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30 de junho de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou dia e semana praticamente estável com forte demanda – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 05/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 05/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em baixa de 0,42% ou $ -1,75 cents/bushel, a $418,00. A cotação para março fechou em baixa de 0,23% ou $ -1,00 cents/bushel, a $ 436,50.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. As cotações do cereal que passaram grande parte da sessão no campo positivo, fecharam em leve baixa, consolidando o saldo negativo da semana. O mercado americano está em um cabo de guerra entre a produção recorde, que começa a ser colhida no sul dos EUA e a boa demanda.

Enquanto o USDA e consultorias privadas aumentam a produtividade nos campos, com divergências entre o volume final, mas sempre apontando para a maior safra já colhida, as vendas permanecem robustas. O USDA informou vendas para exportação de 2,117 milhões de toneladas na semana. Caso mantenha a boa demanda e o avanço da colheita mostre dados menos otimistas, a mudança nos preços pode ser brusca. Vide a pequena oscilação semanal, de 0,50% em média, enquanto seus pares caíram acima dois 2,50%. Com isso o milho em Chicago fechou a semana em baixa de -0,54%, com um recuo de $ -2,25 cents/bushel.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho B3 fechou dia a semana de forma mista, com preços estáveis na média

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta sexta-feira. As cotações da B3 fecharam com ajustes pontuais, assim como nos demais dias da semana. Com exceção do contrato de novembro, que caiu -2,04% na semana, a grande maioria operou de forma estável. Os preços do mercado físico estão dando suporte para a bolsa, com o produtor vendendo apenas lotes pontuais na maioria das regiões. A média Cepea subiu 0,76% na semana, o que contrapôs a queda do dólar no período.

As exportações de agosto, caíram em relação ao mês anterior, mas subiram quase 13% no comparativo anual, o que aponta para uma melhora no ritmo das exportações, que começou lento no ano comercial 25/26.

OS FECHAMENTOS DO DIA 05/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,37, apresentando baixa de R$ 0,02 no dia e baixa de R$ 0,12 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,10, com baixa de R$ 0,52 no dia e baixa de R$ 1,42 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 71,22, com baixa de R$ 0,42 no dia e baixa de R$ 0,73 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Algodão: Clima nos EUA e queda do petróleo pressionam cotações em NY – MAIS SOJA

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O contrato da pluma de dez/26 na bolsa de NY registrou recuo de 1,22% no comparativo semanal, ficando precificado, em média, em ¢ US$ 77,55/lp. A queda das cotações foi reflexo, sobretudo, da melhora das condições de estiagem nos Estados Unidos, fator que elevou as expectativas de um bom desenvolvimento da safra norte-americana. Esse cenário contribui para a perspectiva de uma maior oferta global de pluma, pressionando as cotações na bolsa de NY. Em paralelo, a queda dos preços do petróleo também contribuiu para limitar o avanço das cotações da pluma.

Com o petróleo em patamares mais baixos, as fibras sintéticas tornam-se relativamente mais competitivas, reduzindo a atratividade do algodão e intensificando a pressão baixista sobre os contratos negociados na bolsa de NY. Por fim, no curto prazo, não há indicativos de valorização expressiva para os preços da fibra, uma vez que o cenário externo segue sustentando um viés baixista nas cotações.

Confira os principais destaques do boletim:
  • BAIXA: no registro semanal, a paridade de dez/26 apresentou declínio de 0,02%, devido à desvalorização do contrato de dez/26 na bolsa de NY, ficando precificada em R$ 133,13/@.
  • NEGATIVO: com a queda na cotação do petróleo, o preço do poliéster apresentou baixa de 3,64% no comparativo semanal, fechando com média de ¢ US$ 39,12/lp.
  • BAIXA: o preço Cepea apresentou desvalorização de 1,44% na semana, ficando cotado na média de ¢ R$ 408,58/lp.
A colheita do algodão da safra 25/26 atingiu 0,36% da área prevista em Mato Grosso.

O percentual está 0,15 p.p. acima do registrado no mesmo período da safra 24/25, porém é 1,23 p.p. abaixo da média dos últimos 5 anos. A ocorrência de chuvas em determinadas regiões do estado, associada ao clima frio e úmido, postergou o início dos trabalhos no campo em Mato Grosso.

Diante disso, apenas as regiões Nordeste e Sudeste iniciaram a colheita. Cabe destacar que o atual cenário climático é um ponto de atenção para os cotonicultores, pois tende a comprometer a qualidade da pluma nas lavouras com os capulhos já abertos, além de aumentar a probabilidade de apodrecimento dos capulhos no baixeiro das plantas. Por fim, embora ainda haja possibilidade de chuvas isoladas em Mato Grosso, a tendência para a próxima semana é de redução das precipitações sobre a maior parte do estado, favorecendo o avanço da colheita e reduzindo os riscos à qualidade da fibra.

Fonte: Conab



 

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Sustentabilidade

Colheita do algodão atinge 3,8% da área no país com ritmo inicial lento – MAIS SOJA

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Colheita chega a 3,8% da área total. Em MT, a colheita avança em ritmo lento. A expectativa é de intensificação nas próximas semanas. No manejo fitossanitário, permanece a prioridade no controle do bicudo-do-algodoeiro e do complexo de lagartas.

Na BA, a colheita segue lentamente. O prolongamento do ciclo tende a favorecer a qualidade da fibra e a produtividade. No MA, a colheita da primeira safra está em andamento, enquanto as demais lavouras permanecem em maturação. Em MS, na região dos Chapadões, as chuvas suspenderam, temporariamente, os trabalhos de desfolha. Na região central, as precipitações favoreceram a formação de maçãs e a disponibilidade hídrica no solo.

