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Syngenta lança híbrido de milho hiperprecoce mirando importante mercado do sul do Brasil

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Novidade é direcionada à Região Sul, permitindo antecipar a colheita, otimizar a janela de plantio e possibilitando a segunda safra de soja ou feijão

A Nidera Sementes, marca da Syngenta Seeds, anuncia a sua entrada no mercado de híbridos de milho hiperprecoces com o lançamento do Hibrido NS22 PRO4. A novidade combina ciclo rápido com alto potencial produtivo, redefinindo o planejamento agrícola e permitindo aos agricultores acelerarem a rentabilidade da lavoura mais segurança. Outro benefício é a possibilidade de o produtor realizar uma segunda safra de soja, onde o vazio sanitário permitir, ou feijão no mesmo ano de colheita.

 

O lançamento é uma resposta aos gargalos financeiros e climáticos dos produtores na região Sul. “Temos uma corrida direta contra o relógio climático no Sul do Brasil. O desafio não é apenas a falta de chuva no final do ciclo, como no Cerrado, mas também a chegada das geadas precoces no outono”, explica Frederico Barreto, Head Comercial da Syngenta Seeds. “Ou seja, nosso híbrido hiperprecoce é uma ferramenta de mitigação de riscos. Ao permitir que se antecipe a colheita de verão, estamos garantindo a janela de plantio ideal para essa segunda safra de soja ou feijão. Assim, protegemos o investimento do cliente e estabilizamos a rentabilidade do ano agrícola”, afirma.

 

O lançamento atende à demanda do mercado de aumentar a velocidade do cultivo sem abrir mão da performance. “O agro não espera. E o produtor de alto investimento, menos ainda”, afirma Carlos Hentschke, Presidente da Syngenta Seeds no Brasil. “A nova genética foi pensada para quem toma decisões com base em dados, visão de negócio e busca otimizar cada hectare”, complementa.

 

Os diferenciais do NS22 PRO4 são construídos sobre três pilares: hiperprecocidade, alto potencial produtivo e forte arranque inicial. O ciclo acelerado é o grande diferencial, proporcionando segurança na implementação da segunda safra de soja e feijão e permitindo uma colheita antecipada, o que flexibiliza o planejamento e mitiga riscos climáticos.

 

Além disso, o hibrido de milho foi desenvolvido para entregar tetos produtivos elevados, respondendo positivamente a ambientes de alta tecnologia e alto investimento. Tecnicamente, o NS22 PRO4 é um híbrido para finalidade de grãos, com tolerância ao glifosato, e apresenta um pacote sanitário robusto, incluindo tolerância moderada ao complexo de enfezamento e à estria bacteriana (Xanthomonas vasicola), doenças de grande preocupação no Sul.

 

De acordo com Hentschke, o NS22 PRO4 é um divisor de águas para a Nidera e para o produtor que investe em tecnologia. “Não é apenas um híbrido rápido. É uma ferramenta estratégica que completa nosso portfólio e posiciona a marca em um novo segmento de mercado. Com ele, os agricultores podem antecipar sua rentabilidade e planejar sua segunda safra com a segurança que o mercado esperava”, finaliza.

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Tirso Meirelles aponta que Brasil tem capacidade de elevar biodiesel para 25% sem dificuldade

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Reprodução Canal Rural

Na estreia como comentarista do Canal Rural, no Rural Notícias desta quarta-feira (18), Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, chamou atenção para o cenário desafiador enfrentado pelo agro brasileiro, com alta nos fretes, encarecimento dos fertilizantes e pressão crescente sobre os custos de produção. Em debate com o comentarista Miguel Daoud, o especialista destacou a ausência de um planejamento de longo prazo para o país.

“É um momento muito difícil, muito complexo. Isso demonstra mais uma vez que o Brasil precisa de uma diplomacia comercial”, afirmou Meirelles. Segundo ele, os efeitos já são sentidos no campo, em meio ao fim da colheita da soja e ao plantio da safrinha.

O avanço dos fretes, somado ao aumento dos insumos, compromete a rentabilidade do produtor e gera efeitos inflacionários. “Trazer fertilizante mais caro eleva muito o custo de produção. E isso cria realmente um processo inflacionário no país”, disse.

Para Meirelles, as medidas adotadas pelo governo até agora têm alcance limitado. “O governo diminuiu seus impostos, mas isso ficou muito pouco”, avaliou. Ele defendeu como alternativa o aumento da mistura de biodiesel no diesel. “Nós temos condições de aumentar o biodiesel de 15% para 25% sem problema algum”, afirmou, destacando que a medida pode reduzir a dependência de importações.

O comentarista também mencionou falhas estruturais no setor energético. “Nós exportamos o óleo bruto e depois importamos ele refinado. O Brasil precisa aprender com as lições que ocorreram”, pontuou. Segundo ele, o avanço do B25 ajudaria a conter a inflação e aliviar os custos no campo.

Ao tratar da formação de preços, Meirelles destacou a limitação de controle. “O preço é livre. É a mesma coisa que segurar um rio, não tem jeito”, afirmou.

Durante o debate, Miguel Daoud alertou para os riscos de uma possível greve dos caminhoneiros. “A greve é um desastre para o país. Não prejudica A ou B, prejudica o Brasil”, disse. Ele lembrou ainda que o país enfrenta juros elevados, na casa de 15%, e dívida crescente.

