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20 de maio de 2026

Sustentabilidade

Clima favorável acelera plantio de soja entre outubro e novembro em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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O plantio da soja safra 25/26 avançou em ritmo acelerado entre a primeira semana de outubro e a primeira semana de novembro, em Mato Grosso do Sul. De acordo com informações do projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, o período concentrou 81% do total já semeado no Estado. A evolução da operação inicial do ciclo produtivo foi impulsionada pelo bom volume de chuvas, principalmente nas Regiões Centro e Sul, que, juntas, representam aproximadamente 85% da área total estimada.

Até a data de 14 de novembro, o acumulado de plantio, que compreende todas as regiões do Estado, é de 92,1% da área estimada, o equivalente a 4,4 milhões de hectares. Conforme a média das últimas cinco safras, o plantio deve ser finalizado na primeira quinzena de dezembro.

As lavouras variam entre o estádio fenológico vegetativo V6 e reprodutivo R3, marcados pelo aparecimento da segunda folha trifoliolada completamente desenvolvida e pelo início da formação da vagem, respectivamente. Com exceção da Região Sul, as demais regiões apresentam condições boas em mais de 90% das áreas.

Para esta safra, a estimativa é de que Mato Grosso do Sul cultive 4,7 milhões de hectares, com produtividade média de 52,8 sacas por hectare e produção de 15,1 milhões de toneladas.

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Mais detalhes sobre o andamento da safra, clima e mercado de grãos podem ser obtidos no Boletim Casa Rural Agricultura.

Fonte: Joélen Cavinatto – Aprosoja MS



 

FONTE

Autor:Joélen Cavinatto/APROSOJA MS

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Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Algodão/CEPEA: Preços perdem sustentação com pressão externa – MAIS SOJA

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A alta nos preços do algodão em pluma foi interrompida nos últimos dias, devido às baixas externas e à consequente retração de compradores. As cotações chegaram a recuar na semana, mas ainda registram alta na parcial do mês.

Segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, especialmente na Bolsa de Nova York (ICE Futures), levou parte dos agentes a aguardar definições mais claras para realizar novos fechamentos. Alguns vendedores passaram a demonstrar maior flexibilidade nos negócios, enquanto outros seguiram firmes nos valores pedidos.

Do lado comprador, indústrias ofertaram preços ainda menores para novas aquisições, diante das dificuldades de comercialização e de repasse dos custos aos produtos manufaturados, influenciando no enfraquecimento das cotações.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o mercado internacional também permanece atento aos desdobramentos das negociações sobre as compras chinesas de produtos norte-americanos.

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Além disso, o viés baixista foi reforçado pela divulgação do relatório de exportações dos Estados Unidos, que apontou desaceleração no ritmo das vendas externas, sinalizando dificuldade dos compradores em sustentar aquisições em patamares altos – apesar da queda recente, os valores internacionais ainda estão elevados.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

IMEA: Menor oferta global e custos em alta pressionam cenário do milho na safra 26/27 – MAIS SOJA

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Em mai/26, o USDA estimou a oferta mundial de milho da safra 26/27 em 1,79 bi de t, queda de 0,69% ante o ciclo anterior. Essa redução está associada à estimativa de menor produção dos EUA (406,29 mi de t), reflexo da redução da área semeada, diante da maior atratividade da soja. Pelo lado da demanda mundial, o Departamento projeta crescimento de 0,46% na temporada, totalizando 1,51 bi det.

Esse avanço é sustentado pelo maior consumo interno da China que, apoiado pela maior produção, permite atender à elevada demanda doméstica. Além disso, o Brasil deve registrar aumento da demanda doméstica e maior competitividade no mercado exportador, favorecido pela menor oferta estadunidense. Cabe destacar que as exportações mundiais foram projetadas em 206,91 mi de t, queda de 3,14% entre ciclos, diante da redução das exportações dos EUA, impactada pela menor oferta no país. Por fim, os estoques finais globais foram projetados em 277,54 mi de t, queda anual de 6,54%.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: na última semana, o preço do milho na CME Group registrou valorização média de 0,73%, impulsionada pelas vendas do cereal pelos EUA, encerrando o período cotado, em média, a US$ 4,64/bu.
  • RETRAÇÃO: o preço do milho futuro na CME, contrato jul/26, encerrou a semana com queda de 0,27%, e finalizou o período na média de US$ 4,72/bu.
  • AVANÇO: o prêmio Santos apresentou alta semanal de 14,56%, cotado a US$ 0,96/bu, sustentada pela maior demanda no mercado externo e pelo avanço das negociações no porto.
O projeto CPA-MT (Senar-MT/Imea) estimou o custeio do milho da safra 26/27 em R$ 3.772,24/ha em abr/26, alta mensal de 2,32%.

