Sustentabilidade
Comercialização de soja trava e preços recuam no Brasil; confira as cotações

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana travado. A abertura dos negócios foi lenta, refletindo o recuo dos contratos futuros em Chicago, a desvalorização do dólar e a queda dos prêmios, formando um cenário de fraqueza para os preços domésticos, segundo o analista de soja da equipe de Inteligência de Mercado da Safras, Rafael Silveira.
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De acordo com ele, o produtor opta por ficar fora do mercado neste momento, em função do spread elevado entre as intenções de compra e venda. Além disso, o foco segue concentrado nos trabalhos de colheita, o que reduz a disponibilidade para novas negociações.
Confira os preços de soja no Brasil:
- Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
- Cascavel (PR): caiu de R$ 118,50 para R$ 116,00
- Rondonópolis (MT): caiu de R$ 110,00 para R$ 106,00
- Dourados (MS): caiu de R$ 110,00 para R$ 109,00
- Rio Verde (GO): caiu de R$ 111,00 para R$ 108,00
- Paranaguá (PR): caiu de R$ 128,50 para R$ 126,00
- Rio Grande (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 128,50
Chicago
No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam de forma mista nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago. As posições mais próximas passaram por um movimento de correção, influenciadas pelo bom andamento da colheita de uma ampla safra brasileira e pela maior competitividade do produto do Brasil frente ao dos Estados Unidos.
USDA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos deve indicar, no relatório de fevereiro, uma leve redução na projeção dos estoques de passagem da soja norte-americana da safra 2025/26. Os dados de oferta e demanda dos Estados Unidos e do mercado mundial serão divulgados na terça-feira, dia 10, às 14h.
Analistas ouvidos por agências internacionais projetam que o carryover americano seja ajustado de 350 milhões para 348 milhões de bushels. No quadro global, o mercado trabalha com estoques finais de soja em 2025/26 estimados em 125,5 milhões de toneladas, acima dos 124,4 milhões apontados no relatório de janeiro.
A expectativa do mercado é de que o USDA eleve a estimativa da safra brasileira, passando de 178 milhões para 179,2 milhões de toneladas. Em contrapartida, a projeção para a produção argentina em 2025/26 deve ser revisada para baixo, de 48,5 milhões para 48,1 milhões de toneladas.
As inspeções semanais de exportação de soja dos Estados Unidos somaram 1.136.099 toneladas na semana encerrada em 5 de fevereiro, abaixo das 1.317.609 toneladas registradas na semana anterior, mas acima do volume apurado no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 23.136.299 toneladas, contra 35.290.772 toneladas no mesmo intervalo da temporada passada.
Contratos futuros
Os contratos da soja em grão com vencimento em março encerraram o dia com baixa de 4,50 centavos de dólar, ou 0,40%, cotados a US$ 11,10 3/4 por bushel. A posição maio fechou a US$ 11,25 por bushel, com recuo de 3,75 centavos de dólar, ou 0,33%.
Entre os subprodutos, o farelo com vencimento em março recuou US$ 5,80, ou 1,91%, encerrando a US$ 297,80 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em março fechou a 56,69 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 1,36 centavo, ou 2,45%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão cotado a R$ 5,1871 para venda, com queda de 0,61%. O Dollar Index, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisas, recuou 0,83%, aos 96,81 pontos. O movimento foi influenciado pelo forte fluxo de recursos estrangeiros e pelo enfraquecimento global do dólar frente a seus principais pares.
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Sustentabilidade
Milho/MT: Colheita do milho 1ª safra chega a 45,7% no Brasil e plantio da 2ª safra alcança 95,5% – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra
Em MG, a colheita avançou com a redução das chuvas. No RS, a colheita desacelera devido à priorização da colheita da soja. Na BA, a colheita segue em andamento. No PI, as lavouras continuam se desenvolvendo em boas condições, porém no Sudeste a situação é de preocupação devido à irregularidade das chuvas. No PR, o tempo mais seco contribuiu para a realização das operações de colheita. Em SC, a colheita avança, com boa produtividade no Planalto Norte e desempenho inferior no Planalto Sul devido à estiagem em período crítico da cultura. Em SP, a colheita avança com celeridade, favorecida pelas boas condições climáticas, com boa qualidade e produtividade de grãos sendo obtidos. No MA, as lavouras estão em boas condições, mesmo com os veranicos ocorridos em janeiro que atrasaram o plantio. Em GO, as colheitas no extremo sul avançaram, com boas produtividades sendo obtidas.
