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10 de junho de 2026

Sustentabilidade

Soja/RS: Irregularidade das chuvas provoca perdas na soja e amplia variabilidade produtiva no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

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A cultura da soja está majoritariamente em estádios reprodutivos, com predomínio das fases de floração (18%) e enchimento de grãos (67%), as quais são determinantes para a consolidação do rendimento. A área em maturação totaliza 11%, e a colhida está restrita a lavouras pontuais, ainda sem expressão estatística.

As precipitações ocorridas no período tiveram distribuição irregular e volumes heterogéneos, promovendo recuperação parcial das lavouras em restrição hídrica mais intensa, sobretudo nas regiões do Estado de maior área cultivada. Ainda assim, a reposição da umidade foi insuficiente em parcelas expressivas, especialmente em solos de menor profundidade (neossolos), onde persistem problemas no enchimento de grãos e redução do
peso específico.

Nas áreas semeadas em novembro, observa-se proximidade do final do ciclo, e há limitada capacidade de resposta às chuvas recentes. As lavouras implantadas em dezembro e janeiro apresentam comportamento variável, condicionado pela distribuição das precipitações ao longo do ciclo e pelo ciclo das cultivares utilizadas.

De forma geral, a sanidade está satisfatória. As aplicações de fungicidas para controle da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) foram intensificadas em consonância com as condições de aumento de umidade noturna e com o histórico recente de redução de chuvas, que favoreceu a incidência de ácaros e tripes. Em algumas áreas em formação de grãos, registam-se incrementos populacionais de percevejos.

As estimativas parciais de produtividade revelam elevada variabilidade espacial, refletindo o regime pluviométrico irregular e a diversidade edafoclimática do Estado. Em áreas com melhor distribuição de chuvas e adequado manejo, as expectativas estão próximas ao potencial produtivo inicial. Contudo, em localidades afetadas por insuficiência hídrica prolongada ou por altas temperaturas durante a floração, as perdas se encontram consolidadas, e ocorrem reduções significativas do potencial produtivo.

Para a Safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a Emater/RS-Ascar indica área cultivada de 6.742.236 hectares. Nova estimativa de área e produtividade será divulgada em evento específico, em 10/03, durante a 26ª Expodireto, em Não-Me-Toque.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as precipitações entre 23 e 25/02 favoreceram a retomada do desenvolvimento das lavouras semeadas em janeiro, que demonstram emissão de novas folhas e incremento de porte. Nas áreas implantadas até o final de dezembro, que se encontram em floração e enchimento de grãos, verificou-se interrupção do estresse hídrico. Entretanto, cultivos estabelecidos em novembro apresentam resposta limitada em função do avançado estádio fenológico.

Na Campanha, as chuvas esparsas e de baixos volumes apenas mantiveram temporariamente a umidade superficial, o que levou novamente à ocorrência de reboleiras com murcha, além de clorose e abortamento foliar nas coxilhas. O cenário não é desfavorável, mas a manutenção do potencial produtivo depende de precipitações adicionais no início de março, sobretudo para cultivares de ciclo médio a precoces semeadas até meados de novembro. Em termos fitossanitários, os produtores intensificaram as aplicações de fungicidas em razão das chuvas e da alta umidade noturna. A sanidade das lavouras está satisfatória, com média de duas aplicações, iniciadas na floração, até o enchimento de grãos. Há incidência de ácaros e tripes, sobretudo em solos mais secos, o que exige controle com inseticidas para preservar a área foliar. Em Hulha Negra, há registro de aumento de percevejos acima do nível de controle.

Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, os baixos volumes de chuva continuam a limitar o enchimento de grãos, e há impacto direto na massa foliar e no rendimento. Em Muitos Capões, estima-se redução de 30% a 40% diante da expectativa inicial, em decorrência da deficiência hídrica persistente durante a fase mais crítica.

Na de Erechim, a cultura se encontra entre os estádios R2 e R4 (florescimento pleno e formação de legumes). A manutenção do potencial produtivo depende da ocorrência de precipitações no curto prazo. Solos rasos já evidenciam perdas potenciais, e houve secamento de manchas de fertilidade em razão das elevadas radiação e temperatura. Em Getúlio Vargas, São Valentim, Ponte Preta, Carlos Gomes, Gaurama, Campinas do Sul, Erval Grande e Floriano Peixoto, reportam-se perdas de até 30%, associadas a abortamento floral induzido por calor excessivo.

Na de Frederico Westphalen, 5% estão em desenvolvimento vegetativo (safrinha), 20% em florescimento e 75% em enchimento de grãos. A reposição de umidade melhorou a situação das lavouras e minimizou a projeção de perdas. Intensificam-se as aplicações de fungicidas para controle de ferrugem-asiática.

