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a parceria que está ao lado de quem move o agro

A Tramontina reconhece a força do agronegócio brasileiro. O campo, com sua potência e resiliência, move o Brasil e merece soluções de qualidade que impulsionam a produtividade. Pensando nisso, a marca lançou a campanha inédita “Ao lado de quem move o agro” para reforçar a sua parceria e presença nesse segmento.
Com mais de 115 anos de história, a Tramontina construiu uma trajetória de confiança e inovação que perpassa seus mais de 22 mil produtos, contemplando desde os utensílios para a cozinha de casa até mesmo as soluções para o trabalho de sol a sol no campo.
Afinal, onde tem dedicação e trabalho coletivo, tem Tramontina, com um portfólio que também inclui itens como ferramentas manuais, materiais elétricos e móveis para as propriedades rurais e concessionárias agrícolas.
Quer descobrir como a marca faz a diferença no dia a dia de quem move o agro? Continue a leitura e veja a seguir!
Conheça as soluções completas para a fazenda
Os fazendeiros sabem que o agro é feito de raízes e histórias. Aprenderam com suas famílias sobre a importância da resistência e viram de perto como o setor evoluiu ao longo das décadas. Eles entendem que a tradição e a experiência são fundamentais no campo e acompanham o dinamismo e as transformações tecnológicas do setor.
É nesse cenário que a Tramontina se posiciona com soluções completas e profissionais para o agronegócio, o que inclui:
- Ferramentas agrícolas: durabilidade e precisão para as atividades diárias;
- Materiais elétricos: eficiência, segurança e alto desempenho na gestão da fazenda;
- Equipamentos de cozinha: qualidade para preparar refeições, seja no almoço ou no churrasco de domingo com amigos e vizinhos;
- Móveis para o lar: conforto, ergonomia, beleza e funcionalidade para áreas externas e internas.
Produtos Tramontina para concessionárias agrícolas
As concessionárias agrícolas são fundamentais para o agro brasileiro, pois oferecem suporte técnico para apoiar produtores que precisam de agilidade. É nesse mesmo espírito de parceria que a Tramontina se coloca ao lado das concessionárias, com soluções de alta performance para diferentes necessidades:
- Organizadores modulares: mantêm ferramentas sempre à mão, evitam perdas e proporcionam praticidade e controle na rotina de reparos.
- Pickup Box de Tramontina PRO: permite a manutenção de máquinas agrícolas em qualquer lugar da lavoura, de forma rápida e dinâmica.
Tramontina: soluções que impulsionam a produção do agronegócio
O agronegócio move o Brasil, com números que podem alcançar R$ 3,79 trilhões do PIB (Produto Interno Bruto) em 2025, segundo dados da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). A Tramontina reconhece a importância do segmento e, por isso, volta seu olhar ao setor com uma campanha especial para o agro.
Mais do que oferecer produtos, a marca reafirma seu papel como parceira estratégica do campo, unindo tradição, inovação e confiança para impulsionar o futuro da produção brasileira.
Conheça todas as soluções da Tramontina para o agronegócio e encontre a loja parceira mais próxima!
Tramontina
Ao lado de quem move o agro
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Plano Safra mantém juros elevados e deixa dúvidas sobre acesso ao crédito, avalia Federarroz

