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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

É amanhã: a Abertura da Colheita da Soja dá largada nas máquinas em campo nesta sexta-feira!

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É amanhã! A partir das 9h, o setor acompanha a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, <a href="http://<iframe width="1425" height="801" src="https://www.youtube.com/embed/DSuLPMu5ceM" title="Abertura Naciona da Colheita de Soja – Porto Nacional" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen>com transmissão ao vivo pelo YouTube, direto da Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO).

O evento marca o início da colheita da soja no Brasil e reunirá produtores, lideranças, especialistas e autoridades do agronegócio. Ainda dá tempo de participar: basta acessar o link, preencher as informações e confirmar sua presença.

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Programação da Abertura Nacional da Colheita da Soja

A programação começa às 8h, com a abertura oficial do evento. Em seguida, o Painel 01 traz a palestra “A jornada de um biólogo no agro”, com Richard Rasmussen, propondo uma reflexão sobre a relação entre produção agrícola, meio ambiente e sociedade.

O público acompanhará ainda a apresentação de cases de sucesso que mostram a soja como vetor de transformação econômica e social em diferentes regiões do Brasil, em sintonia com o tema desta edição: “Onde a soja cresce, a transformação acontece”.

No Painel 02, o debate será sobre a soja como instrumento de desenvolvimento regional, com destaque para os impactos da cadeia produtiva na geração de empregos, na infraestrutura e no crescimento econômico.

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A agenda inclui a participação de autoridades nacionais e estaduais ligadas ao agronegócio. O momento mais aguardado será a entrada das máquinas no campo, que marcará oficialmente o início da colheita da safra 2025/26.

Por fim, haverá um almoço de confraternização entre produtores, organizadores e convidados.

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É amanhã: a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 a partir das 9h será realizada no dia 30 de janeiro de 2026, com a transmissão a partir das 9h, na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO). O evento marca simbolicamente o início da colheita da soja no país e deve reunir produtores rurais, lideranças do setor, especialistas e autoridades do agronegócio brasileiro.

Se inscrever é simples e acompanhar o evento também. Basta realizar a inscrição pelo link abaixo e para assistir existe a forma pelo Youtube vivo pela TV do Canal Rural, a partir das 9h. Então, anote na agenda que as porteiras se abrirão!

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Programação da Abertura Nacional da Colheita da Soja

A programação tem início às 8h, com a abertura oficial do evento. Na sequência, o Painel 01 traz a palestra “A jornada de um biólogo no agro”, com Richard Rasmussen, que propõe uma reflexão sobre a relação entre produção agrícola, meio ambiente e sociedade.

O público acompanhará ainda a apresentação de cases de sucesso que mostram a soja como vetor de transformação econômica e social em diferentes regiões do Brasil, em sintonia com o tema central desta edição: “Onde a soja cresce, a transformação acontece.”

O Painel 02 colocará em debate a soja como instrumento de desenvolvimento regional, destacando os impactos da cadeia produtiva na geração de empregos, na infraestrutura e no crescimento econômico.

A agenda inclui também a participação de autoridades nacionais e estaduais ligadas ao agronegócio. O momento simbólico mais aguardado será a entrada das máquinas no campo, que marcará oficialmente o início da colheita da safra 2025/26.

O evento será encerrado com um almoço de confraternização entre produtores, organizadores e convidados. A coordenação técnica é da Embrapa, com apoio de entidades e empresas do setor.

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Sustentabilidade

Plantio de soja terá menor avanço de área em 20 anos, aponta Pátria Agronegócios

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O plantio de soja da safra 2026/27 começou no Brasil e já alcança 0,73% da área total, segundo levantamento da Pátria Agronegócios divulgado em 18 de setembro. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025, quando 0,64% da área havia sido semeada, e também supera os 0,70% observados em 2024.

Apesar do avanço, o plantio ainda está em estágio inicial. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 0,36% para este mesmo período, o percentual atual representa um ritmo mais acelerado.

Segundo a Pátria, os trabalhos de campo começaram principalmente no Paraná e em Mato Grosso, dois dos principais estados produtores de soja do país.

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Crescimento de área

A Pátria Agronegócios destaca que a nova safra começa com a expectativa de um dos menores crescimentos de área dos últimos 20 anos.

