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Força-tarefa usa 200 mil litros de água para apagar incêndio gigante em depósito comercial

Fogo se alastrou rápido devido a materiais combustíveis. Bombeiros e caminhões-pipa da prefeitura se uniram e conseguiram salvar 4 mil metros quadrados do barracão
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (08.06), um incêndio de grandes proporções em um barracão utilizado como depósito comercial, no bairro Chácara das Uvas, em Campo Verde (a 133 km de Cuiabá).
A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 15h para atender uma ocorrência na Rua Minuano. Ao chegar no local, identificou que o foco do incêndio estava nos fundos do barracão, em uma área de difícil acesso devido ao grande acúmulo de materiais combustíveis.
Após o desligamento da rede elétrica, os bombeiros iniciaram imediatamente o combate às chamas. Em razão da rápida evolução do fogo e da elevada carga de incêndio existente no local, foi necessário solicitar reforço operacional, com o envio de uma segunda viatura e uma equipe adicional.
A operação contou ainda com o apoio de caminhões-pipa da Prefeitura de Campo Verde, de propriedades rurais da região e de uma algodoeira. Aproximadamente 200 mil litros de água foram empregados para o controle e a extinção do incêndio.
Após a contenção das chamas, as equipes realizaram um extenso trabalho de rescaldo para eliminar focos remanescentes e prevenir possíveis reignições.
Apesar da gravidade da ocorrência, cerca de 4 mil metros quadrados foram preservados pela atuação dos bombeiros militares.
Os responsáveis pelo imóvel foram orientados a realizar uma avaliação técnica da estrutura antes de qualquer reocupação do espaço. Não houve registro de vítimas.
Com Assessoria
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Aos 40 anos, a mulher não está envelhecendo. Está se transformando

Existe um momento na vida da mulher em que o espelho começa a refletir mais do que a aparência. Ele passa a revelar histórias, escolhas, conquistas, cicatrizes e também algumas perguntas que talvez nunca tenham sido feitas antes.
Para muitas mulheres, esse momento chega por volta dos 40 anos.
É uma fase cercada de mudanças silenciosas. Algumas acontecem no corpo. Outras, na mente. Muitas, no coração. E embora a sociedade ainda tente associar essa etapa ao envelhecimento, a verdade é que ela representa algo muito mais profundo: uma transformação.
No consultório, vejo mulheres que construíram carreiras, criaram filhos, sustentaram famílias, enfrentaram desafios e aprenderam a cuidar de todos ao seu redor. Mas que, em algum momento, percebem que deixaram de olhar para si mesmas.
É justamente nessa década que muitas começam a notar alterações no sono, na disposição, no metabolismo, na pele, na libido e até na forma como lidam com as próprias emoções. Algumas sentem uma irritabilidade que não existia antes. Outras relatam cansaço persistente, dificuldade para perder peso ou uma sensação de não reconhecer mais o próprio corpo.
Essas mudanças não são fruto da imaginação. Elas têm explicações biológicas importantes. A partir dos 40 anos, a produção hormonal feminina inicia um processo gradual de transição que pode durar vários anos até a menopausa. O organismo começa a enviar sinais de que uma nova fase está chegando.
O problema é que muitas mulheres foram ensinadas a suportar esses sintomas em silêncio. Como se sentir desconforto fosse uma obrigação natural da idade. Como se perder qualidade de vida fosse inevitável.
Não é.
Hoje a medicina oferece recursos que permitem compreender essas transformações de forma muito mais individualizada. Cada mulher vive essa fase de maneira única. Algumas apresentam sintomas intensos. Outras passam por mudanças mais discretas. Não existe uma regra universal, e é justamente por isso que o acompanhamento médico faz tanta diferença.
Mas existe algo que considero ainda mais importante do que os hormônios, os exames ou os tratamentos.
A forma como a mulher escolhe enxergar esse período da vida.
Aos 40 anos, muitas descobrem uma liberdade que não possuíam aos 20. Já não precisam provar tantas coisas. Aprendem a estabelecer limites. Passam a compreender melhor seus desejos, suas prioridades e aquilo que realmente faz sentido.
É uma fase em que a maturidade encontra a vitalidade. Em que a experiência se soma à autoconfiança. Em que muitas mulheres finalmente se autorizam a ocupar o centro da própria vida.
Por isso, quando uma paciente me pergunta se é normal mudar aos 40, minha resposta é sempre a mesma.
Sim, é normal.
O que não deveria ser normal é atravessar essas mudanças sem informação, sem acolhimento e sem cuidado.
A mulher de 40 anos não está perdendo juventude. Está ganhando consciência. Está descobrindo novas versões de si mesma. Está entendendo que beleza não é ausência de idade, mas presença de saúde, energia, autoestima e propósito.
E talvez essa seja a transformação mais bonita de todas.
Bruna Ghetti é ginecologista, especialista em mulheres 40+.
Agro Mato Grosso
Carreta invade a contramão e mata motorista na BR-163 I Mato Grosso

Segundo motorista da carreta, colisão ocorreu após uma frenagem brusca para impedir outro acidente
O motorista Wilson Honório dos Reis, de 59 anos, morreu após a picape que dirigia ser atingida de frente por um caminhão na noite desta segunda-feira (8), na BR-163, em Sinop (a 478 quilômetros de Cuiabá).
De acordo com o boletim de ocorrência, Wilson conduzia uma Fiat Strada quando foi atingido por um caminhão-trator que seguia no sentido Sinop-Itaúba.
Em depoimento aos policiais, o motorista do caminhão, de 54 anos, relatou que seguia pela rodovia quando, ao subir um viaduto, se deparou com outro caminhão seguindo à sua frente em baixa velocidade e sem sinalização luminosa adequada.
Para evitar uma colisão traseira, ele afirmou que realizou uma frenagem brusca. Durante a manobra perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e bateu de frente contra a Fiat Strada conduzida por Wilson.
Com a força do impacto, o motorista da picape sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.
O condutor do caminhão realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para consumo de bebida alcoólica.
A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.
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Força Tática descobre depósito do tráfico e apreende 66 kg de maconha em Rondonópolis

Homem de 32 anos escondia 64 tabletes da droga debaixo da cama em uma quitinete no bairro Vila Operária
Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 66 quilos de substância análoga a maconha, na noite desta segunda-feira (8.6), em Rondonópolis. Na ação, um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.
Durante execução da Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática recebeu informações, do setor de inteligência, sobre um possível local de armazenamento e tráfico de drogas em uma quitinete, no bairro Vila Operária.
Os policiais foram ao endereço informado e, ao se aproximarem, sentiram forte odor característico de droga vindo de uma das residências. A equipe fez abordagem e localizou o suspeito que foi detido. Questionado sobre a droga, o homem afirmou que o entorpecente estava escondido debaixo de uma cama.
Os militares fizeram busca no local indicado e encontraram 64 tabletes de drogas, que totalizaram 66 quilos. Ainda em depoimento, o homem afirmou que havia retirado o material na rodoviária do município de Poxoréu e que faria a distribuição na cidade de Rondonópolis.
Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.
Com Assessoria
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