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Empresa aposta em manejo eficiente para impulsionar produtividade de soja e milho no Show Rural Coopavel 2026

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Soja Brasil

A busca por maior eficiência produtiva em meio a desafios climáticos, pressão de pragas e resistência de plantas daninhas tem impulsionado o desenvolvimento de novas tecnologias para o campo. Esse movimento ganhará destaque durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, que acontecerá de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR), reunindo empresas, pesquisadores e produtores em torno das principais tendências da agricultura brasileira.

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Presente no evento, a IHARA, empresa voltada à pesquisa e desenvolvimento de soluções agrícolas, apresenta um conjunto de tecnologias destinadas às culturas da soja e do milho, com foco no manejo integrado e na sustentabilidade produtiva. Entre as soluções expostas estão herbicidas, fungicidas e inseticidas desenvolvidos para lidar com problemas que vêm se intensificando nas últimas safras, como doenças foliares, insetos de difícil controle e plantas daninhas resistentes.

Entre as tecnologias levadas à feira estão soluções voltadas ao controle de plantas daninhas, insetos e doenças que têm impactado a produtividade nos últimos ciclos agrícolas. Segundo a empresa, o portfólio busca atender às necessidades de um cenário cada vez mais desafiador, marcado por custos elevados de produção, pressão climática e avanço de organismos resistentes.

De acordo com Valdumiro Garcia, engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da Ihara, os investimentos em pesquisa têm sido direcionados ao desenvolvimento de soluções que contribuam para maior eficiência no campo. Ele destaca que doenças como a mancha-alvo ganharam relevância recentemente e exigem estratégias mais consistentes de manejo. “O objetivo é oferecer ferramentas que auxiliem o produtor a proteger o potencial produtivo das lavouras, com foco em eficiência e segurança”, afirma.

O Show Rural Coopavel é considerado uma das principais vitrines de inovação do agronegócio nacional. Para a empresa, a participação no evento permite aproximar-se dos produtores e discutir alternativas para a tomada de decisão no manejo agrícola, especialmente em um momento de intensificação dos desafios técnicos no campo.

Desafios crescentes no campo

A produção brasileira de grãos mais do que dobrou nos últimos 13 anos, saltando de 162 milhões de toneladas em 2012 para 353 milhões de toneladas estimadas na safra 2025/26, segundo dados do IBGE e da Conab. No mesmo período, a área plantada cresceu 66,8%. A soja segue como principal cultura, com produção estimada em 176,12 milhões de toneladas, enquanto o milho deve alcançar 138,9 milhões de toneladas.

Apesar do avanço produtivo, o setor enfrenta desafios relevantes. A variabilidade climática e o aumento da incidência de pragas, plantas daninhas e doenças resistentes têm exigido maior atenção dos produtores. A ferrugem asiática, por exemplo, pode causar perdas de até 90% em casos severos.

Já a mancha-alvo, provocada pelo fungo Corynespora cassiicola, pode gerar prejuízos de até 40% e teve crescimento de 33% na incidência nos últimos seis anos, atingindo mais de 145 milhões de hectares tratados.

Nesse contexto, o manejo adequado ganha importância tanto na soja quanto no milho. Além das doenças, a resistência de plantas daninhas como capim-amargoso, azevém e picão-preto pode comprometer o rendimento das lavouras em até 80%, caso não seja controlada de forma eficiente. O mesmo ocorre com pragas como os percevejos, cuja infestação pode reduzir em até 30% o potencial produtivo, segundo estudos da Universidade Federal de Santa Maria.

Conteúdo técnico da IHARA e debates durante a feira

A IHARA também levará ao Show Rural Coopavel 2026 uma programação de conteúdo técnico voltada à troca de conhecimento com o produtor rural, com palestras sobre cenário de mercado e debates sobre inovação no manejo de plantas daninhas.

Ao longo da feira, especialistas do setor abordarão temas estratégicos para o campo, como o manejo de plantas daninhas resistentes e o controle de insetos nas culturas da soja e do milho, com foco em decisões mais eficientes e sustentáveis no manejo das lavouras.

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Comércio define piso e reajuste salarial, e ‘banco de horas’ em dias de jogos do Brasil na Copa

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A Fecomércio-MT, juntamente com representantes dos sindicatos patronais e do sindicato laboral, firmou termo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2026, estabelecendo regras para a atividade comercial em Cuiabá e Várzea Grande, com destaque para a definição do piso normativo da categoria e o reajuste salarial.

Um dos pontos centrais debatidos entre representantes patronais e dos trabalhadores foi a valorização salarial da categoria. O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, destacou o ganho real acima do salário-mínimo.

“O termo aditivo mantém a valorização dos trabalhadores do comércio, com a definição do piso normativo em R$ 1.685, além do reajuste salarial para quem recebe acima desse valor, que acompanha integralmente a variação do INPC e ainda garante ganho real. Esse equilíbrio fortalece o poder de compra dos trabalhadores e contribui para o desenvolvimento sustentável do setor”, disse.

As novas medidas foram assinadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), juntamente com os sindicatos do comércio de Tecidos e Confecções (Sincotec-MT), de Calçados e Couros (Sincalco-MT), de Óptica (Sindióptica-MT), de Material de Construção (Sindcomac-MT), dos Representantes Comerciais do Estado (Sirecom-MT) e pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Cuiabá e Várzea Grande (SECC).

