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30 de junho de 2026

Sustentabilidade

Sumitomo Chemical promove live sobre manejo de doenças em soja e desafios da safra 25/26 – MAIS SOJA

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A iniciativa da Sumitomo Chemical reforça o compromisso da empresa em apoiar os agricultores brasileiros diante de cenários desafiadores.

A Sumitomo Chemical realiza no dia 2 de setembro, às 19h (horário de Brasília), uma live no YouTube com o tema “Manejo de doenças em soja: o que esperar da safra 25/26?”. O encontro reunirá especialistas para debater os principais desafios na cultura e as estratégias para assegurar produtividade diante do desafio com o complexo de doenças das culturas, especialmente da soja.

Participam da transmissão os pesquisadores Luís Henrique Carregal, da Agro Carregal, e Ayrton Berger Neto, da BW Agro Serviços, além de Gabriel Zeni, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Sumitomo Chemical, e Marcelo Figueira, gerente de Marketing e Desenvolvimento de Negócios Fungicidas da Sumitomo Chemical.

Maior produtor de soja do Brasil, Mato Grosso, por exemplo, volta a enfrentar condições climáticas que favorecem a proliferação de patógenos. Oscilações de temperatura, chuvas volumosas e clima tropical criam um cenário de risco para doenças como a ferrugem asiática – considerada a mais destrutiva da cultura, com perdas que podem chegar a 50% – e a mancha-alvo, que provoca necrose, queda foliar e impacto direto no enchimento dos grãos. Outras ocorrências, como o crestamento foliar e a mancha-parda, também reduzem o potencial produtivo das lavouras.

“Para dar continuidade à potencialidade agrícola do Brasil, líder global de produção de alimentos, precisamos de tecnologia eficiente, principalmente porque o país é tropical, com grande capacidade produtiva, mas também propício ao surgimento de várias doenças”, afirma Marcelo Figueira, que também é líder para o Negócio de Soja da Sumitomo Chemical.

O pesquisador Ayrton Berger Neto reforça a importância do planejamento preventivo e regionalizado. “O manejo estratégico contra as doenças fúngicas é decisivo para garantir produtividade e rentabilidade. Os produtores precisam alinhar agora suas decisões preventivas, considerando o histórico de cada região. A ferrugem continua sendo a maior preocupação, mas doenças como mancha-alvo, cercospora e oídio também vêm ganhando relevância. Isso exige programas de manejo mais integrados, com atenção à resistência dos patógenos e ao uso de novas moléculas em conjunto com fungicidas multissítios”, destaca Berger.

Entre as soluções apresentadas pela companhia, o Excalia® Max ganha destaque. Fruto de dez anos de pesquisa, o fungicida premium combina Indiflin® –  carboxamida inédita – e Tebuconazol – triazol amplamente utilizado –, em uma formulação exclusiva no mercado. Em apenas três safras, já foi aplicado em mais de cinco milhões de hectares no Brasil, com projeção de atingir dez milhões até 2026. Além da eficácia no controle, produtores relatam incremento médio de duas sacas por hectare.

A iniciativa da Sumitomo Chemical reforça o compromisso da empresa em apoiar os agricultores brasileiros diante de cenários desafiadores. A companhia investe anualmente 7,5% do seu faturamento global em pesquisa e desenvolvimento, com centros de inovação no Japão e nos Estados Unidos, e segue dedicada a oferecer soluções que ampliem a produtividade e fortaleçam a liderança do Brasil na produção mundial de alimentos.

Serviço

Live “Manejo de doenças em soja: o que esperar da safra 25/26?”

Data: 2 de setembro de 2025 (terça-feira)

Horário: 19h (Brasília)

Participantes: Luís Henrique Carregal, Ayrton Berger Neto, Gabriel Zeni e Marcelo Figueira

Onde assistir: https://www.youtube.com/@SumitomoChemicalBrasil

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical



 

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Sustentabilidade

Demanda por etanol e exportações sustentam milho na CBOT apesar de pressão na oferta – MAIS SOJA

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Na última semana, o contrato corrente de milho na CME Group (CBOT) apresentou valorização de 0,05% em relação à semana anterior, encerrando com média de US$ 417,15/bu.

Apesar da estabilidade observada nos preços, o mercado seguiu volátil diante da expectativa pelo relatório de área plantada e estoques trimestrais do USDA. Além disso, as condições climáticas favoráveis no Corn Belt, que sustentam perspectivas positivas para a safra norte-americana, somadas ao avanço da colheita da segunda safra no Brasil, fator que amplia a oferta global do cereal, seguem pressionando as cotações nos Estados Unidos.

