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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Produção de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,4 milhões de toneladas – MAIS SOJA

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A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,4 milhões de toneladas, o que representa um ligeiro aumento de 0,6%, ou seja 2,2 milhões de toneladas superior ao volume obtido no ciclo 2024/25. O resultado é reflexo da combinação do aumento de 3% na área semeada, saindo de 81,7 milhões de hectares na temporada passada para 84,2 milhões de hectares no atual ciclo, e da redução na produtividade média nacional das lavouras, estimada em 4210 quilos por hectares em 2025/26 frente a 4.310 em 2024/25. Os números constam no terceiro levantamento da safra de grãos divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (11).

Principal cultura cultivada na 1ª safra, o plantio da soja chega a 90,3% da área destinada para a cultura, sendo que em Mato Grosso, principal estado produtor do grão, a semeadura está finalizada, conforme indica o Progresso de Safra publicado pela estatal nesta semana. Na primeira quinzena de novembro, as precipitações na Região Sul permitiram um grande avanço na área plantada, enquanto nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de Minas Gerais, a inconstância das chuvas atrasou os trabalhos de campo. Já a partir da segunda quinzena do mês passado, as precipitações se normalizaram nessas regiões, permitindo um avanço na área semeada. A estimativa da Conab é que na safra 2025/26 sejam destinados 48,9 milhões de hectares para o cultivo da soja, resultando em uma produção estimada em 177,1 milhões de toneladas, 3,3% acima do total produzido na safra anterior, um novo recorde se confirmado.

Outra importante cultura para o abastecimento interno e cultivada na primeira safra, o arroz, tem previsão de colheita de 11,2 milhões de toneladas, redução de 12,4% em relação ao ciclo passado diante das atuais condições mercadológicas do cereal. Essa queda é influenciada pela menor área cultivada, estimada em 1,62 milhão de hectares. No Rio Grande do Sul, principal estado produtor de arroz, a semeadura atinge 98% da área, enquanto que em Santa Catarina, outro importante estado produtor da cultura, o plantio está finalizado.

Dupla do arroz para muitos brasileiros, o feijão tem produção total, somadas as 3 safras da leguminosa, estimada em torno de 3 milhões de toneladas, volume semelhante ao obtido no ciclo passado, assegurando o abastecimento interno. O plantio da primeira safra do grão já foi concluído no Paraná e em São Paulo, e avança em outros estados com 93,8% da área semeada em Minas Gerais e 67% na Bahia.

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Para o milho, a produção total, somando as três safras, está estimada em 138,9 milhões de toneladas, representando redução de 1,5% em relação ao ciclo anterior. A semeadura já alcança 71,3% de uma área de 4 milhões de hectares destinada ao cereal neste primeiro ciclo, com a produção prevista em 25,9 milhões de toneladas, aumento de 3,9% sobre a safra anterior.

Dentre as culturas de inverno, a safra 2025 está em fase final de colheita. O trigo, principal cultura semeada, já possui 98% da área colhida, com produção estimada em 8 milhões de toneladas. O volume é 0,9% superior ao registrado no ciclo anterior, diante das condições climáticas predominantemente favoráveis ao longo do ciclo, ainda que tenham ocorrido, pontualmente, fatores adversos em algumas regiões.

Mercado – Neste levantamento, a Conab manteve praticamente estáveis as projeções do quadro de suprimentos da safra 2024/25 para a maioria dos produtos analisados, quando comparado com as informações divulgadas no último mês, com leves ajustes diante da atualização das expectativas de produção e da situação de mercado das culturas analisadas. Uma das mudanças se refere a um pequeno ajuste na estimativa de exportações da safra 2024/25, com um incremento de 313 mil toneladas totalizando os embarques em torno de 106,97 milhões de toneladas ao final de 2025, quantitativo que ainda pode ser ajustado e que será confirmado no próximo levantamento. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), de janeiro a novembro foram exportadas 104,79 milhões de toneladas da soja em grãos, volume recorde para o país, ultrapassando as 101,87 milhões de toneladas vendidas ao mercado internacional em todo o ano de 2021. Essa comercialização registrada nos 11 meses de 2025 gerou uma arrecadação de US$ 42 bilhões.

As informações completas sobre o 3° Levantamento da Safra de Grãos 2025/26 e as condições de mercado destes produtos podem ser conferidos no Portal da Conab.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos 2025/2026 – 3° Levantamento

Site: CONAB

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Sustentabilidade

Bayer apresenta vitrine de ciência em campo, levando mais produtividade às lavouras brasileiras – MAIS SOJA

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Em mais um passo para apresentar soluções de portfólio integradas, olhando para desafios atuais e futuros, a Bayer mostrou, na última segunda-feira, 27, soluções sustentáveis e inovadoras para a agricultura brasileira, durante evento em Paulínia, onde está localizado um de seus centros de Pesquisa & Desenvolvimento.

