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3 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Câmara Setorial de Grãos discute impactos do clima na safra de milho – MAIS SOJA

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Por: Cristiele Deckert, jornalista bolsista Fapesc Epagri/Cepa

Nesta quarta-feira, 10, a Câmara Setorial de Grãos reuniu, em formato on-line, especialistas do Brasil, entre eles da Epagri, da Esalq/Cepea e dos Estados Unidos para discutir o cenário do milho no Sul do país e as perspectivas para 2026. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária por meio da SAPE/CEDERURAL SC, teve como objetivo analisar a situação da safra, o comportamento do mercado e as projeções para o próximo ano.

O tema central da edição foi “Milho – Safra, Mercado no Sul do Brasil e Perspectivas para 2026”, com foco na avaliação conjuntural, nos fatores que influenciaram a produção e nos impactos sobre as cadeias produtivas de suínos, aves e bovinocultura de leite, altamente dependentes do grão.

Câmara Setorial de Grãos alerta para impactos do clima na safra de milho 2026 (Foto: Aires Mariga/Epagri)

A reunião apresentou um panorama abrangente da conjuntura nacional e internacional, com relatos atualizados sobre as condições das lavouras, expectativas de produtividade e tendências de suprimento de milho para os meses seguintes. Participaram do debate Alencar Rugeri (Emater-RS), Haroldo T. Elias (Epagri/Cepa-SC), Edmar Wandensk Gervásio, o professor Lucílio (Esalq/Cepea) e Marina Dallabetta (Nebraska, EUA), que compartilharam análises sobre as safras no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além do mercado nacional, internacional e do cenário produtivo nos Estados Unidos.

O encontro forneceu informações estratégicas para produtores, cooperativas, agroindústrias e demais elos do agronegócio, oferecendo uma visão integrada dos mercados interno e externo do milho às vésperas de 2026. “A Câmara Setorial de Grãos cumpre um papel estratégico ao reunir especialistas e consolidar informações qualificadas sobre a safra de milho. Esses dados são essenciais para municiar o governo do Estado na tomada de decisões e no aprimoramento das políticas públicas voltadas ao setor produtivo. Continuaremos monitorando a situação da safra e atuando de forma integrada para preservar o potencial produtivo e fortalecer o agronegócio catarinense”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini

Safra de milho 2026 no Sul exige atenção com déficit hídrico e calor persistente

O plantio do milho no Sul do Brasil está praticamente concluído, mas o avanço da safra ocorre sob alerta. A redução das chuvas desde a segunda quinzena de novembro já compromete o desenvolvimento de parte das lavouras, especialmente aquelas que entraram nas fases críticas de floração e enchimento de grãos, cerca de 30% da área cultivada. A insuficiência hídrica eleva o risco de perda de potencial produtivo.

Mesmo com o cenário climático adverso, áreas de plantio mais tardio apresentam bom desempenho. Talhões com maior cobertura de palhada e solo rico em matéria orgânica se mostram mais resistentes ao estresse hídrico, reforçando a importância do manejo conservacionista.

Em Santa Catarina, a cultura avança no estádio reprodutivo. Em Chapecó, predominam lavouras em polinização e formação de grãos; em Xanxerê, o pendoamento é a fase dominante. A combinação de falta de chuva com temperaturas de 34°C a 35°C demanda atenção redobrada. Em União do Oeste, um episódio isolado de granizo atingiu aproximadamente 20% das lavouras. Já nas regiões de Lages, Canoinhas e Curitibanos, o calor intenso e a umidade reduzida provocaram sintomas de desidratação, como o enrolamento das folhas, sinal de estresse que pode afetar o rendimento caso as precipitações não retornem em breve.

Outros municípios do Sul registraram eventos pontuais de granizo e ventos fortes, como Praia Grande, Meleiro, São João do Sul e Orleans, mas sem danos significativos. O calor persistente também causou queima de folhas e inibição parcial da formação de espigas em algumas áreas. Quanto às pragas, a presença de pulgões e cigarrinhas permanece dentro da normalidade para o período, sem impacto econômico relevante até o momento.

