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16 de maio de 2026

Sustentabilidade

Com 22 milhões de toneladas, Paraná deve confirmar safra recorde de soja – MAIS SOJA

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O Paraná consolidou em 2025 sua liderança na exportação do segmento de aves e caminha para uma safra recorde soja, com produção estimada em 22 milhões de toneladas. Esses são destaques do boletim semanal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (12).

Na semana foram colhidos aproximadamente 347 mil hectares de soja no Estado, cerca de 20% da área plantada. A colheita 2025/26 está mais avançada na região Oeste do Estado, que concentra cerca de 18% dos 5,78 milhões de hectares semeados neste ciclo. “A expectativa atual é de que com a produção de 22 milhões de toneladas, o Paraná responda por aproximadamente 13% da produção nacional, mantendo-se como o segundo maior produtor nacional”, afirma Edmar Gervasio, técnico do Deral.

No cenário nacional, a produção brasileira de soja, no ciclo 2025/26, está estimada em 176 milhões de toneladas e, caso confirmada, representará um novo recorde para o País.

No entanto, o mercado da soja enfrenta alguns dilemas. Os preços praticados na última semana para a saca de 60 kg no Paraná ficaram em torno de R$ 112, valor 6% inferior ao preço médio registrado em fevereiro de 2025. Essa queda ocorre na contramão do mercado internacional, uma vez que os preços atuais na Bolsa de Chicago registraram alta próxima de 10%. “Essa divergência é explicada, essencialmente, pela valorização do real frente ao dólar, que apresentou uma queda de aproximadamente 9% na comparação do período”, explica Gervasio.

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FRANGO

O Estado foi o primeiro produtor e exportador de aves do País, respondendo por 40,8% do volume total embarcado pelo Brasil e 38,9% da receita cambial. No ano passado o volume exportado pelo Paraná ficou em 2.103.688 toneladas, com um faturamento de US$ 3,713 bilhões.

As exportações brasileiras de frango aumentaram 0,1% em volume, mas apresentaram uma queda de 1,9% no faturamento. Os dados da Agrostat Brasil/Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento mostram um recuo de 5,9% no volume de carne de frango “in natura” exportada. O volume das exportações em 2024 chegou a 4.855.517 toneladas e em 2025 foi de 4.567.786 toneladas. Por consequência, houve uma retração de 5% no faturamento do produto “in natura”, no acumulado dos doze meses do ano anterior (2025: US$ 8,602 bilhões e 2024: US$ 9,055 bilhões).

CAFÉ

A perspectiva da cafeicultura paranaense é de estabilidade na produção, segundo analisa do técnico Carlos Hugo Godinho. “Em 2025, a colheita em uma área de 25,2 mil hectares resultou em 44,3 mil toneladas. Neste ano, com uma área semelhante à do ano passado, a produção está estimada em 42,8 mil toneladas, um volume 3% inferior ao do ano anterior”, diz. “No entanto, as boas condições de campo podem elevar a produtividade prevista, e não seria surpreendente se o volume de 2025 se repetisse em 2026”.

Os preços recebidos pelo produto não estão favoráveis, mesmo na entressafra. O técnico informa que neste ano os valores iniciaram uma trajetória de queda, chegando a fevereiro bem abaixo desse patamar de 2025.

“No ano passado os preços só ficaram abaixo de R$ 2.000 entre julho e agosto, justamente no auge da safra nacional. A média de R$ 1.892 registrada na primeira semana de fevereiro é 23% inferior à do mesmo período de 2025, que foi de R$ 2.446,64”, acrescenta Godinho.

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 “Vale ressaltar que a cultura do café vem perdendo espaço para os grãos no Paraná e depende de um período prolongado de estabilidade financeira para interromper esse processo de substituição de áreas. Por outro lado, com custos médios estimados em cerca de R$ 1.100 por saca, o setor ainda possui fôlego para absorver retrações mais acentuadas nas cotações sem operar no prejuízo”, concluiu.

