Sustentabilidade
Colheita de soja é a mais lenta das últimas cinco safras, diz AgRural

A área cultivada com soja no Brasil na safra 2025/26 estava 51% colhida até quinta-feira passada (5) em comparação com 39% uma semana antes e 61% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural. Mesmo com o bom avanço registrado na semana, a colheita manteve-se como a mais lenta desde a safra 2020/21.
Com março em curso e Mato Grosso entrando na reta final da colheita, as atenções agora estão mais voltadas para a definição da safra nas áreas de calendário mais tardio, que têm sofrido ou com falta de chuva, ou com excesso.
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No Rio Grande do Sul, o temor é de que novos cortes de produtividade ocorram por causa da estiagem. No Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia), os grandes volumes de chuva dificultam a colheita e ameaçam a qualidade dos grãos em parte das lavouras.
Plantio do milho
O plantio da safrinha de milho 2026 alcançava na quinta passada 82% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, em comparação com 66% uma semana antes e 92% no mesmo período do ano passado, segundo dados da AgRural.
Apesar dos esforços dos produtores para acelerar as máquinas e não estender os trabalhos para muito além da janela ideal, o ritmo da região ainda é o mais lento desde 2022. Além disso, existe preocupação em alguns pontos do Paraná e de Mato Grosso do Sul por causa da falta de umidade.
O milho verão 2025/26 estava 42% colhido no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 36% na semana anterior e 54% um ano atrás.
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Sustentabilidade
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Sustentabilidade
Mesmo após período intenso de chuvas, Goiás deve se beneficiar com a exportação de soja nos próximos dias – MAIS SOJA

