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Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em baixa com realização de lucros e dados totais de esmagamento – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 03/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 03/09

Chicago: A cotação de dezembro, fechou em baixa de 1,18% ou $ -5,00 cents/bushel, a $418,00. A cotação para março fechou em baixa de 1,08% ou $ -4,75 cents/bushel, a $ 436,00.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações do cereal caíram depois de três sessões em alta. O mercado optou por realizar lucro, com o começo da colheita no sul dos EUA. O USDA reduziu a proporção de milho em boas/excelentes condições de 71% para 69%, o que limitou a tendência de baixa. O NASS apontou um uso de 11,3 MMT de milho em julho para a produção de etanol nos EUA, melhora de 2% em relação ao mês anterior, mas queda de 5,8% em relação ao ano anterior. O uso total no ano comercial 24/25 segue levemente abaixo do ano anterior.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho B3 fechou em baixa acompanhando dólar e Chicago

Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. As cotações da B3 fecharam novamente com ajustes pontuais, quase estável na grande maioria das posições. No entanto, quase todas as cotações foram negativas, acompanhando o dólar e a bolsa de Chicago.

Os preços no mercado interno e na bolsa seguem lateralizados, mas o país já apresenta preços mais competitivos nos portos asiáticos, o que pode melhorar as exportações e os prêmios no Brasil.

OS FECHAMENTOS DO DIA 03/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam com variações mistas no dia: o vencimento de setembro/25 foi de R$ 65,31, apresentando alta de R$ 0,36 no dia e baixa de R$ 0,46 na semana; o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,99, com baixa de R$ 0,16 no dia e baixa de R$ 0,90 na semana; o contrato de janeiro/26 fechou a R$ 71,87, com baixa de R$ 0,10 no dia e baixa de R$ 0,18 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-PIORA NA SAFRA (altista)

Em seu relatório semanal, o USDA reduziu a proporção de milho em boas/excelentes condições de 71% para 69%, número que superou os 65% registrados no mesmo período do ano passado e ficou em linha com a previsão de 69% de empresas privadas. Os dois principais estados produtores, Iowa e Illinois, têm 84% e 55% de seu milho em boas/excelentes condições (84% e 61% na semana anterior), em comparação com 77% e 71% no mesmo período em 2024, respectivamente. Além disso, 90% das plantas já passaram da fase de grão leitoso; 58% das lavouras estão dentadas e 15% do milho está maduro.

Na próxima semana, o USDA divulgará seus primeiros dados sobre o andamento da colheita, que já está em andamento nos estados do Sul.

UCRÂNIA-EXPORTAÇÕES 63,88% MENORES (altista)

O Ministério da Política Agrária da Ucrânia informou hoje que, entre 1º e 3 de julho, o país exportou 886 mil toneladas de milho, 63,88% a menos que as 2.453.000 toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. Isso está em linha com o divulgado ontem pela Comissão Europeia, que indicou que, entre julho e agosto, o bloco importou 600.621 toneladas da Ucrânia, volume bem inferior às 2.335.318 toneladas registradas no mesmo período de 2024.

EUA-ESMAGAMENTO MAIOR PARA ETANOL (altista)

O relatório mensal de esmagamento de grãos da NASS mostrou que 11,58 milhões de toneladas de milho foram utilizados na produção de etanol em julho. Isso representou um aumento de 2% em relação a junho, mas uma queda de 5,8% em relação ao ano passado. Os embarques para o ano comercial completo nos primeiros 11 meses do ano fiscal estão em 4,978 barris de milho (bbu), 20 mbu abaixo do mesmo período do ano passado. Os dados semanais de etanol serão divulgados na quinta-feira, devido ao feriado de segunda-feira.

EUA-DESFAZER ACORDOS? (altista? Baixista?)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira à Reuters, que os EUA podem ter que “desfazer” os acordos comerciais que fecharam com a União Europeia, o Japão e a Coreia do Sul, entre outros, se perderem um processo na Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas comerciais.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater

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Imagem: Marca Comunicação

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.

“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.

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Colheita de milho e arroz

Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.

“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.

No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.

A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.

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Sustentabilidade

Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras

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Foto: Agência Marca Studio Criativo

O mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que as lavouras de soja e milho segunda safra seguem com desenvolvimento acima da média na maior parte do Brasil, mesmo diante de um cenário climático marcado por contrastes.

De acordo com o levantamento, os índices de vegetação continuam apontando condições favoráveis nas principais regiões produtoras, refletindo o bom desempenho das lavouras até o momento. O resultado positivo ocorre apesar da distribuição irregular das chuvas ao longo de março.

No período entre os dias 1º e 21, os maiores volumes de precipitação foram registrados no Centro-Norte do país. Se por um lado o excesso de chuvas dificultou a colheita da soja em algumas áreas, por outro contribuiu para o desenvolvimento das culturas em campo, tanto da primeira quanto da segunda safra.

