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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em alta com mercado otimista mesmo sem dados oficiai – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 08/10/2025
FECHAMENTOS DO DIA 08/10

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,60% ou $ 2,25 cents/bushel, a $422,25. A cotação para março fechou em alta de 0,34% ou $ 1,50 cents/bushel, a $ 437,75.

ANÁLISE DA ALTA

O milho, negociado nas bolsas americanas, fechou em alta nesta quarta-feira. Os preços se beneficiaram de duas ondas de compras técnicas – uma no início desta manhã e outra no final da sessão – que levaram a ganhos moderados neste meio de semana. A EIA relatou um aumento na produção diária de etanol e uma redução nos estoques no comparativo semanal. Sem dados oficiais, o mercado estima a manutenção de um bom ritmo para a vendas para exportação, assim como prevê uma redução na produção final da safra, visto alguns problemas de clima e pragas na reta final. Vale ressaltar que essa redução já era esperada no relatório de setembro, onde o USDA aumentou o volume da atual safra, contrariando o mercado.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
CONTINUA A PRESSÃO DA COLHEITA (baixista)

Os preços do milho estão oscilando ligeiramente em Chicago, onde a pressão persiste devido ao progresso da colheita recorde nos EUA, com tempo seco novamente em todo o cinturão de soja/milho, o que acelerará os trabalhos de campo. O desempenho positivo das exportações dos EUA continua a sustentar o mercado.

EUA-ESTIMATIVAS DE PRODUÇÃO (baixista? altista?)

Antecipando o relatório mensal, que o USDA provavelmente não divulgará nesta quinta-feira, mas, a maioria dos traders considera viável que o volume de produção fique acima de 420 milhões de toneladas, embora, abaixo das 427,11 milhões de toneladas estimadas pelo
USDA. A média das estimativas privadas prevê um recorde de 422,80 milhões de toneladas.

EUA-MAIS ETANOL (altista)

Em seu relatório semanal, a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) elevou a produção diária de etanol de 995.000 para 1.071.000 barris, número acima dos 1.038.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 22.764.000 para 22.720.000 barris, abaixo dos 22.154.000 barris registrados no ano anterior.

EUROPA-MAIS IMPORTAÇÕES DE MILHO (altista)

A Comissão Europeia elevou suas estimativas para as importações de milho da UE durante o ano comercial de 2025-26 para 18,83 milhões de toneladas, citando necessidades deficitárias em países-membros como Espanha, Holanda e Itália. No entanto, essa queda ainda representaria uma queda anual de 6,4%, caso se concretize.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho voltou a fechar de forma mista

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. Novamente o mercado de milho no Brasil fechou com oscilações positivas e negativas para os diferentes meses, em um da de queda do dólar e alta em Chicago. Os preços do milho tanto no físico como nas cotações futuras seguem lateralizados com o produtor evitando vendas pouco vantajosas, a indústria buscando melhores preços e os grão para exportação pouco competitivo. Com isso preços continuam presos em um triangulo com pequenas variações de acordo com a necessidade mais urgente do mercado.

OS FECHAMENTOS DO DIA 08/10

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 66,60, apresentando alta de R$ 0,20 no dia e alta de R$ 1,09 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,79, com alta de R$ 0,24 no dia e alta de R$ 0,55 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,52, com alta de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,44 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



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Sustentabilidade

Novo painel do Zarc moderniza consulta às janelas de plantio e reforça gestão de riscos na agricultura – MAIS SOJA

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O Painel de Indicação de Riscos do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) foi atualizado e passa a oferecer uma interface mais moderna, navegação mais intuitiva e maior velocidade de resposta, facilitando o acesso às informações técnicas utilizadas no planejamento das safras em todo o país.

A nova versão do painel foi desenvolvida com foco na experiência do usuário, tornando a consulta aos resultados do Zarc mais ágil e eficiente. O layout renovado, com organização visual mais clara, contribui para uma melhor compreensão dos dados e reduz o tempo necessário para localizar informações essenciais para o planejamento agrícola.

O painel é a principal ferramenta de consulta às indicações de risco publicadas nas portarias do Zarc. Atualmente, os normativos divulgados no Diário Oficial da União fazem referência direta ao sistema, no qual o usuário pode visualizar os municípios indicados ao plantio e as janelas de semeadura.

Para acessar o mapa e a tábua de riscos, o usuário deve preencher os seguintes campos: Safra, Cultura, Outros manejos, Clima, Grupo de cultivar, Tipo de solo e Unidade da Federação.

Após preencher os filtros, basta clicar em “Aplicar Filtros”. O sistema exibirá o mapa com os municípios indicados para o plantio. Para visualizar o risco em cada decêndio (períodos de 10 dias), o usuário deve selecionar a opção “Tábua de Risco”.

INTEGRAÇÃO COM FERRAMENTAS DIGITAIS

A atualização do painel faz parte da estratégia de modernização das ferramentas de divulgação do Zarc, que também inclui o aplicativo Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa. A plataforma permite ao produtor consultar, de forma simples, o que plantar, quando plantar e onde plantar, com base nas indicações de menor risco climático.

