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Semana chuvosa no Brasil: saiba como fica o tempo até o início de outubro

A previsão do tempo indica que áreas produtoras de soja apresentarão condições diferentes nos próximos dias. Enquanto algumas regiões recebem chuvas, outras ainda aguardam precipitações para ‘preparar o terreno’ para o início da safra de soja 2025/26.
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Mapa de umidade: o tempo pelo país
O mapa de umidade do solo indica necessidade de mais chuva no Sudeste, em parte de Mato Grosso do Sul e Goiás, enquanto o centro-norte de Mato Grosso já registra bons acumulados. Essa condição inclui cidades como Alta Floresta, Sorriso e Sinop.
Semana com chuva
Nos próximos dias, a previsão indica volumes de 30 a 40 mm em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, o que ajuda a melhorar as condições do solo e a dar o pontapé inicial da nova safra.
No Norte do país, chove no sul do Pará. Essa chuva, no entanto, não avança para o interior da região do Nordeste.
Como fica o tempo no começo de outubro?
No Sul do país, a tendência é de tempo firme pelo menos até os próximos 10 dias. Entre 28 de setembro e 2 de outubro, a chuva deve retornar a Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Mato Grosso, com acumulados de 20 a 30 mm. Já entre 3 e 7 de outubro, as precipitações se concentram principalmente no Rio Grande do Sul.
A partir da segunda semana de outubro, próximo ao dia 10, as chuvas devem avançar gradualmente para o Brasil Central e para a região do Matopiba. Apesar disso, as temperaturas elevadas ainda não retornam, mantendo o ambiente mais ameno.
Com as condições previstas, produtores de soja devem contar com um período favorável para o plantio, garantindo o bom desenvolvimento das lavouras e aumentando as chances de uma safra promissora para 2025/26.
Agro Mato Grosso
FS e AMAGGI concluem acordo estratégico em MT

A FS e a AMAGGI concluíram o acordo que une uma das líderes na produção de etanol no Brasil e a maior empresa brasileira de grãos e fibras, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de todas as condições precedentes.
A transação, por meio da qual a AMAGGI adquire uma participação de 40% do capital social da FS, contempla um aporte de US$ 100 milhões na companhia, por meio de uma emissão primária de ações. Além disso, prevê a aquisição de participações detidas por acionistas da FS.
Com raízes no estado de Mato Grosso, tanto a FS quanto a AMAGGI compartilham uma trajetória marcada por inovação, crescimento sustentável e protagonismo na cadeia agrícola. Fundada com foco na produção de biocombustíveis e nutrição animal a partir do milho, a FS foi pioneira na produção de etanol de milho no Brasil e protagonista no desenvolvimento do setor, consolidando-se como referência em eficiência, inovação e sustentabilidade.
A AMAGGI, que completa 50 anos no próximo ano, tornou-se a maior empresa de capital integralmente brasileiro na cadeia da soja, do milho e do algodão. Atua na produção, exportação, industrialização, logística, geração e comercialização de energia, produtos e serviços financeiros, insumos, produção de biodiesel, entre diversas outras atividades do agronegócio. A companhia também é referência em sustentabilidade, com diversos reconhecimentos internacionais e posição de liderança em rankings globais sobre o tema.
A parceria tem como foco apoiar o crescimento da FS e capturar conhecimentos e sinergias relevantes em áreas estratégicas, incluindo originação de milho, otimização logística e exportações, fortalecendo ainda mais a competitividade das duas organizações. Para a AMAGGI, trata-se de mais um passo em sua estratégia de industrialização e verticalização das operações, contribuindo para a crescente diversificação de seu portfólio de negócios.
A FS deve inaugurar sua quarta unidade produtiva ao fim de 2026, em Campo Novo do Parecis, e a quinta, em Querência, em julho de 2027. Ao fim desse ciclo de expansão, a empresa terá capacidade produtiva estimada de 3,8 bilhões de litros de etanol e de aproximadamente 3,0 milhões de toneladas de DDG.
Sobre a FS – A FS foi a primeira empresa a produzir etanol exclusivamente a partir de milho no Brasil, e sua visão de negócio é ser a maior companhia de combustível carbono negativo do mundo. Desde o início das atividades, em 2017, o negócio cresceu mais de 10 vezes e vive um novo ciclo de expansão. A receita líquida da companhia alcançou R$ 13 bilhões ao fim do ano-safra 2025/2026, com lucro líquido de R$ 1,6 bilhão e Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, depreciação e amortização) de R$ 3,5 bilhões .
A companhia processa atualmente em torno de 6 milhões de toneladas de milho por ano-safra e produz 2,6 bilhões de litros de etanol e 2,2 milhões de toneladas de DDG (proteína de milho para nutrição animal). O etanol de milho produzido pela FS possui a menor pegada de carbono do mundo.
Sobre a AMAGGI – Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes; na originação, processamento e comercialização de grãos e insumos; além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.
Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidrelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.