Entre as novidades estão uma nova carboxamida que integrará uma linha de fungicidas destinada ao mercado brasileiro, um herbicida para controle pós-emergente de plantas daninhas e o primeiro inseticida cetoenol, que ainda estão em fase de registro.

Desta forma, a Bayer reforça o seu já extenso portfólio de proteção de cultivos e mira no lançamento de cinco novos produtos por ano, além de 14 novas moléculas e seis novos modos de ação até 2030. Com uma estratégia sólida para as próximas safras, a companhia liderou o crescimento deste mercado nos últimos quatro anos. Tiago Santos, líder do negócio de proteção de cultivos da Bayer no Brasil, atribui este avanço aos investimentos e a abordagem inovadora em pesquisa da companhia para criar soluções de forma mais ágil e precisa, olhando para os desafios da agricultura tropical.

“A Bayer sempre esteve presente em momentos decisivos do agricultor brasileiro, no controle da ferrugem asiática na soja com a Família Fox, na introdução destas tecnologias em bipolares no milho, além do pioneirismo do RoundUp na década de 1970, que impulsionou o plantio direto e o controle moderno de plantas daninhas”, explica. “Agora, temos aprimorado ainda mais nossos processos de pesquisa. Utilizando inteligência artificial, respondemos mais rapidamente aos desafios da agricultura e antecipamos as necessidades do produtor, incluindo mais modos de ação ou a combinação deles para o manejo de resistência no campo”, reforça.

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Com um investimento global de 2 bilhões de euros anuais em Pesquisa e Desenvolvimento, a Bayer é uma das empresas que mais investem em inovação no setor, oferecendo soluções completas por meio de um portfólio diversificado, integrando proteção de cultivos, sementes, biotecnologia e uma plataforma de agricultura digital robusta.

Um olhar para o futuro

Uma das soluções mais esperadas pelos agricultores é o herbicida Icafolin. Com o lançamento no mercado brasileiro previsto para 2028, a inovação se destaca como o primeiro novo mecanismo de ação para o controle pós-emergente de plantas daninhas em mais de 30 anos. Desenvolvido para culturas anuais e perenes, o produto oferece uma nova estratégia para combater plantas daninhas resistentes ao glifosato e outros herbicidas convencionais.

De acordo com Tiago Santos, por sua eficácia na pós-emergência e poder residual, o produto pode ser uma ferramenta poderosa para os agricultores que enfrentam a resistência das plantas daninhas. “Acima de tudo, é um forte aliado na prática de agricultura regenerativa, já que ele protege o solo, favorecendo o plantio direto, contribuindo para o sequestro de carbono e promovendo sistemas de cultivo mais sustentáveis”.

Outra novidade, atualmente em fase de registro, é o Plenexos. O primeiro inseticida cetoenol fará parte de uma família de produtos e conta com uma eficiência superior no controle populacional das pragas e excelente efeito residual, sendo adequado para aplicação em culturas como soja e algodão. Além disso, por não afetar insetos benéficos, como os polinizadores, é um produto verde altamente seletivo.

Ainda para 2028, a Bayer prevê o lançamento do fungicida de amplo espectro Iblon, com uma nova carboxamida de última geração, chamada isoflucypram, que misturada com tebuconazol, agrega no manejo das principais doenças foliares das culturas de soja, trigo, milho, e algodão, como a mancha-de-bipolaris, diplodia, mancha alvo e Ramulária.

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“É uma solução que utiliza uma carboxamida com um espectro de controle de doenças ampliado, permitindo a eficácia mesmo em dosagens reduzidas. Essa abordagem se destaca como um excelente aliado da família Fox no manejo do produtor, já demonstrando produtividades 83% superiores à média dos métodos atualmente utilizados no mercado, conforme áreas de teste”, comenta o executivo.

Inovação consolidada

As soluções se unem ao já consagrado portfólio da empresa e aos lançamentos deste ano, que garantem o tratamento ideal para as principais plantas daninhas, pragas e doenças fúngicas de milho, algodão e soja.

Um destaque do evento foi o sucesso e eficácia dos produtos da Família Fox. São mais de 10 anos de liderança no mercado, e mais de 500 milhões de hectares tratados com as soluções, sendo elas: o Fox® Xpro, o Fox® Supra e, mais recentemente, o fungicida Fox® Ultra, que inaugura um novo patamar de performance de controle, amplo espectro de ação e tecnologia Leafshield, que confere maior flexibilidade na absorção e eficiência, compondo o manejo de outras doenças, como a mancha-alvo, ferrugem e podridão das vagens e dos grãos.