Em 2026, o Zarc completa 30 anos de utilização como instrumento oficial da política agrícola brasileira. O primeiro zoneamento foi publicado em 1996, para a cultura do trigo, e, desde então, o sistema passou a abranger mais de 40 culturas em todas as regiões do país, com recomendações técnicas divulgadas por meio de portarias do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Ferramenta de gestão de riscos climáticos baseada em estudos agrometeorológicos, o Zoneamento cruza dados de clima, solo e ciclo das culturas para indicar, em cada município, as épocas de plantio com menor probabilidade de perdas. Essas informações orientam o planejamento da produção e servem de base para políticas públicas como o crédito rural, o Proagro e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

EVOLUÇÃO METODOLÓGICA: ZARC NÍVEIS DE MANEJO

Além das melhorias nos sistemas de consulta, o Zarc também passa por avanços metodológicos. Um dos principais destaques é o Zarc Níveis de Manejo (Zarc NM), que incorpora variáveis de manejo e tecnologia empregadas na lavoura para refinar a avaliação de riscos.

Neste ano, o projeto piloto entra na fase 2 para a cultura da soja no Paraná, com expansão para os estados de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com recursos exclusivos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural. A iniciativa busca aprimorar a avaliação de risco por meio de dados de manejo, imagens de satélite e análises de solo, ampliando a precisão das recomendações e a eficiência das políticas de gestão de riscos.

O aprimoramento do painel e o avanço do Zarc Níveis de Manejo reforçam o papel do zoneamento como instrumento estratégico para aumentar a resiliência da produção agrícola brasileira e melhorar o direcionamento das políticas públicas.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

Estratégia de sustentabilidade na produção de soja e a adoção das boas práticas agrícolas – MAIS SOJA

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A importância das boas práticas agrícolas na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), na produção de soja, será um dos destaques apresentados pela Embrapa durante o Show Rural Coopavel, a ser realizado de 09 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). A proposta é replicar, em parte, durante o evento, o modelo adotado na Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, onde se aproveita a entressafra da soja para realizar a diversificação do sistema de produção com plantas como braquiária e crotalária.

“Dessa forma, a soja é semeada em uma área que recebeu, na entressafra, culturas que ajudam a formar palhada e melhorar a qualidade física, química e biológica do solo pelo aporte de carbono e, no caso da crotalária, também de nitrogênio. Carbono e nitrogênio são constituintes essenciais para a formação da matéria orgânica do solo”, explica o pesquisador Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja.

Segundo ele, a palhada protege o solo contra impacto da chuva, diminui as perdas de água por evaporação, mantém temperaturas mais estáveis e amenas, melhora a infiltração de água, contribui para o controle de plantas daninhas e, principalmente, adiciona carbono ao sistema por meio da biomassa aérea e das raízes. “As raízes, segundo ele, exercem papel fundamental na estruturação do solo, abrindo poros que facilitam a entrada de água e ar e servindo como fonte de alimento para os microrganismos do solo, melhorando a sua qualidade biológica”, explica Nogueira.

Na Vitrine de Tecnologias da Embrapa, no Show Rural, será debatido o papel do sistema de raízes das plantas de cobertura. “Normalmente apenas observamos a parte aérea das plantas, mas a sua “metade escondida”, as raízes, geralmente são negligenciadas. É preciso também estar atento para a forma como as raízes interagem com o solo, o que reflete o efeito mútuo de um sobre o outro, e permite inferir sobre a qualidade do solo”, afirma o pesquisador.

Nesse cenário, as raízes são protagonistas no sistema produtivo. “A ideia é mostrar como a diversificação de culturas altera a ocupação do solo pelas raízes, melhora a porosidade e contribui para um ambiente mais permeável e com maior capacidade de infiltração e armazenamento de água”, explica Nogueira. “Além disso, parte do carbono incorporado pelas plantas permanece estabilizada no solo na forma de matéria orgânica, contribuindo para um balanço de carbono mais favorável ao longo do tempo”, diz Nogueira.

Embora uma parte do carbono retorne naturalmente à atmosfera, Nogueira ressalta que os sistemas bem manejados conseguem reter uma maior fração desse carbono no solo. “É isso que, no longo prazo, contribui para reduzir as emissões líquidas e tornar o sistema de produção de soja mais sustentável”, afirma Nogueira.

A adoção do manejo adequado do solo, uso de bioinsumos, o controle integrado de pragas e doenças, a diversificação de culturas e o uso racional de insumos contribuem para tornar o sistema produtivo mais eficiente e com menor pegada de carbono. Essas estratégias sustentam iniciativas como o selo Soja Baixo Carbono, que busca reconhecer sistemas produtivos que adotam boas práticas agrícolas e contribuem para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa, um dos principais responsáveis pelas mudanças climáticas. O Programa Soja Baixo Carbono, coordenado pela Embrapa, adota um modelo de inovação setorial e conta com a parceria de sete empresas apoiadoras: Bayer, Bunge, Cargill, Coamo, Cocamar, GDM e UPL.

Fonte: Empraba



 

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Sustentabilidade

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