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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Soja/RS: Estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos – MAIS SOJA

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A semeadura permanece em 98% da área prevista, mas deve ser concluída nos próximos dias, a partir da reposição de umidade nos solos. Em termos fenológicos, estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos.

As condições climáticas de elevada amplitude térmica (mínimas inferiores a 10 °C e máximas próximas a 40 °C), predomínio de tempo seco, alta radiação solar e ventos frequentes intensificaram a demanda evaporativa e a perda de umidade do solo.

As raras precipitações foram isoladas e ocorreram de forma irregular e em baixos volumes, insuficientes para recompor, de maneira ampla, o armazenamento hídrico no perfil. Algumas lavouras em floração e em início de enchimento de grãos (estádios de maior exigência hídrica) apresentam sinais fisiológicos de estresse em solos mais rasos ou arenosos, com potencial reflexo sobre a fixação de vagens, caso a restrição hídrica persista. De modo geral, o potencial produtivo da safra permanece elevado. Porém, depende da regularização das chuvas para se manter e para assegurar adequada formação e enchimento de grãos.

Em relação ao aspecto fitossanitário, o tempo quente e seco tem restringido a evolução de doenças foliares. Contudo, ainda são necessárias aplicações preventivas para ferrugem asiática, especialmente nas áreas em estádio reprodutivo. Observa-se incremento pontual de insetos-praga, como percevejos, tripes e ácaros, o que exige monitoramento e intervenções conforme níveis de ação. O controle de plantas daninhas está, em grande parte, em fase final, com boa eficiência de herbicidas residuais, sobretudo para espécies de folhas largas. Para a Safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha.

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Fonte: Emater RS

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as lavouras apresentam bom potencial produtivo, com parcelas em floração e início de enchimento de grãos sob crescente estresse hídrico, devido à má distribuição das chuvas nos primeiros Informativo Conjuntural. Porto Alegre, n. 1904, p. 6, 29 jan. 2026. decêndios de janeiro e às temperaturas elevadas. Em áreas de solos arenosos e menor investimento em fertilidade, como em Maçambará, há sintomas mais acentuados de déficit hídrico, como murcha e queda de folhas do terço inferior. Parte das lavouras implantadas após a colheita de milho demandou irrigação para garantir a germinação.

Na região da Campanha, predomina a fase de desenvolvimento vegetativo, com bom desempenho, apesar da ausência de precipitações em duas semanas. O fechamento das entrelinhas contribuiu para reduzir a temperatura do solo e a perda de umidade. O manejo de plantas daninhas está sendo intensificado para minimizar a competição hídrica, e ocorre boa resposta de herbicidas residuais sobre folhas largas. Há relatos pontuais de deriva de herbicidas em Hulha Negra, associada a aplicações sob condições ambientais inadequadas.

Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam elevado vigor e expectativa de rendimento. Os cultivos estão entre estádios vegetativos e enchimento de grãos. É realizado manejo de pragas e doenças, com monitoramento constante e aplicações preventivas.

Na de Erechim, cerca de 65% da área está em floração e enchimento de grãos, e as demais em fase vegetativa. As lavouras em enchimento de grãos implantadas em solos rasos já evidenciam sinais iniciais de estresse hídrico. O manejo tem priorizado a prevenção da ferrugem-asiática e o controle de plantas daninhas nas áreas implantadas após a cultura de trigo.

Na de Frederico Westphalen, aproximadamente 25% dos cultivos estão em
desenvolvimento vegetativo, 60% em floração e 15% em enchimento de grãos. O estado geral está ideal, com sanidade preservada. São efetuadas aplicações preventivas de fungicidas, e a janela de controle de plantas daninhas está praticamente encerrada.

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Na de Ijuí, as lavouras apresentam bom desenvolvimento foliar e sanidade. Estão 57% em floração, 41% em fase vegetativa e 2% em formação de grãos. O período mais quente e seco favoreceu o aumento de ácaros e tripes, exigindo intervenções específicas, além da manutenção dos programas de controle de doenças.

