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15 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Milho/RS: Colheita avança e chega a 21% da área total semeada – MAIS SOJA

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O tempo estável com precipitação reduzida foi positivo para a colheita, que segue se acelerando em várias regiões. Mesmo em áreas com a umidade elevada dos grãos (acima de 20%), a colheita continua para liberar as áreas ao plantio de soja ainda dentro do calendário da semeadura, que se encerra em 28/01.

Na Campanha, as áreas com irrigação foram beneficiadas pelas chuvas regulares, que ocorreram desde o final de dezembro, permitindo a redução de custos com energia e combustível. Para as lavouras de sequeiro implantadas em setembro, as expectativas não são boas devido à combinação de excesso de chuvas durante seu estabelecimento e estresse hídrico nos períodos críticos de pendoamento e enchimento de grãos.

A cotação do grão se manteve estável no período, sendo ofertados contratos de entrega relativamente curtos, com liquidação em março, garantindo a cotação atual do grão. Em várias localidades, a produtividade está satisfatória. No geral, o aspecto fitossanitário da cultura está muito bom. Estima-se o cultivo de 785.030 hectares e produtividade de 7.370 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.

O mapa de ocorrência da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) no Rio Grande do Sul, referente ao período de 12 a 18/01/26, evidencia ampla presença do inseto em diferentes regiões do Estado, com destaque para os pontos em vermelho, que indicam locais com alta ocorrência populacional. Esses registros demonstram pressão significativa da praga, o que aumenta o risco de disseminação do complexo de enfezamentos, especialmente em áreas com lavouras em estádios iniciais. Diante desse cenário, alerta-se os produtores que já implantaram ou estão em fase de implantação do milho safrinha para que intensifiquem o monitoramento.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita continua intensa na Fronteira Oeste, beneficiada pela ausência de chuvas significativas e pelas altas temperaturas, que aceleram a perda de umidade nos grãos. Em São Borja, as produtividades nas áreas irrigadas estão muito boas, entre 12.000 e 13.800 kg/ha nos cultivos com maior investimento.

As lavouras de sequeiro implantadas em agosto indicam produtividade entre 4.800 e 8.400 kg/ha, demonstrando satisfatória resposta a maiores níveis de investimento e evidenciando o caráter aleatório da distribuição das chuvas durante a fase reprodutiva. Em São Gabriel, os cultivos implantados na primeira janela de plantio de setembro estão em plena fase de enchimento de grãos, demonstram bom potencial produtivo e espigas com elevado número de grãos por fileira. As lavouras implantadas em novembro e na primeira quinzena de dezembro também foram beneficiadas pelas chuvas das últimas semanas, recuperando o
ritmo de crescimento após o estresse hídrico no início do ciclo e respondendo satisfatoriamente à aplicação da adubação nitrogenada de cobertura.

Na de Caxias do Sul, o plantio está concluído. Muitas áreas estão bem avançadas na formação de espigas, com rápido desenvolvimento após a floração. As plantas se encontram sadias. As chuvas do período favoreceram a incidência de cigarrinhas. Os produtores estão efetuando as adubações de cobertura e realizando tratamentos preventivos de inseticida misturado ao herbicida.

Na de Frederico Westphalen, cerca de 20% da cultura está em fase de enchimento de grãos, 60% em maturação e 20% colhidos. Na de Ijuí, a cultura está em final de ciclo, e aproximadamente 50% em estágio de maturação de grãos. Os produtores têm realizado a colheita mesmo com alta umidade nos grãos para anteciparem a liberação das áreas para a semeadura de outras culturas. Em Santo Augusto, as primeiras lavouras colhidas de sequeiro apresentam rendimento médio de 8.100 kg/ha, com umidade nos grãos de 28%, muito acima do ideal para trilha e debulha, adiando a colheita para a última semana de janeiro. Em Tenente Portela, a produtividade obtida varia entre 6.600 e 7.500 kg/ha. Em Ibirubá, a colheita não foi possível devido à umidade dos grãos estar acima de 30%.

