Agro Mato Grosso
Município de MT fica em 3º lugar entre os principais destinos naturais do Brasil em 2026

Levantamento nacional aponta cidade de MT como referência em ecoturismo e preservação ambiental; Três destinos de Mato Grosso entraram no ranking.
Barra do Garças conquistou a 3ª colocação no ranking dos 15 principais destinos para visitar no Brasil em 2026, divulgado pela plataforma PlanetaExo. Mato Grosso também aparece na lista com outros dois destaques: o Pantanal mato-grossense e o município de Nobres.
O levantamento tem como foco destinos com forte potencial para o ecoturismo, levando em conta critérios como preservação ambiental, diversidade de biomas e a oferta de experiências voltadas ao turismo sustentável.
Na 8ª posição do ranking, o Pantanal de Mato Grosso é reconhecido internacionalmente pela rica biodiversidade e pelas experiências de observação da fauna, como os safáris fotográficos, além de iniciativas voltadas à conservação ambiental. Já Nobres, que ocupa o 10º lugar, integra a lista graças às águas cristalinas e às atividades de flutuação e mergulho, que atraem turistas de diversas regiões do país.
Entre os destaques do estado, Barra do Garças se sobressai pela combinação de paisagens naturais e atrativos únicos. O município reúne cachoeiras, trilhas, rios e formações rochosas, que atraem visitantes em busca de aventura e contato direto com a natureza.
Além disso, a cidade é conhecida pelo turismo místico e ufológico, com referência ao aeroporto de discos voadores localizado na Serra do Roncador, região cercada por histórias e mistérios.
Barra do Garças

Saiba o que transformou Barra do Garças (MT) em cidade ufológica
O município fica ao sul da Serra do Roncador, às margens do rio Araguaia. No Parque Estadual da Serra Azul, perto dali, há cachoeiras, trilhas e sítios arqueológicos como a Caverna dos Pezinhos, com marcas de pés na pedra.
No Vale do Sonho, perto do Bico da Serra, viveu Udo Luckner. Ele fundou o Monastério Teúrgico do Roncador e disse ter encontrado a entrada da cidade subterrânea de Letha, onde fica a Gruta da Estrela Azul, cheia de inscrições nas pedras.
A área entre o rio das Garças e a Chapada dos Guimarães tem paisagens marcadas por morros, cachoeiras, rios e grutas. A etnia Boe-Bororo vive ali e mantém tradições antigas. A beleza do lugar e os sítios arqueológicos atraem turistas e pesquisadores.
Ralph Reis, que trabalha como guia de turismo há 17 anos em Barra do Garças, comenta que o melhor momento para visitar a cidade é durante a temporada de praia em julho.
Se quer o local tranquilo se programe para visitar os pontos turísticos no meio de semana. A cidade tem uma boa opção de gastronomia e rede hoteleira na cidade”, exaltou.
A região tem valor histórico e cultural. Os Boe-Bororo preservam rituais e costumes antigos. A mistura de natureza, história e espiritualidade atrai visitantes do Brasil e do mundo.Conhecida pelos mistérios e relatos de desaparecimento repentino, o município de Barra do Garças (MT), guarda suspenses que há décadas permanecem sem respostas lógicas. Um dos casos mais falado na cidade é o avistamento de objetos voadores desconhecidos, tremores de terra em uma serra e visitantes não-terráqueos na região.
Com tantos relatos de luzes e OVNIs, o Parque Serra Azul ficou conhecido como local de visita de alienígenas. A fama cresceu tanto que a prefeitura construiu um discoporto, um aeroporto simbólico para naves de outro planeta.
Então, em 1995, a cidade criou por lei o discoporto, com cinco hectares no parque. A ideia foi do vereador Valdon Varjão. Ele viu nos relatos sobre luzes e OVNIs uma chance de atrair turistas para a cidade.
Apesar de nunca ter recebido naves (pelo menos não oficialmente), o discoporto é um símbolo para visitantes e fortalece o turismo ufológico.
Agro Mato Grosso
Vendas de soja em Mato Grosso chegam a quase 100% da safra 2024/25