O levantamento inicial da consultoria aponta incremento de apenas 370 mil hectares na área cultivada com soja nesta temporada. A estimativa reforça a perspectiva de uma expansão mais limitada da área plantada no ciclo 2026/27.

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Sustentabilidade

Alta de até 30% no frete e falta de espaço na colheita do milho aceleram a busca por armazenagem – MAIS SOJA

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O avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil segue expondo um gargalo recorrente para o agronegócio nacional: o descompasso entre a capacidade produtiva das lavouras e a infraestrutura de pós-colheita. Com a produção total de milho estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 141,8 milhões de toneladas para esta temporada, a concentração da colheita em poucas semanas pressiona os canais de escoamento e reduz drasticamente a margem de manobra do agricultor.

O mercado, em resposta aos desafios do setor, vem moldando projetos de engenharia para silos metálicos e unidades armazenadoras, dimensionando-os considerando as particularidades climáticas de cada região, o volume colhido e a velocidade de recepção da propriedade. Sem espaço de retenção na origem, o produtor é forçado a escoar o grão imediatamente, enfrentando uma elevação no custo do frete rodoviário que ultrapassa 20% a 30% no pico de demanda em polos como o Centro-Oeste e o MATOPIBA, conforme apontam dados da nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Para Mathias Abreu, Gerente Geral de Engenharia da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, o investimento em estruturas próprias passou a ser uma corrida contra o tempo.

“Quando o produtor não tem capacidade de guardar o milho dentro da propriedade, fica refém da volatilidade do mercado no momento em que a oferta está no ponto máximo. Recorde após recorde, o país mostra que pode mais, porém, para isso, precisamos que esse movimento deixe de ser uma corrida para se tornar um planejamento de longo prazo’’, afirma Abreu. Conforme apresentado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no Fórum Mais Milho, 25% dos agricultores não conhecem as linhas de crédito disponíveis para armazenagem. Ao mesmo tempo, 72% afirmam que investiriam na construção de armazéns caso as taxas de juros fossem menores.

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Engenharia de precisão e preservação da qualidade

Em meio à crise ambiental, o rigor técnico para armazenar aumenta cada vez mais, assegurando que a qualidade do grão seja mantida por longos períodos sem depreciação. Diferente de outras culturas, o milho exige atenção redobrada no processo de aeração, secagem e controle de umidade para evitar a proliferação de fungos, infestação de pragas e a redução de massa por secagem inadequada.

“Não basta apenas erguer uma estrutura metálica; é preciso integrar engenharia de precisão aos processos de recepção, limpeza, secagem e aeração. O milho é um ativo financeiro que precisa ser preservado. Projetos bem dimensionados e dotados de automação garantem a estabilidade da massa de grãos, reduzindo custos com energia elétrica e evitando a perda de peso por umidade, que corrói diretamente a rentabilidade do agricultor”, explica Abreu.

A expansão do parque de armazenagem dentro das fazendas tem sido impulsionada por soluções modulares, que permitem ao produtor iniciar a infraestrutura com capacidade proporcional à sua escala atual e expandi-la conforme o crescimento de suas safras. “A armazenagem dentro da porteira consolida-se como um pilar de sustentabilidade econômica do agronegócio. Ao proteger a margem no momento de maior pressão do mercado, o produtor garante a previsibilidade e a segurança necessárias para continuar investindo na eficiência de suas operações”, conclui o executivo.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Cotações recuam em SP, mas sobem em outras regiões – MAIS SOJA

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Os valores do milho registram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, as negociações estão limitadas, e os preços recuaram, enquanto em algumas regiões produtoras as cotações subiram nos últimos dias.

De acordo com pesquisadores do Cepea, em São Paulo, compradores priorizaram o consumo dos estoques nos últimos dias, em detrimento de realizarem novas aquisições no mercado spot.

O Centro de Pesquisas destaca que, apesar da demanda enfraquecida, produtores também têm limitado parte dos lotes para negociação, visto que parte deles está focada nos trabalhos de campo, atenta às previsões climáticas e à possibilidade de efeitos negativos na produtividade das lavouras.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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