O Plano Safra 2026/2027, anunciado nesta terça-feira (30) pelo governo federal, amplia em R$ 9 bilhões os recursos destinados à agricultura empresarial, que passam de R$ 516,2 bilhões para R$ 525,1 bilhões.
Apesar do aumento no volume total de crédito, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) avalia que as condições anunciadas ainda estão abaixo das necessidades do setor, especialmente em relação às taxas de juros, aos recursos para custeio e à situação financeira dos produtores.
Do total previsto para a nova safra, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e à comercialização e R$ 140,2 bilhões aos investimentos. Na comparação com o ciclo anterior, os recursos para custeio e comercialização foram reduzidos em R$ 29,8 bilhões, enquanto os investimentos cresceram R$ 38,7 bilhões.
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Para o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, o setor esperava condições mais favoráveis para o financiamento da produção. “O Plano Safra veio com valor abaixo do que a gente pretendia. Os juros também não vieram como a gente pretendia. Nós pretendíamos abaixo de um dígito, e ele veio para a agricultura empresarial em 12,5%”, afirma.
Nunes ressalta que ainda é necessário conhecer detalhes da operacionalização dos recursos e do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), considerado estratégico para a atividade.
Segundo ele, também há preocupação com a capacidade das instituições financeiras de captar recursos suficientes para atender à demanda por crédito em um cenário econômico desafiador.
Outro ponto destacado pela entidade é a necessidade de uma solução para o endividamento dos produtores. Conforme Nunes, a definição sobre o Projeto de Lei nº 5.122 e as medidas que poderão ser adotadas pelo governo serão determinantes para que parte dos arrozeiros consiga acessar as linhas de financiamento da próxima safra.
“Nós também estamos na dependência das renegociações, de como vai ser resolvida essa questão do endividamento, até para que a gente consiga ter acesso ao crédito rural, porque senão vários produtores de arroz vão ficar alijados do Plano Safra”, afirma.
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Juros de custeio para produtos orgânicos são reduzidos no Plano Safra da Agricultura Familiar

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/27, que destina o total de R$ 97,3 bilhões em programas de crédito, seguro agrícola, compras públicas, assistência técnica e extensão rural, anunciou redução dos juros no custeio para 1% ao ano na produção agroecológica e orgânica e para produtos da sociobiodiversidade.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), pasta do governo federal à frente da iniciativa, também destacou que foram aprimoradas as condições do Pronaf Agroecologia, com redução na taxa de juros de 3% para 2% ao ano.
Já o limite do Pronaf Bioeconomia foi ampliado de R$ 250 mil para R$ 450 mil para projetos voltados à silvicultura e sistemas agroflorestais. Segundo a pasta, desde 2023 já foram investidos mais de R$ 2 bilhões no financiamento de projetos agroecológicos em todas as linhas do Pronaf.
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Novidade desta edição do Plano Safra foi o programa Da Terra à Mesa – Garantia-Safra, com mais de R$ 400 milhões destinados à inclusão produtiva, adaptação climática e fortalecimento da produção de alimentos para mais de 60 mil famílias do Semiárido brasileiro.
A iniciativa amplia o “Da Terra à Mesa Brasil”, que já beneficia 55 organizações e quase 29 mil famílias da agricultura familiar com ações de assistência técnica, capacitação e estruturação produtiva.
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Projeto Cacau 360° oferece bolsa pós-doutorado de R$ 12,5 mil mensais na UFSCar

Doutores em Produção Vegetal, Agronomia ou Ciências Florestais, com título obtido nos últimos cinco anos, podem se candidatar até 5 de julho para bolsa de pós-doutorado da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ligada ao projeto Cacau 360° – Soluções Inovadoras para o Desenvolvimento Sustentável da Cadeia Produtiva do Cacau em SP.
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O selecionado deverá iniciar suas atividades em agosto no Departamento de Genética e Evolução (DGE) da UFSCar, onde atuará por 24 meses com valor mensal de R$ 12.570 financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
O trabalho abrange a implantação de experimentos com cacaueiro cultivado a pleno sol e em sistemas agroflorestais, com análise do impacto de diferentes práticas de manejo e do desempenho de variedades clonais.
“O bolsista também precisará conduzir avaliações ecofisiológicas, de produtividade de consorte e cacaueiro e fitossanitárias, além de estabelecer a linha de base de sequestro de carbono dos sistemas e ajudar na análise da qualidade físico-química das amêndoas fermentadas e secas de cacau”, detalha o supervisor do pós-doutorado, Anderson Ferreira da Cunha.
Inscrições
Para se candidatarem, os interessados devem ter experiência comprovada em fitotecnia, sistemas agroflorestais, ecofisiologia do cacaueiro e coleta, organização e interpretação de dados, incluindo indicadores de produtividade, rendimento agronômico e cálculos de eficiência.
Também é requisito a habilidade com planejamento e execução de experimentos de campo e casa de vegetação, dinâmica e monitoramento de sistemas agroflorestais com cacaueiro e/ou cultivo a pleno sol e avaliação do efeito de variáveis climáticas sobre o crescimento e a produção agrícola.
No edital publicado no site da Fapesp, estão detalhados ainda diferenciais desejáveis assim como a documentação necessária para participar do processo seletivo.
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