Sustentabilidade
Produtores de soja de MT devem obrigatoriamente cadastrar áreas de cultivo no Indea; saiba prazo

Os produtores de soja de Mato Grosso devem realizar o cadastramento das unidades de produção no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea). A exigência é obrigatória e faz parte das ações de controle e defesa sanitária vegetal no estado. O cadastramento se refere às áreas destinadas ao plantio da próxima safra de soja e deve ser feito antes ou durante a implantação das lavouras.
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O procedimento pode ser feito online, pelo Sistema de Defesa Sanitária Vegetal, disponível no site do Indea. Também há atendimento presencial em uma das 141 unidades do instituto em Mato Grosso, além de suporte remoto via WhatsApp, oferecido pelas equipes técnicas para orientar os produtores durante o processo. O prazo final é 15 de fevereiro.
Segundo o agrônomo e fiscal do Indea, Rogaciano Arruda, o cadastramento permite manter atualizadas as informações sobre as áreas cultivadas com soja, o que contribui para um monitoramento sanitário mais eficiente e para a adoção de medidas preventivas.
Para concluir o cadastro, o produtor deve informar os dados da propriedade e do responsável técnico, as áreas destinadas ao plantio de soja, as unidades de produção, a localização geográfica das lavouras e o tamanho da área cultivada.
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Sustentabilidade
Chicago consolida sessão de forte avanço para o milho, baseada em fatores técnicos – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com forte alta nos preços. O mercado consolidou seu avanço baseado em fatores técnicos, acompanhando um movimento de recuperação diante da queda significativa de segunda-feira e os ganhos do petróleo em Nova York.
A menor demanda por milho voltado a produção de etanol, contudo, limitou o movimento positivo. A produção de etanol de milho dos Estados Unidos caiu 2,9% na semana encerrada em 13 de março, atingindo 1,093 milhão de barris diários (*), ante 1,126 milhão de barris na semana anterior (6), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia).
Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 25,6 milhões de barris para 26,4 milhões no mesmo período comparativo, alta de 3,1%. O país exportou 174 mil barris de etanol nessa última semana, ante 188 mil na semana anterior, recuo de 7,5%. (*) Cada barril equivale a 159 litros.
Ainda limitando o avanço, atuou como fator baixista a confirmação da China do adiamento da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à capital do país. A Casa Branca informou que o país asiático concordou em adiar a visita do presidente e, segundo a porta-voz Karoline Leavitt, novas datas estão sendo negociadas.
Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 4,63 1/4, com avanço de 9,25 centavos, ou 2,03% em relação ao fechamento anterior. A posição julho fechou a sessão a US$ 4,74 1/2 por bushel, alta de 9,00 centavos ou 1,93% em relação ao fechamento anterior.
Fonte: Safras News
Autor:Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
Colheita da soja avança em MS e plantio do milho já supera 75%, aponta Aprosoja/MS – MAIS SOJA