O avanço foi impulsionado pelo aumento nos gastos com fertilizantes e corretivos (+4,30%), defensivos agrícolas (+2,46%) e sementes (+0,11%), reflexo das tensões no cenário geopolítico, que elevam a incerteza nos mercados internacionais e impactam diretamente os preços futuros dos insumos.

Com isso, o COE aumentou 1,72% ante mar/26, fechando abr/26 em R$ 5.501,12/ha, enquanto o CT avançou 1,25%, ficando em R$ 7.395,26/h. No que se refere ao ponto de equilíbrio, considerando a produtividade da safra 25/26, estimada em 118,71 sc/ha. O produtor precisará negociar sua saca a R$ 31,78/sc para cobrir o custeio e a R$ 46,34/sc para arcar com o COE. Diante disso, considerando o preço médio da safra 26/27 em abr/26, de R$ 45,68/sc, o produtor consegue cobrir o custeio, mas deverá acompanhar o mercado estrategicamente, buscando melhores oportunidades de venda para melhorar seu retorno.

Fonte: IMEA

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Sustentabilidade

IMEA: Custos da soja avançam em MT e pressionam margens para a safra 26/27 – MAIS SOJA

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Segundo o projeto Custo de Produção Agropecuário em Mato Grosso (Senar-MT e Imea), o custeio da soja em abr/26 para a safra 26/27 em MT foi projetado em R$ 4.286,89/ha, alta de 1,88% frente a mar/26. O avanço reflete o incremento mensal de 2,73% nas despesas com fertilizantes e de 2,17% nos defensivos.

Esse movimento de alta está associado ao cenário externo, uma vez que as tensões no Oriente Médio elevam as incertezas do mercado, pressionando os custos e logística dos insumos agrícolas. Diante desse cenário, de custos elevados e preços ainda pressionados observa-se compressão das margens do produtor. Desse modo, considerando a produtividade média da safra 26/27 projetada em 62,44 sc/ha, a análise do ponto de equilíbrio (P.E.) indica que o produtor necessita negociar a soja a R$ 68,65/sc para cobrir o custeio, valor 8,42% superior ao P.E. da safra anterior. Por fim, com a aquisição dos insumos da safra ainda em andamento, os custos seguem como ponto de atenção aos sojicultores principalmente no que se refere aos insumos importados.

Confira os principais destaques do boletim:
  • QUEDA: o preço da soja em Mato Grosso exibiuretração de 0,53% frente à semana passada,influenciada pela demanda mais fraca no estado.
  • MAIOR: a cotação corrente da oleaginosa em Chicago registrou alta de 0,75% quando comparada à da semana anterior, encerrando o período na média de US$ 12,00/bu.
  • AUMENTO: o indicador paridade exportação subiu 1,76% no comparativo semanal, reflexo da valorização do preço da soja em Chicago para contrato mar/27.
O USDA divulgou a 1ª projeção de oferta e demanda mundial da safra 26/27 de soja.

Segundo o departamento, a produção mundial da oleaginosa foi projetada em 441,54 mi de toneladas, crescimento de 3,26% ante a safra anterior e 5,99% acima da média das últimas três safras. Esse movimento foi sustentado, principalmente, pela expectativa de aumento na produção brasileira, estimada em 186,00 mi de t, avanço de 3,33% em relação ao ciclo 25/26, aliado à elevada produção projetada para os EUA. Contudo, a possível atuação do fenômeno El Niño segue como ponto de atenção e poderá impactar futuras revisões na estimativa para o Brasil.

Quanto ao comércio global, as exportações mundiais foram estimadas em 189,22 mi de t, avanço de 1,42% frente à safra 25/26, com a China permanecendo como principal país importador da oleaginosa. Por fim, os estoques finais mundiais ficaram em 124,78 mi de t, queda de 0,28% no comparativo entre safras, pressionados principalmente pela redução de 8,75% nos estoques finais dos EUA, reflexo da expectativa de aumento da demanda interna pela oleaginosa.

Fonte: IMEA

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