Na de Passo Fundo, cerca de 20% das lavouras estão em estádio vegetativo e 80% em floração e formação de vagens. As condições de umidade ainda estão favoráveis em perfis de solos mais profundos, mas a manutenção do potencial produtivo depende da ocorrência de novas precipitações.

Na de Pelotas, a semeadura está praticamente concluída, restando apenas áreas pontuais. Estão 68% dos cultivos em desenvolvimento vegetativo, 28% em floração e 4% em enchimento de grãos. Em alguns municípios, observa-se início de murcha em períodos de maior radiação, indicando redução da disponibilidade hídrica superficial.

Na de Santa Maria, a implantação está praticamente encerrada, e parte das áreas remanescentes condicionada à retomada de umidade no solo. Aproximadamente 34% das lavouras estão em floração e 10% em enchimento de grãos, estádios sensíveis à restrição hídrica. Já há registros localizados de comprometimento do potencial produtivo.

Na de Santa Rosa, o plantio alcança 96% do previsto. As lavouras em desenvolvimento vegetativo representam 54% da área; em floração 42%; e em enchimento de grãos 6%. Nos cultivos em floração, especialmente de maior porte, o estresse hídrico tem se manifestado por perda de turgidez e alteração do posicionamento foliar durante os períodos de maior insolação.

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Na de Soledade, as condições de temperatura, radiação e umidade do solo ainda proporcionam o crescimento adequado, com fechamento de entrelinhas e início da fase reprodutiva (50% em floração e 15% em enchimento de grãos). O foco dos manejos está no controle fitossanitário, com intensificação de fungicidas para ferrugem-asiática, antracnose e
míldio, além do monitoramento de percevejos e vaquinhas, pragas de importância na formação e enchimento de grãos.

Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,56 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 123,14 para R$ 121,22.

Fonte: Emater/RS 

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Sustentabilidade

Primavera começa com El Niño forte e exige atenção à distribuição das chuvas nas regiões produtoras – MAIS SOJA

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A primavera começa no Brasil no dia 22 de setembro, às 21h05, sob a influência de um El Niño forte, que deve ganhar intensidade nos próximos meses. Para o agronegócio, o ponto de atenção não está apenas no volume acumulado de chuva, mas também em como as precipitações serão distribuídas durante a estação em diferentes regiões produtoras.

“A primavera é um período de grande importância para o agronegócio. Em grande parte das regiões produtoras do país, tem início a semeadura da safra de grãos de verão. Além disso, as chuvas retornam às pastagens em diversas áreas produtoras de carne e leite e ocorre a florada do café, entre outras atividades”, diz Desirée Brandt, sócia-executiva e meteorologista da Nottus.

Segundo a Nottus, empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios, o cenário traz condições favoráveis para o início da primeira safra em áreas do Sudeste e Centro-Oeste. Por outro lado, exige acompanhamento da regularidade das chuvas e do comportamento do clima ao longo do ciclo agrícola.

A força do El Niño na primavera – O El Niño já está forte no Pacífico equatorial, com temperaturas superiores a 2°C acima da média, e a previsão indica aquecimento adicional nos próximos meses. O último relatório do NOAA aponta que há 98% de probabilidade de o fenômeno atingir nível muito forte ainda em 2026. A Nottus projeta a permanência do El Niño até o outono de 2027.

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A intensidade do fenômeno no Pacífico, porém, não determina de forma uniforme o comportamento da chuva no Brasil. No país, os efeitos variam conforme a região e podem incluir excesso de precipitação no Sul, além de maior irregularidade das chuvas em áreas do Sudeste e Centro-Oeste.

Início de safra favorável, com atenção para a safrinha – No Sudeste e no Centro-Oeste, a expectativa é de chuvas que podem superar a média em determinados períodos da primavera. O comportamento favorece o início da primeira safra, com condições de precipitação para culturas como soja e algodão. Porém, caso a estação chuvosa termine mais cedo, o milho de segunda safra pode enfrentar condições menos favoráveis. Por isso, além do volume acumulado, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo será determinante para o planejamento das lavouras.