A colheita da soja em Mato Grosso do Sul atingiu 75,3% da área acompanhada na safra 2025/2026, conforme dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS.
O levantamento, com base em informações coletadas até 13 de março, mostra que os trabalhos no campo ganharam ritmo nas últimas semanas, após um início mais lento.
A região sul lidera o avanço da colheita, com 84,1% da área já colhida, seguida pela região centro (70,5%) e norte (48%). Ao todo, cerca de 3,6 milhões de hectares já foram colhidos no Estado.
Apesar da evolução, as condições climáticas impactaram parte das lavouras, principalmente no sul do Estado. Períodos de estiagem e temperaturas elevadas entre janeiro e fevereiro provocaram perdas em áreas significativas.
Segundo o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o cenário da safra reflete a influência direta do clima sobre o desempenho das lavouras.
“A gente teve um início de safra com condições muito favoráveis, mas, ao longo de janeiro e fevereiro, enfrentamos períodos de estiagem e temperaturas elevadas, especialmente na região sul. Isso acabou impactando o potencial produtivo em algumas áreas”, explica.
Mesmo com os desafios, a estimativa para a safra segue positiva. A produção de soja em Mato Grosso do Sul deve alcançar cerca de 15,2 milhões de toneladas, com produtividade média de 52,8 sacas por hectare.
Plantio do milho segue em ritmo acelerado
Paralelamente à colheita da soja, o plantio do milho da segunda safra também avança de forma significativa. Até o dia 13 de março, 75,7% da área prevista já foi semeada, índice superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.
A região sul novamente se destaca, com 82,2% da área plantada, enquanto o norte alcança 66,3% e o centro, 59,3%. Aproximadamente 1,67 milhão de hectares já foram cultivados com milho.
O avanço foi impulsionado pela intensificação dos trabalhos a partir da segunda quinzena de fevereiro. Em apenas uma semana, o plantio evoluiu quase 20%, o que representa cerca de 440 mil hectares.
De acordo com Aguena, o bom ritmo do plantio é resultado da janela operacional favorecida nas últimas semanas.
“Com a evolução da colheita da soja e a melhora das condições de campo, o produtor conseguiu acelerar o plantio do milho. Isso é importante para aproveitar melhor a janela climática da segunda safra”, destaca.
Produção de milho deve chegar a 11,1 milhões de toneladas
A estimativa da Aprosoja/MS indica que a segunda safra de milho deve ocupar uma área de 2,206 milhões de hectares, com produtividade média de 84,2 sacas por hectare. A produção total está projetada em 11,1 milhões de toneladas.
Clima segue como fator de atenção
As condições climáticas continuam no radar dos produtores. A irregularidade das chuvas, especialmente no sul do Estado, e a previsão de temperaturas acima da média nos próximos meses podem influenciar o desenvolvimento das lavouras.
Fonte: AprosojaMS
Sustentabilidade
Mercado brasileiro de milho deve permanecer comedido nesta quinta-feira – MAIS SOJA

O mercado brasileiro de milho deve apresentar mais um dia de negócios travados. Os produtores e consumidores permanecem com tom comedido, observando a situação da greve dos caminhoneiros, que traria fortes impactos na logística. O clima também é preocupação, tendo em vista o plantio da safrinha. No cenário internacional, mesmo com a alta do dólar frente ao real e o avanço na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os investidores optam por adotar cautela nas negociações devido a alta volatilidade destes ativos.
O mercado brasileiro de milho apresentou ambiente de negócios travado, com tom de cautela tanto de consumidores como de produtores, diante do avanço de incertezas, tanto no cenário internacional como no doméstico. As atenções voltadas para a possibilidade de greve de caminhoneiros, enquanto agentes do mercado estão atentos também na evolução do clima, no ritmo da colheita da soja, no plantio da safrinha e questões relacionadas a logística. A forte volatilidade de ativos, como o dólar, petróleo e futuros do milho também afetam nas decisões no decorrer do dia, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Allan Maia.
No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 68,00/73,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 67,50/72,00 a saca.
No Paraná, a cotação ficou em R$ 63,00/64,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 69,00/71,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 74,00/75,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 63,50/64,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 64,00/65,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 60,00/62,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 51,00/55,00 a saca em Rondonópolis.
CHICAGO
- Os contratos com entrega em março de 2026 estão cotados a US$ 4,69 por bushel, alta de 5,75 centavos de dólar, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.
- O mercado é sustentado pela valorização do petróleo, considerando o papel do cereal como matéria-prima para o etanol. Números de inflação acima do esperado, divulgados na quarta-feira, também dão suporte aos preços.
- Ontem (18), os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 4,63 1/4, com avanço de 9,25 centavos, ou 2,03% em relação ao fechamento anterior. A posição julho fechou a sessão a US$ 4,74 1/2 por bushel, alta de 9,00 centavos ou 1,93% em relação ao fechamento anterior.
CÂMBIO
- O dólar comercial registra alta de 1,19%, a R$ 5,3061. O Dollar Index registra estabilidade, a 100.09 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
- As principais bolsas na Europa operam com índices baixos. Paris, -1,90%. Frankfurt, -2,67%. Londres, -2,46%.
- As principais bolsas da Ásia fecharam com preços fracos. Xangai, -1,39%. Japão, -3,38%.
- O petróleo opera com alta. Abril do WTI em NY: US$ 96,81 o barril (+0,50%).
AGENDA
- Eurozona: A decisão de política monetária será publicada às 10h15 pelo BCE.
- Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
- Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
Sexta-feira (20/03)
- Alemanha: O índice de preços ao produtor de fevereiro será publicado às 4h pelo Destatis.
- Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.
Fonte: Safras News
Autor:Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
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