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4 de maio de 2026

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Como a semana da soja terminou? Confira os negócios do dia

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com registro de negócios pontuais e baixa movimentação. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, janeiro segue com poucas ofertas, enquanto os compradores permanecem à espera do avanço da colheita e da entrada de produto a preços mais baixos a partir de fevereiro.

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De acordo com Silveira, o ambiente externo apresentou leve volatilidade, com dólar em queda e prêmios positivos. Ainda assim, os preços internos passaram por ajustes limitados, com predominância de ofertas nominais e cotações variando entre estabilidade e leves recuos. “Foi um cenário de poucos ajustes, sem força para sustentar preços mais firmes”, observa.

O analista destaca que a movimentação foi reduzida tanto nos portos quanto no segmento industrial. Nesse contexto, o produtor começa a concentrar sua atenção no andamento da colheita e nas condições climáticas nas próximas semanas.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 134,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 116,50 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00

Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira com comportamento misto na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), próximos da estabilidade. As primeiras posições registraram altas, enquanto os vencimentos mais longos recuaram levemente. No balanço semanal, o desempenho foi positivo.

A alta do petróleo e sinais de demanda aquecida pela soja norte-americana, especialmente por parte da China, sustentaram os preços durante boa parte do pregão. No entanto, o cenário de ampla oferta global, com expectativa de boa safra sul-americana, além dos ajustes que antecedem o relatório de janeiro do USDA, limitaram os ganhos no fechamento.

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Exportadores privados dos Estados Unidos reportaram ao USDA a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2025/26.

O mercado aguarda que o relatório de janeiro do USDA indique redução na projeção da safra norte-americana 2025/26, enquanto os estoques de passagem devem ser revisados para cima. Analistas internacionais estimam corte na produção dos Estados Unidos de 4,253 bilhões para 4,232 bilhões de bushels, com estoques finais projetados em 301 milhões de bushels.

No cenário global, a expectativa é de estoques finais mundiais de soja em 2025/26 em torno de 123,1 milhões de toneladas, acima das 122,4 milhões indicadas em dezembro. Já os estoques trimestrais norte-americanos em 1º de dezembro devem ficar acima do volume registrado em igual período de 2024, segundo projeções do mercado.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,44%, cotado a R$ 5,3658 para venda e R$ 5,3638 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3527 e a máxima de R$ 5,3982. No acumulado da semana, o dólar registrou desvalorização de 1,00%.

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Exportações de soja crescem 5,9% no primeiro trimestre, segundo Conab

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Foto: R.R. Rufino/Embrapa

As exportações brasileiras de soja avançaram no primeiro trimestre de 2026 e já superam em 5,92% o volume embarcado no mesmo período de 2025. O movimento acompanha o ritmo da colheita, que já atinge cerca de 88,1% da área cultivada, segundo o Boletim Logístico de abril da Companhia Nacional de Abastecimento.

No caso do milho, o crescimento é ainda mais expressivo: os embarques acumulados até março registram alta de 15,25% na comparação anual. Para a primeira safra, a colheita já ultrapassa metade da área plantada.

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O escoamento de grãos segue concentrado nas regiões Centro-Oeste e Sul, com destaque para Mato Grosso, principal estado exportador.

Para a soja, o Arco Norte respondeu por 39% dos embarques no trimestre. Na sequência aparecem o porto de Santos (SP), com 36,2%, e Paranaguá (PR), com 18,3%.

No milho, o padrão se repete. O Arco Norte lidera com 34,9% das exportações, seguido por Santos (29,1%) e Rio Grande (RS), com 16%.

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Fretes sobem com avanço da colheita

O aumento no volume transportado impactou diretamente os custos logísticos. Segundo a Conab, os fretes subiram nas principais rotas do país, pressionados pela demanda e por fatores como combustível e gargalos operacionais.

No Centro-Oeste, Goiás registrou as maiores altas, com fretes até 35% mais caros em rotas com origem em Cristalina. Em Mato Grosso, o avanço da colheita no Vale do Araguaia elevou os custos em até 10%, mesma variação observada em Mato Grosso do Sul.