Brasil na Copa do Mundo

Com a realização da Copa do Mundo, a atividade comercial poderá recompor as horas não trabalhadas dos funcionários em dias de jogos da Seleção Brasileira. O termo aditivo estabelece que as empresas deverão comunicar os empregados, com antecedência mínima de 24 horas, sobre a compensação dessas horas.

O presidente da Fecomércio-MT destacou, na cláusula específica, a possibilidade de compensação da jornada nesses dias. “O acordo também prevê a possibilidade de compensação de horas em dias de jogos da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo, trazendo mais flexibilidade para empresas e trabalhadores. Essa medida permite que as atividades sejam organizadas com planejamento, respeitando o funcionamento do comércio e, ao mesmo tempo, valorizando momentos de interesse coletivo dos brasileiros”, afirmou.

A CCT traz, ainda, uma cláusula que trata do Prêmio Assiduidade. O texto estabelece que as empresas concederão, mensalmente, um prêmio de pelo menos R$ 55 aos empregados que não apresentarem faltas, sejam elas justificadas ou injustificadas, mesmo que parciais.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso é a legítima representante do setor no estado e atua na organização e mediação dos acordos coletivos firmados com os sindicatos filiados em Mato Grosso.

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Conab prevê colheita recorde de café com crescimento de 17,1% em 2026

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A produção brasileira de sacas beneficiadas de café pode ser recorde e subir 17,1% em 2026, de acordo com projeção divulgada nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, o volume produzido deve somar 66,2 milhões de sacas beneficiadas, superando o ciclo anterior, de 2025.

“Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas”, informou a Conab.

Mais terra e produtividade

O crescimento se deve a fatores como o aumento de 4,1% na área usada para a produção, também em relação ao ano passado. A estimativa é que 1,9 milhão de hectares sejam plantados na atual temporada.

A Conab projeta ainda elevação de 12,4% na produtividade em relação à safra passada, com uma colheita de 34,2 sacas por hectare.

De acordo com a companhia, a melhora da produtividade se deve às condições climáticas mais favoráveis e à adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras.

Arábica e conilon

Com relação à produção de café arábica, a colheita estimada é de 44,1 milhões de sacas – aumento de 23,3% na comparação com o ciclo 2025.

“Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva”, detalhou a companhia.

A expectativa é também de aumento na colheita do café tipo conilon. A safra estimada é de 22,1 milhões de sacas, o que representa alta de 6,4% na comparação com a produção obtida em 2025.

De acordo com a Conab, se confirmada essa projeção, será estabelecido novo recorde, motivado pelo crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.

Com Agência Brasil

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Agro Mato Grosso

Rally da Safra percorre Mato Grosso para validar produtividade de 65 sacas por hectare

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A 23ª edição do Rally da Safra, a principal expedição técnica privada do país, concentra seus trabalhos no Sudeste de Mato Grosso nos próximos dias. Após avaliar o eixo da BR-163 e o Oeste do estado, as equipes percorrem agora regiões estratégicas como Campo Verde, Paranatinga, Primavera do Leste e Rondonópolis. O objetivo é monitorar o desenvolvimento das lavouras de soja e ajustar as estimativas para uma safra que, apesar do atraso inicial no plantio, projeta uma produtividade média de 65 sacas por hectare em solo mato-grossense, movimentando a economia regional.

Segundo André Debastiani, coordenador da expedição organizada pela Agroconsult, Mato Grosso registrou uma expansão de 277 mil hectares na área plantada em relação ao ciclo anterior. No cenário nacional, a estimativa é de uma produção histórica de 182,2 milhões de toneladas, um crescimento de 5,9%. O diferencial desta temporada é a ausência de quebras climáticas severas, mantendo o potencial produtivo dentro da média dos últimos cinco anos.


Mato Grosso: Tecnologia e Expansão de Área

Diferente das safras marcadas por quebras no Sul ou no próprio Centro-Oeste, o ciclo 25/26 apresenta um panorama equilibrado. O crescimento da área cultivada em Mato Grosso é impulsionado pela conversão de pastagens e pela solidez de grupos agrícolas que mantêm visão de longo prazo. Confira os números projetados:

  • Produtividade MT: Estimada em 65 sacas/ha (contra 66,5 na safra anterior);
  • Produtividade Brasil: Média de 62,3 sacas/ha;
  • Área Plantada Nacional: 48,8 milhões de hectares;
  • Investimento Técnico: Manutenção dos volumes de adubação e uso de tecnologia de ponta, essenciais para sustentar o potencial produtivo.

Monitoramento Climático e Manejo

As avaliações “in loco” permitem captar nuances que os satélites nem sempre registram, como o impacto do manejo de pragas e a resiliência das plantas ao veranico inicial. O setor produtivo em Mato Grosso segue investindo em tecnologia, com foco em alta performance, o que compensa a expansão de área mais moderada observada neste ano.

Logística do Rally: As equipes percorrerão mais de 100 mil km por 14 estados, cobrindo áreas que respondem por 97% da produção de soja e 72% da produção de milho no Brasil.

O percurso no Sudeste mato-grossense será concluído em Cuiabá no dia 26 de fevereiro.

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Agro MT