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6 de novembro de 2026

Agro Mato Grosso

Município de MT fica em 3º lugar entre os principais destinos naturais do Brasil em 2026

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Barra do Garças conquistou a 3ª colocação no ranking dos 15 principais destinos para visitar no Brasil em 2026, divulgado pela plataforma PlanetaExo. Mato Grosso também aparece na lista com outros dois destaques: o Pantanal mato-grossense e o município de Nobres.

O levantamento tem como foco destinos com forte potencial para o ecoturismo, levando em conta critérios como preservação ambiental, diversidade de biomas e a oferta de experiências voltadas ao turismo sustentável.

Na 8ª posição do ranking, o Pantanal de Mato Grosso é reconhecido internacionalmente pela rica biodiversidade e pelas experiências de observação da fauna, como os safáris fotográficos, além de iniciativas voltadas à conservação ambiental. Já Nobres, que ocupa o 10º lugar, integra a lista graças às águas cristalinas e às atividades de flutuação e mergulho, que atraem turistas de diversas regiões do país.

Entre os destaques do estado, Barra do Garças se sobressai pela combinação de paisagens naturais e atrativos únicos. O município reúne cachoeiras, trilhas, rios e formações rochosas, que atraem visitantes em busca de aventura e contato direto com a natureza.

Além disso, a cidade é conhecida pelo turismo místico e ufológico, com referência ao aeroporto de discos voadores localizado na Serra do Roncador, região cercada por histórias e mistérios.

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Barra do Garças

 

Saiba o que transformou Barra do Garças (MT) em cidade ufológica

Saiba o que transformou Barra do Garças (MT) em cidade ufológica

O município fica ao sul da Serra do Roncador, às margens do rio Araguaia. No Parque Estadual da Serra Azul, perto dali, há cachoeiras, trilhas e sítios arqueológicos como a Caverna dos Pezinhos, com marcas de pés na pedra.

No Vale do Sonho, perto do Bico da Serra, viveu Udo Luckner. Ele fundou o Monastério Teúrgico do Roncador e disse ter encontrado a entrada da cidade subterrânea de Letha, onde fica a Gruta da Estrela Azul, cheia de inscrições nas pedras.

A área entre o rio das Garças e a Chapada dos Guimarães tem paisagens marcadas por morros, cachoeiras, rios e grutas. A etnia Boe-Bororo vive ali e mantém tradições antigas. A beleza do lugar e os sítios arqueológicos atraem turistas e pesquisadores.

Ralph Reis, que trabalha como guia de turismo há 17 anos em Barra do Garças, comenta que o melhor momento para visitar a cidade é durante a temporada de praia em julho.

Se quer o local tranquilo se programe para visitar os pontos turísticos no meio de semana. A cidade tem uma boa opção de gastronomia e rede hoteleira na cidade”, exaltou.

A região tem valor histórico e cultural. Os Boe-Bororo preservam rituais e costumes antigos. A mistura de natureza, história e espiritualidade atrai visitantes do Brasil e do mundo.Conhecida pelos mistérios e relatos de desaparecimento repentino, o município de Barra do Garças (MT), guarda suspenses que há décadas permanecem sem respostas lógicas. Um dos casos mais falado na cidade é o avistamento de objetos voadores desconhecidos, tremores de terra em uma serra e visitantes não-terráqueos na região.

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Com tantos relatos de luzes e OVNIs, o Parque Serra Azul ficou conhecido como local de visita de alienígenas. A fama cresceu tanto que a prefeitura construiu um discoporto, um aeroporto simbólico para naves de outro planeta.

Então, em 1995, a cidade criou por lei o discoporto, com cinco hectares no parque. A ideia foi do vereador Valdon Varjão. Ele viu nos relatos sobre luzes e OVNIs uma chance de atrair turistas para a cidade.

Apesar de nunca ter recebido naves (pelo menos não oficialmente), o discoporto é um símbolo para visitantes e fortalece o turismo ufológico.

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Agro Mato Grosso

MT intensifica combate ao bicudo na reta final da safra de algodão

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Com o beneficiamento do algodão entrando na reta final em Mato Grosso, a atenção do setor produtivo se volta para o controle do bicudo-do-algodoeiro. Na última semana de outubro, a incidência da praga aumentou na maioria das regiões do estado, segundo levantamento do IMAmt, braço técnico da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Imea.

