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Sustentabilidade

Embrapa oferece curso gratuito sobre inoculação e coinoculação na soja

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A Embrapa Soja lançou um novo curso online e gratuito denominado Inoculação e Coinoculação em Soja, voltado para profissionais das ciências agrárias, produtores e estudantes. O conteúdo reúne informações atualizadas sobre o tema e é ministrado pela pesquisadora Mariangela Hungria; vencedora do Prêmio Nobel de Agricultura, e pelos pesquisadores Marco Antonio Nogueira e André Prando, todos da empresa.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

As inscrições podem ser realizadas na plataforma E-Campo da Embrapa. O curso tem carga horária de seis horas e está dividido em sete módulos:

  • Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN)
  • FBN durante o desenvolvimento da soja
  • Benefícios econômicos e ambientais da FBN
  • Fertilizante nitrogenado e inoculação anual
  • Boas práticas de inoculação
  • Coinoculação
  • Como garantir o sucesso da FBN na cultura da soja

Tecnologias e impactos

A inoculação anual da soja com bactérias fixadoras de nitrogênio (Bradyrhizobium) já é adotada em 85% da área cultivada com soja no Brasil, proporcionando em média um ganho de 8% na produção de grãos, sem a necessidade de aplicação de fertilizantes nitrogenados.

O curso também aborda a coinoculação, tecnologia que combina as bactérias Bradyrhizobium e Azospirillum brasilense. Lançada em 2014, a prática já está presente em cerca de 35% da área cultivada de soja no país.

Dados da Embrapa

De acordo com levantamento da Embrapa, somente em 2024, a adoção da inoculação e da coinoculação gerou uma economia estimada de US$ 25 bilhões pela dispensa do uso de fertilizantes nitrogenados.

Além disso, o uso dessas bactérias evitou a emissão de mais de 230 milhões de toneladas de CO₂ equivalentes na atmosfera.

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve seguir travado nesta quinta-feira – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quinta-feira de negócios travados. Com o avanço da colheita doméstica, as cotações apresentam viés de queda, e os consumidores aguardam preços ainda mais acessíveis para avançar nas negociações. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em baixa, enquanto o dólar opera perto da estabilidade frente ao real.

O mercado doméstico de milho seguiu bastante lento nesta quarta-feira. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, na Região Sul, as colheitas avançam, enfraquecendo os preços, fazendo aumentar a necessidade de exportação para um melhor escoamento da oferta. No Sudeste, ainda há muita oferta de milho de safras passadas, o que ajuda a segurar os preços no mercado disponível. Nos portos, os preços seguem fracos e o aumento dos embarques de soja limitam a exportação de milho no momento. Todos esses fatores deixam o mercado sem força de alta neste momento, assinalou Muruci.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 68,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 68,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 62,00/65,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 64,00/65,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 60,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 51,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO
  • Os contratos com entrega em março de 2026 estão cotados a US$ 4,30 1/2 por bushel, alta de 1,00 centavo de dólar, ou 0,23%, em relação ao fechamento anterior.
  • O mercado segue em alta, acompanhando o forte avanço da vizinha soja desde o pregão anterior. O suporte adicional vem dos sinais de maior demanda pelo cereal norte-americano.
  • Os investidores aguardam relatório semanal das exportações americanas de milho, que será divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), às 10h30 (horário de Brasília). Analistas esperam vendas entre 700 mil toneladas e 2,1 milhões de toneladas.
  • Ontem (4), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,29 1/2, com alta de 1,00 centavo, ou 0,23%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio fechou a sessão a US$ 4,37 por bushel, avanço de 1,25 centavo ou 0,28% em relação ao fechamento anterior.
CÂMBIO
  • O dólar comercial opera com baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,2483. O Dollar Index registra valorização de 0,12% a 97,73 pontos.
INDICADORES FINANCEIROS
  • As principais bolsas na Europa operam com índices fracos. Paris, -0,62%. Frankfurt, -0,92%. Londres, -0,40%.
  • As principais bolsas da Ásia fecharam com preços baixos. Xangai, -0,64%. Japão, -0,88%.
  • O petróleo opera com queda. Março do WTI em NY: US$ 63,80 o barril (-2,05%).
AGENDA
  • Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.
  • O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados consolidados de janeiro, seguidos por coletiva de imprensa.
  • Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.
Sexta-feira (6/02)
  • Alemanha: A produção industrial de dezembro será publicada às 4h pelo Destatis.
  • Alemanha: O saldo da balança comercial de dezembro será publicado às 4h pelo Destatis.
  • A FGV divulga, às 8h, o IGP-DI referente a janeiro.
  • EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.
  • Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Canola tropical: avanços em genética e manejo consolidam cultura como opção estratégica no Cerrado – MAIS SOJA

