Sustentabilidade
Trigo/RS: Cultura avançou expressivamente, lavouras apresentam boa uniformidade – MAIS SOJA

A cultura de trigo avançou expressivamente, com predomínio das fases de enchimento de grãos(50%) e de maturação (30%). As lavouras apresentam boa uniformidade como reflexo da semeadura dentro das janelas recomendadas pelo zoneamento agrícola.
No período, as condições meteorológicas — redução das precipitações, adequada luminosidade e temperaturas amenas — foram favoráveis para o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo das lavouras, bem como para a manutenção da sanidade foliar e do potencial produtivo. Alguns cultivos no Centro-Oeste do Estado foram atingidos por ventos fortes, que causaram apenas danos pontuais.
Nas áreas semeadas no período inicial — principalmente no Noroeste, Planalto e na Fronteira Oeste —, a colheita alcançou 2% da área cultivada no Estado. Há expectativa positiva em relação ao potencial produtivo para o fechamento da safra. No entanto, as chuvas ocorridas durante as fases de floração e de início do enchimento de grãos, principalmente nas regiões Norte e Noroeste, provocaram alguns danos pontuais.
O estado fitossanitário das lavouras está, de modo geral, satisfatório em razão das condições de tempo seco, que reduziram a pressão de doenças fúngicas. Contudo, ainda se mantém a atenção em relação à giberela, doença de infecção floral, que preocupa especialmente nas regiões de maior altitude e nas lavouras em plena floração.
Nesta fase final do ciclo, os produtores fazem uso de dessecantes para a uniformização da maturação e monitoram os índices de umidade do solo para permitir o ingresso seguro de máquinas colhedoras. Em algumas localidades, como no Oeste e na Campanha, ainda há restrição operacional em áreas encharcadas, o que pode atrasar pontualmente o cronograma de colheita.
Conforme a nova estimativa da Safra 2025, realizada pela Emater/RS-Ascar com dados da primeira quinzena de outubro, a área cultivada de trigo totaliza 1.141.224 hectares implantados, o que representa redução de 14,26% em relação a 1.331.013 hectares cultivados em 2024 (IBGE). A produtividade projetada no início do plantio era de 2.997 kg/ha, e a estimativa atual, com o desempenho favorável das lavouras, aponta para 3.261 kg/ha, sendo 8,81% superior à estimada inicial. Em relação à produtividade da safra anterior, o aumento é de 17,26% em relação aos 2.781 kg/ha obtidos no ciclo anterior (IBGE). A estimativa de produção é de 3.721.653 toneladas do cereal, o que representa um aumento de 3,63%, em relação a 5.591.330 toneladas estimadas no momento do plantio, e 0,57% superior a 3.700.521 toneladas colhidas em 2024 (IBGE).
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a sequência de dias sem precipitação favoreceu o início da colheita em Itacurubi, Maçambará, Santa Margarida do Sul e São Borja. Em São Gabriel, cerca de 12% da área foi colhida. O desenvolvimento geral das lavouras está adequado, mas há registros pontuais de acamamento e danos causados por ventos fortes e granizo. Em Itaqui, a elevada umidade do solo dificultou o acesso de máquinas.
Na de Caxias do Sul, as condições ambientais foram ideais para a fase de floração, que é a mais sensível à ocorrência de doenças da espiga. São realizadas pulverizações regulares de fungicidas, o que tem garantido boa sanidade e coloração uniforme às plantas. As lavouras estão com excelente aspecto nutricional e fitossanitário, e a expectativa de rendimento está elevada, com produtividade projetada acima da média histórica regional.
Na de Erechim, os cultivos se encontram em fase de formação de panículas e início de maturação. Algumas áreas precoces estão em colheita, apresentando produtividades médias de 3.300 kg/ha. O estado geral está apropriado, mas há preocupação em relação ao eventual excesso de umidade na fase de maturação, o que pode afetar o peso e a qualidade dos grãos.
Na de Frederico Westphalen, a cultura está distribuída entre os estádios de floração, enchimento e maturação. As condições meteorológicas até o momento favoreceram o desenvolvimento, resultando em potencial produtivo estimado de 3.300 kg/ha. Contudo, observa-se aumento da pressão de doenças de final de ciclo.