Na safra 2025/26, o estado de Goiás deverá alcançar a 2ª maior colheita de grãos da história, segundo o 5º Boletim de Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Após o recorde registrado no ciclo 2024/25, o desempenho atual mantém Goiás entre os principais produtores do país, com participação relevante nas cadeias de soja, milho, girassol e sorgo.
O Estado teve um superávit superior a US$ 8 bilhões na balança comercial em 2025, resultado do forte desempenho das exportações e da competitividade do setor produtivo, especialmente do agronegócio.
A programação de navios nos portos brasileiros indica exportações de 16,1 milhões de toneladas de soja neste mês de março, apontou na última quarta-feira (04), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).
“Apesar do início de ano complicado, marcado por muita chuva, houve um atraso de ciclo natural da colheita no estado, mas quando a gente observa, os próximos meses, sobretudo este mês de março, a gente vê um aumento muito forte nos portos brasileiros, inclusive se comparado ao mesmo período do ano passado”, explica Israel Santos, gerente comercial da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (COMIGO), eleita a melhor empresa do agronegócio no Brasil pelo prêmio Valor 1000 em 2025.
Ainda conforme a Cooperativa, o prejuízo do ciclo natural dos grãos podem influenciar nas exportações devido ao excesso de umidade.
Os acordos comerciais entre os Estados Unidos e a China, acabam gerando efeitos diretos no agronegócio no estado de Goiás, ampliando as margens e fortalecendo o posicionamento do estado no comércio internacional.
“Nós temos uma viagem muito longa de navio e nem sempre a soja vai direto para o esmagamento, ela passa por um período de armazenagem, porém a gente enxerga que temos um deslocamento de ofertas e demanda”. Ou seja, o mercado internacional fica aberto para o Brasil que irá exportar para outros países, além da China.
Empresas e produtores que investem em tradings devem se proteger com contratos bem estruturados
De janeiro a dezembro de 2025, as exportações goianas totalizaram US$ 13,4 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 5,3 bilhões. Apenas no mês de dezembro, o saldo comercial foi de US$ 613 milhões, resultado de exportações de US$ 999 milhões e importações de US$ 386 milhões, conforme dados oficiais da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).
Para o ano de 2026, Goiás projeta manter seu protagonismo na exportação de soja, consolidando-se como um dos principais estados produtores do Brasil. As estimativas indicam um cenário de alta produção e forte ritmo de exportação, com o estado buscando bater novos recordes, sustentado por um aumento na área plantada.
É importante entender que contratos bem estruturados reduzem riscos, evitam prejuízos e oferecem para produtores rurais e empresas a segurança necessária para concentrar seus esforços na produção e comercialização.
De acordo com a advogada especialista em Direito no Agronegócio, Dra. Lívia Quixabeira, esses investidores precisam ter consciência que a segurança da operação está no contrato.
“Elas já experimentam riscos que são inevitáveis, como por exemplo os efeitos climáticos que a lavoura está sujeita, mas existem riscos que são evitáveis, e um contrato bem estruturado é onde vai ser definido quem assume os riscos de transporte, como será feita a análise da qualidade dos grãos, qual lei vai ser aplicada em caso de problema, onde possíveis conflitos serão resolvidos e quem vai julgar”, completa a especialista.
Rio Verde liderou as exportações do Estado na última Safra
Em Goiás, o complexo soja foi o principal item da pauta exportadora em 2025, respondendo por 46,55% do total exportado. No ranking dos municípios exportadores em dezembro, Rio Verde liderou, com 25,40% das exportações estaduais, seguido por Jataí (8,42%), Mozarlândia (5,08%), Palmeiras de Goiás (4,64%) e Alto Horizonte (3,76%), destacando o papel do interior do estado no comércio exterior.
Para manter um cenário sem conflito nas exportações, o agronegócio precisa entender todos os riscos dessas operações.
“Isso exige uma organização societária muito bem elaborada, contratos muito bem elaborados e seguir critérios objetivos de qualidade e de garantias sólidas de pagamento, inclusive eleger a Câmara de Comércio Internacional, caso aconteça eventual conflito, além disso é indispensável a gestão de risco cambial e um rigor documental gerado com muita atenção e muito critério”. finaliza a advogada.
Sobre a especialista
A doutora Lívia Quixabeira, é advogada, especialista em Direito do Agronegócio, atua na área há 20 anos, e está disponível para comentar os impactos desse cenário para exportadores e produtores rurais, bem como as perspectivas para o comércio exterior em 2026. Entrevistas podem ser agendadas previamente pela assessoria.
Fonte: Assessoria
Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Indicador segue em alta e opera acima dos R$ 70/sc – MAIS SOJA

Os preços do milho na região consumidora de Campinas (SP) seguem em alta. Segundo pesquisadores do Cepea, os valores são impulsionados pela posição firme de vendedores e pela demanda aquecida. Diante disso, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa já opera acima dos R$ 70/saca de 60 kg, patamar verificado pela última vez em dezembro de 2025.
Produtores consultados pelo Cepea dão prioridade às atividades de campo envolvendo a colheita da safra verão e a semeadura da segunda safra, com poucos agentes atuando de forma pontual. Já consumidores seguem ativos no mercado, em busca de recomposição dos estoques.
Pesquisadores do Cepea ressaltam que as maiores valorizações do cereal ainda são observadas nas regiões consumidoras e nas quais produtores têm dado preferência à negociação da soja. Já no Sul do País, que atualmente é o maior produtor de safra verão do cereal e está com a colheita um pouco mais adiantada que em anos anteriores, os preços seguem em queda.
Quanto ao atual conflito entre os Estados Unidos e o Irã, o contexto vem deixando agentes consultados pelo Cepea em alerta, sobretudo os exportadores. Isso porque o Irã se tornou recentemente um importante comprador do cereal brasileiro – em 2025, o país foi o maior destino do milho nacional, recebendo 9 milhões de toneladas, praticamente o dobro do ano anterior (4,33 milhões de toneladas), segundo apontam dados da Secex. Pesquisadores do Centro de Pesquisas ressaltam que, no entanto, como as exportações brasileiras de milho tendem a ser intensificadas apenas no segundo semestre, agentes, por ora, apenas acompanham os possíveis impactos para os próximos meses.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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