Santa Catarina precisa de cerca de 8 milhões de toneladas de milho para atender, sobretudo, a demanda das fábricas de ração que sustentam a produção animal no Estado, conforme destaca o analista da Epagri/Cepa, Haroldo Tavares Elias.

“Apesar das incertezas climáticas, os produtores mantêm o otimismo, ainda que com expectativas mais moderadas em relação à safra anterior. A regularização das chuvas nas próximas semanas será determinante para assegurar o potencial produtivo, já que grande parte das lavouras avança para fases reprodutivas, período de maior exigência hídrica”, explica Haroldo.

Fonte: Epagri



 

FONTE

Autor:Cristiele Deckert, jornalista bolsista Fapesc Epagri/Cepa

Site: EPAGRI

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de soja deve manter lentidão no início da semana – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve iniciar agosto com a mesma lentidão que encerrou a última semana de julho. Isto porque a Bolsa de Mercadorias de Chicago tem perdas moderadas, pressionada pelo petróleo, que despenca mais de 6% em Nova York. Por aqui, o dólar abriu com volatilidade frente ao real, sem tendência definida. E segue abaixo de R$ 5,10, o que também desestimula a comercialização.

Na sexta-feira, o mercado brasileiro de soja teve uma sessão lenta, sem muitas novidades. Conforme avalia o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os movimentos registrados na Bolsa de Chicago foram pequenos e não provocaram alterações relevantes no mercado físico. O dólar também exerceu impacto limitado sobre as cotações.

Silveira destaca que, de maneira geral, as variações de preços foram apenas nominais, entre R$ 0,50 e R$ 1,00 por saca. O analista acrescenta que o produtor permaneceu bastante afastado das negociações, assim como os demais players. “As indústrias também mostraram pouco apetite por compras, e nos portos não houve registro de volumes mais expressivos”, resume.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 140,00 para R$ 139,00, movimento semelhante ao registrado em Santa Rosa (RS), onde passou de R$ 141,00 para R$ 140,00. Em Cascavel (PR), as cotações caíram de R$ 134,00 para R$ 131,00. Em Rondonópolis (MT), os preços avançaram de R$ 127,00 para R$ 128,00, enquanto em Dourados (MS) a saca recuou de R$ 127,50 para R$ 127,00. Já em Rio Verde (GO), a cotação permaneceu em R$ 128,00.

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca recuou de R$ 145,00 para R$ 143,00. Em Rio Grande (RS), as referências caíram de R$ 146,00 para R$ 145,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com perdas. A posição novembro/26 do grão recuava 0,56%, cotada a US$ 11,80 3/4 por bushel.

* O mercado mantém o recente viés negativo, pressionado pela forte queda do petróleo. O movimento ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que cancelou um ataque iminente ao Irã e que representantes dos dois países iniciarão negociações nesta segunda-feira (3). A valorização do dólar também pesa sobre as cotações, ao reduzir a competitividade da oleaginosa norte-americana no cenário internacional.

* As perdas, no entanto, encontram algum suporte na demanda chinesa. Segundo a Reuters, empresas estatais da China compraram entre 14 e 16 cargas de soja dos Estados Unidos na última sexta-feira, aproveitando a recente queda dos preços e às vésperas da esperada visita do presidente Xi Jinping aos EUA no próximo mês.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,08%, a R$ 5,0641. O Dollar Index registra alta 0,13%, a 99,762 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam em baixa. China, -0,59%. Japão, -0,94%.

* As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,34%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +0,25%.

* O petróleo opera em forte baixa. Setembro do WTI em NY: US$ 79,26 o barril (-6,38%).

AGENDA

—–Segunda-feira (03/08)

12:00 – Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA.

16:00 – Esmagamento de soja em julho nos EUA/USDA.

