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Sustentabilidade

Comercialização de soja segue lenta e preços oscilam; veja cotações do dia

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A semana começou sem muitas novidades para o mercado brasileiro de soja. De acordo com o analista Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, os preços apareceram mistos, com algumas ofertas em determinadas regiões, mas sem grandes reportes de negócios.

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Segundo ele, o produtor segue focado no plantio e mantém pedidas mais altas, sem disposição para ceder sem preços melhores. Do outro lado, compradores também não têm mostrado agressividade nas aquisições.

“Foi um dia em que os prêmios mudaram pouco, a Bolsa operou calma e, com a questão do shutdown nos EUA, não temos dados concretos de exportação, o que aumenta a cautela do mercado”, acrescentou Rafael Silveira.

Além disso, o dólar recuou no dia, e a comercialização antecipada seguiu lenta, sem grandes movimentos.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de 130,00 para 129,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 131,00 para 130,00
  • Cascavel (PR): subiu de 131,50 para 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 123,00 para 121,00
  • Dourados (MS): manteve em 124,50
  • Rio Verde (GO): caiu de 121,50 para 121,00
  • Paranaguá (PR): manteve em 136,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 136,00 para 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O cenário fundamental manteve pressão sobre os contratos, limitando uma recuperação técnica. A colheita avança bem nos Estados Unidos e o clima está favorecendo o plantio no Brasil.

Também, o mercado monitora as negociações comerciais entre americanos e chineses. Os investidores esperam por atualizações sobre um possível pacote de ajuda financeira aos produtores para compensar as perdas em decorrência das tarifas comerciais. As medidas devem ser anunciadas amanhã.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 768.117 toneladas na semana encerrada em 2 de outubro, contra 610.633 toneladas na semana anterior.

Contratos futuros

Nos contratos futuros, a soja em grão com entrega em novembro fechou com baixa de 0,25 centavos de dólar, a US$ 10,17 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,35 3/4 por bushel, com baixa de 1,25 centavo.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,50, a US$ 277,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 50,38 centavos de dólar, com ganho de 0,33 centavo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,49%, negociado a R$ 5,3100 para venda e R$ 5,3080 para compra. Durante o dia, oscilou entre R$ 5,3080 e R$ 5,3488.

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Sustentabilidade

Projeto ensina receitas com bebida de soja para comunidades do MT

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Foto: Mateus Dias / Aprosoja MT

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), realizou no dia 12 de março a primeira edição da Cozinha Experimental do Programa Agrosolidário. A estreia reuniu voluntários do Projeto Banco de Leite e da Pastoral da Criança da Diocese de Diamantino, que receberam a bebida de soja para um momento de aprendizado, troca de experiências e o preparo de diversas receitas. O evento de cozinha experimental ocorreu no núcleo de Nova Mutum.

A atividade teve o intuito mostrar as diferentes formas de utilizar a bebida de soja no dia a dia e instruir sobre o potencial nutritivo da oleaginosa. A ideia é que as famílias que participaram do preparo com orientação, possam levar para dentro de casa o aprendizado e espalhar para outras pessoas da comunidade.

Para a delegada coordenadora do núcleo da Aprosoja MT, Daiana Costa Beber, a iniciativa tem importância no lado social e de defesa dos produtores da soja. “Além de atuar na defesa dos produtores de soja e milho, a entidade também tem esse braço social próximo das comunidades.”.

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Além disso, Daiana também comentou a relevância desses ensinamentos para a nutrição das crianças nas comunidades, visto que juntos, os projetos voluntários que participaram, hoje atendem cerca de 1.300 crianças.

O evento também contou com a nutricionista Jaqueline Oliveira, que apresentou quatro receitas diferentes com a bebida: pão de queijo de frigideira, almôndega saborizada com maracujá, pudim de chocolate e massa ao molho branco. A profissional destacou a função da soja na alimentação diária do brasileiro, já que o alimento é rico em nutrientes importantes para o corpo.

Por parte das instituições, a cozinha experimental fortaleceu o trabalho que é realizado junto às comunidades. “É de extrema importância ter esse tipo de capacitação, porque lidamos diretamente com as famílias e com as crianças. Muitas vezes há restrições alimentares ou dificuldades na alimentação, e com esse conhecimento conseguimos orientar melhor e levar essas informações para as famílias”, destacou a líder da Pastoral da Criança, Thais Nicknig.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

Retração vendedora e escoamento externo sustentam cotações do arroz – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz segue operando em ritmo lento, porém com cotações sustentadas, refletindo um equilíbrio delicado entre oferta crescente e mecanismos de escoamento relativamente ativos. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

Do lado da safra 2025/26, o avanço da colheita em março foi decisivo. O tempo firme permitiu melhor drenagem das áreas e redução da umidade do grão, diminuindo custos de secagem e favorecendo a eficiência operacional, conforme apontado pela Emater/RS.

“No campo comercial, um dos principais fatores de sustentação vem das exportações”, explica o analista. O volume embarcado em março, de 161,4 mil toneladas (base casca), “cumpre papel essencial ao retirar excedentes do mercado interno”.

O destaque é o forte fluxo de arroz em casca para México e Venezuela (85,9 mil toneladas), diretamente ligado à sustentação dos preços ao produtor. “Além disso, também foi registrado o escoamento de 51,3 mil toneladas de quebrados para África”, relata Oliveira.

Por outro lado, o varejo já sinaliza um ambiente mais pressionado. A queda de preços em diversas capitais indica expectativa de maior oferta e consumo mais cauteloso, o que limita a capacidade da indústria de pagar mais pela matéria-prima. “Esse fator explica, em parte, o ritmo demasiado lento dos negócios”, acrescenta.

Por fim, os riscos logísticos seguem no radar. “Possíveis problemas com combustíveis, transporte ou paralisações podem impactar diretamente o fluxo da cadeia e alterar rapidamente o comportamento dos preços”, pondera o consultor.

Em relação aos preços, a média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 59,86, alta de 3,19% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 8,97%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 25,90%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Mercado de soja segue lento e com preços recuando no Brasil; Chicago e dólar caem – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja teve uma semana predominantemente travada, com registro de movimentos pontuais e sem volumes relevantes. Os prêmios apresentaram poucas mudanças, enquanto câmbio e Chicago acumularam perdas na semana, afastando os negociadores.

De modo geral, o movimento foi de preços mistos, sem direção clara. O analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que o produtor segue fora do mercado, assim como as tradings, o que limita a liquidez. “O quadro da semana, como um todo, foi de poucos movimentos”, resume.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00 na semana. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 120,00 para R$ 119,00. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 110,00 para R$ 107,00. No Porto de Paranaguá, a saca passou de R$ 131,00 para R$ 130,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 4,55%, encerrando a semana a US$ 11,69 1/2 por bushel. Após atingir na semana passada o maior patamar em dois anos, o mercado iniciou a semana no limite diário de baixa, sessão responsável pela queda semanal.

O motivo da queda foi a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar seu esperado encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A reunião estava prevista para o final de março, mas as últimas informações é de que o encontro ficará para um período daqui 30 a 45 dias.

Por conta do conflito no Oriente Médio, Trump decidiu postergar o encontro. O atraso no encontro significa também adiamento de um possível acordo comercial. O mercado vive a expectativa de um acerto de compra de soja americana por parte dos chineses.

A semana também não foi das melhores em termos de câmbio. No balanço, o dólar comercial recuou 1,47%, sendo cotado na manhã da sexta a R$ 5,2387. O recuo tira competitividade da soja brasileira.

Fonte: Agência Safras



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