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Emater-RS aponta boas condições das lavouras de soja no estado

No Rio Grande do Sul, as lavouras de soja avançam dentro de um cenário considerado favorável, conforme o relatório semanal da Emater-RS divulgado nesta quinta-feira (15). A semeadura já alcançou 97% da área prevista para a safra, enquanto 21% das lavouras encontram-se em fase de floração e 5% em enchimento de grãos, indicando bom ritmo de desenvolvimento da cultura.
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Segundo o levantamento, os produtores aproveitaram as condições climáticas favoráveis para intensificar aplicações de fungicidas, com foco na manutenção da sanidade das plantas e na prevenção de doenças. As chuvas registradas no período foram benéficas para a soja, criando um ambiente adequado ao crescimento vegetativo e reprodutivo.
A Emater destaca ainda que os solos permanecem com níveis satisfatórios de umidade em praticamente todo o Estado, fator que tem contribuído para o desenvolvimento acelerado das lavouras. Houve necessidade de replantios pontuais em áreas que apresentaram problemas de emergência ou tombamento de plantas, em decorrência do excesso de chuvas observado nas semanas anteriores.
De maneira geral, a formação das lavouras é considerada satisfatória até o momento. Para a safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica cultivo de 6.742.236 hectares de soja e produtividade média estimada em 3.180 quilos por hectare, reforçando expectativas positivas para o ciclo atual.
Com informações da Safras & Mercado.
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Chuvas intensas desafiam colheita de soja em MT, alerta Aprosoja

A colheita de soja em Mato Grosso enfrenta dificuldades na safra 2025/26 devido ao excesso de chuvas registrado nas últimas semanas. O alerta é da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), que aponta impactos operacionais, riscos à qualidade dos grãos e reflexos financeiros para os produtores.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, até 6 de fevereiro, 39,61% da área prevista havia sido colhida no estado, avanço de 11,03 pontos percentuais em relação à semana anterior. Nos últimos quinze dias, os acumulados de chuva variaram entre 90 mm e 150 mm em diversas regiões produtoras, elevando a preocupação no campo.
O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destaca que o volume elevado de precipitações compromete o andamento dos trabalhos. “O excesso de chuva prejudica as operações de colheita, dificulta o acesso das máquinas às áreas e pode causar perda de peso e qualidade do grão. Além disso, o plantio ocorreu em um período mais alongado, o que deve resultar em uma colheita mais tardia em algumas regiões, impactando também a janela ideal para o milho segunda safra”, afirma.
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O diretor administrativo da entidade, Diego Bertuol, ressalta que os atrasos no plantio e, agora, na colheita, dificultam o cumprimento de contratos previamente firmados. Segundo ele, o cenário compromete o fluxo de caixa no início da safra, período estratégico para a organização financeira das propriedades, e aumenta a dificuldade para honrar compromissos financeiros.
Outro ponto de atenção é a maior pressão de pragas e doenças nas áreas de ciclo mais tardio, como percevejo, mosca-branca e ferrugem asiática, fatores que podem comprometer a produtividade, especialmente nas lavouras colhidas no fim da janela ideal.
No município de Vera, o produtor Sandro Mick relata que a situação exige decisões difíceis diariamente. Enquanto alguns produtores já colheram cerca de 80% da área, outros ainda mantêm aproximadamente metade da produção no campo e enfrentam dificuldades para avançar. Ele afirma que, desde o início da semana, as máquinas não conseguem entrar na lavoura em razão da umidade e que, quando o tempo firma, a colheita ocorre com grãos apresentando umidade próxima de 30%, o que também traz riscos de perdas.
Milho
O plantio do milho já alcançou mais de 28% da área prevista, índice superior ao registrado no mesmo período do ano passado, mas a tendência é de desaceleração nas próximas semanas caso o atraso na colheita da soja persista. As projeções climáticas indicam novos acumulados de chuva, o que pode limitar temporariamente o avanço das máquinas, estreitar a janela ideal da segunda safra e exigir ainda mais planejamento dos produtores para reduzir riscos e preservar o potencial produtivo das lavouras.
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Agro Mato Grosso
Chuvas provocam 3 acidentes envolvendo veículos de carga no mesmo dia em MT