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Na região Norte, o cenário foi predominantemente positivo, com chuvas bem distribuídas e níveis adequados de umidade no solo. Ainda assim, estados como Pará e Tocantins enfrentaram problemas pontuais durante a colheita da soja devido ao excesso de precipitações. Em Roraima, a ausência de chuvas seguiu dentro da normalidade para o período.

Já no Nordeste, as chuvas se concentraram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, beneficiando as lavouras. No entanto, a irregularidade das precipitações no semiárido e as altas temperaturas em parte da Bahia resultaram em restrição hídrica e atrasos na semeadura do milho e feijão segunda safra.

No Sul do país, o cenário foi mais desafiador. A irregularidade e o baixo volume de chuvas comprometeram o armazenamento hídrico do solo, afetando o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, no Centro-Oeste, principal polo produtor de grãos do país, as chuvas foram mais frequentes em Mato Grosso e Goiás. Apesar de atrasos pontuais na colheita da soja, as precipitações ajudaram no desenvolvimento das lavouras. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados na segunda semana do mês foram fundamentais para recuperar a umidade do solo em áreas que enfrentavam déficit hídrico.

No Sudeste, os volumes de chuva também favoreceram o campo, com registros mais expressivos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ao longo da segunda semana, avançando posteriormente para outras áreas mineiras e o Espírito Santo.

O cenário traçado pela Conab reforça que, apesar dos desafios climáticos regionais, a safra 2025/26 mantém um quadro geral positivo, sustentado pelas boas condições de desenvolvimento das lavouras na maior parte do território nacional.

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Sustentabilidade

Arroz/RS: Colheita do arroz no RS alcança 35% da área – MAIS SOJA

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O cultivo de arroz registrou avanço contínuo da colheita, alcançando 35% da área, impulsionado por períodos de baixa precipitação ou acumulados pouco significativos, ainda que tenham sido observados eventos de chuva esparsa.

A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%), e 18% ainda estão em enchimento de grãos, fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar.

De maneira geral, as produtividades vêm se confirmando em patamares satisfatórios a elevados nas áreas já colhidas, apesar da redução em relação à safra anterior em parte das lavouras, associada a limitações de incidência solar e temperaturas fora da faixa ideal em momentos críticos do ciclo, além de retração no padrão tecnológico empregado.

A qualidade industrial dos grãos colhidos é considerada adequada, com bom rendimento de engenho.

A colheita segue condicionada à redução da umidade dos grãos, e eventuais intercorrências climáticas, como ventos e precipitações, que podem interferir pontualmente no ritmo das operações e na qualidade final da produção. A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, os trabalhos de colheita avançaram para 29% da área, apesar das chuvas em quatro dias do período, as quais não impediram a operação dado o baixo volume. Em Uruguaiana, há relatos de acamamento pontual em decorrência de ventos, mas não foram quantificadas perdas até o momento.

Em São Gabriel, 25% dos 25.800 hectares cultivados foram colhidos, com avanço moderado devido à necessidade de redução da umidade dos grãos. No município, as produtividades variam conforme o nível tecnológico, situando-se entre 10% e 20% abaixo da safra anterior.

Na de Pelotas, a colheita atinge 35% da área regional, e houve forte intensidade das operações em todos os municípios produtores. Predomina a fase de maturação: 60% prontos para colheita e 5% em enchimento de grãos. As condições de campo têm permitido a continuidade dos trabalhos, que devem se estender até abril, com desempenho produtivo
dentro do esperado.

Na de Santa Maria, a colheita supera 40% da área cultivada, e cerca de 45% das lavouras estão em maturação. As produtividades obtidas são elevadas, acima de 8.000 kg/ha; em São João do Polêsine, os talhões atingem 9.000 kg/ha. O cenário indica elevado potencial produtivo, com confirmação de rendimentos superiores ao inicialmente projetado em diversas áreas.

Na de Santa Rosa, a colheita foi iniciada, mas a evolução está limitada em função das chuvas no período. A maior parte das lavouras se encontra em maturação, e há áreas remanescentes em enchimento de grãos, implantadas mais tardiamente.

Na de Soledade, a colheita alcançou 35% da área. As lavouras apresentam produtividades e elevada qualidade de grãos, especialmente no rendimento de engenho. Estão 2% em florescimento, 33% em enchimento de grãos e 30% em maturação. O manejo da água se intensifica com a retirada dos quadros para viabilizar a colheita, enquanto a disponibilidade hídrica permanece adequada nos reservatórios. O monitoramento fitossanitário segue ativo, e a ocorrência de percevejos e brusone está sob controle.

Comercialização (saca de 50 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,16%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 55,52 para R$ 56,72.

Fonte: Emater/RS



 

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