Na de Ijuí, observa-se acentuado contraste de desenvolvimento e potencial produtivo, decorrente da irregularidade das chuvas entre janeiro e início de março. Mais de 80% da área se encontra em final de enchimento de grãos, e cerca de 8% em maturação. A deficiência hídrica provocou queda de vagens e trifólios, reduzindo o potencial produtivo em todas as lavouras. Há variabilidade expressiva entre municípios conforme a época de semeadura e ciclo das cultivares.

Na de Passo Fundo, as lavouras estão predominantemente em formação de vagens (90%), e 10% em floração. As precipitações do período interromperam a progressão das perdas, contribuindo para a estabilização do potencial produtivo remanescente.

Na de Pelotas, as chuvas entre 22 e 28/02, com acumulados entre 8 e 50 mm, restabeleceram parcialmente as condições hídricas e eliminaram os sintomas visíveis de estresse. Estão 2% em desenvolvimento vegetativo, 33% em florescimento, 63% em enchimento de grãos e 2% em maturação, totalizando 96% da área em fase crítica de definição de rendimento.

Na de Santa Maria, as lavouras apresentam potencial produtivo satisfatório e adequada carga de vagens. Contudo, a insuficiência de chuvas em janeiro e início de fevereiro afetou, de forma heterogênea, os cultivos em Cachoeira do Sul, Capão do Cipó, Júlio de Castilhos, Quevedos, Santiago, Tupanciretã e Unistalda, onde há perdas consolidadas.

Na de Santa Rosa, a restrição hídrica prolongada resultou em perdas expressivas, entre 15% e 50%, que podem ser maiores a depender das condições edáficas e da distribuição das chuvas. Persistem os problemas de abortamento reprodutivo, a morte de plantas em reboleiras e a necessidade de replantio em áreas semeadas tardiamente. O manejo fitossanitário está intenso, com controle de ferrugem-asiática, ácaros e tripes.

Na de Soledade, as chuvas recentes, de baixos volumes, amenizaram parcialmente o déficit hídrico, mas foram insuficientes para assegurar o pleno enchimento de grãos, sobretudo em solos rasos ou compactados. Realizam-se aplicações preventivas e curativas de fungicidas, frequentemente em períodos noturnos devido às elevadas temperaturas diurnas, associadas a inseticidas para controle de tripes, ácaros, lagartas (em baixa incidência) e percevejos na fase de formação dos grãos.

PROGRAMA MONITORA FERRUGEM RS
Laudo da presença de esporos da ferrugem-asiática

O laudo apresenta os resultados do monitoramento de esporos da ferrugem-asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, realizado em Unidades de Referência distribuídas em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. O monitoramento tem por objetivo identificar, de forma precoce, a presença do patógeno no ambiente, permitindo estimar o risco de infecção e orientar estratégias de manejo mais eficazes.

A geração dessas informações é resultado do trabalho integrado entre instituições de pesquisa, extensão rural e produtores. Esses resultados, quando analisados em conjunto com outros indicadores agronômicos e práticas de manejo, constituem um importante subsídio para a tomada de decisão por parte dos agricultores e técnicos responsáveis pela condução das lavouras.

A ocorrência e a distribuição dos esporos detectados no período de monitoramento estão apresentadas na figura abaixo, que ilustra a evolução espacial e temporal da presença do inóculo no Estado, contribuindo para o acompanhamento da dispersão do fungo e para o planejamento de ações preventivas de controle da ferrugem-asiática.

O cenário atual exige redobrada atenção, especialmente nas regiões classificadas com níveis de risco médio, alto e muito alto. Nessas áreas, recomenda-se intensificar o monitoramento das lavouras e a adoção de estratégias de manejo integrado da doença, incluindo o uso de fungicidas.

Mesmo em áreas classificadas como de baixo risco, o novo cenário climático pode alterar rapidamente a dinâmica da doença. Portanto, o monitoramento não deve ser negligenciado. A detecção precoce e a ação no momento adequado continuam sendo fundamentais.

Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,30 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 118,15 para R$ 117,79.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Algodão/BR: Colheita inicia em MT e GO sob bom desenvolvimento; restrição hídrica acende alerta em MS – MAIS SOJA

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Algodão: 0,9% colhido, Em MT, predominou a insolação, com chuvas isoladas de baixo volume. As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, com manejo de reguladores de crescimento e controle fitossanitário conforme o planejado. Permanece a atenção para Spodoptera spp. e para o controle do bicudodo-algodoeiro.

Na BA, a colheita segue lentamente. No MA, nos Gerais de Balsas, as lavouras de primeira e segunda safra encontram-se majoritariamente em maturação e abertura de capulhos. As condições gerais são boas. Em MS, na região dos Chapadões, os cultivos seguem sob atenção quanto à disponibilidade hídrica, principalmente, nas áreas em florescimento.