Em GO, a colheita avançou pouco devido às chuvas, que interromperam temporariamente as operações. Até o momento, houve apenas leve perda visual da pluma, sem impactos significativos na produtividade. Em MG, a colheita segue em ritmo lento, com boas produtividades e qualidade da fibra.

No PI, a colheita segue avançando. Apesar do atraso na implantação em relação à safra anterior, as expectativas de produtividade permanecem boas. Em SP, na região sudoeste, a
colheita está bem avançada e mais da metade da produção já foi beneficiada. A produtividade da pluma permanece estável.

Previsão Agrometeorológica (29/06/2026 a 06/07/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem ocorrer em áreas do Centro-Norte do AM, RR e Noroeste do PA. Na Região Nordeste, segue a condição de chuvas na faixa litorânea, com maiores volumes no MA e litoral Norte da BA, com chuvas fracas e isoladas nas demais áreas. Essa condição continuará favorecendo o feijão e o milho terceira safra nas áreas próximas da costa no Sealba. Nas áreas mais distantes, permanecerá a restrição hídrica. No Matopiba, o tempo firme continuará favorecendo a secagem natural do milho segunda safra, mas manterá a restrição às lavouras em enchimento de grãos.

CO: Há previsão de tempo firme em quase toda a região, favorecendo a maturação e colheita das lavouras. Na segundafeira, pancadas de chuva podem ocorrer no Centro-Sul de MS. Na quarta-feira, há possibilidade de chuvas fracas e isoladas no Extremo Norte de MT e Sul de MS. A umidade no solo manterá as condições favoráveis para o sorgo no Sul de GO.

SE: A previsão é de tempo predominante estável. Em SP, pancadas de chuva podem ocorrer na segunda-feira, principalmente, na porção mais ao Sul do estado. Na sextafeira, a chuva deve retornar, de forma mais fraca e isolada. Chuvas fracas também estão previstas para o Extremo Norte do ES e RJ. Em MG e Norte de SP, não há previsão de chuva. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno. No entanto, em parte de MG, deve permanecer a condição de restrição hídrica.

S: Há previsão de chuva na segunda-feira, especialmente, no PR, SC e Extremo Norte do RS. No Sul do PR e Centro-Norte de SC, são esperados acumulados mais elevados, podendo causar danos pontuais às lavouras. A condição de instabilidade deve permanecer até quinta-feira entre os três estados. No RS, chuvas mais intensas são esperadas para quarta e quinta-feira, com retorno a partir de domingo.

Fonte: Conab


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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Saiba como ficaram as cotações de soja no último dia de junho

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja registrou um dia de forte volatilidade nesta terça-feira (30). Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a sessão começou com pressão intensa sobre os preços, mas o cenário mudou ao longo da tarde, resultando em cotações mistas entre as principais praças do país.

Pela manhã, o mercado foi pressionado principalmente pela queda de cerca de 3% no óleo de soja. Além disso, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma área plantada acima da intenção inicial para a safra 2026/27, elevando o potencial produtivo norte-americano, fator considerado baixista para os preços.

Ao longo da tarde, no entanto, o mercado reagiu diante das expectativas de maior demanda no segundo semestre. Segundo Silveira, os prêmios seguem fortalecidos e o dólar apresentou comportamento mais favorável, sustentando as cotações.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Apesar da recuperação, os preços encerraram o dia sem direção única. Conforme o analista, algumas regiões registraram altas, enquanto outras permaneceram estáveis ou refletiram particularidades locais.

O ritmo de negociações permaneceu bastante fraco. De acordo com Silveira, compradores e vendedores reduziram as ofertas ao longo do dia, resultando em poucos negócios no mercado físico.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 124,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta terça-feira, acompanhando principalmente o avanço do milho após a divulgação dos relatórios do USDA. Para a soja, os números de área plantada e estoques ficaram dentro das expectativas do mercado e tiveram efeito considerado neutro sobre as cotações. Já milho e trigo encerraram o dia em alta. No acumulado de junho e do trimestre, o contrato julho da soja acumula queda de aproximadamente 5,8%. No semestre, porém, registra valorização de 4%.

USDA

O USDA informou que a área plantada com soja nos Estados Unidos deverá alcançar 85,4 milhões de acres na safra 2026/27. Se confirmada, a área será 5% superior aos 81,215 milhões de acres cultivados na safra anterior.

O número ficou exatamente em linha com a expectativa do mercado, de 85,4 milhões de acres, e superou a estimativa de intenção de plantio divulgada em março, de 84,7 milhões de acres. Em relação ao ano passado, a área aumentou ou permaneceu estável em 23 dos 29 estados produtores.

O relatório também mostrou que os estoques trimestrais de soja dos Estados Unidos, na posição de 1º de junho, totalizaram 1,06 bilhão de bushels, volume 5% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O resultado ficou ligeiramente acima da expectativa do mercado, que era de 1,05 bilhão de bushels. Do total estocado, 367 milhões de bushels estão armazenados nas propriedades rurais, queda de 11% na comparação anual. Já os estoques fora das fazendas somam 694 milhões de bushels, avanço de 16%.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja para julho fecharam com alta de 8,00 centavos de dólar, ou 0,72%, a US$ 11,16 3/4 por bushel. O vencimento agosto encerrou cotado a US$ 11,24 1/4 por bushel, alta de 5,00 centavos, equivalente a 0,44%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para julho permaneceu estável em US$ 304,70 por tonelada. Já o óleo de soja para julho fechou a 66,74 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 2,33 centavos, ou 3,37%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,17%, cotado a R$ 5,1632 para venda e R$ 5,1602 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,1632 e R$ 5,2012. Em junho, o dólar acumulou alta de 2,3%. No trimestre, recuou 0,32% e, no acumulado do semestre, registra queda de 5,9%.

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