16:00 – Uso de milho para fabricação de etanol em julho nos EUA/USDA.

16:00 – Dados de Oferta e Demanda de soja, milho e algodão no MT/Imea.

17:00 – Relatório de condições das lavouras dos EUA – USDA.

– Resultado financeiro do BB Seguridade.

—-Terça-feira (04/08)

09:30 – EUA: Balança Comercial de Bens e Serviços (junho).

11:30 – Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral.

– Resultado financeiro da Gerdau e da Prio.

—–Quarta-feira (05/08)

06:00 – Zona do Euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI, junho).

11:30 – EUA: Relatório Semanal de Petróleo da EIA.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

– Resultado financeiro da Brava Energia.

—–Quinta-feira (06/08)

09:30 – Dados de exportação semanal de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

15:00 – Balança comercial consolidada de julho/MDIC.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Petrorecôncavo e da Petrobras.

—–Sexta-feira (07/08)

09:30 – EUA: Relatório de Emprego/payroll (julho).

03:00 – Alemanha: Produção Industrial (junho).

08:00 – IGP-DI e os componentes: IPA-DI, IPC-DI e INCC-DI de julho/FGV.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– China: Balança Comercial (julho).

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos – rodrigo@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Preços da soja sobem aqui e em Chicago e comercialização melhora em julho – MAIS SOJA

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Julho foi positivo para o mercado brasileiro de soja. Os preços subiram nas principais praças do Brasil, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Chicago, e o ritmo dos negócios melhorou, apesar do câmbio desfavorável. Os prêmios seguiram firmes e ajudaram a consolidar o bom momento para os negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 140,00 durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço saltou de R$ 124,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT) a cotação avançou de R$ 115,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca aumentou de R$ 135,00 para R$ 145,00.

Em Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram alta mensal de 4,26%, sendo negociados na manhã do dia 31 a US$ 11,92 por bushel. No melhor momento de julho, a cotação superou a casa de US$ 12,50, se colocando nos melhores patamares em mais de dois anos.

Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima. Agosto promete muita volatilidade, já que é o período crítico para a formação do potencial produtivo da safra americana.

Plantio

A intenção de plantio da nova safra brasileira de soja aponta diversos desafios para 2027, mas ainda mantém uma perspectiva de aumento da produção, desde que não ocorram problemas climáticos relevantes. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Por um lado, há potencial para novos avanços de área, principalmente nos estados do Centro-Oeste. “É o caso de Mato Grosso, que mantém uma expectativa de expansão de aproximadamente 1,5% na área cultivada”, pontua o consultor.

Segundo ele, mesmo com margens mais apertadas, as elevadas produtividades registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas, permitindo que a atividade permaneça economicamente viável, ainda que com rentabilidade mais limitada. “Goiás segue uma dinâmica semelhante, embora a situação dos produtores seja mais fragilizada”, exemplifica.

Por outro lado, o clima é um dos principais fatores de preocupação para a temporada. A expectativa de um evento de El Niño mais intenso levanta riscos importantes para a safra brasileira, especialmente por sua maior influência estar prevista para meses decisivos ao desenvolvimento da cultura e à definição do potencial produtivo. “Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade”, ressalta Silveira.

Ainda assim, Safras & Mercado não trabalha com quebras de safra antecipadamente, adotando essa premissa apenas quando há evidências concretas de perdas no campo. “No entanto, nossa expectativa é de produtividades potenciais inferiores às observadas na última temporada para a maioria das regiões”, afirma. Além do risco climático, os custos de produção seguem elevados, principalmente em função da alta dos fertilizantes ao longo do primeiro semestre. “Esse cenário pode levar parte dos produtores a reduzir o nível de investimento em tecnologia e manejo, fator que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27”, explica.