Na região central, o armazenamento de água no solo permanece favorável e seguem os manejos preventivos. Em GO, as primeiras lavouras já foram colhidas na região sul do estado. O algodão de sequeiro encontra-se predominantemente em maturação, enquanto áreas em pré-colheita passam pelo processo de desfolha. As lavouras irrigadas de segunda safra seguem em boas condições.

Em MG, as áreas mais adiantadas já receberam aplicações de dessecantes e aguardam a queda das folhas para o início da colheita. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento, favorecidas pelas condições climáticas ao longo do ciclo. Em SP, a colheita avançou na região sudoeste, onde mais da metade das áreas já foi colhida.

Previsão Agrometeorológica (08/06/2026 a 15/06/2026)

N-NE: A previsão indica maiores volumes de chuva no Norte do país, especialmente, entre o AM, RR, AP e norte do PA, além de parte da faixa litorânea do Nordeste. No AC, centro-norte do PA e RO, as chuvas devem ocorrer de forma mais irregular. No TO e interior do NE, o tempo permanece firme e favorecerá a secagem natural do milho no Matopiba, mas deve persistir a restrição hídrica para as lavouras ainda em estádios reprodutivos. No Sealba, as condições seguirão favoráveis nas áreas próximas da costa, mas o armazenamento hídrico deve permanecer baixo nas áreas do interior.

CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados, principalmente, no noroeste de MT e centro-sul de MS. Em GO e DF, predomina o tempo mais firme. A condição será favorável para a secagem natural do milho segunda safra, mas, para as áreas ainda estádio reprodutivo, permanece a restrição hídrica.

SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, sul de MG e RJ, no final da semana, devido à passagem de uma frente fria. Nas demais regiões, a previsão é de tempo estável, com chances reduzidas de chuva. Na maioria das áreas, a umidade no solo será insuficiente para os cultivos de segunda safra e as lavouras de inverno não irrigadas em estádios mais avançados.

S: Há previsão de chuvas para toda região, no início da semana, com volumes significativos no noroeste do RS, Oeste de SC e Sul do PR. A passagem de uma frente fria instabilizará novamente o tempo, promovendo novos acumulados de chuva. As chuvas devem favorecer o incremento de umidade no solo e os cultivos de segunda safra e inverno. Pode ocorrer a suspensão da semeadura do trigo e da colheita do feijão devido às precipitações.

Fonte: Conab


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Autor:Conab

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Semeadura do trigo avança no RS e SC, enquanto seca afeta lavouras em SP e MG – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avança de acordo com o período de plantio ideal da cultura. Houve interrupções pontuais em áreas com baixa umidade no solo, porém as chuvas recentes devem favorecer a reposição hídrica e o estabelecimento das lavouras.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo. Os dias nublados e o excesso de umidade desde o mês passado têm contribuído para o aumento da proporção de áreas com desenvolvimento considerado regular.

Em SC, a semeadura avança no Oeste e Extremo Oeste, favorecida pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas amenas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e bom desenvolvimento vegetativo inicial.

Em SP, as lavouras encontramse majoritariamente em desenvolvimento vegetativo e começam a sentir os efeitos da falta de chuva. Em MS, predomina o estádio vegetativo, com lavouras apresentando boa uniformidade e sanidade. Apesar da ausência de chuvas no período avaliado, as condições climáticas permanecem favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Em MG, restam áreas irrigadas pontuais a serem semeadas na região Noroeste. As lavouras de sequeiro apresentam menor porte devido à falta de chuvas nas regiões do Triângulo Mineiro. Em GO, as lavouras de sequeiro encontram-se próxima de colheita, com produtividade afetada pelo baixo volume de chuvas ao longo do ciclo. As áreas irrigadas seguem em boas condições.

Na BA, o plantio foi iniciado e as lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

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Sustentabilidade

Por que o vazio sanitário é tão importante para o manejo da ferrugem-asiática? – MAIS SOJA

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A ferrugem-asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi é uma das doença mais agressivas e preocupantes que acometem a soja. Com elevada capacidade em reduzir a produtividade da cultura, a ferrugem-asiática é o foco do programa fitossanitário da maioria das lavouras, tornando necessário a adoção de distintas estratégias de manejo que priorizem a eficiência no controle dessa doença.

