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28 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Prognóstico climático para os meses de dezembro, janeiro e fevereiro no Brasil – MAIS SOJA

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ANÁLISE CLIMÁTICA DE NOVEMBRO

Em novembro de 2025, os maiores acumulados de chuva ocorreram no centro norte da Região Norte, parte norte de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, no centro-sul de Mato Grosso do Sul, na porção central de Minas Gerais, sul de São Paulo e Paraná, com totais superiores a 150 mm, favorecendo a manutenção da umidade do solo nessas áreas. Por outro lado, a maior parte da Região Nordeste registrou volumes inferiores a 40 mm. O cenário foi especialmente crítico no leste do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e extremo norte de Sergipe, onde os totais ficaram abaixo de 10 mm, reduzindo os níveis de umidade do solo.

Na Região Norte, os maiores volumes de chuva concentraram-se no Amazonas, centro-oeste do Acre, norte de Rondônia, sul do Pará e no Tocantins, com totais superiores a 150 mm. Volumes entre 50 mm e 120 mm foram observados no restante da região, exceto em áreas pontuais do Baixo Amazonas e do nordeste do Pará, onde os acumulados ficaram abaixo de 40 mm, reduzindo a umidade do solo nessas áreas.

Na Região Nordeste, os maiores acumulados de chuva concentraram-se no oeste da Bahia e no centro-sul do Maranhão e do Piauí, com totais superiores a 90 mm, favorecendo a recuperação parcial da umidade do solo nessas áreas. Por outro lado, o norte do Maranhão e do Piauí, bem como o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e o centro-norte de Sergipe, registraram precipitações inferiores a 30 mm, resultando em redução da umidade do solo.

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Na Região Centro-Oeste, novembro foi marcado pela retomada da regularidade das chuvas, com volumes superiores a 120 mm na maior parte da região, contribuindo para a elevação dos níveis de umidade do solo. Esse cenário favoreceu a recuperação da umidade do solo em grande parte da região, favorecendo o avanço do plantio da soja, do milho primeira safra e o desenvolvimento do feijão.

Na Região Sudeste, o volume mensal de chuva foi superior a 90 mm em grande parte da região, favorecendo a recuperação da umidade do solo. Por outro lado, em áreas pontuais do norte de Minas Gerais e do Triângulo Mineiro, os acumulados foram insuficientes para elevar os níveis de armazenamento hídrico no solo.

Em grande parte da Região Sul, os volumes de chuva foram superiores a 90 mm, com os maiores acumulados acima de 150 mm, concentrados no Paraná e no litoral nordeste de Santa Catarina. De modo geral, esses volumes garantiram níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo, favorecendo o manejo e o desenvolvimento das lavouras.

Em novembro, as temperaturas máximas foram acima de 32 °C nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, oeste e norte da Região Sudeste. Em áreas da costa da Região Sudeste e da Região Sul, os valores permaneceram abaixo de 30 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 22 °C na maior parte da Região Norte, interior do Nordeste e Região Centro-Oeste. No sul de Minas Gerais, centro-oeste de São Paulo, Rio de Janeiro e Região Sul, as temperaturas foram inferiores a 18 °C.

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1.2. CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA

Na figura abaixo, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) entre os dias 1º e 15 de novembro de 2025. Nesse período, registraramse valores entre -1 ° C e -2 °C ao longo da faixa longitudinal, compreendida entre 110°W e 170°W, indicando a área de maior resfriamento das águas. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4 (delimitada entre 170°W e 120°W), verificaram-se valores variando entre -1 °C e -0,8 °C durante novembro. Esse comportamento indica um resfriamento significativo da região, persistindo a condição inicial de fenômeno La Niña no Pacífico Equatorial, caracterizado por desvios de TSM inferiores a -0,5 °C.

A análise do modelo de previsão do Enos (El Niño – Oscilação Sul), realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), indica condições de La Niña durante o trimestre dezembro, janeiro e fevereiro de 2025/26, com probabilidade de 53%, e transição para condições de neutralidade no próximo trimestre, janeiro, fevereiro e março de 2026, com probabilidade de 63%.