Daoud também chamou atenção para distorções no mercado de fretes. “As grandes empresas contratam outras empresas, que muitas vezes terceirizam e acabam pressionando o caminhoneiro autônomo”, explicou.

Sobre o biodiesel, o analista apontou entraves regulatórios. “O governo alega que parte da frota não está preparada e que o biodiesel seria mais caro, o que não é verdade hoje”, afirmou. Ele também criticou a instabilidade nas regras. “Você muda a regra no meio do jogo. Que segurança tem?”

Meirelles voltou a defender uma estratégia de longo prazo para o país. “Falta um plano Brasil. Precisamos de segurança jurídica e previsibilidade para enfrentar problemas do mercado internacional e nacional”, disse.

A discussão também ganhou participação do público. Um telespectador questionou por que o Brasil ainda não amplia a mistura de biodiesel ao diesel, tema que já vinha sendo abordado no debate. A partir disso, Daoud explicou os argumentos do governo e fez contrapontos.

“O governo alega que o biodiesel seria mais caro, o que hoje não é verdade. Tem muita gente importando diesel puro, sem mistura, porque sai mais barato”, afirmou. Outro ponto levantado, segundo ele, é que parte da frota não estaria preparada para níveis mais elevados de biodiesel, o que exigiria estudos técnicos.

Daoud voltou a criticar a falta de previsibilidade no setor. “Já vimos a mistura cair de 15% para 10%. Que segurança isso traz?”, questionou.

Ao retomar o tema, Meirelles reforçou que o país precisa olhar para o futuro. “O que falta é um projeto de país, com visão de longo prazo”, afirmou, lembrando que o Brasil já discutia biocombustíveis desde a década de 1950, mas sem continuidade.

A discussão também foi refletida entre os produtores. Em enquete do Canal Rural, 71% afirmaram que a guerra no Oriente Médio já impactou o custo de produção, principalmente pelo aumento dos combustíveis. Outros 12% apontaram alta nos fertilizantes, enquanto 17% ainda não perceberam efeitos.

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Boi gordo mantém preços firmes com oferta restrita

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Foto: Fernando Carvalho/arquivo Pessoal

O mercado físico do boi gordo segue sustentado pela restrição de oferta, com negociações pontuais acima da referência média em diversas praças do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, esse cenário tem sido o principal fator de suporte aos preços ao longo de março.

Os frigoríficos continuam enfrentando dificuldades para alongar as escalas de abate, que atendem, em média, entre cinco e sete dias úteis, indicando oferta enxuta de animais terminados. Além disso, o mercado apresenta volatilidade, influenciado por fatores externos como o conflito no Oriente Médio, a alta dos combustíveis e o avanço da cota chinesa, que impactam os contratos futuros do boi gordo na B3.

Os preços nas principais praças:

  • Em São Paulo, a média ficou em R$ 350,42
  • Em Goiás, a indicação foi de R$ 337,68
  • Em Minas Gerais, atingiu R$ 339,71
  • Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi cotada a R$ 337,95
  • Em Mato Grosso, a R$ 343,04.

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis ao longo do dia. O consumo interno ainda apresenta limitações para absorver novos reajustes da carne bovina, diante da maior competitividade de proteínas concorrentes. Mesmo assim, os preços seguem próximos das máximas históricas. O quarto dianteiro é cotado a R$ 20,50/kg, o quarto traseiro a R$ 27,00/kg e a ponta de agulha também a R$ 20,50/kg.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,72%, cotado a R$ 5,24, após oscilar entre R$ 5,18 e R$ 5,24 ao longo do dia.

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Fórum reúne setor produtivo para debater inovação e expansão de mercados

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Foto: divulgação/Planeta Campo

A cidade de Chapecó, em Santa Catarina, recebeu, nesta quarta-feira, o Fórum Momento Agro: do Campo ao Mercado, reunindo lideranças, especialistas e representantes do setor produtivo para discutir os rumos do agronegócio brasileiro. O evento teve como foco temas como inovação, sustentabilidade e oportunidades de mercado.

O encontro foi realizado no Parque Científico e Tecnológico da Unochapecó, dentro da programação da Mercoagro, uma das principais feiras do setor na América Latina. Durante o fórum, foram debatidos assuntos estratégicos, como o acordo entre Mercosul e União Europeia e seus impactos para o Brasil.

Para Santa Catarina, maior produtor e exportador de suínos do país, o acesso ao mercado europeu é visto como uma oportunidade relevante.

“O bloco da União Europeia é um bloco que historicamente é difícil de entrar, tem muitas exigências, tem um mercado local forte também. Com a aplicação dessas cotas, redução de tarifas, é uma oportunidade muito interessante da gente acessar esse mercado que paga muito bem”, destaca o economista do Rabobank, Wagner Yanaguizawa.

Inovação e IA

A inovação, com o uso de inteligência artificial já é apontada como uma das principais ferramentas para a tomada de decisão e ganho de produtividade no campo. 

“Nós teremos mais eficiência nos processos e mais controle sobre eles desde a própria criação até a fabricação, o resultado do produto final na saída da indústria”, destaca o presidente da Associação Internacional de Inteligência Artificial, Fernando Gomes de Oliveira.

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