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VÍDEO: família de ariranhas é flagrada em ‘mudança’ no Pantanal de MT

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Um vídeo registrado pelo biólogo Lucas Lima mostra um momento fofo entre uma família de ariranhas em plena “mudança” em Porto Jofre, no Pantanal mato-grossense. As imagens, feitas no dia 8 de novembro e divulgadas nas redes sociais nesta quinta-feira (27), mostram os animais tentando subir um barranco às margens do rio.

Enquanto os filhotes enfrentam dificuldade para alcançar a entrada da nova toca, os pais entram em ação para dar aquela “forcinha” (veja abaixo).

Em um trecho, mesmo após conseguir subir, um dos pequenos escorrega e precisa ser resgatado novamente pelos adultos.

Lucas explicou que é comum as ariranhas mudarem de toca com frequência, especialmente quando percebem algum risco no ambiente. Segundo ele, a escolha do local não é por acaso, quanto mais difícil o acesso, maior a proteção para a família.

VIDEO:

As tocas das ariranhas são escavações feitas nas margens dos rios. É ali que o grupo descansa, cuida dos filhotes e se protege de predadores.

Lucas explicou ainda que uma das ameaça às ariranhas na região são as onças-pintadas, que costumam atacar os filhotes.

Segundo ele, os adultos raramente são predados, já que são barulhentos e enfrentam qualquer aproximação em grupo, o que deixa o felino acuado. Já os filhotes são mais vulneráveis, principalmente quando os pais saem em busca de alimento.

🦦Curiosidades sobre ariranhas

Casal de ariranhas registrado no Pantanal — Foto: Divulgação

Casal de ariranhas registrado no Pantanal — Foto: Divulgação

A ariranha, também conhecida como onça-d’água ou lontra-gigante, é a maior lontra do mundo, podendo atingir 1,80 m de comprimento e pesar cerca de 33 kg quando adulta. Por isso, veja algumas curiosidades sobre a espécie:

  • Repertório vocalAs ariranhas podem fazer, no mínimo, 15 sons diferentes e cada um possui um significado e é usado em um contexto diferente. Podendo usar para alertar o grupo do perigo e também para tentar intimidar a ameaça.
  • Banheiros coletivos

As chamadas “latrinas” funcionam como banheiros coletivos, onde o grupo defeca e urina para marcar sua área. O cheiro das latrinas contém informações sobre o grupo e pode ser percebido a metros de distância por outros grupos que habitam na região.

  • Sensíveis a perturbação humana

As ariranhas são muito sensíveis à perturbação humana, por isso, o turismo mal manejado é uma forte ameaça à espécie. Segundo o Projeto Ariranhas, o tráfego de embarcações e a aproximação inadequada pode alterar o comportamento dos grupos, podendo levá-los a abandonar a área, ou até mesmo à morte de filhotes.

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Agro Mato Grosso

Fim da piracema abre temporada de pesca esportiva em Mato Grosso a partir de fevereiro

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Estado se consolida como um dos principais destinos do país, amplia promoção em feiras nacionais e aposta na Lei do Transporte Zero para garantir peixes nos rios

O fim do período da piracema em Mato Grosso no dia 31 de janeiro, abre oficialmente a temporada de pesca esportiva no estado a partir de fevereiro. O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou a organização do governo para o novo ciclo, o fortalecimento do turismo de pesca e a importância da preservação ambiental para a sustentabilidade do setor.

“O fim da piracema marca o início de um período estratégico para Mato Grosso. O Governo do Estado atua de forma integrada, conciliando a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico, com alinhamento entre os órgãos ambientais, de fiscalização, segurança e turismo, garantindo o cumprimento da legislação e a estrutura necessária para receber pescadores e turistas”, afirmou o secretário.

Reconhecido nacionalmente como um dos principais destinos de pesca esportiva do Brasil, Mato Grosso reúne três grandes bacias hidrográficas, Amazônica, Paraguai e Tocantins, além de rios de relevância internacional e espécies emblemáticas que atraem pescadores de diferentes regiões do país e do exterior. Segundo Miranda, o estado tem papel central no crescimento do segmento, que movimenta bilhões de reais e cresce de forma acelerada no Brasil e no mundo.

“Mato Grosso se posiciona como protagonista ao investir na promoção do destino, na qualificação dos serviços turísticos e na articulação com o setor privado, fortalecendo a pesca esportiva como vetor de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda, especialmente em municípios do interior”, destacou.

Entre as ações estratégicas para a temporada de 2026, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) reforça a promoção do estado em duas das maiores feiras do setor no país: a Pesca Trade Show, que acontece em março, e a Fishing Brasil, programada para agosto. A participação nesses eventos tem como objetivo ampliar a visibilidade de Mato Grosso no mercado nacional e internacional, aproximando operadores turísticos, guias, empresários e investidores do potencial do estado.

Outro eixo considerado fundamental para a consolidação do turismo de pesca é a Lei do Transporte Zero, que proíbe o transporte de pescado e prioriza a pesca esportiva e o pesque-e-solte. De acordo com o secretário, a política pública tem papel decisivo na recuperação dos estoques pesqueiros e no fortalecimento da imagem de Mato Grosso como destino responsável e sustentável.

“A Lei do Transporte Zero é essencial para garantir peixes nos rios e assegurar o futuro da pesca esportiva. Ela protege o recurso natural, fortalece o turismo e dá segurança para quem escolhe Mato Grosso como destino”, pontuou.