BATATA

Nesta safra o Paraná cultiva uma área de 26,8 mil hectares (ha) de batatas em duas etapas. A primeira safra, semeada entre agosto e novembro, corresponde a uma área de 16,7 mil hectares, dos quais 86% já foram colhidos. Os Núcleos Regionais da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (NRs) que respondem por estas áreas são os de Curitiba, com 34,5% do total; Guarapuava (25,6%), Pato Branco (16,6%), Ponta Grossa (11,7%) e União da Vitória (8,2%), somando 96,4% do total estadual.

Paulo Andrade, do Deral, afirma que a produção estimada é de 555 mil toneladas e a comercialização já atingiu 80% da produção. Da área total estimada para o plantio da segunda safra, plantada até dezembro, 59% (corresponde a 10,1 mil ha), já estão, no solo. São 5,9 mil ha distribuídos em nove Núcleos Regionais do Estado.

O preço médio mensal recebido pelos produtores de batata em janeiro ficou em R$ 26,04, a saca de 25 kg, da batata lisa (R$ 1,04/kg), com uma redução de 16% frente aos R$ 30,99 de dezembro do ano passado. No atacado o preço da batata lisa fechou o mês de janeiro em R$ 52,15 a saca (R$ 2,10/kg), 15% abaixo do praticado em dezembro/25.

No mercado varejista, o preço médio mensal da batata lisa passou de R$ 3,44 o quilo, em dezembro, para R$ 3,30/kg em janeiro deste ano. “O excesso de oferta no mercado nacional tem contribuído para as reduções nos preços recebidos pelos agricultores, nos valores praticados no atacado e no varejo, comprometendo a rentabilidade do produtor rural”, constatou Andrade.

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SUÍNOS

Nos doze meses de 2025, a produção independente de suínos no Paraná registrou a maior rentabilidade dos últimos cinco anos, com margem média de R$ 1,03 por quilo. “Esse resultado corresponde à diferença entre o preço recebido pelo produtor pelo suíno e o custo de produção”, explica Priscila Marcenovicz, do Deral.

Segundo ela, esse desempenho representa um alento ao setor produtivo que amargou prejuízos desde 2021 e só começou a se recuperar em 2023. No ano passado, o lucro da atividade variou de R$ 0,58/kg, em janeiro, a R$ 1,45/kg, em outubro, um aumento médio de 41,7%.

Para o início de 2026, espera-se redução na rentabilidade em comparação aos últimos meses de 2025, considerando a menor demanda dessa época do ano. Segundo dados do Deral, em janeiro de 2026 o preço recebido pelo produtor pelo suíno foi de R$ 6,94/kg, uma retração de 1,8% (R$ 0,13) em comparação a dezembro de 2025. Os dados de custo de produção referentes a janeiro ainda não foram divulgados pela Embrapa.

Fonte: AEN-PR



 

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Sustentabilidade

Fundamentos internacionais começam a mostrar viés mais construtivo ao mercado de arroz – MAIS SOJA

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A consolidação de uma safra volumosa no Mercosul, associada ao avanço praticamente final da colheita no Brasil, mantém o mercado físico abastecido e limita movimentos mais consistentes de recuperação nas cotações. “Ao mesmo tempo, parte dos agentes passa a monitorar com maior atenção fatores internacionais que podem alterar gradualmente o equilíbrio global ao longo do segundo semestre”, destaca o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

No Brasil, a colheita nacional já supera 94% da área estimada, enquanto o Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão total dos trabalhos, consolidando uma produção estadual próxima de 7,9 milhões de toneladas (base casca) e uma safra brasileira ao redor de 11 milhões de toneladas.

“A produtividade média gaúcha significativa, acima de 8,8 toneladas por hectare em importantes regiões produtoras, somada ao bom rendimento de engenho e à elevada incidência de grãos inteiros, reforça a percepção de ampla disponibilidade física no mercado interno”, ressalta Oliveira.