Assim Safras & Mercado projeta um avanço de aproximadamente 1,2% na área plantada, impulsionado principalmente pelos estados do Centro-Oeste, devendo chegar a 49,107 milhões de hectares. A região Sudeste também deve registrar expansão de área, contribuindo para uma expectativa de produção de 180,089 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 178,3 milhões de toneladas estimados para a safra 2025/26.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, equivalente a 61,43 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra anterior, que registrou 3.692 quilos por hectare, ou 61,54 sacas por hectare.

Estados Unidos

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos 29 estados produtores.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Agência Safras

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Sustentabilidade

Ceema: cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho. – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho.

Após o primeiro mês cotado ter atingido a US$ 12,48/bushel no dia 24/07, o mercado iniciou um recuo importante, atingindo a US$ 11,77 no fechamento da quinta-feira (30), contra US$ 12,37 uma semana antes. Por sua vez, o farelo de soja despencou 5,3% nos últimos seis dias úteis, até o dia 30/07, ao fechar neste dia em US$ 314,10/tonelada curta, a mais baixa cotação em Chicago desde o dia 02/07. Já o óleo de soja perdeu 9,6% nos últimos cinco dias até o dia 30/07, fechando este dia em 68,35 centavos de dólar por libra-peso, sendo esta a mais baixa cotação desde o dia 06/07.

O motivo principal foi o retorno das chuvas nas regiões produtoras de soja dos EUA, arrefecendo a especulação iniciada em princípios de julho. Além disso, uma nova tentativa de acordo de paz entre EUA e Irã esfriou os preços do petróleo, puxando o óleo de soja e influenciando a cotação do grão. Também, neste final de mês, houve forte realização de lucros por parte dos Fundos na Bolsa, ajudando a derrubar as cotações. Assim, se o clima nos EUA continuar no caminho positivo, a pressão baixista sobre os preços da soja tende a continuar. Caso contrário, haverá novas altas. Ou seja, o mercado continua sob forte influência do clima naquele país e, portanto, muito volátil.

Por enquanto, no dia 26/07, apenas 9% das lavouras estadunidenses de soja se apresentavam entre ruins a muito ruins, outras 28% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas.

E no Brasil, os preços recuaram um pouco diante deste movimento baixista de Chicago, porém, o câmbio, que se manteve ao redor de R$ 5,10 por dólar, segurou o recuo, assim como os prêmios ao redor de US$ 1,50/bushel nos portos brasileiros.

Desta forma, nos portos o produto se manteve ao redor de R$ 140,00 a R$ 150,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais, no balcão, os valores oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 127,50/saco. No Rio Grande do Sul, a média esteve em R$ 127,60.

Vale destacar que, diante das preocupações e primeiras evidências do fenômeno El Niño, aumenta a inquietude quanto ao impacto disso sobre a produção de soja global.

Com isso, parte dos compradores estão antecipando suas aquisições visando diminuir riscos, o que ajuda os preços a subirem.

Enfim, novas estimativas dão conta de que o Brasil deverá exportar 115,4 mihões de toneladas de soja em 2026, o que seria 6,7% acima do exportado no ano passado. Já o esmagamento local da oleaginosa atingiria o recorde de 63,3 milhões de toneladas, com aumento de 7,8% sobre o ano de 2025. Com isso, a estimativa de estoques finais para o atual ano comercial foi reduzida, ficando em 6,58 milhões de toneladas. Mesmo assim, o maior volume desde 2019. Já a produção de farelo de soja, pelo Brasil, chegará a 48,7 milhões de toneladas enquanto a de óleo atingirá 12,75 milhões, ambos recordes igualmente. A exportação de farelo pode chegar a 24,9 milhões de toneladas e o consumo interno do subproduto em 21,4 milhões. No óleo de soja, a exportação poderá chegar a 1,7 milhão de toneladas. A receita com a exportação do complexo soja atingiria US$ 60,6 bilhões, contra US$ 52,9 bilhões no ano anterior. A soja em grão participa com US$ 49 bilhões do total esperado, contra US$ 43,5 bilhões em 2025 (cf. Abiove)

 

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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