No Distrito Federal, os preços subiram até 12%, acompanhando o pico da colheita da soja.

Sudeste e Sul também registram alta nos custos

No Paraná, os fretes aumentaram até 11%, com destaque para a região de Ponta Grossa, impactada por custos operacionais e combustíveis.

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Em São Paulo, as tarifas subiram até 30% em relação a março, enquanto Minas Gerais registrou elevação mais moderada, de até 10%. No caso do café, o transporte voltou a ganhar força, especialmente em rotas para o sul mineiro.

Com o deslocamento de transportadores para o Centro-Oeste, o Nordeste também apresentou elevação nos fretes. No oeste da Bahia, região produtora de soja, os valores subiram até 19%.

O Maranhão registrou a maior alta percentual, com aumento de até 23%, principalmente no escoamento da soja no sul do estado. Já no Piauí, as cotações ficaram mais estáveis, com variação máxima de 8%.

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Mato Grosso deve gerar R$ 206 bilhões no campo e liderar agronegócio em 2026

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Com 15% da produção nacional, estado supera potências como Minas Gerais e São Paulo no Valor Bruto da Produção

Mato Grosso segue como o Estado que mais produz no agronegócio brasileiro. A estimativa para 2026 aponta um Valor Bruto da Produção (VPB) agropecuário de R$ 206 bilhões, cerca de 15% de tudo do que o Brasil gera no campo. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e foram compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O VBP representa o valor total da produção agropecuária, calculado com base no volume produzido e nos preços de mercado, ou seja, é o valor bruto total da produção rural antes de qualquer processamento industrial.

Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 167 bilhões (12,09%), seguida por São Paulo com R$ 157 bilhões (11,36%), Paraná com R$ 150 bilhões (10,86%) e Goiás com R$ 117 bilhões (8,45%).

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A base dessa liderança está na diversidade e no volume da produção estadual. A soja responde por 43% do que Mato Grosso produz no campo, seguida pelo milho com 21,67% e pela bovinocultura com 17,96%. O estado ocupa o primeiro lugar nacional na produção de soja, milho, algodão e bovinos.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o resultado reforça o papel do agronegócio como vetor de geração de renda para a população do Estado. O setor agropecuário de Mato Grosso gerou, no mercado de trabalho, um saldo positivo de 9.066 novos empregos formais nos dois primeiros meses de 2026.

“Tão importante quanto ver o volume de recursos que o agronegócio movimenta é perceber como isso se transforma em oportunidades concretas, chegando à ponta com a geração de emprego e renda para a população de Mato Grosso”, afirma.

No cenário nacional, a estimativa do VBP agropecuário brasileiro para 2026 é de R$ 1,38 trilhão.

Com Assessoria 

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Semana começa com calorão e céu aberto em Cuiabá

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A semana em Cuiabá deve seguir o roteiro já conhecido pelos moradores: calor forte, pouca trégua e aumento gradual de nuvens ao longo dos dias. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há chance de chuva isolada a partir de sexta-feira (8), mas até lá o destaque continua sendo o tempo seco e as altas temperaturas.

Nesta segunda-feira (4), os termômetros variam entre 23°C e 34°C, com umidade oscilando de 25% a 70%. O céu permanece claro pela manhã, com poucas nuvens à tarde e à noite. Os ventos são fracos, podendo ter rajadas moderadas no período mais quente do dia.

Na terça-feira (5), o calor aumenta um pouco mais, podendo alcançar 35°C. A mínima segue em 23°C, com umidade entre 35% e 70%. O dia começa com poucas nuvens, mas a nebulosidade cresce ao longo das horas, deixando o céu encoberto no período da noite.

Entre quarta (6) e quinta-feira (7), o cenário muda pouco: temperaturas elevadas, variação de nuvens e ventos fracos a moderados. Na sexta-feira (8), há previsão de mudança no tempo, com aumento da umidade e possibilidade de pancadas isoladas de chuva.

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