrou alta superior a 15% na semana, enquanto o nitrato de amônio apresentou aumento ainda mais acentuado, de cerca de 28% após subir mais de US$ 100 por tonelada no mesmo período.

Segundo o analista de Inteligência de Mercado Tomás Pernías, o movimento está diretamente ligado tanto às incertezas geradas pela guerra quanto aos impactos concretos já observados na cadeia global de fertilizantes.

“Nos dias que se seguiram ao início do conflito, muitos fornecedores retiraram suas ofertas do mercado enquanto aguardavam maior clareza sobre a situação e sobre a formação de preços da ureia no mercado internacional. Ao mesmo tempo, houve redução da produção de nitrogenados no Catar após ataques no país, o que já indica uma diminuição na disponibilidade global de mercadorias”, ressalta.

Problemas no escoamento

Outro fator que pressiona o mercado é a situação logística na região. A navegação no Estreito de Hormuz, rota estratégica para o comércio global de insumos, tem sido prejudicada, comprometendo o escoamento de fertilizantes, gás natural e enxofre produzidos no Oriente Médio.

“De forma geral, o Oriente Médio responde por cerca de 40% das exportações mundiais de ureia. Qualquer interrupção prolongada nessa região pode gerar impactos significativos na oferta global, especialmente se o conflito se estender por semanas ou meses”, contextualiza o analista.

No curto prazo, os Estados Unidos tendem a sentir primeiro os efeitos dessa redução da oferta global. O país atravessa um período crítico de preparação para a safra de primavera, momento em que a demanda por fertilizantes costuma ganhar força à medida que as temperaturas se tornam mais favoráveis às aplicações no campo.

“Caso os preços mais elevados do mercado internacional sejam repassados ao comprador norte-americano, existe o risco de pressão sobre as margens dos agricultores, justamente em um momento importante de planejamento da safra”, destaca Pernías.

Impacto no Brasil

No Brasil, o impacto tende a ser mais gradual. As compras de fertilizantes nitrogenados geralmente se intensificam apenas nos meses finais do ano, período que antecede o plantio da safrinha de milho. Diante do cenário atual, muitos importadores podem optar por adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo.

“Apesar disso, o nível de incerteza é elevado e não há garantia de que os preços estarão mais favoráveis nas próximas semanas”, avisa.

Segundo ele, a falta de previsibilidade no cenário geopolítico torna o comportamento do mercado de fertilizantes especialmente difícil de antecipar no atual momento.

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Produtor pode transformar soja que não vingou em silagem; veja como

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Reprodução Aprosoja RS

A instabilidade climática em 2026 tem desafiado agricultores em todo o país. Para a produtora Suzana Garcia, de Araguaína (TO), a silagem de soja é uma solução estratégica para enfrentar a perda da safra de grãos por conta de veranicos ou excesso de chuvas.

O zootecnista Edson Poppi afirma que transformar a lavoura não aproveitada em alimento para o gado é uma forma inteligente de recuperar o capital investido e garantir uma fonte proteica de qualidade.

Para que a soja se torne uma silagem de qualidade, o monitoramento do campo é fundamental. O ideal é colher a planta com trinta por cento de matéria seca. A soja possui um alto “poder tampão”, o que significa que resiste à queda de pH necessária para a conservação. Poppi destaca que o manejo técnico deve ser rigoroso.

Confira:

Alternativa em emergência

Respondendo à dúvida de Suzana, Poppi confirma que a silagem em sacos plásticos, conhecida como silo bolsa ou bag, é uma excelente alternativa, especialmente para propriedades menores. A silagem de soja atua como um “concentrado volumoso” devido ao seu alto teor de proteína, sendo superior às silagens tradicionais de milho ou sorgo nesse aspecto.

Em anos de quebra de safra, transformar a planta em carne ou leite é a melhor estratégia para evitar prejuízos totais. A silagem de soja é uma saída de emergência de alto valor, mas exige cuidado na vedação e agilidade no processo. É a tecnologia transformando a crise climática em uma reserva alimentar de qualidade.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Recuperação judicial no agro dispara e bate recorde em 2025, aponta Serasa Experian

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Foto: Agrodefesa

O agronegócio brasileiro registrou 1.990 pedidos de recuperação judicial em 2025, o maior volume desde o início da série histórica da Serasa Experian, iniciada em 2021. O número representa alta de 56,4% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 1.272 solicitações.

Os dados, divulgados pela datatech nesta segunda-feira (9), consideram pedidos realizados por produtores rurais pessoa física, produtores pessoa jurídica e empresas ligadas à cadeia do agronegócio.

A escalada recente chama atenção. Em 2023, por exemplo, haviam sido registrados 534 pedidos, número quase quatro vezes menor que o observado em 2025.

Segundo o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, o cenário financeiro do setor seguiu pressionado ao longo do último ano.

“O ambiente de crédito mais restritivo, combinado com custos elevados de produção e um nível maior de alavancagem, continuou impactando o fluxo de caixa das operações rurais”, afirma.

Apesar do aumento nos pedidos, o especialista destaca que a renegociação de dívidas e o planejamento financeiro devem ser priorizados, deixando a recuperação judicial como último recurso.

Mato Grosso lidera pedidos no país

Entre os estados brasileiros, Mato Grosso liderou o número de recuperações judiciais em 2025, com 332 solicitações.

Na sequência aparecem:

  • Goiás: 296 pedidos
  • Paraná: 248 pedidos
  • Mato Grosso do Sul: 216 pedidos
  • Minas Gerais: 196 pedidos

Os números refletem, em grande parte, a concentração da produção agrícola nessas regiões e o peso do crédito rural nas operações do setor.

Produtores pessoa física lideram pedidos

Entre os perfis analisados, os produtores rurais que atuam como pessoa física concentraram o maior número de pedidos.

Foram 853 solicitações de recuperação judicial em 2025, frente a 566 em 2024, o que representa alta de 50,7%.

Já entre produtores rurais pessoa jurídica, foram registrados 753 pedidos, crescimento de 84,1% em comparação aos 409 pedidos contabilizados no ano anterior.

Empresas da cadeia do agro também avançam

As empresas ligadas ao agronegócio, como fornecedoras de insumos, serviços e logística, também registraram aumento nas solicitações.

Ao todo, foram 384 pedidos de recuperação judicial em 2025, contra 297 em 2024, avanço de 29,3%.

Ferramentas de análise podem antecipar risco de inadimplência

Segundo a Serasa Experian, modelos preditivos podem ajudar instituições financeiras e empresas a identificar sinais de deterioração financeira antes mesmo da formalização de pedidos de recuperação judicial.

A empresa destaca o Agro Score, ferramenta que analisa dados financeiros do setor para identificar riscos de inadimplência.

De acordo com levantamento da datatech, é possível identificar sinais de instabilidade até três anos antes do pedido de recuperação judicial, o que pode ajudar o mercado a reduzir riscos na concessão de crédito.

Os dados divulgados pela Serasa Experian foram elaborados a partir de processos registrados nos tribunais de Justiça de todos os estados, considerando produtores rurais de diferentes portes e empresas com atividade econômica vinculada à cadeia do agronegócio.

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