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Sustentabilidade

Apenas uma região registra aumento nos preços de soja; saiba qual

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Imagem de Lucas Miranda por Pixabay

O mercado brasileiro de soja apresentou movimentações discretas nesta terça-feira (21). De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por pequenas operações e sem grandes alterações nas ofertas. “O mercado rodou pequenos lotes hoje, sem muitas mudanças”, afirmou.

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Silveira acrescenta que as cotações operaram de maneira mista, mas com oscilações pequenas. “A volatilidade também esteve presente nas referências externas. A CBOT chegou a operar em alta, depois recuou novamente; o dólar também ficou volátil e os prêmios caíram levemente”, avaliou.

Segundo ele, o comportamento do produtor segue estável. “No geral, o produtor mantém o foco no plantio da safra nova, e a comercialização antecipada continua lenta”, explicou.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 126,00 para R$ 124,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 140,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 140,00 para R$ 139,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia com leve baixa para grão e óleo, e cotações mistas para o farelo. O mercado mostrou bastante volatilidade, oscilando entre altas e baixas dentro de pequenas margens.

Dúvidas sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China abriram espaço para um movimento de realização de lucros, após quatro sessões consecutivas de alta. A boa evolução da colheita da safra norte-americana e a valorização do dólar frente a outras moedas também contribuíram para o ajuste.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão com entrega em novembro de 2025 fechou a US$ 10,30 ¾ por bushel, queda de 1,00 centavo (0,09%). A posição janeiro de 2026 encerrou a US$ 10,48 ½ por bushel, recuo de 1,50 centavo (0,14%).

Nos subprodutos, o farelo para dezembro de 2025 subiu US$ 1,90 (0,66%), cotado a US$ 286,90 por tonelada. Já o óleo com vencimento em dezembro caiu 0,66 centavo (1,28%), encerrando a 50,65 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,36%, negociado a R$ 5,3899 para venda e R$ 5,3879 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,3699 e a máxima de R$ 5,4044.

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Preços seguem firmes com oferta limitada e demanda aquecida – MAIS SOJA

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Uma maior demanda por arroz beneficiado no atacado e no varejo elevou a necessidade de compra de matéria-prima por parte das indústrias. Esse cenário tem impulsionado as cotações do arroz em casca no Rio Grande do Sul – na parcial deste mês (até o dia 18), o Indicador CEPEA/IRGA registra avanço acima de 5%. Mesmo assim, de acordo com pesquisadores do Cepea, a liquidez permanece limitada, refletindo a postura retraída dos produtores, as dificuldades no avanço da colheita em algumas regiões e as incertezas decorrentes da alta do diesel e do cenário geopolítico internacional. Com a menor disponibilidade de produto no mercado spot, algumas indústrias chegam a reajustar as ofertas mais de uma vez para atrair vendedores. Ao mesmo tempo, agentes relataram ao Cepea receio de novos aumentos nos custos logísticos, diante da forte alta do diesel, o que levou parte das unidades de beneficiamento a reforçar a recomposição de estoques.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Cédulas de Produto Rural totalizam R$ 561 bilhões em fevereiro – MAIS SOJA

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a nova edição do Boletim de Finanças Privadas do Agro, com dados sobre o desempenho dos principais títulos e fundos de financiamento privado do setor no mês de fevereiro.

As registradoras contabilizaram crescimento de 16% nos estoques de Cédulas de Produto Rural (CPR) em fevereiro de ano, quando comparado ao mesmo período do ano passado, com 402 mil cédulas registradas, totalizando R$ 561 bilhões. Na atual safra, de julho de 2025 a fevereiro de 2026, as registradoras emitiram R$ 248 bilhões em CPR, valor ligeiramente menor que o verificado em igual período da safra passada, com queda de 8%.

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), que também desempenham um papel importante no funding de recursos direcionados ao setor, alcançaram o estoque de R$ 588 bilhões em fevereiro, valor 9% maior em comparação a um ano atrás.

Vale mencionar que, desse estoque de LCA, no mínimo 60% do valor deve obrigatoriamente ser reaplicado pelas instituições financeiras emissoras no financiamento rural. Em fevereiro, o valor total a ser reaplicado chegou a R$ 352 bilhões, indicando aumento significativo de 31% em comparação ao verificado no mesmo período de 2025.

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem repetindo o bom desempenho observado ao longo do início de 2026, apresentando um crescimento de 15% no valor dos estoques em doze meses até fevereiro deste ano, atingindo o montante de R$ 176 bilhões.

Já os estoques dos Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) apresentaram retração de 8% em fevereiro, na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 32 bilhões. A queda ainda reflete o crescimento momentâneo e atípico ocorrido em agosto de 2024, revertido gradualmente ao longo dos meses seguintes.

A atualização dos dados sobre o desempenho dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) retornou em dezembro, após uma breve interrupção no ano passado. Em janeiro, o patrimônio líquido dos Fiagro chegou a R$ 48 bilhões, crescimento de 10% nos últimos doze meses, com 220 fundos em operação, número 60% maior do que o verificado em idêntico período do ano passado.

O boletim é desenvolvido mensalmente pelo Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário da Secretaria de Política Agrícola do Mapa.

Para informações mais detalhadas, Clique aqui.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Conflito no Oriente Médio pode pressionar custos do agro brasileiro, alerta CNA – MAIS SOJA

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (17), da reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, que discutiu os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o agro brasileiro.

O diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, e a diretora de Relações Internacionais, Sueme Mori, acompanharam os debates.

Em sua apresentação, Lucchi destacou que a escalada das tensões na região, especialmente envolvendo áreas estratégicas como o Estreito de Ormuz, pode gerar efeitos relevantes sobre custos de produção, logística e preços de insumos no Brasil.

A região concentra cerca de 20% do comércio global de petróleo e gás natural, além de responder por até 35% do comércio mundial de amônia e ureia e 30% dos fertilizantes comercializados no mundo.

Segundo o diretor, eventuais interrupções no fluxo marítimo na região tendem a impactar diretamente o mercado global, elevando custos de frete, seguro e operações logísticas. “Isso pode resultar em aumento no custo de chegada de insumos essenciais para o agro brasileiro, especialmente fertilizantes”, alertou.

O Brasil importa cerca de 12% dos fertilizantes do Oriente Médio, sendo que 35% da ureia utilizada no país tem origem na região.

Neste contexto, Lucchi pontuou que o mercado já sente os efeitos do conflito, com alta dos preços da ureia entre 30% e 35% desde o início do conflito. No caso do petróleo, os preços internacionais registraram alta de até 51%, pressionando também os custos de combustíveis como o diesel.

Lucchi disse, ainda, que alertou que o conflito tende a aumentar a volatilidade nos mercados, afetando preços, contratos futuros e câmbio. “Esse cenário dificulta o planejamento do produtor rural e pode comprometer decisões de compra de insumos”.

Medidas e propostas – O diretor falou sobre as propostas da CNA apresentadas na reunião, voltadas para a redução de tributos sobre o diesel, medidas de fiscalização para evitar abusos de preços, o aumento da mistura do biodiesel ao diesel (15% para 17%), aprovação de políticas para estimular a produção nacional de fertilizantes, e a redução da alíquota do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:CNA

Site: CNA

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