Excesso de chuva no Sul – A previsão indica chuva acima da média e volumes expressivos durante a primavera no Sul. Os maiores acumulados tendem a se concentrar em Santa Catarina e Paraná, que já registram elevados volumes de precipitação. O excesso de chuva pode chegar a localidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul, aumentando a atenção nas áreas agrícolas mais ao sul do Sudeste e do Centro-Oeste.

O Rio Grande do Sul também permanece no radar, diante da possibilidade de eventos extremos. A previsão, no entanto, aponta que as chuvas mais intensas devem se concentrar em Santa Catarina e Paraná.

Maior irregularidade no Matopiba e em áreas do Norte – No sentido oposto, o Matopiba, formado por áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, e o centro-leste do Pará estão entre as regiões que exigem mais atenção. A previsão é de chuva abaixo da média no Nordeste, no norte de Minas Gerais e em parte do Norte durante novembro. Em áreas do norte de Minas Gerais e de Goiás e no nordeste de Mato Grosso, especialmente no Vale do Araguaia, o cenário não é de ausência de chuva, mas de maior irregularidade em comparação com outras áreas do Sudeste e Centro-Oeste.

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Chuva e calor exigem acompanhamento durante a estação – A primavera será marcada por temperaturas elevadas. As ondas de calor mais intensas e duradouras devem se concentrar no Norte e Nordeste, enquanto Sudeste e Centro-Oeste tendem a registrar médias acima do normal, com períodos de calor intenso menos prolongados.

Em novembro, a previsão indica chuva forte e risco de eventos extremos entre o Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul, enquanto as precipitações se espalham pelo Sudeste, Centro-Oeste, Acre, Rondônia e Amazonas. Em dezembro, o El Niño permanece atuante, mantendo as condições para chuvas e ventos fortes no Sul e nas áreas mais ao sul do Sudeste e do Centro-Oeste.

Para o agronegócio, o cenário reforça a necessidade de acompanhar a distribuição das chuvas durante toda a estação, considerando as características de cada região e o estágio das culturas. A evolução das condições meteorológicas pode interferir nas diferentes etapas das próximas safras, desde o início do plantio até o desenvolvimento das lavouras.

Sobre a Nottus

A Nottus é uma empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios. Com equipe altamente qualificada, traduz o grande volume de dados sobre fenômenos climáticos em boletins analíticos claros e objetivos, com informações direcionadas aos interesses de seus clientes. A Nottus avalia e consolida referências dos principais modelos de previsão meteorológica, como os americanos Global Ensemble Forecast System (GEFS), Global Forecast System (GFS) e Climate Forecast System (CFS) e o modelo europeu European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF), e também dados detalhados de monitoramento climático do Brasil para entregar soluções confiáveis e acessíveis ao público, valendo-se de tecnologia de ponta, análise de dados, machine learning e outras técnicas de inteligência artificial, e também do olhar experiente e acurado de seus especialistas.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Plantio de soja terá menor avanço de área em 20 anos, aponta Pátria Agronegócios

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Imagem gerada por IA

O plantio de soja da safra 2026/27 começou no Brasil e já alcança 0,73% da área total, segundo levantamento da Pátria Agronegócios divulgado em 18 de setembro. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025, quando 0,64% da área havia sido semeada, e também supera os 0,70% observados em 2024.

Apesar do avanço, o plantio ainda está em estágio inicial. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 0,36% para este mesmo período, o percentual atual representa um ritmo mais acelerado.

Segundo a Pátria, os trabalhos de campo começaram principalmente no Paraná e em Mato Grosso, dois dos principais estados produtores de soja do país.

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Crescimento de área

A Pátria Agronegócios destaca que a nova safra começa com a expectativa de um dos menores crescimentos de área dos últimos 20 anos.

O levantamento inicial da consultoria aponta incremento de apenas 370 mil hectares na área cultivada com soja nesta temporada. A estimativa reforça a perspectiva de uma expansão mais limitada da área plantada no ciclo 2026/27.

