Connect with us

Sustentabilidade

Tudo parado? Confira se o mercado de soja apresentou reação nesta quinta-feira

Published

on


Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja voltou a ficar travado nesta quinta-feira (22), com preços ainda mais fracos no físico. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por novas baixas nas cotações. Segundo ele, a Bolsa de Chicago apresentou apenas leves variações, enquanto os prêmios permaneceram praticamente estáveis e o dólar recuou de forma moderada.

Silveira observa que o produtor seguiu desanimado, pedindo preços muito acima do que o comprador está disposto a pagar neste momento. A colheita segue avançando, sobretudo no Sul, com destaque para o Paraná, favorecida pelas condições climáticas. Já no Centro-Oeste, o excesso de chuvas em estados como Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso pode provocar atrasos nos trabalhos de campo.

Soja no mercado brasileiro

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 112,00 para R$ 111,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 129,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta predominante nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Em um dia volátil, o mercado encontrou suporte no sentimento positivo em relação à demanda pela soja norte-americana, com a retomada das conversas entre Washington e Pequim. A queda do dólar frente a outras moedas também contribuiu para dar sustentação às cotações.

No entanto, os ganhos foram limitados pela queda do petróleo e pelo bom desenvolvimento das lavouras na América do Sul. Na Argentina, levantamento semanal oficial indicou que o plantio da safra 2025/26 alcançou 98% da área total prevista.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou suas projeções para o complexo soja, destacando o fortalecimento do processamento interno. A entidade estima que o esmagamento de soja no Brasil alcance o recorde de 61 milhões de toneladas em 2026, alta de 0,8% em relação à projeção anterior.

Esse avanço é acompanhado pelo crescimento na oferta de derivados. A produção de farelo de soja está estimada em 47 milhões de toneladas, enquanto a fabricação de óleo de soja deve chegar a 12,25 milhões de toneladas. O cenário é sustentado por uma produção agrícola robusta, que, segundo a Conab, pode alcançar 177,1 milhões de toneladas no próximo ciclo.

No comércio internacional, o Brasil deve manter a liderança nas exportações de soja em grão, com embarques estimados em 111,5 milhões de toneladas. Já os exportadores norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 192.350 toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2025/26.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,69%, negociado a R$ 5,2826 para venda.

O post Tudo parado? Confira se o mercado de soja apresentou reação nesta quinta-feira apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado de trigo mantém preços firmes com liquidez limitada e cautela dos agentes – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de trigo encerrou a semana com negociações pontuais e ritmo moderado, refletindo a postura cautelosa dos agentes diante de um ambiente ainda indefinido. A combinação de oferta imediata restrita, instabilidade nos referenciais externos e demanda enfraquecida por derivados limitou o avanço dos negócios.

“Os agentes atuam de forma mais conservadora, o que resulta em negócios pontuais e andamento lento tanto no Rio Grande do Sul quanto no Paraná”, disse o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento.

No mercado físico, os preços se mantiveram relativamente firmes, sustentados mais pela restrição de oferta do que por um consumo aquecido. No Rio Grande do Sul, negócios ocorreram ao redor de R$ 1.150 por tonelada FOB, enquanto pedidas entre R$ 1.200 e R$ 1.250/t encontraram resistência dos moinhos.

“Essa diferença reflete, principalmente, as dificuldades no escoamento de derivados e as margens comprimidas da indústria, o que mantém o mercado lento e bastante seletivo”, afirmou Bento.

No Paraná, o cenário foi semelhante, com negociações restritas e forte influência de fatores logísticos. Fretes elevados, escassez de caminhões, em meio ao pico de escoamento de soja e milho, e entraves operacionais contribuíram para limitar o fluxo de comercialização. “A logística continua sendo um fator relevante, com fretes elevados e menor disponibilidade de caminhões, o que impacta diretamente o fluxo de comercialização”, destacou o analista.

Além disso, a demanda fragilizada pelo fraco desempenho do mercado de farinha seguiu comprimindo margens e restringindo a atuação dos moinhos, que priorizam a gestão de estoques. Do lado da oferta, a menor urgência de venda por parte dos produtores também reduziu a pressão vendedora, mantendo o mercado tecnicamente firme, porém com baixa liquidez.

Para a próxima semana, a expectativa é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais e seletivas. A evolução do câmbio, o comportamento das cotações internacionais e, principalmente, o avanço da colheita de verão, que pode destravar a logística, serão determinantes para uma eventual retomada do ritmo de negócios.

“Sem uma melhora mais clara no consumo ou maior estabilidade nos indicadores externos, a tendência é de manutenção desse ambiente de negociações pontuais, seletivas e de ritmo moderado”, aponta o especialista.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

Continue Reading
Advertisement

Agro MT