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30 de junho de 2026

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Mato Grosso é o segundo estado do país que mais gerou empregos formais em julho, aponta caged

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Mato Grosso se destacou em julho de 2025 como o segundo estado do país com o maior número de empregos gerados com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O estado registrou a criação de 9.540 novas vagas em julho, um aumento de 63,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 5.824 empregos formais.

Em termos absolutos, Mato Grosso ficou atrás apenas de São Paulo, que criou 42.798 empregos no mesmo mês.

As cinco cidades que mais se destacaram na geração de empregos em julho foram Cuiabá (1.632 vagas), Sapezal (791), Lucas do Rio Verde (743), Campo Verde (721) e Campo Novo do Parecis (683).

O setor agropecuário foi o principal responsável pelo aumento de vagas, com 3.805 empregos gerados, o que representa um crescimento de cerca de 198% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram criadas 1.277 vagas.

A indústria criou 1.539 postos; a construção, 1.600; os serviços, 1.872; e o comércio, 724. Com isso, Mato Grosso passou a contabilizar 995.536 pessoas empregadas com carteira assinada.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, esses números demonstram a tendência de crescimento do mercado de trabalho em Mato Grosso e indicam a expansão de diversos setores da economia estadual.

“Os dados do Caged reforçam o bom momento do mercado de trabalho em Mato Grosso e demonstram que nossas políticas de incentivo à economia e ao desenvolvimento regional estão gerando resultados concretos. É gratificante ver diferentes setores da nossa economia contribuindo para a criação de empregos e oferecendo oportunidades para a população”, afirmou.

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Com R$ 2 bilhões investidos, Pivetta endurece discurso e celebra 100% de solução em feminicídios

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Geral

“Ninguém ficou impune”, garantiu o gestor estadual durante evento de capacitação tecnológica em defesa das mulheres nesta terça-feira (30)



O governador Otaviano Pivetta afirmou que o Estado vai manter o enfrentamento à criminalidade com “mão pesada” e reforçou que não haverá recuo no combate aos crimes contra mulheres, crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade em Mato Grosso.





A declaração foi feita nesta terça-feira (30.6), durante a entrega de 47 novos veículos para reforçar a Patrulha Maria da Penha, realizada na abertura da Capacitação Tecnológica Estratégica em Defesa das Mulheres, promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).





“Nós estamos numa cruzada contra a criminalidade, seja de qualquer origem. Nós vamos para cima. Convocamos os aprovados de acordo com a capacidade orçamentária do Estado e com o planejamento do Governo, para dar uma demonstração clara de que nós não vamos recuar e não vamos arrefecer. Vamos enfrentar com uma mão pesada do Estado e não vamos, de jeito nenhum, relativizar nem aliviar a barra da bandidagem”, afirmou.





Segundo Otaviano Pivetta, desde 2019, o Governo de Mato Grosso já investiu cerca de R$ 2 bilhões na Segurança Pública, com a modernização das forças policiais, aquisição de armamentos, renovação da frota, implantação de tecnologia de monitoramento e reforço do efetivo.





“A segurança pública foi o maior orçamento do Estado nos dois primeiros anos do nosso mandato e, desde então, permanece entre os três maiores orçamentos todos os anos. Isso demonstra a importância que o governo dá à área”, pontuou.





Entre as principais ações estão a modernização do armamento das forças de segurança, a implantação de sistemas de videomonitoramento e o reforço do efetivo policial, ampliando a capacidade de atuação em todo o Estado.





“Quero parabenizar a Polícia Judiciária Civil e a Politec por terem esclarecido todos os crimes e feminicídios que aconteceram no Estado de Mato Grosso. Ninguém ficou impune, nenhum crime ficou sem solução. A nossa parte, enquanto Estado, nós fizemos e vamos continuar fazendo”, concluiu.





Durante a solenidade, o governador e a secretária de Estado de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho, também homenagearam profissionais que prestaram relevantes serviços à segurança pública de Mato Grosso.





Também participaram o deputado estadual Elizeu Nascimento; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação) e Mayran Beckman (Desenvolvimento Econômico); o comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Fernando Tinoco; a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM Flávio Gledson; o diretor-geral da Politec, Jaime Trevisan; a chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, delegada Mariell Antonini; a procuradora de Justiça Gláucia Amaral; entre outras autoridades.





