Business
Pecuarista Nando Conte é eleito presidente da Acrimat

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) tem nova diretoria eleita para o triênio 2026-2028. A chapa “Raízes da Pecuária – Compromisso com o Produtor”, encabeçada por Luís Fernando Amado Conte, o Nando Conte, foi escolhida nesta sexta-feira (7), em eleição realizada em todo o estado, com ampla participação dos associados.
O novo presidente destaca que a gestão terá como prioridade a proximidade com os produtores e a transparência nas ações. “Nosso compromisso é manter a Acrimat próxima de quem faz o agro acontecer. Vamos trabalhar com transparência, união e foco em resultados para o produtor”.
Representatividade estadual
A diretoria eleita é composta por nomes de diferentes regiões do estado, reforçando o compromisso com uma gestão participativa e plural. A diretoria executiva terá Agenor Vieira de Andrade Neto como 1º vice-presidente e Olimpio Risso de Brito como 2º vice-presidente. A tesouraria será conduzida por Marcelo Vendrame (1º diretor tesoureiro) e Amarildo Merotti (2º diretor tesoureiro).
Também integram o grupo Marcos Antônio Dias Jacinto e João Oliveira Gouveia Neto, na secretaria, e Ricardo Figueiredo de Arruda Neto, na diretoria de Relações Institucionais. O Conselho Fiscal é formado por Gilberto de Paula e Silva, José Flávio Andrioli e Eloisa Maria Alves El Hage, com suplência de Fabio José Marsango, Lucas Gaiva e Silva e Wilson Antonio Martinelli.
Os conselheiros regionais eleitos representam as diversas regiões de Mato Grosso e reforçam o propósito de aproximar a entidade das diferentes realidades da pecuária estadual. A posse da nova diretoria está prevista para o início de 2026, quando será apresentado o plano de ações e prioridades com foco em inovação e representatividade.
Trajetória de Nando Conte
Natural de Presidente Venceslau (SP), Nando Conte nasceu em 1981 e chegou a Mato Grosso no ano seguinte, quando sua família se estabeleceu em Juara. Filho de João Alberto Conte, um dos pioneiros do município, cresceu envolvido com a atividade pecuária e, ainda jovem, passou a atuar na gestão da fazenda da família, voltada à seleção de rebanho Nelore Mocho PO.
Atualmente, é produtor rural com atuação em cria, recria, engorda e melhoramento genético de Nelore PO, com propriedades em Juara, Colniza e Guarantã do Norte. Na Acrivale, instituição fundada por seu pai, foi secretário, conselheiro, três vezes vice-presidente e presidente no biênio 2009/2010.
Na Acrimat, construiu uma trajetória sólida, tendo atuado como diretor regional do Vale do Arinos, diretor de Relações Institucionais, segundo vice-presidente em duas gestões e primeiro vice-presidente em outra. Também participou da diretoria do FESA e do antigo Fabov, reforçando seu histórico de engajamento com o fortalecimento da pecuária mato-grossense.
Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.
Business
Safra de grãos 2025/26 é estimada em 358,6 milhões de toneladas

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou em 358,6 milhões de toneladas a produção brasileira de grãos na safra 2025/26, segundo o 9º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta quinta-feira (11). O volume representa alta de 1,8% sobre o ciclo anterior, com acréscimo de 6,4 milhões de toneladas. A área cultivada foi projetada em 83,5 milhões de hectares, com produtividade média nacional de 4.295 quilos por hectare.
De acordo com a Conab, a projeção de novo recorde na série histórica é sustentada pelo aumento da área cultivada e por condições climáticas favoráveis. Entre as culturas, a soja apresenta o maior crescimento em volume. A produção da oleaginosa foi estimada em 180,3 milhões de toneladas, com incremento de 8,8 milhões de toneladas em relação à safra anterior. Segundo o boletim, o resultado reflete a expansão da área, o pacote tecnológico adotado e o clima favorável.
No milho, a estimativa total, considerando as três safras, é de 140,5 milhões de toneladas. A primeira safra já teve 87,7% da área colhida e deve alcançar 29,3 milhões de toneladas, alta de 17,7% em relação à temporada 2024/25. A produtividade foi estimada em 7.110 quilos por hectare, avanço de 7,6% e novo recorde da série histórica da Companhia para essa etapa. Para a segunda safra, a expectativa é de 107,9 milhões de toneladas, enquanto a terceira safra deve somar 3,3 milhões de toneladas.
Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!
Entre outros grãos, a produção de algodão foi estimada em cerca de 4 milhões de toneladas, recuo de 2,5% ante 2024/25, influenciado pela menor área semeada. O sorgo deve atingir 7,62 milhões de toneladas, alta de 24,9% na comparação com a safra passada. No arroz, a estimativa é de 11,1 milhões de toneladas, queda de 13,2% em razão da menor área destinada à cultura. Para o feijão, a previsão é de quase 3 milhões de toneladas, recuo de 0,5%.
No mercado, a Conab projetou exportações de soja em 116,1 milhões de toneladas e processamento de 61,58 milhões de toneladas. O estoque de passagem da soja foi estimado em 9,2 milhões de toneladas. Para o milho, os estoques de passagem podem chegar a 13,25 milhões de toneladas no fim de janeiro de 2027. No feijão, o estoque final esperado no fim de dezembro foi atualizado para 288,5 mil toneladas.
Para o trigo, cultura de inverno, a semeadura avança em todas as regiões produtoras e atingia 45,3% da área prevista no levantamento. A Conab projeta produção em torno de 6,3 milhões de toneladas, com redução associada à menor área destinada ao cereal. O material divulgado não detalha impactos regionais adicionais para produtores além dos dados de área, produção e mercado apresentados no levantamento.
Fonte: gov.br
O post Safra de grãos 2025/26 é estimada em 358,6 milhões de toneladas apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Reunião de Soja apresenta panorama territorial da cultura no Brasil