Embora fungicidas de alta eficácia, especialmente quando aplicados de forma preventiva, sejam ferramentas importantes no manejo da ferrugem-asiática, o vazio sanitário permanece como uma das medidas mais eficazes para reduzir a incidência da doença na safra de verão. Ao eliminar plantas voluntárias de soja durante a entressafra, a prática interrompe a sobrevivência e a multiplicação do fungo, reduzindo a produção e a dispersão de esporos que servem como fonte inicial de inóculo para novas infecções e contribuindo para a redução dos focos da doença (Embrapa Soja, s.d.).

A ferrugem-asiática possui elevado potencial de disseminação, uma vez que os uredósporos de Phakopsora pachyrhizi podem ser transportados pelo vento por centenas ou até milhares de quilômetros, permitindo que a doença se espalhe rapidamente entre regiões produtoras e até entre países (Goellner et al., 2010).

Figura 1. Esporos de Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática da soja) em microscópio óptico com diferentes aumentos. A e B3 – Foto feita sem lamínula; B e C – Fotos feitas com lamínula.
Fotos: Anderson Luís Heling (B³); Gustavo Migliorini de Oliveira (A¹; B¹; B²; C¹; C²)

Além de apresentar caráter policíclico, com vários ciclos de infecção ao longo do desenvolvimento da cultura, o fungo Phakopsora pachyrhizi é classificado como biotrófico, ou seja, depende de tecidos vivos do hospedeiro para sobreviver e se multiplicar (Oliveira et al., 2020). Essa característica reforça a importância do vazio sanitário e da eliminação de plantas voluntárias de soja durante a entressafra, prática considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir a sobrevivência do patógeno e minimizar a ocorrência da ferrugem-asiática na safra seguinte.

Figura 2. Plantas voluntárias de soja durante o período entressafra.

Sobretudo, para efeito de manejo, eficácia na quebra do ciclo da ferrugem-asiática e redução da sobrevivência do patógeno, recomenda-se que o vazio sanitário seja realizado com período mínimo de 60 dias, sendo que, a legislação determina que o vazio sanitário deve ter duração mínima de 90 dias (Aiba, 2025). Para a safra 2026/2027, a PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026 estabelece os períodos de vazio sanitário e épocas de semeadura nas diferentes unidades da federação, subdividindo essas unidades em regiões de cultivo. Além de contribuir para o enfrentamento da ferrugem, a semeadura dentro dos períodos recomendados para cada região de cultivo reduz os riscos relacionados as adversidades climáticas.

Vale destacar que, além da proibição do cultivo de soja durante o período do vazio sanitário, também não é permitida a presença ou a manutenção de plantas voluntárias da cultura nas áreas agrícolas. Dessa forma, torna-se necessário adotar medidas de controle sempre que houver ocorrência dessas plantas, a fim de eliminá-las e evitar que sirvam de hospedeiras para o fungo, contribuindo para a manutenção da sanidade das lavouras.

Cliquei aqui e confira os períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura para a cultura da soja na safra 2026/2027.



Referências:

AIBA. MAPA DIVULGA CALENDÁRIO DE SEMEADURA E VAZIO SANITÁRIO DA SOJA PARA A SAFRA 2025/2026 COM REGIONALIZAÇÃO INÉDITA NA BAHIA. Aiba, 2025. Disponível em: < https://aiba.org.br/mapa-divulga-calendario-de-semeadura-e-vazio-sanitario-da-soja-para-a-safra-2025-2026-com-regionalizacao-inedita-na-bahia/#:~:text=A%20legisla%C3%A7%C3%A3o%20determina%20que%20o,23%20de%20janeiro%20de%202025.&text=A%20partir%20da%20safra%202025,Maria%20da%20Vit%C3%B3ria%2C%20entre%20outros. >, acesso em: 09/06/2026.

EMBRAPA SOJA. FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA: MANEJO E PREVENÇÃO. Embrapa Soja, s. d. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/web/soja/ferrugem >, acesso em: 09/06/2026.

GOELLNER, K. et al. Phakopsora pachyrhizi, THE CAUSAL AGENT OF ASIAN SOYBEAN RUST. OLECULAR PLANT PATHOLOGY, 2010. Disponível em: < https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6640291/pdf/MPP-11-169.pdf >, acesso em: 09/06/2026.

MAPA. PORTARIA SDA/MAPA Nº 1.579, DE 9 DE ABRIL DE 2026. Diário Oficial da União, 2026. Disponível em: < https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-sda/mapa-n-1.579-de-9-de-abril-de-2026-698696654 >, acesso em: 09/06/2026.

OLIVEIRA, G. M. et al. COLETOR DE ESPOROS: DESCRIÇÃO, USO E RESULTADOS NO MANEJO DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA. Embrapa, Circular técnica, n. 167, 2020. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1129482/1/Circ-Tec-167.pdf >, acesso em: 09/06/2026.

Foto de capa: Alessandro Braucks.

 

 

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