“Esses produtos são a prova que ciência e produtividade caminham lado a lado. O nosso foco é garantir que o produtor rural tenha acesso ao que há de mais tecnológico e funcional no mercado, por isso investimos e acreditamos no potencial da ciência”, afirma Tiago.

Unindo produtividade e inovação, a Bayer também desenvolveu o Guardião, um novo conceito para o tratamento de sementes (TS) que apresenta uma série de benefícios com o objetivo de ajudar o produtor antes e depois do plantio de soja. O Guardião conta com produtos de alta eficácia, com opções para proteção contra pragas, doenças iniciais e nematoides, com excelentes resultados em campo. Aliados ao nematicida Verango® Prime, que oferece um controle de longa duração contra as mais importantes espécies de nematoides, controle de patógenos de solo, sendo seletivo para organismos benéficos, proporcionando uma excelente performance de cultivo inicial.

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Além disso, em herbicidas, a empresa continuou desenvolvendo soluções para um manejo inteligente e eficaz de daninhas, à exemplo do Convintro® Duo, um avanço importante no combate a plantas daninhas e com um ativo inédito no país, o Diflufenicam, aplicado na pré-emergência, que, junto com o Metribuzim, traz alto espectro de controle para daninhas de difícil controle como o Caruru e o pé-de-galinha.

Durante a agenda, a Bayer também reforçou outras soluções já conhecidas em seu portfólio, como o Curbix®, que atua no combate rápido insetos sugadores, protegendo culturas de milho, soja, algodão e cana-de-açúcar por mais tempo graças ao efeito de choque e residual. Outra solução, voltada para combate de cigarrinhas do milho e pulgões, é o lançamento de Valient®, que possui a molécula Flupiradifurone, com alta sistematicidade e poder residual, que auxilia no controle das pragas.

Centro de Inovação da Bayer em Paulínia

O evento ocorreu em um dos principais centros de desenvolvimento e inovação para a agricultura e saúde ambiental na América Latina. A unidade é estratégica para a tropicalização de tecnologias globais e o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições brasileiras.

Ocupando uma área de 86 hectares, a unidade de Paulínia é dedicada aos estudos iniciais em proteção de cultivos, recebendo anualmente mais de 100 moléculas para o desenvolvimento de novos defensivos agrícolas.

Sobre a Bayer 

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

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Fonte: Assessoria de imprensa Bayer



 

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Sustentabilidade

Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chicago

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja começou a semana com preços em alta na maior parte das praças, acompanhando o avanço firme dos contratos futuros na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o movimento garantiu melhores oportunidades de comercialização doméstica, tanto nos portos quanto no interior do país.

"Mesmo com o recuo dos prêmios de exportação em alguns momentos do dia, a valorização do dólar frente ao real contribuiu para sustentar indicações mais positivas no mercado físico", disse.

Conforme Silveira, os agentes seguem atentos ao cenário internacional e, principalmente, à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para o dia 12 de maio.

A expectativa é de que os números possam provocar maior volatilidade e influenciar de forma significativa a formação dos preços nas próximas semanas.

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Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124 para R$ 126
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125 para R$ 127
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 122
  • Rondonópolis (MT): elevou de R$ 110 para R$ 111
  • Dourados (MS): aumentou de R$ 112 para R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): cresceu de R$ 111 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 130 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): avançou de R$ 130 para R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto norte-americano.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto nos Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, conforme dados do USDA.

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa o encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, na China. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 4,9666 para venda e a R$ 4,9646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9477 e a máxima de R$ 4,9827.

O post Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

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Sustentabilidade

Preços da soja avançam com maior alta dos últimos 7 meses em Chiacago

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja começou a semana com preços em alta na maior parte das praças, acompanhando o avanço firme dos contratos futuros na Bolsa de Chicago.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o movimento garantiu melhores oportunidades de comercialização doméstica, tanto nos portos quanto no interior do país.

"Mesmo com o recuo dos prêmios de exportação em alguns momentos do dia, a valorização do dólar frente ao real contribuiu para sustentar indicações mais positivas no mercado físico", disse.

Conforme Silveira, os agentes seguem atentos ao cenário internacional e, principalmente, à divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para o dia 12 de maio.

A expectativa é de que os números possam provocar maior volatilidade e influenciar de forma significativa a formação dos preços nas próximas semanas.

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Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124 para R$ 126
  • Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125 para R$ 127
  • Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 122
  • Rondonópolis (MT): elevou de R$ 110 para R$ 111
  • Dourados (MS): aumentou de R$ 112 para R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): cresceu de R$ 111 para R$ 113
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 130 para R$ 132
  • Porto de Rio Grande (RS): avançou de R$ 130 para R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto norte-americano.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto nos Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, conforme dados do USDA.

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa o encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim, na China. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólar
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,28%, sendo negociado a R$ 4,9666 para venda e a R$ 4,9646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9477 e a máxima de R$ 4,9827.

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