O cenário levou a Ampa a reforçar o alerta aos agricultores sobre a necessidade de manter as medidas de combate ao inseto mesmo durante o desenvolvimento da soja. As tigueras, plantas voluntárias de algodão que nascem entre as lavouras de grãos, servem de abrigo e alimento para o bicudo. Por isso, a recomendação é eliminar esses focos imediatamente, manter as armadilhas ativas e recorrer à aplicação de inseticidas quando necessário.

Nas unidades de beneficiamento, os trabalhos também se aproximam da conclusão. A maior parte das algodoeiras já processou entre 65% e 80% da produção, enquanto algumas instalações da região Centro-Leste atingiram 97% do volume previsto.

Plantio da soja chega a 89%

Paralelamente aos cuidados fitossanitários, Mato Grosso se aproxima da conclusão da semeadura da soja 2026/27. Até 30 de outubro, a operação havia alcançado 89,05% da área estimada, favorecida pelo retorno das chuvas em regiões que enfrentavam maior irregularidade climática, como o Noroeste do estado.

Com as lavouras apresentando bom desenvolvimento, o ritmo da semeadura contribui para o planejamento da próxima etapa do calendário agrícola. A conclusão dos trabalhos dentro do período adequado é importante para assegurar condições mais favoráveis ao cultivo do milho e do algodão de segunda safra no início do próximo ano.

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O processamento da fibra, a proximidade do fim da semeadura e a vigilância contra o bicudo marcam a transição entre as etapas da produção agrícola em Mato Grosso. Nesse período, o cumprimento das recomendações fitossanitárias e a atenção aos prazos de cultivo são fundamentais para preservar o potencial produtivo da próxima temporada.

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Agro Mato Grosso

MT lidera o Brasil na produção de biomassa nativa e salto impressiona entre 2021 e 2025

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Levantamento do IBGE aponta que participação do estado no cenário nacional saltou de 8,2% para 21,5%, impulsionada pelo uso nas caldeiras das agroindústrias.

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Agro Mato Grosso

Grupo de teatro de MT leva Amazônia, Cerrado e Pantanal a festival internacional na África

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O grupo mato-grossense Tibanaré leva os três biomas de Mato Grosso ao palco de um festival internacional de teatro em Cabo Verde, na África. Com a Amazônia, Cerrado e Pantanal em foco, a companhia foi selecionada para apresentar o espetáculo infantojuvenil Fubá Play na 32ª edição do Festival Internacional de Teatro do Mindelo (Mindelact 2026), realizada entre os dias 2 e 7 de novembro, na ilha de São Vicente.

A montagem tem cenário inspirado na diversidade ambiental do estado e mistura teatro, tecnologia e jogos interativos. Durante a apresentação, as crianças participam de votações que definem os rumos da história e influenciam as ações do personagem, as imagens projetadas e a trilha sonora.

O espetáculo acompanha Fubá, protagonista que vive em uma casa-bolha tecnológica e enfrenta desafios ao longo da narrativa. As escolhas do público interferem diretamente no desenvolvimento das cenas.

A apresentação marca o retorno do grupo ao festival. Na edição anterior, o Tibanaré levou ao evento o espetáculo ‘Fiu Fiu – Um encontro entre pássaros’, que combina teatro e dança sem diálogos.

Trajetória internacional

Fundado em 2006, em Mato Grosso, o Grupo Tibanaré desenvolve trabalhos que misturam teatro, palhaçaria, dança e outras linguagens artísticas.

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O Mindelact é um dos principais encontros de artes cênicas da África de língua portuguesa e reúne artistas e companhias de diferentes países. A seleção é resultado de uma articulação iniciada no Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR) 2025, realizado em Fortaleza (CE).

O encontro reúne profissionais do setor cultural e cria oportunidades para a circulação de produções brasileiras no exterior. Além das participações no Mindelact, a companhia já esteve em feiras internacionais de artes cênicas no Chile e nos Estados Unidos e em festivais na Turquia, China, Chile e Angola.

A viagem conta com apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), que custeou as passagens aéreas. O festival não cobre as despesas de deslocamento dos artistas.

Grupo Tibanaré encena 'Tomara que Chova' no palco do programa É Bem Mato Grosso, em 2015

Grupo Tibanaré encena ‘Tomara que Chova’ no palco do programa É Bem Mato Grosso, em 2015

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