Nesse ambiente, as cotações seguem trabalhando com viés pressionado, embora ainda relativamente sustentadas pela postura defensiva dos produtores mais capitalizados. Na Fronteira Oeste, as referências orbitam entre R$ 57 e R$ 59 por saca de 50 quilos, enquanto Campanha e Depressão Central operam entre R$ 56 e R$ 58. Nas regiões de maior qualidade industrial, como Zona Sul e Planícies Costeiras, os negócios permanecem entre R$ 62 e R$ 65.

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O início da temporada já apresenta déficit na balança comercial do arroz, com importações superiores às exportações, reforçando a necessidade de retomada mais consistente do fluxo exportador para equilíbrio do mercado doméstico.

Apesar disso, o ambiente internacional começa a apresentar elementos potencialmente mais construtivos. “Chicago já opera perto de US$ 13 por quintal curto, refletindo percepção mais firme em relação aos fundamentos globais”, exemplifica.

O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou redução de área e produção mundial para 2025/26, além de estoques finais ligeiramente menores frente à temporada anterior. “Além disso, os riscos climáticos voltam a ganhar relevância”, acrescenta o consultor.

O retorno das discussões envolvendo El Niño, aliado às ondas de calor na Índia, excesso de chuvas em Bangladesh, custos elevados de fertilizantes, combustíveis e crédito agrícola mais caro, amplia o monitoramento sobre a capacidade produtiva global nas próximas temporadas, avalia o analista.

A média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira (14) cotada a R$ 60,24, queda de 2,29% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o recuo era de 4,40%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 21,16%.

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Autor/Fonte:  Rodrigo Ramos/ Agência Safras News

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Sustentabilidade

Colheita do milho deve começar com atenção voltada às condições climáticas no Estado – MAIS SOJA

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A colheita do milho segunda safra 2025/2026 deve começar no final de maio, em meio a um cenário de atenção para às condições climáticas no Estado. A previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec/MS), órgão ligado à Semadesc, indica temperaturas acima da média e distribuição irregular das chuvas entre os meses de junho a agosto de 2026, fatores que podem influenciar diretamente o andamento das operações no campo; a umidade dos grãos, e a logística de escoamento da produção.

Com a aproximação da entrada das máquinas nas lavouras, produtores rurais acompanham as condições meteorológicas para definir estratégias de colheita e transporte da produção. Em períodos de maior calor e baixa umidade, o ritmo das operações tende a acelerar, favorecendo a secagem natural dos grãos. Por outro lado, a ocorrência de chuvas isoladas pode provocar paralisações pontuais e impactar o fluxo logístico.

“A previsão climática exige atenção principalmente para o planejamento das operações no campo. Durante a colheita, o produtor também precisa redobrar os cuidados com a prevenção de incêndios, principalmente em áreas com grande volume de palhada seca. Temperaturas elevadas e baixa umidade favorecem a propagação do fogo”, destaca o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta.

A expectativa é de avanço gradual da colheita durante junho e julho, período considerado estratégico para armazenagem, transporte e comercialização da safra sul-mato-grossense.

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O monitoramento climático ganhou ainda mais relevância após os impactos registrados nas últimas safras em Mato Grosso do Sul. De acordo com dados do Projeto SIGA-MS,  executado pela Aprosoja/MS, com recursos do Fundems/Semadesc, o milho segunda safra 2023/2024 sofreu perdas provocadas pelo estresse hídrico em diversas regiões do Estado. Mais de 90% dos municípios sul-mato-grossenses registraram impactos relacionados à falta de chuva, resultando em redução no potencial produtivo das lavouras.

“Nos últimos anos, o produtor rural enfrentou períodos prolongados de estiagem e irregularidade climática que afetaram diretamente o desenvolvimento das lavouras. Por isso, o acompanhamento das previsões meteorológicas se tornou uma ferramenta importante para o planejamento das operações no campo”, pontua Gabriel.