As vendas de soja da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiram 99,44% da produção em dezembro de 2025, um aumento de 0,98% em relação a novembro, segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado na segunda-feira (12).
Apesar do avanço, o índice ainda ficou 0,30% abaixo do registrado no mesmo período da safra anterior (2023/24). O relatório aponta que a queda mensal de 3,86% no preço da soja, que fechou dezembro cotada em média a R$ 116,46 por saca, influenciou o ritmo das negociações.
Para a safra 2025/26, as comercializações chegaram a 44,14% da produção estimada ao final de dezembro, representando um avanço de 5,73% em relação a novembro. O início da colheita e as boas condições das lavouras em grande parte do estado contribuíram para a expansão das vendas, com preço médio mensal de R$ 108,41 por saca, queda de 2,09% em comparação com o mês anterior.
O Imea também registrou as primeiras vendas da safra 2026/27, que atingiram 0,76% da produção estimada em dezembro, volume 0,50% maior que o observado no mesmo período da safra anterior.
No mercado internacional, o preço da soja na Bolsa de Chicago subiu 0,82% na semana, impulsionado pelas expectativas sobre o novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. No mercado doméstico, o dólar Ptax recuou 2,04%, enquanto o indicador Cepea fechou o período em queda de 4,88%, cotado a R$ 134,99 por saca.
Agro Mato Grosso
Sema aprova mais de mil projetos para recuperação de 50 mil hectares

Do total de áreas a serem recuperadas, 16,2 mil ha estão localizados em Áreas de Preservação Permanente (APP) e 34,5 mil ha em Áreas de Reserva Legal.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) firmou 1.271 termos de compromisso para recuperação de mais de 50 mil hectares em propriedades rurais no ano de 2025. Os resultados foram intensificados após implantação do CAR Digital 2.0, em junho do ano passado.
São acordos em que o proprietário da área se compromete a efetuar a recuperação mediante a execução do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas ou Alteradas (Prada), já aprovado pelo órgão ambiental
Do total de áreas a serem recuperadas, aproximadamente 16,2 mil hectares estão localizados em Áreas de Preservação Permanente (APP) e 34,5 mil hectares em Áreas de Reserva Legal (ARL).
“No ano passado, obtivemos avanços consistentes na agenda da regularização ambiental. Além do lançamento do CAR Digital 2.0, que trouxe a automação da análise do CAR e um modelo de retificação de informação do cadastro mais inteligente, implementamos a gratificação por produtividade na Coordenadoria do CAR, assegurando ao aumento da validação de cadastros e de projetos de regularização ambiental”, ressaltou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
No processo de regularização ambiental, a recuperação é exigida quando são identificados passivos ambientais. São situações em que o proprietário do imóvel rural não atende aos limites e percentuais estabelecidos no Código Florestal referentes às áreas de reserva legal e de preservação permanente.
Eventuais irregularidades também podem ser constatadas nas ações de fiscalização e monitoramento ambiental, realizadas em tempo real. Mesmo em imóveis já regularizados, se houver alguma mudança na área é preciso realizar a retificação do cadastro ambiental rural.
Ainda na agenda da regularização ambiental, em 2025 o Governo de Mato Grosso lançou dois novos módulos no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural: o Simcar Assentamento e o Simcar Compensação.
O módulo Simcar Assentamento possibilita a emissão automática de todos os CAR´s em assentamento rural, mediante a inserção dos dados pelo Incra ou Intermat. Já o Simcar Compensação permite a regularização de reservas legais desmatadas antes de julho de 2008, mediante doação ao Estado de áreas em unidades de conservação de domínio público que estejam pendentes de regularização ou mediante servidão em propriedades privadas.
Agro Mato Grosso
Exportações de algodão batem recorde histórico e sustentam mercado brasileiro

Enquanto o mercado interno de algodão em pluma segue marcado por baixa liquidez, o ritmo das exportações brasileiras permanece intenso e em níveis históricos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostram que o Brasil embarcou 452,49 mil toneladas de algodão em dezembro de 2025, o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.
No acumulado de 2025, o desempenho externo também foi recorde. As vendas internacionais somaram 3,026 milhões de toneladas, volume 9,1% superior ao de 2024, que até então detinha o maior resultado da história. O avanço consolida o Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra, impulsionado pela competitividade do produto nacional no mercado internacional.
Apesar do forte desempenho nas exportações, o mercado doméstico apresenta recuperação lenta. Pesquisadores do Cepea explicam que os negócios internos têm sido retomados gradualmente, em um ambiente ainda cauteloso por parte dos compradores. A recente queda da taxa de câmbio reduziu a paridade de exportação, o que, na prática, diminuiu o interesse comprador no mercado interno.
Esse cenário reforça um contraste importante no setor: enquanto os contratos externos seguem garantindo escoamento e sustentação à cadeia produtiva, as negociações domésticas avançam em ritmo mais moderado, aguardando sinais mais claros de demanda e ajustes nos preços.
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