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO DEZEMBRO DE 2025, JANEIRO E FEVEREIRO DE 2026

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas acima da média na porção central e norte da Região Norte, sul das Regiões Centro-Oeste e Sudeste. Nas demais localidades, são previstas chuvas abaixo da média, especialmente no norte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, além de áreas do centro-sul da Região Sul e da Região Nordeste.

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Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média em Roraima, Amapá, noroeste do Pará, centro-leste do Amazonas e leste de Rondônia, elevando os níveis de umidade do solo. No sudoeste do Amazonas, oeste do Acre, sudeste do Pará e Tocantins, são previstas chuvas abaixo da média.

Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas próximas e ligeiramente acima da média no centro-norte da região e chuvas abaixo da média no oeste do Maranhão, sul do Piauí e áreas pontuais da costa leste, mas principalmente na Bahia, o que pode reduzir os níveis de umidade do solo nos próximos meses.

Nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas devem se concentrar no centro-oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, São Paulo e costa do Rio de Janeiro. Já em grande parte de Minas Gerais, Espírito Santo, nordeste de Mato Grosso, centro-norte de Goiás e Distrito Federal, o modelo do Inmet indica volumes próximos e abaixo da média. No geral, o cenário aponta elevação dos níveis de umidade do solo ao longo dos próximos meses, porém algumas áreas do norte de Minas Gerais, Espírito Santo e oeste de Mato Grosso do Sul, podem sofrer redução de umidade no final do trimestre.

Na Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média no sudoeste do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As chuvas próximas ou acima da média devem ocorrer em grande parte do Paraná. No geral, os níveis de umidade do solo não deverão sofrer grande redução nos próximos meses, exceto na região centro-sul do Rio Grande do Sul, onde o armazenamento poderá ser mais baixo.

Quanto às temperaturas, essas devem permanecer próximas e acima da média histórica em grande parte do país, com temperaturas acima de 25 °C, nas Regiões Norte, Nordeste e parte da Região Centro-Oeste. Temperaturas acima de 28 °C são previstas para o norte de Roraima e norte da Região Nordeste, no sudoeste de Mato Grosso e noroeste de Mato Grosso do Sul. Em áreas pontuais das Regiões Sudeste e Sul, as temperaturas podem ser mais amenas, com valores menores que 22 °C.

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Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos na opção CLIMA do menu principal do site do Inmet (https://portal. inmet.gov.br).

Confira o Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos/Safra 2025/26 3° Levantamento completo, clicando aqui!

Fonte: Conab



 

FONTE
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Autor:Boletim da Safra de Grãos

Site: CONAB

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Sustentabilidade

soja fica à espera de mudanças que podem mexer com o comércio global

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O mercado de soja atravessou os últimos dias com oscilações voláteis, mas sem conseguir estabelecer uma direção clara. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), as cotações seguem lateralizadas, embora permaneçam em níveis firmes. No Brasil, os preços também sustentam patamares importantes, mas a liquidez diminuiu diante do avanço da comercialização da safra atual.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os agentes continuam atentos a fatores que possam definir os próximos movimentos dos preços. Enquanto isso, o mercado segue à espera de novos sinais para sair do intervalo observado nas últimas semanas.

No cenário internacional, os fortes volumes de exportações programadas pelos Estados Unidos continuam dando sustentação ao mercado. A colheita norte-americana também avança sem grandes problemas até o momento.

O clima, porém, começa a ganhar espaço nas avaliações dos agentes. A previsão de maiores volumes de chuva nas próximas semanas pode influenciar o ritmo dos trabalhos no campo e acrescentar um novo fator de volatilidade às cotações.

“A janela climática para as próximas semanas mostra maiores precipitações esperadas, sendo um ponto de atenção para o mercado”, observa Silveira.

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Encontro EUA-China

Outro fator que mantém os operadores em espera é o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. O mercado acompanha a possibilidade de mudanças nas relações comerciais entre os dois países, principalmente em relação às tarifas.

De acordo com Silveira, eventuais alterações nas tarifas poderiam provocar movimentos mais fortes nas cotações e até estimular uma recuperação dos preços.

Enquanto Chicago aguarda novos fatores capazes de definir uma direção, o mercado brasileiro apresenta poucas novidades. Os preços tiveram comportamento misto nos últimos dias, mas permaneceram dentro de uma faixa relativamente estreita.

