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segunda safra de milho alcança 160 sc/ha em Sonora

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A produção de milho na segunda safra de 2025 surpreendeu a família Introvini ao alcançar média de 160 sacas por hectare na propriedade em Sonora, Mato Grosso do Sul. O desempenho é resultado de escolhas estratégicas de genética, manejo de solo, controle de pragas e adubação, que permitiram à propriedade enfrentar o clima desafiador da região.

A propriedade também cultiva no município soja e mantém área de pecuária integrada. O planejamento cuidadoso e o investimento em tecnologia garantem que a operação consiga equilibrar produtividade e sustentabilidade, mesmo diante de veranicos e chuvas fora do padrão esperado.

A história da fazenda começou em 1974, quando o avô Carlos Introvini chegou ao Mato Grosso do Sul. Desde então, o grupo se expandiu naquele estado e em Mato Grosso, em Campo Novo do Parecis e região do Vale do Araguaia, cultivando soja, milho e algodão.

Eduardo Introvini, que cresceu na fazenda em Sonora, lembra: “Desde criança, desde bebê, fui criado aqui, sempre participando de plantio e colheita. Eu cresci gostando disso a vida inteira”.

A sucessão é tratada com cuidado, de acordo com ele. “A gente se capacita trabalhando, estando junto, vendo como funciona a operação, fazendo cursos, viajando, vendo como outras empresas fazem também. Eu acredito que estamos no caminho certo”, afirma Eduardo ao Especial Mais Milho, que integra o projeto Mais Milho do Canal Rural Mato Grosso.

Ele ressalta ainda a boa convivência familiar: “Como a gente é de uma geração mais nova, no início existia conflito geracional. Mas hoje está tudo em paz, graças a Deus. A gente está trabalhando bem alinhado. Todo mundo se entende e está dando certo”.

Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Tecnologia, manejo eficiente e clima desafiante

Na fazenda de Sonora, são 7.560 hectares de soja. O milho segunda safra costuma ocupar 5 mil hectares, porém devido ao atraso na semeadura da oleaginosa, a extensão foi reduzida para 3,6 mil hectares em 2025. Já a pecuária ocupa 1,5 mil hectares.

Combinando tradição, tecnologia e cuidado com o solo, a família Introvini conseguiu extrair o máximo da segunda safra de milho em Sonora, assim como em outras propriedades do grupo. A média histórica de 160 sacas por hectare registrada em 2025 mostra que planejamento, manejo e genética podem superar desafios naturais de clima adverso e garantir resultados expressivos na agricultura familiar de larga escala.

“Ano passado tivemos estresse hídrico e fechamos uma média de 90 sacas de milho. Esse ano conseguimos 155, 160 sacas. Para nossa região, isso é excelente”, afirma ao Canal Rural Mato Grosso.

A antecipação do plantio da soja, salienta o produtor, e do milho ajuda a reduzir riscos. “Um pouco é sorte. A gente não manda no clima, espera que comece a chover no final de setembro e início de outubro. Algumas áreas acabam tendo que replantar, mas faz parte”.

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Banana ambrosia chega ao mercado após 20 anos de estudos trazendo alta resistência

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Foto: Incaper

A pesquisa agropecuária alcançou um resultado de destaque com o desenvolvimento da banana ambrosia, nova cultivar recomendada pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) para fortalecer a bananicultura no Espírito Santo. Resultado de mais de 20 anos de estudos, a variedade do tipo nanica foi desenvolvida para atender às demandas do setor produtivo e ampliar as alternativas disponíveis aos produtores rurais.

A cultivar surge como resposta a um desafio importante da atividade: a busca por uma variedade do subgrupo cavendish com resistência a doenças que afetam a produção em todo o país, como sigatoka-amarela e negra e mal do Panamá (raça 1). Com isso, a nova
variedade passa a representar uma alternativa tecnológica construída a partir da ciência pública e voltada diretamente às necessidades do campo.

Entre as características apontadas pelo Incaper estão plantas mais robustas, cachos com peso médio superior a 30 quilos, alta produtividade e frutos com qualidade destacada. Outro
diferencial é o potencial de aproveitamento na agroindústria, já que a cultivar apresenta características que ampliam suas possibilidades de uso além do consumo in natura.

Neste mês, cerca de 1.200 mudas da nova variedade já foram entregues a produtores rurais, incentivando a adoção inicial da cultivar em propriedades capixabas. A iniciativa reforça a integração entre pesquisa, assistência técnica e setor produtivo na difusão de novas tecnologias para a agricultura do Espírito Santo.