Na de Pelotas, mais de 46.000 hectares foram semeados, ou seja, 86% da área prevista. Na de Santa Rosa, estão cultivados atualmente 150.911 hectares, área superior à do ano passado, devido principalmente a políticas de incentivo, como Milho 100%. A expectativa atual de produtividade está em torno de 7.996 kg/ha. Encontram-se 3% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 1% em floração, 8% em enchimento de grãos, 39% em maturação e 49% colhidos. As condições climáticas de tempo seco e vento constante auxiliaram na perda de umidade dos grãos e na realização da colheita. Em Cerro Largo, os rendimentos variam entre 6.000 e 7.200 kg/ha. Em Garruchos, os produtores relatam boa produtividade das áreas irrigadas, superando 11.000 kg/ha na maior parte das lavouras. As
áreas de sequeiro tiveram rendimentos de cerca de 50% do estimado nas áreas irrigadas evidenciando o resultado do uso dessa tecnologia para a produção do cereal.

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Na de Soledade, há registros de produtividade entre 6.120 e 8.400 kg/ha. Os grãos colhidos são de ótima qualidade, mas possuem alta umidade. As lavouras semeadas no período intermediário e tardio do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) possuem ótimo desempenho vegetativo e reprodutivo em virtude das chuvas regulares dos últimos períodos. A semeadura já atinge 93% da área planejada. Estão 30% dos cultivos em desenvolvimento vegetativo, 5% em florescimento, 30% em enchimento de grãos e 35% em maturação.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,40%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 62,27 para
R$ 61,40.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Por que a umidade do solo é tão importante para a eficácia dos herbicidas pré-emergentes? – MAIS SOJA

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O uso de herbicidas pré-emergentes tem se tornado uma ferramenta importante para a manutenção do potencial produtivo das culturas agrícolas, contribuindo para o controle dos fluxos de emergência das plantas daninhas (Figura 1). Esses herbicidas atuam principalmente sobre sementes em processo de germinação e plântulas em desenvolvimento, comprometendo a germinação, o crescimento inicial e a emergência das plantas daninhas suscetíveis. Essa estratégia contribui para reduzir a infestação de plantas daninhas, favorecer o estabelecimento inicial da cultura e diminuir a pressão de controle em pós-emergência da lavoura.

Figura 1. Fluxos de emergência de plantas daninhas, com diferentes espécies emergindo em distintos períodos do ciclo de desenvolvimento.

Embora os benefícios do uso de herbicidas pré-emergentes sejam expressivos, sua eficácia depende de um posicionamento adequado, que exige conhecimento sobre a dinâmica dos produtos no solo, sua seletividade, seu efeito residual e as condições ambientais necessárias para seu funcionamento. Entre os fatores que influenciam o desempenho desses herbicidas, destaca-se a umidade do solo. Além das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo e das características físico-químicas do produto, é fundamental considerar as condições de umidade no planejamento das aplicações.

Após a aplicação, muitos herbicidas pré-emergentes precisam ser disponibilizados na solução do solo para que possam entrar em contato com as estruturas suscetíveis das plantas daninhas em germinação e emergência. A água favorece a dissolução e a distribuição dos ingredientes no solo, onde ocorre grande parte da germinação das sementes. Em condições de baixa umidade, essa disponibilização pode ser limitada, comprometendo a ativação do herbicida e reduzindo sua eficiência de controle. Nesse contexto, o posicionamento dos pré-emergentes deve considerar não apenas as espécies de plantas daninhas presentes e o histórico da área, mas também a umidade do solo, a previsão de chuvas e as características do solo e do herbicida utilizado (HRAC-BR, 2026).

Em condições de baixa umidade, a menor dissolução do ingrediente ativo pode limitar sua disponibilidade na solução do solo e, consequentemente, seu contato com as estruturas vegetais suscetíveis. Com isso, o controle pode ser irregular, favorecendo novos fluxos de emergência. Por outro lado, o excesso de chuva também exige atenção. Dependendo das propriedades do herbicida, da textura do solo, do teor de matéria orgânica e do volume e da intensidade da precipitação, pode ocorrer movimentação do ingrediente ativo para camadas mais profundas, reduzindo sua concentração na zona de germinação das plantas daninhas. Em determinadas condições, essa movimentação também pode aumentar o risco de fitotoxicidade à cultura.

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Portanto, a umidade do solo e a previsão de chuvas são fatores fundamentais para o adequado posicionamento dos herbicidas pré-emergentes na cultura da soja. Considerar essas variáveis, em conjunto com as características do solo, o histórico de infestação da área e as recomendações de uso de cada produto, contribui para melhorar a eficiência do controle das plantas daninhas e reduzir os riscos de falhas de controle e de danos fitotóxicos à cultura.