Na de Ijuí, 78% dos cultivos estão em estádio reprodutivo e 21% em maturação. O potencial produtivo está elevado, embora haja registro de bacteriose em áreas sem rotação de culturas e de giberela em lavouras mais tardias. Apenas 1% da área foi colhida. Em Catuípe, os primeiros rendimentos variaram entre 3.000 e 4.200 kg/ha e peso hectolitro entre 78 e 80, refletindo bom padrão de qualidade.
Na de Passo Fundo, as lavouras estão em floração e enchimento de grãos, com adequado potencial produtivo e sanidade.
Na de Pelotas, 79% dos cultivos estão em enchimento de grãos; 9% em floração; 7% em maturação; e 5% colhidos. As condições climáticas do período contribuíram para o desenvolvimento das plantas. A expectativa é de manutenção da produtividade dentro da normalidade histórica.
Na de Santa Maria, a colheita iniciou, mas a maior parte das lavouras se encontra nas fases de enchimento e maturação. A cultura apresenta bom desempenho, e a produtividade está estimada em cerca de 3.000 kg/ha. O avanço da colheita depende da manutenção do tempo seco, que garantirá qualidade, evitando perdas por germinação na espiga.
Na de Santa Rosa, 3% estão em floração; 48% em enchimento de grãos; 44% em maturação; e 5% colhidos. As produtividades iniciais variam entre 3.000 e 4.200 kg/ha. Na maior parte da região, o PH varia entre 78 e 80. Porém, as chuvas durante a floração e o enchimento reduziram o peso hectolitro em parte das áreas (PH em torno de 73), o que poderá levar à demanda de PROAGRO, em função de perdas localizadas e de o valor obtido não cobrir custos da produção.
Na de Soledade, 35% estão em floração; 60% em enchimento de grãos; e 5% em maturação. As áreas conduzidas com alto nível tecnológico apresentam produtividades estimadas acima de 3.900 kg/ha. De modo geral, a cultura está com excelente sanidade e potencial produtivo elevado.
Comercialização (saca de 60 quilos) O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, decresceu 1,90% quando comparado à semana anterior, passando de R$ 64,14 para R$ 62,92.
Confira o Informativo Conjuntural n° 1889 completo, clicando aqui!
Fonte: Emater RS

Autor:Informativo Conjuntural 1889
Site: Emater/RS
Sustentabilidade
Excesso de chuva e doenças prejudicam o avanço da colheita de trigo no RS – MAIS SOJA

A colheita de trigo avançou para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a colheita das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora estes tenham sido colhidos com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem.
As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.
Nas áreas em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuva, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais.
Para áreas mais tardias, ocorre restrição das operações de controle fitossanitário e aumento de sintomas de doenças, como giberela, brusone e bacterioses. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha principalmente no Noroeste. Os triticultores afetados vêm acionando o Proagro e outros seguros agrícolas, e as vistorias estão em andamento para dimensionar os prejuízos.
A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita avança em pequenas porções, com resultados bastante variáveis. Em Itaqui, as produtividades variam entre 1.200 e 1.500 kg/ha, abaixo das estimativas iniciais em decorrência da baixa radiação solar ao longo do ciclo e do excesso de umidade, que também favoreceu a incidência de brusone. Em São Borja, foram colhidos 5% dos 16.000 hectares cultivados.
As primeiras avaliações indicam produtividade dentro da expectativa e PH satisfatório, embora persista o risco de perdas produtivas e qualitativas nas áreas ainda expostas às precipitações. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão ingressando na fase reprodutiva sob condições ambientais favoráveis à ocorrência de giberela. O tempo chuvoso restringe o acesso das máquinas e dificulta as aplicações preventivas de fungicidas.
A perspectiva de rendimento continua dentro da normalidade, condicionada às condições meteorológicas do restante de outubro e do início de novembro. Na de Frederico Westphalen, 40% dos cultivos estão em enchimento de grãos, 50% em maturação e 10% colhidos. O excesso de chuva e a incidência de giberela e de brusone comprometem a produtividade e a qualidade. A estimativa de rendimento é de 2.500 kg/ha.