Além da recomendação da cultivar, o Incaper também apresentou a cartilha Ambrosia, uma
banana tipo nanica para o Espírito Santo
. A publicação reúne o histórico da pesquisa, a descrição da variedade e suas principais características, servindo como material de apoio para produtores, técnicos e demais profissionais ligados à cadeia da banana.

Com a nova cultivar, o Espírito Santo passa a contar com uma tecnologia desenvolvida ao longo de décadas e direcionada ao fortalecimento de uma atividade tradicional em municípios como Alfredo Chaves, onde a produção de banana tem peso importante na economia rural. A ambrosia se consolida, assim, como mais um resultado do trabalho científico voltado à competitividade e à sustentabilidade do agro capixaba.

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São Paulo abre inscrições para programa de apoio a produtores; saiba mais

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Foto: Divulgação/ADE SAMPA.

Estão abertas as inscrições para o Programa Semeando Negócios, iniciativa da Prefeitura de São Paulo voltada a produtores rurais da zona sul da capital. A ação contempla propriedades localizadas em Parelheiros, Marsilac, Grajaú e na Terra Indígena Tenondé Porã.

O programa oferece assessoria técnica e aporte financeiro de até R$ 30 mil para projetos ligados ao turismo rural e ao beneficiamento de produtos.

Foco em geração de renda

A região atendida reúne mais de 600 propriedades rurais e integra o Polo de Ecoturismo de São Paulo. As atividades incluem produção de alimentos e experiências como visitação, degustação e práticas ligadas ao meio rural.

Segundo a organização, o objetivo é apoiar a estruturação de negócios e ampliar a renda das propriedades.

“Este programa de aceleração ajuda a enfrentar um dos principais desafios da agricultura em grandes cidades: tornar a atividade economicamente viável e garantir que as famílias continuem no campo”, afirma Carlos Alberto Santos, diretor de desenvolvimento local da ADE SAMPA, em comunicado.

Resultados da primeira edição

Na primeira edição, o programa apoiou 29 projetos. Entre eles, o Recanto Magini utilizou os recursos para aquisição de equipamentos. O Sítio do Léo ampliou a produção de doce de leite de cabra. Já o Meliponário Mondury investiu em consultoria e expansão da produção de mel.

Inscrições abertas

O programa é destinado a produtores familiares, cooperativas e associações. As inscrições para a edição de 2026 podem ser feitas até 25 de março pelo site oficial do projeto (clique aqui).

Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail semeandonegocios@adesampa.com.br ou pelo whatsapp: (11) 93484-5363.

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Caruru-gigante: SP publica regras para trânsito de máquinas; confira

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Foto: Gilberto Marques.

Em continuação aos trabalhos de prevenção, controle e erradicação do Amaranthus palmeri, conhecido como caruru-gigante, a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo publicou nessa semana uma portaria que estabelece regras para o trânsito de máquinas, implementos agrícolas e veículos transportadores.

Segundo a norma, a limpeza técnica passa a ser obrigatória após o uso em campo e antes de qualquer deslocamento entre propriedades, municípios ou estados. Ela envolve, também, a remoção de solo, restos vegetais e sementes que possam estar aderidos aos equipamentos.

O responsável pela limpeza será o proprietário, arrendatário ou responsável legal pelo equipamento. Caso não seja possível identificar o responsável, a obrigação passa ao condutor do veículo transportador.

Fiscalização será ampliada

A Defesa Agropecuária informou que as ações de fiscalização serão direcionadas principalmente a áreas de produção de soja, milho e algodão. Em caso de irregularidades, poderão ser aplicadas autuações, além da determinação de retorno do equipamento à origem.

“A partir de agora daremos início aos trabalhos de operação das ações de fiscalização com o intuito de prevenir que novos focos surjam no Estado de São Paulo. Também estão previstas reuniões técnicas com o setor produtivo, com o objetivo de apresentar e discutir a Portaria”, afirmou Marileia Ferreira, chefe do Programa Estadual de Pragas Quarentenárias Presentes, em comunicado.

Regras também valem para transporte de grãos

A norma também estabelece medidas para o transporte de grãos e produtos agrícolas a granel provenientes de áreas com ocorrência da praga. Entre elas estão a limpeza externa dos veículos e a cobertura adequada da carga.

As medidas entram em vigor 15 dias após a publicação da portaria.

Praga considerada quarentenária

O Amaranthus palmeri é classificado como praga quarentenária e possui capacidade de competição com culturas agrícolas. Segundo a Defesa Agropecuária, o plano estadual inclui ações para reduzir a disseminação por meio do trânsito de máquinas, movimentação de solo e transporte de cargas.

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