As cotações continuam firmes, porém os negócios diminuíram. A comercialização avançou de forma significativa nos últimos dois meses, reduzindo a necessidade de novas vendas por parte dos produtores.

Outro fator é o elevado volume de soja já movimentado pelos portos brasileiros. Mais de 105 milhões de toneladas já passaram pelo sistema portuário, o que contribui para um mercado mais abastecido e com menor pressão imediata por novos negócios.

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“Por isso, os negócios foram mais limitados, enquanto o produtor vai mudando o foco para o plantio da safra nova”, aponta Silveira.

Com a comercialização da safra atual mais avançada, o mercado começa a dividir as atenções entre os estoques disponíveis, o desempenho das exportações norte americanas, o clima e as decisões comerciais entre Estados Unidos e China. Esses fatores devem continuar influenciando o comportamento da soja nas próximas semanas.

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Sustentabilidade

Ceema: Alta em Chicago e geopolítica impulsionam cotações da soja no Brasil – MAIS SOJA

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Nestes quase 30 dias em que estivemos ausentes deste comentário, o mercado da soja registrou importante elevação das cotações em Chicago. O bushel da oleaginosa passou de US$ 12,56 no dia 27/08 para US$ 13,28 no dia 21/09, tendo recuado um pouco após esta data, para fechar a quinta-feira (24) em US$ 13,16, contra US$ 13,19 uma semana antes. Destacando que a média de agosto chegou a US$ 11,98/bushel, com aumento de 0,17% sobre a média de julho, porém, neste momento estando longe dos preços praticados.

Este forte aumento em Chicago, além das especulações climáticas sobre a safra dos EUA, vem da pressão do preço do petróleo no mercado mundial, com o mesmo tendo atingido a pouco mais de US$ 100,00/barril neste período de setembro, devido a continuidade da guerra no Oriente Médio e da piora no conflito entre Rússia e Ucrânia.

Aliás, na Europa existe um grande temor de que este último saia da região dos dois países em conflito e se espalhe pelo continente, resultando em uma guerra mais ampla e destruidora. Alguns analistas chegam a falar que o mundo estaria às portas da 3ª Guerra Mundial. Junta-se a isso a forte especulação dos Fundos em Chicago.

Dito isso, importante se faz alertar que o último relatório do USDA, sobre oferta e demanda, divulgado neste mês de setembro, não revelou perdas na futura safra de soja dos EUA cuja colheita iniciou neste mês de setembro. Ao contrário, o mesmo até aumentou a produção esperada, agora indicando uma colheita de 123,4 milhões de toneladas, com estoques finais estadunidenses em 8,4 milhões, com pequena baixa em relação a agosto. Já a produção mundial foi mantida em 442 milhões de toneladas e os estoques finais mundiais mantidos em 124 milhões. Por sua vez, mesmo com o aumento no preço mundial do petróleo, o óleo de soja, após atingir a 71,28 centavos de dólar por libra-peso no dia 10/09, recuou para 66,82 centavos no dia 24/09, sendo esta a quarta mais baixa cotação desde o dia 30 de junho em Chicago.

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Por sua vez, o farelo se manteve firme, atingindo a US$ 375,20/tonelada curta no dia 24/09, a mais alta cotação desde o dia 11 de julho de 2024. Enfim, lembrar que os Fundos estão muito comprados em Chicago devendo, assim que a ocasião se apresentar, iniciar um movimento mais amplo de correção, vendendo contratos, fato que pode pressionar para baixo as cotações dependendo da intensidade do movimento.

Por outro lado, os embarques de soja, pelos EUA, na semana encerrada em 17/09, chegaram a 759.200 toneladas, superando levemente as expectativas do mercado. Na comparação anual, o desempenho também foi superior, já que na mesma semana de 2025 haviam sido embarcadas 565.600 toneladas, o que representa crescimento de aproximadamente 34%. A China respondeu por 59% destes embarques.