Veja mais: Posicionamento de herbicidas pré-emergentes em soja


Referências:

HRAC-BR. DESAFIO DO USO DO PRÉ-EMERGENTE DEVIDO A BAIXA UMIDADE. Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas, 2026. Disponível em: < https://www.hrac-br.org/post/desafio-do-uso-do-pre-emergente-devido-a-baixa-umidade >, acesso em: 14/10/2026.

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Sustentabilidade

El Niño forte acende alerta para soja e pode desafiar regiões produtoras no fim de 2026, aponta StoneX

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O quarto trimestre de 2026 deverá trazer desafios climáticos importantes para o agronegócio global, com destaque para os riscos associados à combinação de um El Niño muito forte, a possível configuração positiva do Dipolo do Oceano Índico (IOD) e temperaturas acima da média no Atlântico tropical. A avaliação integra a análise climática da 37ª edição do Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities da StoneX, divulgada em 8 de outubro.

Segundo a análise, embora a intensidade do El Niño esteja entre as mais expressivas dos últimos anos, o impacto sobre as lavouras dependerá menos dos volumes totais de chuva e mais da distribuição das precipitações, das ondas de calor e do momento em que esses eventos ocorrerem ao longo do ciclo produtivo de cada cultura.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (WMO), o fenômeno já está estabelecido e possui probabilidade próxima de 100% de persistir até fevereiro de 2027. O órgão também alerta para maior ocorrência de extremos climáticos, incluindo calor intenso, eventos de chuva forte e períodos de seca.

“O mercado costuma associar automaticamente o El Niño a determinados padrões climáticos, mas os impactos reais dependem da interação entre diversos fatores oceânicos e atmosféricos. Neste ano, o Dipolo do Oceano Índico e o Atlântico tropical mais aquecido também podem alterar significativamente a forma como a chuva e a temperatura se distribuem sobre as principais regiões produtoras”, afirma Carolina Giraldo, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Brasil concentra pontos de atenção

Para as culturas brasileiras, o relatório destaca cenários bastante distintos entre regiões. No Sul do Brasil, as perspectivas apontam para chuvas acima da média favorecendo, em princípio, o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho. Contudo, o excesso de precipitações poderá dificultar operações de plantio, logística e trânsito de máquinas, exigindo atenção dos produtores.

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Já no Cerrado e na região do Matopiba, a combinação de temperaturas elevadas e precipitações abaixo do ideal em novembro e dezembro desponta como um dos principais riscos climáticos para a safra. Nessas áreas, soja e milho podem enfrentar maior estresse hídrico justamente em etapas sensíveis do desenvolvimento vegetativo das culturas.

“O maior risco para os produtores não é apenas a quantidade de chuva prevista para a estação. A preocupação está na ocorrência de períodos prolongados de calor acompanhados por deficiência hídrica, especialmente nas regiões produtoras do Cerrado e do Matopiba, onde a demanda por água pelas plantas aumenta consideravelmente”, explica Carolina.

O relatório também chama atenção para o café no Sudeste brasileiro. Embora não haja uma indicação clara de déficit pluviométrico para toda a região, as temperaturas mais elevadas previstas para novembro e dezembro podem intensificar o estresse das plantas e afetar etapas importantes do ciclo produtivo.

Para a cana-de-açúcar do Centro-Sul, o cenário é mais favorável, com expectativa de chuvas acima da média e temperaturas próximas ou ligeiramente acima do padrão histórico, condições que tendem a beneficiar o desenvolvimento da cultura desde que não ocorram excessos prolongados de umidade.

Mudanças reforçam complexidade do cenário

A análise destaca que os últimos meses já mostraram evidências da influência do El Niño sobre a América do Sul. Em julho e agosto, Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina registraram volumes de chuva significativamente acima das médias históricas, enquanto regiões mais ao norte do continente tiveram precipitações reduzidas.

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Em setembro, porém, houve uma mudança importante no padrão. São Paulo registrou acumulados de chuva 273% acima da média nos primeiros 23 dias do mês, enquanto o Paraná teve volumes 181% superiores ao normal. Ao mesmo tempo, o Uruguai apresentou uma das condições mais secas já observadas para o período.

Segundo a analista, essa inversão entre agosto e setembro possui poucos precedentes históricos e reforça a necessidade de monitoramento contínuo das condições climáticas, especialmente em anos marcados por fenômenos oceânicos de grande intensidade.

Impactos globais em culturas concorrentes

Além do Brasil, o relatório identifica riscos climáticos relevantes para regiões produtoras que competem diretamente com o país em diferentes mercados agrícolas.