Com Assessoria

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Carro bate de frente com caminhão guincho parado e três pessoas morrem presas às ferragens

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Acidente grave ocorreu na madrugada desta terça-feira (30) na MT-010, em Cuiabá. Vítimas fatais são um adulto e dois jovens

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na madrugada desta terça-feira (30.6), o desencarceramento de três vítimas de um grave acidente de trânsito envolvendo um veículo de passeio e um caminhão na MT-010, conhecida como Estrada da Guia, em Cuiabá.

As equipes foram acionadas por volta das 5h36 e, ao chegarem no local, constataram que o veículo de passeio havia colidido frontalmente contra um caminhão guincho que estava parado na via.

No automóvel estavam um adulto e dois jovens, que ficaram presos às ferragens e já não apresentavam sinais vitais.

Os bombeiros permaneceram no local prestando apoio à ocorrência juntamente com equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil, aguardando a conclusão dos trabalhos periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Com a conclusão dos trabalhos periciais e a liberação da cena, os bombeiros deram início ao desencarceramento das vítimas e, na sequência, realizaram a entrega dos corpos às autoridades competentes para os procedimentos legais.

Com Assessoria 

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Aprosoja Brasil vê redução do crédito efetivo ao produtor no Plano Safra 2026/27

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A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) avaliou que o Plano Safra 2026/27 representa um avanço apenas nominal no volume de recursos destinados à agricultura empresarial e alertou para uma redução efetiva do crédito disponível ao produtor rural.

Segundo a entidade, embora o governo tenha anunciado R$ 525,1 bilhões para o setor empresarial, um aumento nominal de 1,7% em relação ao ciclo anterior, os recursos voltados ao custeio e à comercialização caíram de R$ 414,7 bilhões para R$ 384,9 bilhões, redução de R$ 29,8 bilhões. Considerando a inflação acumulada, a Aprosoja calcula que o plano representa uma contração real de aproximadamente R$ 13,6 bilhões.

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Na avaliação da associação, o cenário evidencia uma mudança na estrutura do crédito rural, com retração das linhas tradicionais equalizáveis e maior participação de instrumentos privados, como a Cédula de Produto Rural (CPR). Dados apresentados pela entidade mostram que, até maio de 2026, o crédito rural empresarial contratado caiu cerca de 5% em relação ao mesmo período da safra anterior. Sem considerar as CPRs, a queda nas linhas tradicionais chegou a aproximadamente 14%.

A Aprosoja também destaca que parte dos recursos anunciados acaba sendo destinada à renegociação de passivos, reduzindo a capacidade de financiar uma nova safra. O problema, segundo a entidade, ocorre em um momento de elevado endividamento do setor, impulsionado por juros altos, perdas climáticas, queda dos preços das commodities e aumento dos custos de produção.

Outro ponto de preocupação é a Resolução nº 5.314/2026 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que passou a condicionar a prorrogação das operações de crédito à decisão das instituições financeiras e à comprovação de capacidade de pagamento por parte do produtor. Para a Aprosoja, a medida reduz a flexibilidade justamente em um período de maior necessidade de renegociação.

A entidade reconhece como positivas as iniciativas voltadas ao fortalecimento do seguro rural e dos instrumentos de gestão de risco, mas ressalta que a eficácia dessas políticas dependerá da oferta efetiva de recursos e de regras compatíveis com a realidade dos produtores.

Entre as principais reivindicações, a Aprosoja defende a ampliação dos recursos destinados ao custeio e à comercialização, garantindo que o crédito novo chegue efetivamente à produção. Além disso, pede uma solução estruturante para o endividamento rural, baseada no Projeto de Lei nº 5.122/2023, que prevê uma linha especial de financiamento com recursos do Fundo Social do Pré-Sal, carência, juros compatíveis e possibilidade de incluir diferentes modalidades de dívidas rurais.

Para a associação, políticas públicas voltadas ao acesso ao crédito e à reorganização financeira dos produtores são essenciais para manter a competitividade do agronegócio, preservar investimentos e garantir a continuidade da produção agrícola, considerada um dos principais motores da economia brasileira.

O post Aprosoja Brasil vê redução do crédito efetivo ao produtor no Plano Safra 2026/27 apareceu primeiro em Canal Rural.

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