Além da promoção e da preservação ambiental, o estado também investe na qualificação profissional. Em janeiro de 2026, foram iniciadas capacitações para condutores de pesca, com aulas teóricas e práticas realizadas em municípios estratégicos como Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger, Cáceres, Poconé, Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Canarana, Querência, São Félix do Araguaia, Novo Santo Antônio, Sinop e Alta Floresta, entre outros.

A temporada de 2026 também será marcada por um extenso calendário de festivais e competições de pesca esportiva, que movimentam a economia local e fortalecem o turismo regional. Entre os eventos previstos estão o 3º Torneio Tucunas do Manso, no Lago do Manso, em abril; o 6º Torneio de Pesca Esportiva com Iscas Artificiais de Sinop, em setembro; o 23º Festival de Pesca de Nova Xavantina, em agosto; o 42º Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres, com data a definir; além de festivais em municípios como Barra do Bugres, Porto dos Gaúchos, Porto Esperidião, Carlinda, Tabaporã e Cuiabá, que deve receber um festival urbano de pesca esportiva. Também estão confirmados o 2º Pesca com Elas, em Novo Santo Antônio, nos dias 7 e 8 de março, e a segunda edição do Festival de Pesca Marina Casa Branca, em Santo Antônio de Leverger, em junho.

O tema foi abordado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda em entrevista concedida à Fish TV na última quinta-feira (29.1),

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Mercado Imobiliário bate recorde de faturamento ao movimentar R$ 5,7 bilhões

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Os últimos três meses de 2025 elevaram o faturamento do mercado imobiliário em Cuiabá em quase R$ 1,5 bilhão, com a comercialização de 3,2 mil imóveis no período. Essa movimentação contribuiu para fazer de 2025 o melhor ano da história do Indicador do Mercado Imobiliário, realizado pelo Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT). Ao longo do ano, foram aproximadamente R$ 5,7 bilhões investidos na venda de quase 13,6 mil imóveis. 

Os números representam crescimento de 17,99% no faturamento e de 24,87% no volume de unidades transacionadas em relação a 2024. Segundo o presidente do Secovi-MT e vice-presidente da Fecomércio-MT, Marco Pessoz, o desempenho do mercado imobiliário na capital apresentou comportamentos distintos ao longo de 2025, a depender do perfil do financiamento. 

“O programa Minha Casa Minha Vida segue com desempenho muito positivo, com números expressivos e boa quantidade de imóveis negociados”, explicou. 

Por outro lado, Pessoz destaca que os imóveis fora do alcance do programa social sentiram os efeitos do cenário econômico. “O segmento que depende do financiamento imobiliário padrão, lastreado em recursos da poupança, registrou queda no volume de vendas, principalmente em razão da alta da taxa de juros, que encarece as parcelas e acaba inibindo a decisão de compra”. 

Um dos fatores que ajuda a explicar esse comportamento é o valor do ticket médio dos imóveis comercializados, que ficou próximo de R$ 419,5 mil em 2025. O montante é 9,16% menor na comparação com 2024, o que sinaliza uma maior concentração de vendas em segmentos populares ou de menor preço unitário ao longo do ano. 

O presidente do sindicato destacou, ainda, que o mercado imobiliário de Cuiabá deve manter estabilidade no volume de unidades comercializadas em 2026, com foco na valorização de bairros de alto padrão, como Jardim das Américas e a região dos Florais, além da expansão nas regiões Oeste e Leste da capital. 

Em 2025, a região Oeste concentrou o maior número de unidades vendidas (5.061) e o maior faturamento (R$ 2,166 bilhões), seguida pela região Sul, com 3,3 mil imóveis e investimento de R$ 839 milhões. Já a região Leste somou cerca de 3,2 mil unidades comercializadas e movimentação financeira de R$ 1,774 bilhão. 

Pessoz conclui que “os dados mostram um setor imobiliário maduro e, em certa medida, desacoplado da crise de juros nacional, devido ao vigor econômico de Mato Grosso”. 

O levantamento conta com o apoio da Fecomércio-MT e é realizado desde 2015 pelo Secovi-MT, em parceria com a Secretaria de Fazenda de Cuiabá, com base nas informações do ITBI municipal.

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Agro Mato Grosso

Mato Grosso lidera a balança comercial brasileira e saldo comercial atinge US$ 27 bi

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Mato Grosso encerrou o ano de 2025 na liderança da balança comercial brasileira, consolidando-se como o estado com melhor desempenho no comércio exterior do país. O saldo comercial mato-grossense atingiu US$ 27,49 bilhões, o que representa 40,25% de participação no saldo nacional.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e foram compilados pelo DataHub da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Ao longo de 2025, o estado exportou US$ 30,11 bilhões e importou US$ 2,62 bilhões. As exportações responderam por 92% da corrente de comércio exterior de Mato Grosso, enquanto as importações representaram 8%.

Mesmo com forte atuação no mercado externo, Mato Grosso manteve participação de 0,94% no total das importações realizadas pelo Brasil no período. Entre os principais produtos importados pelo estado estão os fertilizantes potássicos, com US$ 634,41 milhões, os fertilizantes azotados, que somaram US$ 578,74 milhões, e inseticidas, rodenticidas e fungicidas, com US$ 370,42 milhões.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o resultado da balança comercial em 2025 reflete a combinação entre a vocação produtiva de Mato Grosso e as políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor produtivo e à inserção dos produtos mato-grossenses no mercado internacional.

“Esse desempenho é fruto da capacidade de Mato Grosso em produzir aquilo que o mundo demanda, aliada ao esforço conjunto do poder público e da iniciativa privada. O Estado tem atuado para criar um ambiente favorável aos negócios, ampliar a competitividade e apoiar o setor produtivo, o que se traduz em resultados expressivos no comércio exterior e no fortalecimento da economia mato-grossense.”

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