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4 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Avanço de doenças na cultura da soja pode impactar resultados da safra de soja – MAIS SOJA

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Com avanço das doenças na soja como e expectativas elevadas para a produção nacional, soluções de alta performance, como o fungicida premium Excalia® Max, promovem aumento de produtividade e proteção de potencial produtivo da planta

O Brasil tem na safra 2025/2026 perspectivas otimistas para as duas culturas mais relevantes do país, soja e milho, impulsionadas tanto pela ampliação de área quanto pelo potencial produtivo. Ao mesmo tempo, o avanço da ferrugem asiática além de doenças como a mancha-alvo, já registrado em regiões produtoras, exige atenção redobrada na prevenção rigorosa e tomada de decisão baseada em informações consistentes.

De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada com soja deve chegar a 49,1 milhões de hectares, com produção projetada em 177,6 milhões de toneladas. Para o milho, a estimativa nacional para o ciclo 2025/2026 indica uma produção próxima de 138,8 milhões de toneladas, considerando todas as safras. Esses números mostram que as duas culturas seguem como pilares da economia agrícola brasileira e reforçam a necessidade de estratégias de manejo eficientes para enfrentar os desafios fitossanitários do ciclo. Nesse caso, a ferrugem asiática volta a ocupar destaque.

Os primeiros focos confirmados nesta safra (oito até o momento) pelo Consórcio Antiferrugem, formado por laboratórios e entidades, como a Embrapa, foram em municípios do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os registros mostram que o patógeno se mantém ativo desde o início do ciclo e que a pressão de doença tende a aumentar, principalmente em áreas com semeadura precoce ou sob condições climáticas favoráveis à disseminação do fungo. Na safra passada, foram registradas 124 ocorrências, com o Paraná liderando com 66 casos, seguido do Rio Grande do Sul (25) e Mato Grosso do Sul (12).

Para especialistas do setor, o ponto central da estratégia de proteção é a prevenção – monitorar constantemente, intervir no momento correto e adotar combinações eficientes de ingredientes ativos. Uma condução inadequada, ou a demora na primeira aplicação, pode reduzir drasticamente o potencial produtivo das lavouras, ocasionando perdas que, muitas vezes, não podem ser recuperadas mesmo com intervenções posteriores.

Além da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), as lavouras podem ter a presença da mancha-alvo (Corynespora cassiicola), do crestamento foliar (Cercospora kikuchii) e da mancha-parda (Septoria glycines), as duas últimas doenças de fim de ciclo.

Excalia® Max para o milho

Nesse cenário, o manejo ganha relevância, especialmente com a disponibilidade de soluções robustas e eficientes. O fungicida premium Excalia® Max, da Sumitomo Chemical, já consolidado como ferramenta estratégica na soja, apresenta, agora, versatilidade ampliada ao estar registrado também para o milho, potencializando a integração do manejo entre as duas culturas.

“O Excalia® Max se destaca pelo controle consistente de doenças foliares que afetam o milho, com ênfase em Cercospora zeae-maydis (cercosporiose), Phaeosphaeria maydis (mancha-foliar de phaeosphaeria) e Puccinia polysora (ferrugem polisora). A flexibilidade do produto em controlar diferentes patógenos intensifica seu papel como uma solução confiável no manejo integrado de doenças”, afirma Sérgio Chidi, Gerente de Produtos Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical.

Em sua quinta safra de soja, o Excalia® Max obteve registro também para o milho, ampliando o portfólio fungicida da empresa. Segundo Ségio Chidi, o produto chega ao cereal com o mesmo destaque conquistado na soja, que superou mais de 5 milhões de hectares tratados em 2026.

“A versatilidade do produto reforça seu papel como solução eficiente. Para a safra 2025/2026, em que o potencial produtivo é elevado, a combinação de práticas bem executadas com tecnologias modernas de proteção será determinante para garantir que as expectativas se confirmem no campo”, destaca Chidi.

Com a expansão da área cultivada e a intensificação dos sistemas soja–milho, o planejamento integrado passa a ser indispensável. As recomendações incluem diagnóstico contínuo, observação das particularidades de cada região, rotação de ativos e uso de fungicidas multissítios como parte de estratégias que valorizem a sustentabilidade e reduzam riscos.

Além de soja e milho o produto tem ainda registro de uso para as culturas de trigo, café (conilon e arábica) e maçã.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.

No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de imprensa Sumitomo Chemical



 

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.

Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

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A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.

Matopiba

Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

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A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.

Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.

A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.

De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.

Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.

A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.

Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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