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A tropicalização da canola no Brasil deu um salto qualitativo em 2025. Três estudos da Embrapa Agroenergia compilados em séries de publicações institucionais consolidam a cultura como uma alternativa robusta para a segunda safra no Cerrado, apresentando avanços em produtividade, genética adaptada e práticas sustentáveis. Os estudos reforçam que a integração entre o desempenho em campo, o melhoramento genético e o uso de bioinsumos pode transformar a canola em um pilar da diversificação agrícola nacional.

A publicação da série Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 32 “Desempenho de cultivares de canola na safrinha em sistemas de sequeiro e irrigado no Cerrado do Distrito Federal” avalia a performance de cultivares em áreas de produtores em Planaltina (DF), em parceria com a Cooperativa Agrícola do Rio Preto (Coarp).

Os resultados das colheitas nessas áreas demonstraram que a canola possui um teto produtivo elevado em ambientes tropicais, com produtividades médias alcançando 3.800 kg/ha em sistemas irrigados e 2.900 kg/ha em regime de sequeiro. Mesmo sob condições de baixa precipitação, durante o ciclo na safrinha, a cultura mostrou resiliência, destacando-se como uma opção viável para regiões de maior altitude e até como terceira safra sob irrigação.

O rendimento de óleo, fator essencial para a indústria de biocombustíveis e alimentos, também apresentou números expressivos. De acordo com Bruno Laviola, pesquisador e chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroenergia, quando comparamos sequeiro e irrigado, o rendimento médio de óleo foi 63% maior no sistema irrigado. Isso mostra, de forma direta, como o manejo hídrico e a janela de plantio impactam produtividade e eficiência.

Os dados deste boletim fazem parte do projeto Procanola, que teve como objetivo tropicalizar a canola e adaptar o seu sistema de cultivo à região central do Brasil. O Procanola se encerrou em 2023 e foi financiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Genética: a “espinha dorsal” da adaptação

Para garantir que a canola prospere no clima brasileiro, o  trabalho “Caracterização de linhagens de canola parcialmente endogâmicas F5 via análises genético-biométricas”, também da série Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 31, foca no desenvolvimento de linhagens com características morfoagronômicas específicas. O mapeamento de 24 linhagens F5 revelou materiais promissores, como a linhagem 19, que apresentou alto teor de óleo, e a linhagem 20, que combina alta produtividade com um ciclo curto de 95 dias, característica vital para reduzir riscos climáticos e encaixar a planta nos sistemas de sucessão de culturas.

Sobre o futuro das sementes nacionais, Bruno destacou a importância dessa base científica. “A caracterização de linhagens com alto teor de óleo e ciclo mais curto nos dá elementos objetivos para orientar cruzamentos e acelerar o desenvolvimento de materiais mais adaptados ao Cerrado”, ressaltou.

Segundo o pesquisador, o objetivo é explorar o vigor híbrido para gerar sementes que unam alta produtividade à adaptabilidade plena ao solo e ao clima do Brasil.

Além da genética e do campo, a terceira publicação, o Documentos 58 “Avanços e perspectivas do uso de bioinsumos no cultivo sustentável da canola”, trata da redução da dependência de insumos químicos por meio do uso de bioinsumos,  visando a produtividade e a redução da pegada ambiental da cultura, alinhando-se a instrumentos como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), que orienta janelas de plantio seguras para o produtor.