A empresa comercializa 24,7 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo, das quais 1,7 milhão de toneladas é proveniente de suas próprias fazendas. Além disso, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais. (com Assessoria FS)
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Mato Grosso consolida Estado entre as maiores economias do país com expansão do PIB

Mato Grosso consolidou sua posição entre as principais economias do país com expressiva expansão do Produto Interno Bruto (PIB). O valor gerado pela economia estadual passou de R$ 142,12 bilhões em 2019 para R$ 273 bilhões em 2023, último dado consolidado disponível. O avanço permitiu ao Estado subir da 13ª para a 10ª posição entre as maiores economias brasileiras e ampliar sua participação no PIB nacional de 1,9% para 2,5%.
Os resultados refletem uma transformação econômica que vai além da expansão da produção agropecuária. Impulsionado pela força do setor produtivo e por uma série de políticas públicas implementadas pelo Governo de Mato Grosso, com investimentos em infraestrutura, incentivos à competitividade, atração de novos empreendimentos, industrialização e geração de empregos, o Estado vem consolidando sua posição como uma das principais potências econômicas do Brasil.
O crescimento da economia mato-grossense nos últimos anos ocorreu em ritmo superior ao registrado pelo país. Em 2023, enquanto o Brasil apresentou expansão de 3,2% do PIB, Mato Grosso registrou crescimento real de 12,9%, quase quatro vezes maior.
Além do aumento do volume de riquezas produzidas, o desempenho estadual também se reflete na renda da população. O PIB per capita de Mato Grosso avançou da 7ª para a 3ª posição nacional, indicando que o crescimento econômico tem sido acompanhado pelo aumento da geração de renda.
Para o Governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, os resultados são fruto de uma gestão orientada para criar condições favoráveis à produção e ao investimento.
“Os números mostram que Mato Grosso está no caminho certo. Quando o Estado investe em infraestrutura e cria condições para quem quer produzir, a economia responde. Hoje somos a 10ª maior economia do país e seguimos crescendo acima da média nacional. Esse é o resultado de um governo que trabalha para criar oportunidades, e não para atrapalhar quem quer produzir”, afirmou.
Na prática, os indicadores demonstram que o Estado não apenas ampliou sua produção, mas também fortaleceu sua capacidade de gerar riqueza, atrair investimentos e expandir oportunidades econômicas.
Políticas públicas fortalecem a competitividade
Embora a força produtiva seja um dos pilares da economia estadual, o ambiente de negócios construído nos últimos anos também tem desempenhado papel importante nesse processo de crescimento.
Medidas voltadas à modernização dos programas de incentivos fiscais, redução da burocracia, fortalecimento da segurança jurídica, atração de investimentos e ampliação da infraestrutura logística e energética contribuíram para aumentar a competitividade de Mato Grosso e estimular a instalação e expansão de empreendimentos.
Os resultados podem ser observados no desempenho dos programas estaduais de incentivo fiscal. Em 2025, para cada R$ 1 de renúncia fiscal concedida pelo Estado, foram gerados R$ 4,66 em investimentos privados. Segundo o Relatório Anual de Desempenho dos Programas de Incentivos Fiscais da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o Estado renunciou R$ 6,4 bilhões em arrecadação, enquanto os investimentos privados alcançaram R$ 29,8 bilhões.
O resultado foi impulsionado principalmente pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), pelo Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) e pelo Programa de Incentivo ao Algodão de Mato Grosso (Proalmat), instrumentos que atuam na atração de investimentos, fortalecimento das cadeias produtivas e ampliação da atividade econômica.
O impacto também aparece no mercado de trabalho. Entre 2024 e 2025, as empresas beneficiadas pelos programas estaduais ampliaram em 10% o número de empregos gerados, passando de 119.540 para 131.375 postos de trabalho. Na comparação com 2020, o crescimento chega a 79%, quando essas empresas empregavam 73.237 trabalhadores.
Os dados indicam que a política de incentivos tem contribuído para ampliar investimentos privados, fortalecer a atividade produtiva e gerar novas oportunidades de emprego em diferentes regiões do Estado. Segundo a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, esse resultado reflete uma estratégia contínua de fortalecimento do ambiente de negócios em Mato Grosso.
“Em 2020, os programas de incentivo fiscal foram reformulados para torná-los mais eficientes e alinhados às necessidades do setor produtivo. Essa modernização foi fundamental para criar um ambiente de negócios mais competitivo, atraindo investimentos e gerando um ciclo sustentável de crescimento econômico com emprego e renda em todas as regiões do Estado” , afirmou.
Agronegócio segue como base da economia
A transformação econômica de Mato Grosso tem como principal sustentação a força do agronegócio, setor que permanece como motor do crescimento estadual.
Nos últimos anos, a produção agrícola registrou avanços expressivos. A safra de soja passou de 32,9 milhões em 2018/19 para 51,6 milhões de toneladas em 2025/26. O milho saltou de 31,3 milhões para 54,6 milhões de toneladas no mesmo período. Já o algodão em pluma cresceu de 1,8 milhão para 2,7 milhões de toneladas.
A pecuária também mantém posição de destaque. Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do Brasil desde 2004 e registra produção anual próxima de 2 milhões de toneladas de carne bovina.