Na de Ijuí, o período prolongado de alta umidade e de baixa luminosidade prejudicou o enchimento de grãos e a maturação, limitando a formação de reservas e reduzindo o peso final dos grãos. A produtividade estimada está ligeiramente superior a 2.400 kg/ha, mas persiste o risco de novas perdas de peso e qualidade. Também aumentaram os registros de
plantas com sintomas de bacteriose e morte prematura antes da conclusão da fase de enchimento.
Na de Santa Maria, 50% das lavouras estão em enchimento de grãos e 40% em maturação fisiológica. As chuvas intensas acompanhadas de vento e granizo, registradas no final de setembro e início de outubro, deverão reduzir o rendimento. A estimativa atual é de aproximadamente 2.500 kg/ha.
Na de Santa Rosa, está 1% em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem.
Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos. Na de Soledade, a maior parte dos cultivos está na fase de enchimento de grãos (65%), e 35% iniciam a maturação fisiológica. O manejo fitossanitário está em finalização nas áreas mais tardias. O potencial produtivo está variável: nas lavouras conduzidas com maior nível tecnológico, há boas perspectivas, e nas áreas com manejo menos intensivo, os patamares produtivos estão inferiores.
Comercialização (saca de 60 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,43%, passando de R$ 74,47 para R$ 74,15 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 85,00 para produto disponível.
Fonte: Emater/RS
Sustentabilidade
Cascudinho-da-soja exige atenção no início da safra de soja 2026/2027 – MAIS SOJA

“Isso incomoda muito todo mundo, há alguns anos. Se não cuidar, destrói tudo, e é muito difícil seu controle”. O relato é do diretor da Aprosoja/MS e produtor rural da região Norte do Estado, Eduardo Introvini, sobre a presença do cascudinho-da-soja (Myochrous armatus).
A praga tem gerado preocupação nas últimas safras e pode provocar danos ainda nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.
De acordo com o Informativo Técnico 05/2026 da Aprosoja/MS, a ocorrência do cascudinho-da-soja é relatada principalmente na região Centro-Norte do estado, com registros também na região sul. Detectada em Mato Grosso do Sul na safra 2017/2018, a praga pode atacar as primeiras folhas e o caule da soja, danificando as plantas ainda jovens.
Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a atenção deve começar logo após a emergência das plantas, quando a cultura está mais vulnerável aos danos provocados pelo inseto.
“Os primeiros dias de desenvolvimento da soja são fundamentais para a formação de um estande adequado. Por isso, o produtor precisa monitorar a lavoura desde a emergência, identificando possíveis sinais de ataque e buscando orientação técnica para definir as medidas de manejo”, destaca.
Os danos causados pelo cascudinho-da-soja são provocados pelos insetos adultos, que se alimentam de partes da planta. Os ataques mais intensos ocorrem entre a emergência e aproximadamente 25 dias após esse estágio, período que compreende as fases iniciais do desenvolvimento vegetativo.
Em situações de ataque severo, a planta pode tombar e morrer, tornando necessário o replantio de áreas afetadas.
Outro desafio é a localização do inseto na lavoura. Os adultos podem permanecer nas folhas e na palhada, o que dificulta sua identificação e o manejo.
A Aprosoja/MS recomenda o monitoramento constante das áreas cultivadas, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Após a emergência, o uso do pano de batida pode auxiliar na identificação precoce do inseto.
O manejo também pode envolver o tratamento de sementes com inseticidas registrados para a praga e, conforme a necessidade identificada no monitoramento, aplicações foliares. O manejo das plantas hospedeiras também merece atenção. Entre as espécies relatadas estão o amendoim-bravo, a braquiária e o milho tiguera. Por isso, a dessecação pré-semeadura realizada de forma eficiente pode contribuir para reduzir as populações iniciais do inseto.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
Sustentabilidade
Quando e por que fracionar a adubação nitrogenada no milho? – MAIS SOJA

A adubação nitrogenada é uma das principais práticas de manejo da cultura do milho, pois visa suprir a demanda de nitrogênio (N) das plantas e contribuir para o alcance de elevadas produtividades. Entretanto, a dose de fertilizante nitrogenado a ser utilizada deve ser ajustada de acordo com fatores como o sistema de produção, a cultura antecessora, a expectativa de produtividade e a capacidade de resposta do híbrido cultivado.
