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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Milho/RS: A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas – MAIS SOJA

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A cultura apresenta fases fenológicas diversificadas em função do plantio escalonado e de segundo cultivo, em safrinha. Há predomínio de lavouras em estádios de enchimento de grãos (25%) e maturação fisiológica (28%). A irregularidade e a escassez de precipitações em parte do período aceleraram a senescência foliar e o término do ciclo em algumas lavouras de sequeiro, o que pode repercutir sobre o peso de grãos e o rendimento final. Em contrapartida, a elevada radiação solar favoreceu a atividade fotossintética e o acúmulo de assimilados nos cultivos, que mantiveram adequada oferta de água no solo, sobretudo em sistemas irrigados.

A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas, do nível tecnológico e do uso de irrigação, situando-se, de modo geral, entre patamares médios e elevados para a cultura.

Em alguns locais, há relatos de grande presença de cigarrinha-do-milho, exigindo atenção e controles por parte dos produtores. Entre 22 (quinta-feira) e 23/01 (sexta-feira), foi realizada a 13ª Abertura da Colheita do Milho em São Borja, evento que contemplou palestras, mesas redondas e estações técnicas a campo. Autoridades do segmento político e de organizações de agricultura compareceram para a solenidade oficial. Estima-se o cultivo de 785.030 hectares e produtividade de 7.370 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período sem chuvas continua permitindo que a colheita avance rapidamente na Fronteira Oeste. Algumas lavouras encerraram o ciclo com antecedência devido à forte redução da umidade no solo. A colheita foi realizada em 37% da área e 31% estão em fase de maturação. Os cultivos em enchimento de grãos e floração somam 18%, mas aguardam-se novas precipitações para atender à elevada demanda hídrica.  Nos municípios da Campanha, as lavouras em fase vegetativa (14%) têm tolerado razoavelmente bem o período de condições climáticas adversas.

Na de Caxias do Sul, predomina a fase de enchimento de grãos. Os cultivos apresentam aspecto muito bom, coloração verde intensa e adequada sanidade de folhas. A expectativa de bons rendimentos para a safra se mantém, e a colheita na região deve iniciar em fevereiro.

Na de Erechim, os produtores iniciaram os trabalhos de colheita, após finalizarem a implementação das lavouras e os tratos culturais. Estão 50% dos cultivos em enchimento de grãos, 45% em maturação e 5% colhidos nos municípios costeiros ao Rio Uruguai. As primeiras áreas colhidas apresentam produtividade em torno de 9.600 kg/ha. Informativo Conjuntural. Porto Alegre, n. 1904, p. 9, 29 jan. 2026.

Na de Frederico Westphalen, 10% estão em enchimento de grãos, 40% em maturação e 60% colhidos.

Na de Ijuí, mais da metade da área está em maturação, e 33% colhidos. A
produtividade nas áreas de sequeiro varia entre 8.400 e 9.000 kg/ha, e 12.000 kg/ha nas irrigadas. Em Ibirubá, a colheita segue mais lentamente, e há ataques de cigarrinhas, exigindo controles.

Na de Passo Fundo, a cultura apresenta bom potencial produtivo. Ainda restam algumas lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo, 8% em floração, 72% em enchimento de grãos, 19% em maturação e menos de 1% colhido. Na de Pelotas, 88% do previsto está semeado, sendo 42% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 32% em florescimento, 13% em enchimento de grãos e 3% em maturação. Foram colhidos 10%.

Na de Santa Maria, aproximadamente 80% do previsto está semeada. Estão 14% em floração, 30% em enchimento de grãos, 26% em maturação e 15% colhidos.

Na de Santa Rosa, 95% da área prevista foi semeada; os 5% restantes estão sendo destinados à safrinha. Em desenvolvimento vegetativo estão 4% das lavouras, em floração 1%, em enchimento de grãos 4%, em maturação 25% e colhidos 67%. Grande parte da área já está disponível para novas semeaduras de milho safrinha ou soja. A expectativa atual é de produtividade média de 8.054 kg/ha. Porém, altamente variável conforme a localidade, entre 5.700 e 12.000 kg/ha, devido às diferentes cultivares e as chuvas irregulares durante as fases de floração e enchimento. As lavouras de milho safrinha em emergência e desenvolvimento
vegetativo inicial têm sofrido infestação por cigarrinhas, exigindo grande esforço no controle. Na de Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, o milho do cedo está em início de colheita, com registros de produtividade entre 5.400 e 9.600 kg/ha. Os grãos colhidos são de ótima qualidade, mas com umidade elevada. A semeadura passa de 98% da área planejada, sendo
35% em desenvolvimento vegetativo, 4% em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 35% em maturação. Foi colhido 1%.

Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 2,28%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 61,40 para R$ 60,00.

Fonte: Emater/RS

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.

Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

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A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.

Matopiba

Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

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A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.

Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.

A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.

De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.

Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.

A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.

Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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