Outro ponto acompanhado pelo setor produtivo é a probabilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño nos próximos meses. Os modelos climáticos indicam 92% de chance de formação do fenômeno no trimestre junho-julho-agosto, com tendência de intensificação ao longo do segundo semestre de 2026.

A presença do El Niño pode provocar mudanças no padrão climático do Estado, como temperaturas acima da média, períodos mais secos e aumento da variabilidade das chuvas, impactando diretamente as operações no campo e o planejamento agrícola.

Milho

Segundo dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a expectativa para o milho segunda safra 2025/2026 é de área cultivada estimada em 2,206 milhões de hectares, produtividade média projetada em 84,2 sacas por hectare e produção de aproximadamente 11,139 milhões de toneladas.

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Até o momento, o milho segunda safra apresenta predominância de lavouras em boas condições no Estado, cenário que mantém expectativa positiva para a safra sul-mato-grossense.

Fonte: Aprosoja/MS



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Sustentabilidade

Preços da soja no Brasil e em Chicago: veja como o mercado finalizou a semana

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Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão de pouca movimentação nesta sexta-feira (15). Mesmo com a forte valorização do dólar ao longo do dia, as cotações registraram poucas alterações, pressionadas pelas novas perdas em Chicago.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, a combinação entre a queda na Bolsa e a postura retraída do produtor voltou a limitar a comercialização.

“Chicago teve novamente uma tela vermelha, o produtor ficou afastado do mercado e houve pouco movimento nas negociações”, afirma.

O analista destaca que o ritmo perdeu força na reta final da semana, após momentos mais positivos nos dias anteriores. “Na semana houveram bons negócios, mas de quinta até hoje o mercado ficou travado”, resume.

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Cotações médias da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 124
  • Santa Rosa (RS): R$ 125
  • Cascavel (PR): R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 108
  • Dourados (MS): R$ 111
  • Rio Verde (GO): R$ 110
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 129
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 130

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa acentuada nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A frustração do tão aguardado encontro entre Donald Trump e Xi Jinping colocou o mercado nos menores níveis em duas semanas. Assim, a perda semanal ficou em 2,57% na posição março.

“O encontro finalmente ocorreu, mas com efeito negativo para os contratos. Na quinta, os contratos caíram acentuadamente, movimento que se estendeu na sexta. Tudo por conta da falta de informações precisas sobre possíveis novas compras de soja norte-americana por parte dos chineses. Essa expectativa vinha sustentando as cotações ao longo do ano”, detalha o analista.

Trump se limitou a dizer que os agricultores estudunidenses ficarão satisfeitos com os acordos comerciais firmados com a China durante sua visita oficial a Pequim. Segundo ele, a China comprará bilhões de dólares em soja de seu país.

Contudo, ele não apresentou detalhes sobre novos contratos, volumes ou prazos relacionados às compras anunciadas.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Silveira ressalta que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, manteve o mesmo tom evasivo. Greer disse que Washington espera acordos envolvendo “dezenas de bilhões de dólares” em compras agrícolas chinesas ao longo dos próximos três anos.

De acordo com Greer, os entendimentos não envolvem apenas soja, mas um conjunto mais amplo de produtos agropecuários americanos. Ele ainda ressaltou que a China continua cumprindo o acordo firmado em outubro do ano passado para a importação de 25 milhões de toneladas anuais de soja dos Estados Unidos.

O representante comercial afirmou que a maior parte das novas compras deverá ocorrer mais adiante ao longo do ano.

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Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 15,50 centavos de dólar, ou 1,29%, a US$ 11,77 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,76 1/2 por bushel, com retração de 13,25 centavos de dólar ou 1,11%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,80 ou 0,54% a US$ 334,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,88 centavos de dólar, com ganho de 0,22 centavo ou 0,29%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,58%, sendo negociado a R$ 5,0663 para venda e a R$ 5,0643 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0176 e a máxima de R$ 5,0816. Na semana, a valorização ficou em 3,5%.

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