Ao mesmo tempo em que mantém sua liderança nas principais commodities agrícolas, Mato Grosso também avança na diversificação da produção. O gergelim é um dos exemplos mais representativos desse movimento. Da safra 2018/2019 para a safra 2025/2026, a produção da cultura cresceu 465%, enquanto a área plantada aumentou 588%. Atualmente, o Estado responde por 73% da produção nacional.
A expansão da cultura também abriu novas oportunidades no mercado internacional. As exportações cresceram aproximadamente 600% entre 2020 e 2025, com destaque para a demanda de países como China e Índia, entre os principais compradores do produto.
Indústria amplia agregação de valor
O avanço econômico mato-grossense também está ligado ao fortalecimento da industrialização. O Estado vem ampliando sua capacidade de transformar matérias-primas em produtos de maior valor agregado, reduzindo a dependência da exportação de commodities in natura. Um dos principais exemplos está na cadeia dos biocombustíveis. Mato Grosso tornou-se o maior produtor de etanol de milho do Brasil e responde atualmente por 62% da produção nacional de etanol de milho.
Hoje, o Estado possui 12 usinas em operação, além de 13 usinas em construção ou com implantação anunciada. As projeções indicam que a produção de etanol de milho deverá crescer de 6,18 milhões de metros cúbicos para 15,02 milhões de metros cúbicos até a safra 2033/34.
Esse avanço está diretamente relacionado à ampliação da infraestrutura necessária para atender a demanda industrial. Entre as ações estruturantes está o Programa MT Trifásico, que prevê investimentos de R$ 1,4 bilhão até 2030 para expansão da rede elétrica rural e urbana.
A iniciativa contempla aproximadamente 5 mil quilômetros de novas redes de energia, ampliando a capacidade de atendimento a indústrias, agroindústrias e empreendimentos produtivos em diversas regiões do Estado.
Mais do que um dos maiores produtores de alimentos do mundo, Mato Grosso consolida sua posição como uma potência econômica nacional pela capacidade de gerar riqueza, atrair investimentos, criar empregos, agregar valor à produção e ampliar sua participação na economia brasileira.
Agro Mato Grosso
Frente fria muda o tempo em MT e faz temperaturas despencarem no fim de semana

Segundo o CPTEC, a massa de ar frio chega ao estado nesta sexta-feira (3) e intensifica a queda nas temperaturas entre domingo (5) e segunda-feira (6).
Uma frente fria vinda do Sul do país avança sobre Mato Grosso a partir da sexta- feira (3) e deve provocar queda nas temperaturas em diferentes regiões do estado, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).
A mudança no clima deve ser mais perceptível ainda nesta semana, quando já há registro de instabilidade e leve queda nas temperaturas em algumas cidades, com impacto mais intenso entre sábado (4) e segunda-feira (6).
Na capital, na sexta-feira (3) os termômetros devem ter a mínima de 19°C e máxima de 22°C. No sábado (4), a variação sobe um pouco, ficando entre 21°C e 33°C. No domingo (5), a temperatura cai, com mínima de 15°C e máxima de 26°C. Na segunda-feira (6), os termômetros ficam entre 15°C e 30°C. A partir de terça-feira (7), o calor volta a ganhar força, com mínima de 20°C e máxima de 32°C, e na quarta-feira (8) a variação fica entre 17°C e 30°C.
Em Chapada dos Guimarães, sexta-feira (3), a cidade registra mínima de 16°C e máxima de 21°C. No sábado (4), os termômetros variam entre 20°C e 28°C. No domingo (5), a queda é mais perceptível, com mínima de 13°C e máxima de 22°C. Na segunda-feira (6), as temperaturas sobem levemente, ficando entre 15°C e 26°C. Na terça (7), variam entre 17°C e 28°C, e na quarta (8), entre 19°C e 28°C.
Já em Rondonópolis, a sexta-feira (3) tem mínima de 20°C e máxima de 26°C. No sábado (4), o calor aumenta, com variação entre 18°C e 33°C. No domingo (5), a mínima cai para 14°C, com máxima de 30°C. Na segunda-feira (6), os termômetros ficam entre 14°C e 31°C. Na terça (7), variam entre 20°C e 32°C, e na quarta (8), entre 17°C e 30°C.
Tangará da Serra começa a semana com sexta-feira (3) de mínima de 17°C e máxima de 23°C. No sábado (4), as temperaturas sobem, variando entre 19°C e 31°C. No domingo (5), a queda volta a ser sentida, com mínima de 13°C e máxima de 23°C. Na segunda (6), os termômetros ficam entre 13°C e 27°C. Na terça (7), variam entre 15°C e 31°C, e na quarta (8), entre 18°C e 30°C.
No norte do estado, Sinop registra na sexta-feira (3) mínima de 19°C e máxima de 32°C. No sábado (4), a variação se mantém em 20°C a 32°C. No domingo (5), cai para 17°C a 31°C. Na segunda (6), as temperaturas ficam entre 15°C e 31°C. Na terça (7) e na quarta-feira (8), o calor volta a predominar, com mínimas de 17°C e máximas de 33°C.
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