Bruno alertou no estudo que a escalabilidade dessa tecnologia exige cautela. “Bioinsumos podem ser uma alavanca importante, mas o salto para a escala depende de protocolos específicos, validação por ambiente e de transferência de tecnologia para dar previsibilidade ao produtor.”

As três publicações apontam para uma mesma conclusão, de que a consolidação da canola em escala no Cerrado depende da integração desses três pilares: manejo eficiente, genética tropical e sustentabilidade. Para Bruno, ao conectar esses pontos, o Brasil pavimenta o caminho para ser um player relevante na produção de óleo vegetal de canola. “Em 2025, consolidamos evidências que conectam campo, genética e sustentabilidade. Mostramos com resultados em campo o bom desempenho da canola  no Cerrado, avançamos na base genética para adaptação tropical e reunimos recomendações técnicas sobre bioinsumos para um cultivo mais sustentável.”

Confira as publicações de 2025

Desempenho de cultivares de canola na safrinha em sistemas de sequeiro e irrigado no Cerrado do Distrito Federal (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 32)

Caracterização de linhagens de canola parcialmente endogâmicas F5 via análises genético-biométricas (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 31)

Avanços e perspectivas do uso de bioinsumos no cultivo sustentável da canola (Documentos 58)

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Márcia Cristina de Faria – Embrapa Agroenergia

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Colheita da soja e plantio do milho avançam em ritmo mais lento em MS – MAIS SOJA

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A colheita da soja da safra 2025/2026 e o plantio do milho segunda safra avançam em ritmo mais lento em Mato Grosso do Sul. De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, divulgados pela Aprosoja/MS, até 30 de janeiro, cerca de 115 mil hectares de soja foram colhidos, o que corresponde a 2,4% da área cultivada, enquanto o plantio do milho segunda safra atingiu aproximadamente 44 mil hectares, equivalente a 2% da área estimada. Em comparação com o ciclo anterior, as duas operações apresentam atraso de 9,3 e 5,6 pontos percentuais, respectivamente.

A região Sul concentra os maiores índices até o momento, com 3,4% da área de soja colhida e 2,5% do milho plantado. No Centro, os percentuais são mais moderados, com 1,5% de colheita da soja e 1,1% de plantio do milho. Já na região Norte, as operações seguem em estágio inicial, com apenas 0,02% da soja colhida e 0,04% do milho plantado.

Quanto às condições das áreas de soja, atualmente, 67,8% as lavouras apresentam condições consideradas boas, 20,9% estão em condições regulares e 11,2% em condições ruins. O cenário positivo se concentra, principalmente, nas regionais Oeste e Norte, com áreas boas variando entre 78,7% e 86,9%.

O assessor técnico da Aprosoja/MS, Flávio Aguena, destaca que “este momento de operações simultâneas exige um planejamento muito eficiente, especialmente diante da maturação das lavouras de soja e da janela ideal de plantio do milho. Além disso, é fundamental acompanhar as condições climáticas, já que variações podem interferir diretamente no andamento das operações”.

Nesta safra, a área cultivada com milho deve ocupar aproximadamente 46% da área destinada à soja, uma redução significativa em relação aos ciclos anteriores, quando a cultura chegou a ocupar cerca de 75% da área de soja. A diminuição no cultivo da gramínea é justificada pelo elevado risco climático do período, fazendo com que os produtores optem por culturas alternativas, como sorgo, milheto e pastagens.

Estimativas
Soja
  • Área: 4,7 milhões de hectares
  • Produção: 15,1 milhões de toneladas
  • Produtividade: 52,8 sacas/hectare
Milho
  • Área: 2,2 milhões de hectares
  • Produção: 11,1 milhões de toneladas
  • Produtividade: 84,2 sacas/hectare

Para saber mais, acesse o boletim completo aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Joélen Cavinatto (Assessoria de Comunicação Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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