Os casos ocorreram nas rodovias MT-100, MT-235 e E-60, em diferentes regiões do estado. Os tombamentos deixaram animais mortos, motorista ferido e pistas tomadas por lama e carga espalhada.
Três acidentes envolvendo caminhões e carretas foram registrados nesta quinta-feira (12) em ruma rodovia e outras duas estradas de Mato Grosso, após trechos ficarem escorregadios e em más condições por causa da chuva. Os casos ocorreram nas rodovias MT-100, MT-235 e E-60, em diferentes regiões do estado.
Os tombamentos deixaram animais mortos, motorista ferido e pistas tomadas por lama e carga espalhada. Confira os casos abaixo:
🐂 MT-100
O caminhão que transbordava gado acabou tombando devido as condições da estrada, deixando três animais mortos e cinco feridos. O veículo transbordava cerca de 55 animais, e a queda ocasionou um prejuízo de cerca de R$150 mil reais.
O representante da empresa que realizava o transporte afirmou que a estrada está em um estado crítico de conservação.
“É uma estrada muito crítica, né? Como choveu e existe uma má conservação da estrada, facilita o tombamento. No local tinha muito barro, estava muito lisa. A carreta foi tombando para o lado, chegou em um barranco e tombou”, afirmou o representante da empresa.
Em nota, a prefeitura de Araguaiana afirmou que enviou equipes para auxiliar no resgate e que obras já estavam sendo realizadas no trecho.
“Informamos que assim que tomamos conhecimento do ocorrido, na tarde de ontem (12), enviamos imediatamente uma equipe ao local para averiguar a situação e prestar todo o apoio necessário. Ressaltamos que, desde o início da semana, a Secretaria de Obras já vinha realizando trabalhos de apoio e manutenção das estradas, com o objetivo de facilitar a retirada do gado do município e garantir melhores condições de trafegabilidade”, afirmou.
🛣️ MT- 235
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Com o tombamento, resíduos de soja se espalharam pelo acostamento. O material se misturou à água acumulada na pista, formando lama e dificultando o resgate. — Foto: Reprodução
A pista da MT-235, ficou completamente cheia de lama após um caminhão de soja tombar próximo ao Rio Sucuruína, em Campo Novo do Parecis, a 402 km de Cuiabá, nesta quinta-feira (12). Com o tombamento, resíduos de soja se espalharam pelo acostamento. O material se misturou à água acumulada na pista, formando lama e dificultando o resgate do motorista, que ficou com a perna presa na cabine.
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso foi acionado por volta das 13h para atender à ocorrência. No local, os militares encontraram o motorista consciente e orientado, mas preso às ferragens.
O motorista apresentava um corte na cabeça e recebeu curativo para conter o sangramento. Com apoio de terceiros e o uso de um caminhão, os bombeiros elevaram a cabine e conseguiram liberar a perna da vítima.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava no local e assumiu o atendimento médico. Após ser estabilizado, o motorista foi levado para uma unidade de saúde.
🛣️Rodovia E-60
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A rodovía E60 que dá acesso à comunidade indígena da reserva do Xingu ficou alagada em MT
Uma carreta tombou na rodovia E60, que dá acesso à zona rural e a uma comunidade indígena da reserva do Xingu, entre os municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá, no norte de Mato Grosso. O acidente ocorreu nesta quinta-feira (12), após a estrada ficar alagada.
A prefeitura de Matupá, à 696 km de Cuiabá, responsável pela manutenção do trecho, decretou situação de emergência no município devido às fortes chuvas que comprometeram as estradas rurais e escolas da região.
Agro Mato Grosso
VÍDEO: carreta tomba após estrada de acesso a fazendas e comunidade indígena ficar alagada em MT

Carreta estava transportando adubo para uma fazenda, quando tombou a cerca de 6 km do destino. O município decretou situação de emergência devido às chuvas.
Uma carreta tombou na rodovia E60, que dá acesso à zona rural e a uma comunidade indígena da reserva do Xingu, entre os municípios de Peixoto de Azevedo e Matupá, no norte de Mato Grosso. O acidente ocorreu nesta quinta-feira (12), após a estrada ficar alagada.
A prefeitura de Matupá, à 696 km de Cuiabá, responsável pela manutenção do trecho, decretou situação de emergência no município devido às fortes chuvas que comprometeram as estradas rurais e escolas da região.
Em um vídeo gravado por um morador da região, é possível ver a carreta avançando pela estrada enquanto a água já cobre parte dos pneus. Em seguida, o veículo parece atingir um buraco e começa a tombar lentamente, até que a lateral fica completamente submersa. O motorista conseguiu sair pela janela do veículo (assista abaixo).
Conforme o município, equipes foram enviadas para a rodovia e outras vias do interior para realizar serviços de manutenção, como colocação de cascalho e limpeza da pista. No entanto, em alguns trechos, o acúmulo de água impossibilita o trabalho, segundo a prefeitura. A recomendação é utilizar a MT-322 e outras rotas alternativas.
O engenheiro agrônomo Kevin Maier, que trabalha em uma fazenda do município, contou que as chuvas são recorrentes, mas desta vez foram mais intensas, começando na noite de quarta-feira (11) e seguindo até esta sexta (13).
Segundo ele, próximo ao local onde a carreta tombou há uma ponte que costuma ficar alagada em períodos de chuva. Dessa vez, no entanto, toda a estrada ficou intransitável, como mostram as imagens de drone registradas na região.
“Até ontem ainda era possível passar pelo trecho que dá acesso à nossa fazenda. Mas é justamente ali que deságua toda a chuva da região. Hoje a água chegou com força e estamos ilhados”, relatou.
Maier explicou ainda que a carreta transportava adubo destinado à fazenda onde trabalha, mas acabou tombando a cerca de 6 km do destino.
VIDEO:
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