Milho 2ª Safra
No MT, o clima tem favorecido a evolução fenológica das lavouras, que apresentam desenvolvimento fisiológico e fitossanidade dentro dos padrões de normalidade. No PR, a semeadura encontra-se avançada, com áreas mais adiantadas já em floração. Entretanto, as atuais condições de baixa umidade no solo e altas temperaturas afetam o potencial produtivo em algumas áreas do estado. No MS, com a ocorrência de chuvas, a semeadura perdeu ritmo. Em GO, as lavouras mais avançadas já recebem adubação de cobertura. Paralelamente, a elevação das temperaturas intensifica a pressão fitossanitária. Em SP, os produtores aceleram o plantio devido ao término da janela ideal de cultivo. Em MG, devido ao atraso na colheita da soja, algumas lavouras serão semeadas fora do período ideal. No TO, as chuvas seguem regulares, assegurando o bom desenvolvimento da cultura. No MA, as lavouras encontram-se, majoritariamente, em desenvolvimento vegetativo. No PI, as lavouras se desenvolvem em boas condições. No PA, as primeiras áreas plantadas apresentam bom desenvolvimento e se encontram em início de enchimento de grãos.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
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Sustentabilidade
MT: Preço do milho sobe em Chicago com demanda por etanol e incertezas no mercado – MAIS SOJA

O preço do milho no contrato corrente da CME Group valorizou 0,51% na última semana, com média de US$ 4,64/bu. Embora o avanço semanal tenha sido moderado, as cotações do milho negociadas até o dia 01 à 27/mar em Chicago acumulam alta de 5,30% ante a fev/26. Esse movimento é apoiado pela liberação da comercialização do E15 no verão em caráter emergencial, a fim de aliviar os preços nos postos de combustíveis, fator que eleva a demanda por milho destinado ao etanol, reforçando a sustentação dos preços no mercado internacional, somado as expectativas de menor área semeada de milho nos EUA, tende a limitar a oferta do país.
Outro fator é a manutenção dos preços do petróleo Brent, afetado por tensões geopolíticas e pelo fechamento de importantes rotas de exportação, o que adiciona pressão ao mercado de energia e ao complexo de grãos. Diante disso, o mercado segue operando sob grau de incerteza quanto ao avanço dos conflitos e seus impactos nas commodities.
Confira os principais destaques do boletim:
- AUMENTO: o preço do milho no estado subiu 0,94% na última semana, encerrando o período na média de R$ 46,54/sc, influenciado pela menor quantidade do grão disponível no mercado
- DECLÍNIO: a paridade do contrato jul/26 de milho encerrou em queda de 1,43%, quando comparada à da semana anterior, devido à constante baixa no prêmio de Santos jul/26 na última semana.
- QUEDA: a cotação do milho no Cepea encerrou a semana com declínio de 1,38%, e finalizou o período em média de R$ 70,68/sc.
De acordo com a EIA, a produção de etanol de milho nos Estados Unidos cresceu 2,09% até 20/03, alcançando 1,12 milhão de barris por dia.
E está 6,24% acima da média dos últimos três anos, indicando um ritmo elevado de atividade nas usinas norte-americanas. Diante disso, a instituição projeta uma produção total de 405,53 mi de barris para 2026. Esse avanço está associado, à melhora na demanda interna por combustíveis, uma vez que o aumento no consumo de gasolina eleva a necessidade de mistura com etanol. Ademais, o volume de etanol processado por refinarias e misturadoras nos EUA cresceu 1,50% na última semana, atingindo 889,0 mil barris por dia, reforçando o aquecimento da demanda.
Esse cenário contribui para sustentar os preços internacionais do biocombustível, no momento em que o Brasil projeta uma safra 25/26 com produção recorde de etanol. Assim, a maior demanda americana ajuda a aliviar a pressão sobre o excesso de oferta, favorecendo a rentabilidade das usinas.
Fonte: IMEA
Autor:IMEA
Site: IMEA
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