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Sustentabilidade

Alta de até 30% no frete e falta de espaço na colheita do milho aceleram a busca por armazenagem – MAIS SOJA

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O avanço da colheita da segunda safra de milho no Brasil segue expondo um gargalo recorrente para o agronegócio nacional: o descompasso entre a capacidade produtiva das lavouras e a infraestrutura de pós-colheita. Com a produção total de milho estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 141,8 milhões de toneladas para esta temporada, a concentração da colheita em poucas semanas pressiona os canais de escoamento e reduz drasticamente a margem de manobra do agricultor.

O mercado, em resposta aos desafios do setor, vem moldando projetos de engenharia para silos metálicos e unidades armazenadoras, dimensionando-os considerando as particularidades climáticas de cada região, o volume colhido e a velocidade de recepção da propriedade. Sem espaço de retenção na origem, o produtor é forçado a escoar o grão imediatamente, enfrentando uma elevação no custo do frete rodoviário que ultrapassa 20% a 30% no pico de demanda em polos como o Centro-Oeste e o MATOPIBA, conforme apontam dados da nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e quarta maior empresa SaaS brasileira.

Para Mathias Abreu, Gerente Geral de Engenharia da AGI Brasil, uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país, o investimento em estruturas próprias passou a ser uma corrida contra o tempo.

“Quando o produtor não tem capacidade de guardar o milho dentro da propriedade, fica refém da volatilidade do mercado no momento em que a oferta está no ponto máximo. Recorde após recorde, o país mostra que pode mais, porém, para isso, precisamos que esse movimento deixe de ser uma corrida para se tornar um planejamento de longo prazo’’, afirma Abreu. Conforme apresentado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) no Fórum Mais Milho, 25% dos agricultores não conhecem as linhas de crédito disponíveis para armazenagem. Ao mesmo tempo, 72% afirmam que investiriam na construção de armazéns caso as taxas de juros fossem menores.

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Engenharia de precisão e preservação da qualidade

Em meio à crise ambiental, o rigor técnico para armazenar aumenta cada vez mais, assegurando que a qualidade do grão seja mantida por longos períodos sem depreciação. Diferente de outras culturas, o milho exige atenção redobrada no processo de aeração, secagem e controle de umidade para evitar a proliferação de fungos, infestação de pragas e a redução de massa por secagem inadequada.

“Não basta apenas erguer uma estrutura metálica; é preciso integrar engenharia de precisão aos processos de recepção, limpeza, secagem e aeração. O milho é um ativo financeiro que precisa ser preservado. Projetos bem dimensionados e dotados de automação garantem a estabilidade da massa de grãos, reduzindo custos com energia elétrica e evitando a perda de peso por umidade, que corrói diretamente a rentabilidade do agricultor”, explica Abreu.

A expansão do parque de armazenagem dentro das fazendas tem sido impulsionada por soluções modulares, que permitem ao produtor iniciar a infraestrutura com capacidade proporcional à sua escala atual e expandi-la conforme o crescimento de suas safras. “A armazenagem dentro da porteira consolida-se como um pilar de sustentabilidade econômica do agronegócio. Ao proteger a margem no momento de maior pressão do mercado, o produtor garante a previsibilidade e a segurança necessárias para continuar investindo na eficiência de suas operações”, conclui o executivo.

Sobre a AGI Brasil

A AGI Brasil é uma das principais fornecedoras de soluções em armazenamento e movimentação de grãos no país. Com sede em Cândido Mota (SP), a companhia faz parte da AGI — Ag Growth International, referência global em equipamentos agrícolas e de infraestrutura, com presença em mais de 100 países. Seu portfólio inclui silos metálicos, sistemas de secagem, aeração e transporte de grãos, além de estruturas e soluções completas para pós-colheita. A AGI Brasil alia experiência local à expertise internacional, oferecendo tecnologia, confiabilidade e eficiência para apoiar a competitividade do agronegócio.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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