A Reunião de Soja apresentou um panorama territorial da cultura no Brasil, com foco na trajetória de adaptação da oleaginosa em diferentes condições de clima, solo e sistemas produtivos. Segundo o conteúdo fornecido, a avaliação foi destacada por um analista. O material, no entanto, não informa o local do encontro nem detalha os dados técnicos apresentados.
De acordo com o conteúdo de entrada, a trajetória da soja demonstra a capacidade de adaptação da cultura às diversas condições encontradas no território nacional. A informação indica que o tema central da reunião foi justamente esse panorama territorial da produção.
O material também registra que essa leitura foi feita por um analista, mas não informa o nome da fonte, a instituição à qual ela está vinculada nem o cargo exercido. Também não há, no conteúdo fornecido, dados numéricos sobre área cultivada, produtividade, produção, regiões analisadas ou recorte temporal da avaliação.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
A menção a clima, solo e sistemas produtivos indica que a abordagem envolveu fatores técnicos ligados ao desenvolvimento da cultura. Ainda assim, o texto original não detalha quais condições foram destacadas, quais estados ou regiões foram citados, nem quais indicadores foram usados para sustentar o panorama apresentado.
A soja tem relevância direta para a agricultura brasileira, e a referência à adaptação territorial da cultura aponta para um debate técnico sobre produção em diferentes ambientes. No entanto, o material fornecido não especifica impactos práticos para produtores, cooperativas, mercado ou cadeia logística.
O conteúdo divulgado resume que a Reunião de Soja tratou da adaptação da cultura em diferentes condições do território nacional. O material original não informa números, metodologia, local do evento ou desdobramentos diretos para o setor.
Fonte: embrapa.br
O post Reunião de Soja apresenta panorama territorial da cultura no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Business
Mercado do boi gordo tem baixa nesta quarta-feira; confira as cotações da arroba

O mercado físico do boi gordo encerrou a quarta-feira (10) com preços mais baixos em meio às tentativas de compra da indústria em patamares inferiores. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem ajustando suas estratégias diante da perspectiva de esgotamento antecipado da cota de exportação para a China, previsto para ocorrer entre junho e julho.
De acordo com o analista, o cenário tem levado à necessidade de redução dos abates, além da diminuição ou até eliminação das bonificações pagas aos animais enquadrados no padrão China. O movimento já era esperado pelo mercado, uma vez que as exportações avançaram de forma acelerada ao longo do primeiro semestre, com forte direcionamento ao mercado chinês.
Mesmo com escalas de abate mais curtas, Iglesias avalia que ainda há pouca margem para uma valorização mais consistente da arroba no curtíssimo prazo, diante da postura cautelosa adotada pela indústria frigorífica.
Entre as principais praças pecuárias do país, a arroba foi cotada, em média, a R$ 353,17 em São Paulo, na modalidade a prazo. Em Goiás, a indicação ficou em R$ 338,21, enquanto Minas Gerais registrou média de R$ 330,88. Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi negociada a R$ 353,07, e em Mato Grosso, a R$ 357,30.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Atacado
No mercado atacadista, o movimento foi oposto. Os preços da carne bovina avançaram ao longo do dia, sustentados pela boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. A expectativa de consumo para junho também permanece positiva, especialmente às vésperas dos jogos da seleção brasileira.
Apesar da recuperação no atacado, a carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas concorrentes, sobretudo em relação à carne de frango. O quarto dianteiro foi precificado em R$ 21,70 por quilo, a ponta de agulha em R$ 20,00 por quilo e o quarto traseiro em R$ 27,00 por quilo.
Câmbio
No mercado cambial, o dólar comercial fechou a sessão em queda de 0,18%, cotado a R$ 5,1686 para venda e R$ 5,1666 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1590 e a máxima de R$ 5,1970.
O post Mercado do boi gordo tem baixa nesta quarta-feira; confira as cotações da arroba apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade22 horas agoALGODÃO/CEPEA: Início de junho é marcado por baixa liquidez – MAIS SOJA
Sustentabilidade21 horas agoBancada articula para votar endividamento rural e diferencial aos biocombustíveis, diz FPA – MAIS SOJA
Agro Mato Grosso23 horas agoAcordo impede uso de biomassa de desmatamento para abastecer indústrias em MT
Sustentabilidade19 horas agoExportações de soja aumentam; milho não registra embarques em maio – MAIS SOJA
Featured15 horas agoApós pausa, Jogos Escolares de MT retornam com etapa em Canarana e disputas em 4 modalidades
Business11 horas agoEmbrapa entrega mais sementes brasileiras para ‘cofre do fim do mundo’ na Noruega
Business23 horas agoAbate de fêmeas recua em Mato Grosso e participação cai abaixo de 50% pela primeira vez no ano
Agro Mato Grosso23 horas agoMT assina plano para ampliar florestas plantadas e garantir abastecimento sustentável da indústria

















