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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em alta com bom ritmo de embarques para exportação – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 08/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 08/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,90% ou $ 3,75 cents/bushel, a $ 421,75. A cotação para março fechou em alta de 0,69% ou $ 3,00 cents/bushel, a $ 439,50.

ANÁLISE DA ALTA

O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações foram sustentadas pelo ritmo acelerado das exportações americanas, que continuam a superar as metas do USDA. As inspeções de embarques de milho também foram fortes, com alta de 2,16% no comparativo semanal e dentro da expectativa do mercado. O avanço da colheita recorde nos EUA e a concorrência sul-americana são fatores de pressão, mas a demanda externa e a redução da posição vendida por investidores têm contrabalanceado o cenário.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho B3 fechou em alta com Chicago e mercado físico

Os principais contratos de milho encerraram em alta nesta sexta-feira. As cotações da B3 fecharam com ganhos apoiados no dólar e na alta de Chicago. No entanto, o mercado físico
segue sendo principal fator de suporte no momento. Segundo o Cepea “Atentos às recentes valorizações nos portos e no mercado externo, vendedores brasileiros estão limitando a oferta de milho no spot e/ou pedindo preços firmes em novos negócios, apontam levantamentos do Cepea. Por outro lado, a demanda doméstica segue enfraquecida, contexto que impede avanços mais intensos nas cotações, explicam pesquisadores.

Consumidores utilizam estoques, à espera de aumento na oferta, fundamentados na possibilidade de produtores passarem a ter necessidade de vendas. Vale lembrar que a safra deve ser recorde no Brasil e nos Estados Unidos. Já a demanda externa está se aquecendo. A exportação do milho, que apresentava fraco desempenho até o julho, tem reagido, refletindo principalmente as negociações antecipadas do cereal. Além disso, o aumento da paridade de exportação e o consequente maior interesse de vendas para o mercado internacional também dão suporte aos valores domésticos e mantêm expectativa de novos avanços. O ritmo de embarques diário de agosto/25 superou em 18% o observado em agosto/24, com volume escoado também 13% maior na mesma comparação, somando 6,84 milhões de toneladas, segundo dados da Secex analisados pelo Cepea.”

OS FECHAMENTOS DO DIA 08/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,39, apresentando alta de R$ 0,02 no dia e alta de R$ 0,40 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,24, com alta de R$ 0,14 no dia e baixa de R$ 1,33 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 71,31, com alta de R$ 0,09 no dia e baixa de R$ 0,66 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-EXPORTAÇÕES NOVAMENTE ACIMA DA MÉDIA (altista)

Esse aumento nas vendas é complementado pela agilidade na exportação de grãos dos EUA. Nesse sentido, o USDA reportou hoje embarques semanais de milho em 1.442.910 toneladas, acima das 1.409.720 toneladas do relatório anterior e dentro da faixa estimada pelos traders, que era de 800.000 a 1.700.000 toneladas.

BRASIL-PLANTIO DA PRIMEIRA SAFRA ATINGE 12% (baixista)

A consultoria brasileira AgRural informou que o plantio da primeira safra de milho para o ano comercial 2025/2026 avançou para 12% da área planejada para o Centro-Sul do Brasil, ante 7% na semana anterior e 15% no mesmo período de 2024. “O trabalho continua concentrado nos três estados do Sul, principalmente nas áreas com melhor umidade e temperaturas mínimas mais elevadas”, afirmou a agência.

EUA-ESTÁGIO DAS LAVOURAS DE MILHO

O USDA informou, no final da tarde dessa segunda-feira, o estágio fenológico das lavouras de milho nos Estados Unidos. As espigas criando massa está em 95%, ante 95% da semana passada, 94% do ano anterior e 95% da média histórica. O milho enchendo grãos está em 74%, ante 58% da semana anterior, 72% do ano passado e 75% da média histórica. A colheita em maturação está em 25%, ante 15% da semana passada, 28% do ano anterior e 25% da média histórica. A colheita começou em 4% da área semeada, ante 5% do ano passado e 3% da média histórica.

EUA-CONDIÇÕES DAS LAVOURAS DE MILHO

O USDA informou uma piora qualidade das lavouras americanas. 68% das lavouras estão em condições boas/excelentes, ante 69% da semana anterior e 64% do ano passado. 23% em condições regulares, ante 22% da semana passada e 24% do ano anterior. 9% em pobres/muito pobres, ante 9% da semana anterior e 12% do ano passado.

BRASIL-CONAB-COLHEITA SEGUE ATRASADA

Segundo a Conab, até o dia 06/09 o produtor brasileiro colheu 98,3% da 2ª safra de milho, ante 97% da semana anterior. Os trabalhos seguem atrasados em relação aos 100% do ano anterior, mas acima dos 97,4% da média de cinco anos.

Fonte: T&F agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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