Enquanto isso, a colheita da soja nos EUA atingia a 12% da área no dia 20/09, contra 8% na média histórica. De forma mais conjuntural, nesta semana os preços brasileiros da soja se mantiveram firmes, em alta. No Rio Grande do Sul, onde muitas praças estão sem cotação, a média semanal atingiu a R$ 141,72/saco. No final de agosto esta média estava em R$ 131,38. Ou seja, no período o saco de soja ganhou pouco mais de 10 reais junto ao produtor gaúcho. Nas demais praças nacionais o produto oscilou entre R$ 139,00 e R$ 145,00/saco. Um mês atrás os valores ficavam entre R$ 130,00 e R$ 140,00/saco. Ou seja, um aumento entre 5 e 9 reais por saco no período, dependendo da região do país. Auxiliou para isso a boa demanda pelo produto nacional, a relativa escassez do mesmo agora na entressafra, fato que elevou o prêmio nos portos (US$ 1,85/bushel para setembro, em Paranaguá), e a manutenção de um câmbio ao redor de R$ 5,15 por dólar.

No front externo, o mercado olha os resultados da nova reunião entre os presidentes da China e dos EUA. Xi Jinping chegou nesta quinta-feira (24) à capital norteamericana. Dentre os assuntos em discussão, existe a possibilidade de aumento nas compras de soja estadunidense pela China, fato que fortalece Chicago. Já no front interno, destaque para o início do plantio da nova safra de soja no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. No conjunto do país, 0,5% da área esperada havia sido semeada até o dia 18/09. Vale lembrar que no Mato Grosso, no momento, há umidade insuficiente no solo para um plantio adequado.

Enfim, embora os preços tenham perdido um pouco de fôlego nestes últimos dias, o produto posto nos portos segue com preços firmes. Para a soja disponível os mesmos seguem acima dos R$ 160,00/saco, enquanto a soja da safra 2026/27 continua trabalhando acima dos R$ 150,00 nos portos (R$ 155,00 para entrega em fevereiro e pagamento em abril, e R$ 151,00 para entrega em março, também com pagamento em abril).

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Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Sustentabilidade

Como ficaram as cotações da soja no fim desta semana? Saiba os preços por região

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O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com poucas alterações nesta sexta-feira (25), em um ambiente de baixa movimentação e poucas ofertas. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que algumas praças do mercado interno registraram recuo nos preços, com certo alívio nos basis locais.

Nos portos, o cenário permaneceu parado, sem reporte de movimentos firmes. Segundo Silveira, o quadro geral foi de poucas ofertas e de um mercado bastante travado, situação que também predominou ao longo da semana.

Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por bastante volatilidade, com o mercado encerrando com leves ganhos no spot. O dólar atingiu bons níveis ao longo do dia e ajudou a segurar os movimentos de queda registrados em tela.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 156,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 157,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 151,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 148,00 para R$ 147,00

Nos portos, em Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 162,00. Em Rio Grande (RS), as referências não saíram de R$ 164,00.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (25). Após operar em baixa durante parte da sessão, o mercado reverteu o movimento, enquanto os participantes seguem à espera de detalhes dos acordos comerciais entre Estados Unidos e China após a cúpula realizada na quinta-feira (24).

Embora o governo dos Estados Unidos tenha informado que acordos comerciais foram firmados para determinados produtos, os detalhes serão divulgados apenas na segunda-feira. A aguardada cúpula entre os dois países, até o momento, não resultou em novos compromissos chineses para compras de produtos agrícolas norte-americanos.

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A queda do petróleo pressionou as cotações durante a sessão. Os preços recuaram diante de notícias sobre possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã para uma reabertura gradual do Estreito de Ormuz, após o barril superar US$ 108 na sessão anterior.

Em sentido contrário, as chuvas persistentes no Meio-Oeste dos Estados Unidos atrasam o início da colheita em algumas regiões e restringem a oferta disponível para processamento.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,25 centavos de dólar ou 0,17%, a US$ 13,19 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,32 3/4 por bushel, com avanço de 1,00 centavo de dólar ou 0,07%.

Na semana, a posição novembro/26 registrou ganho acumulado de 1,25%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,80 ou 0,48%, a US$ 370,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,84 centavos de dólar, com ganho de 0,29 centavo ou 0,42%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,1847 para venda e a R$ 5,1827 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1732 e a máxima de R$ 5,2137. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,72% ante o real.

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