Para soja e milho, Paraguai e Uruguai apresentam perspectivas semelhantes às do Sul brasileiro, com potencial benefício inicial das chuvas, mas também maior risco operacional associado ao excesso de umidade.

No sul da África, produtores de milho deverão enfrentar condições de calor e precipitações limitadas entre novembro e dezembro, cenário que pode comprometer o potencial produtivo da região.

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O mercado global de café também permanecerá atento às condições meteorológicas em importantes origens. Enquanto períodos mais secos podem favorecer a colheita na América Central, México, Colômbia e Vietnã, a persistência de calor combinada à restrição hídrica representa ameaça ao desenvolvimento futuro das lavouras e às próximas floradas.

Já para culturas tropicais, o estudo destaca risco de condições mais quentes para o cacau na Costa do Marfim e em Gana, além de potencial estresse climático para a produção de óleo de palma na Indonésia e Malásia.

No caso do trigo, o cenário merece acompanhamento tanto na Argentina quanto em outros grandes produtores globais, como Índia e Austrália, onde temperaturas elevadas poderão influenciar o desenvolvimento da cultura ao longo do trimestre.

Monitoramento será decisivo

Para a Carolina Giraldo, a principal característica do último trimestre de 2026 será a ausência de um padrão climático único entre as diferentes regiões produtoras. Enquanto algumas áreas poderão enfrentar excesso de chuva, outras estarão expostas ao risco de calor e restrição hídrica.

“O quarto trimestre exigirá acompanhamento constante das condições meteorológicas. Mais do que observar médias trimestrais, será fundamental monitorar mês a mês a evolução das chuvas, das temperaturas e da umidade do solo, porque os impactos para as commodities dependerão diretamente da fase de desenvolvimento ou colheita de cada cultura”, conclui a analista.

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A análise completa está disponível na 37ª edição do Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities da StoneX, elaborado pela equipe de Inteligência de Mercado da empresa.

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Sustentabilidade

Plantio da soja avança em Mato Grosso do Sul com atenção às condições climáticas – MAIS SOJA

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De acordo com o levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, até 9 de outubro, 26,6% da área estimada para a safra de soja 2026/2027 já havia sido semeada, o equivalente a aproximadamente 1,3 milhão de hectares. O percentual representa um avanço de cerca de 10 pontos percentuais em comparação com o mesmo período da safra 2025/2026.

De acordo com o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, as precipitações registradas ao longo da semana variaram de 1 a 225 milímetros, e provocaram impactos nas lavouras. Enquanto a umidade favorece a semeadura e o desenvolvimento das plantas em áreas com volumes menores de chuva, o excesso de precipitação tem causado problemas no estabelecimento inicial da cultura em outras localidades.

“Na região Centro, há registros de selamento superficial do solo, condição que dificulta a emergência das plântulas. Já na região Sudeste, o excesso de chuva tem provocado erosão laminar, com arraste da camada superficial do solo e das sementes, podendo tornar necessário o replantio”.

Apesar dos relatos de problemas em áreas já semeadas, ainda não é possível estimar a extensão dos prejuízos ou a área que poderá precisar de replantio. Por isso, a avaliação das condições de cada talhão é fundamental neste momento.

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“A identificação do estande de plantas, das condições de umidade e da ocorrência de erosão contribui para avaliar a situação da lavoura antes de definir qualquer intervenção”, destaca Lucas.

Mesmo com a redução temporária do ritmo das operações em função das chuvas, o percentual acumulado permanece acima do registrado no ciclo anterior. A região Sul apresenta o plantio mais avançado, com média de 35,7% da área semeada até 9 de outubro. Na região Centro, o índice chega a 17,9%, enquanto a região Norte registra menos de 4,8%.

A evolução das operações nas próximas semanas dependerá das condições climáticas e da possibilidade de retomada dos trabalhos no campo.

Milho 

A colheita do milho segunda safra 2025/2026 foi concluída na maior parte de Mato Grosso do Sul até o fim de setembro. Segundo o levantamento da Aprosoja/MS, apenas áreas pontuais nas regiões Sul-Fronteira e Sudoeste finalizaram as operações no início de outubro.

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A estimativa atual aponta produtividade média de 122,79 sacas por hectare, alta de 13,3% em relação ao ciclo anterior. Com área estimada em 2,206 milhões de hectares, a produção está projetada em 16,253 milhões de toneladas, volume 16,7% superior ao da safra 2024/2025.

O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

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Site: Aprosoja MS

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