Sendo assim, definir o período de aplicação do fertilizante bem como a necessidade de fracionar ou não a adubação é crucial para assegurar a manutenção do potencial produtivo do milho e potencializar a formação dos componentes de produtividade. No sistema plantio direto, recomenda-se aplicar entre 20 e 40 kg/ha de N na semeadura, quando esta for feita sobre resíduos de gramíneas, e entre 10 e 20 kg/ha de N, quando a semeadura for sobre resíduos de leguminosas (Eicholz et al., 2024). Quando a adubação em cobertura for realizada em dose única na pós-emergência do milho, recomenda-se que a aplicação dos fertilizantes nitrogenados ocorra entre os estádios de três a cinco folhas (V3 a V6).
Quando fracionar a adubação nitrogenada no milho?
O fracionamento da adubação nitrogenada é recomendado quando a dose do nutriente a aplicar é elevada, podendo-se aplicar 50% da dose quando as plantas estiverem nos estádios fenológicos V4 a V6 e os 50% restantes, nos estádios V8 a V9 (Eicholz et al., 2024). O fracionamento da adubação nitrogenada no milho deve ser realizado quando a dose a ser aplicada de nitrogênio na cultura for maior que 120 kg/ha, e/ou em solos de textura arenosa ou áreas sujeitas a chuva de alta intensidade (Cruz et al., 2011).
Por que fracionar a adubação nitrogenada de cobertura?
Embora exija uma operação agrícola adicional, o parcelamento da adubação nitrogenada no milho busca reduzir as perdas de nitrogênio por lixiviação e aumentar o aproveitamento do nutriente pelas plantas, disponibilizando-o em períodos estratégicos para a formação dos componentes de produtividade da cultura.
Durante os estádios vegetativos iniciais, o milho passa por etapas decisivas para a definição do potencial produtivo. Em V3, ocorre a formação das estruturas que darão origem às folhas e espigas, influenciando o número potencial de grãos (Magalhães & Durães, 2006). Em V4, o desenvolvimento foliar torna a fase estratégica para o manejo da adubação nitrogenada, enquanto em V6 começa a definição do número de fileiras por espiga. Entre V8 e V10, ocorre a diferenciação dos óvulos e, após V10, intensificam-se o crescimento, o acúmulo de nutrientes e a formação de massa seca, preparando a planta para a fase reprodutiva (Ribeiro et al., 2020).
Figura 1. À esquerda, planta de milho em estádio de seis folhas completamente desenvolvidas. À direita, planta no estádio V6, mostrando o ponto de crescimento acima da superfície do solo. Imagem com qualidade otimizada pelo uso de IA.
Sendo assim, o fracionamento da adubação nitrogenada, nas fases supracitadas, especialmente se tratando de altas doses de N, contribui não só para reduzir as perdas do nutriente no sistema de produção, como também para otimizar a formação de componentes de produtividade do milho, e aumentar o rendimento da cultura.
Referências:
CRUZ, J. C. et al. BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS: MILHO. Embrapa Milho e Sorgo, Documentos, n. 119, 2011. Disponível em: < https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/908225/1/doc119.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
EICHOLZ, E. D. et al. INFORMAÇÕES TÉCNICAS PARA O CULTIVO DE MILHO E SORGO NA REGIÃO SUBTROPICAL DO BRASIL: SAFRAS 2023/24 E 2024/25. Associação Brasileira de Milho e Sorgo: MISOSUL, Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo, 2024. Disponível em: < https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1168111/1/Reuniao-tecnica-sul-brasileira-de-pesquisa-de-milho-e-sorgo-Eberson-Diedrich-Eicholz.pdf >, acesso em: 16/10/226.
MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. M. FISIOLOGIA DA PRODUÇÃO DE MILHO. Embrapa, Circular Técnica, n. 76, 2006. Disponível em: < https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPMS/19620/1/Circ_76.pdf >, acesso em: 16/10/2026.
RIBEIRO, B. S. M. R. et al. ECOFISIOLOGIA DO MILHO: VISANDO ALTAS PRODUTIVIDADES. Santa Maria, ed. 1, 2020.

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