No entanto, a demanda externa pelo milho norte-americano e o consumo da indústria de etanol conferem sustentação às cotações. Dessa forma, o mercado segue operando em um
ambiente de elevada volatilidade, com os agentes atentos às próximas movimentações, que poderão influenciar o comportamento das cotações no curto prazo.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: a decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos contribuiu para a elevação de 1,54% do dólar Ptax, que encerrou a semana cotado, em média, a R$ 5,18/US$.
  • AUMENTO: o preço do Prêmio Santos avançou 6,08% ante a semana passada, reflexo do fortalecimento da demanda externa e maior ritmo de exportação do milho, fechando em ¢US$ 1,21/bu.
  • RETRAÇÃO: o preço do milho no indicador Imea apresentou um declínio semanal de 0,94%, e fechou a semana cotado na média de R$ 40,96/sc.
O último relatório de acompanhamento das lavouras de milho da safra 2026/27 nos Estados Unidos indica que praticamente toda a área cultivada já se encontra emergida.

Assim, até 29/06, 67,00% das lavouras foram classificadas em condições boas ou excelentes, patamar 1,00 p.p. inferior ao da semana anterior e 6,00 p.p. abaixo do registrado no mesmo período da safra passada. Esse desempenho mais fraco em relação ao último ciclo vem sendo observado desde o início da temporada e está relacionado, principalmente, à menor participação de áreas enquadradas como excelentes. O quadro reflete a restrição de umidade do solo em partes do cinturão produtor, com destaque para Kansas e Illinois, o que aumenta as preocupações quanto ao desenvolvimento das plantas e ao potencial produtivo das lavouras.

Embora a safra ainda se mantenha dentro de um cenário considerado normal, o mercado permanece atento à evolução das condições climáticas, especialmente durante a fase de polinização, etapa crucial para a definição do rendimento final do milho.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Plano Safra 26/27 destina R$ 525 bilhões para fortalecer a agricultura empresarial – MAIS SOJA

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O Governo do Brasil lança, nesta terça-feira (30), o Plano Safra 2026/2027, com R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial. Com acréscimo de R$ 9 bilhões em relação à safra anterior, a iniciativa oferece linhas de crédito, incentivos e instrumentos de política agrícola voltados a médios e grandes produtores, com o objetivo de fortalecer a produção agropecuária brasileira. A cerimônia ocorre no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, e com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

Do total de recursos, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e à comercialização, garantindo recursos para despesas essenciais da produção agropecuária, como a aquisição de insumos, a condução das lavouras, a manutenção dos rebanhos e a comercialização da produção. Outros R$ 140,2 bilhões serão direcionados aos investimentos, apoiando a modernização produtiva, a ampliação da capacidade de armazenagem, a irrigação, a inovação tecnológica, a renovação de máquinas e equipamentos e o aumento da eficiência nas propriedades rurais.

Tabela volume de recursos

Com o slogan “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 26/27 reafirma o papel do crédito rural como instrumento estratégico para ampliar a produção agropecuária, fortalecer a renda no campo, garantir o abastecimento e a segurança alimentar, impulsionar as exportações e elevar a competitividade do agronegócio brasileiro.

COMPROMISSO COM O AGRO BRASILEIRO

Um dos principais avanços do Plano Safra 26/27 é a redução das taxas máximas de juros em linhas estratégicas da agricultura empresarial. A queda da taxa Selic abre uma importante janela para a redução do custo financeiro do produtor e para a ampliação da capacidade de contratação do crédito rural. Com juros menores, o produtor ganha mais previsibilidade para planejar a safra, realizar investimentos na propriedade e organizar sua atividade produtiva.

No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), voltado aos médios produtores rurais, o volume previsto alcança R$ 72,6 bilhões, com taxa máxima de juros de 9% ao ano, inferior à praticada no ciclo anterior. A redução dos juros fortalece um segmento essencial para a produção de alimentos, a geração de empregos e a dinamização das economias locais. Com crédito mais acessível, os produtores ganham melhores condições para custear a produção, ampliar investimentos e conduzir o ciclo produtivo com mais segurança.

Tabela taxa de juros
Tabela taxa de juros

CAMPO + SUSTENTÁVEL

Além da redução geral das taxas, o Plano Safra 26/27 reforça o incentivo à adoção de práticas produtivas sustentáveis e à regularização ambiental das propriedades rurais, reconhecendo produtores que adotam boas práticas agropecuárias, padrões de gestão e certificações reconhecidas. A redução poderá ser de até 1,0 ponto percentual na taxa de juros de custeio.

O desconto contempla até 0,5 ponto percentual para produtores com Cadastro Ambiental Rural (CAR) em situação regular e outro 0,5 ponto percentual para aqueles que adotarem práticas agropecuárias sustentáveis. A medida fortalece a ideia de que produzir com responsabilidade e eficiência, também significa melhores condições de financiamento.

AGRO RESILIENTE

A gestão de riscos também é um dos pilares do Plano Safra 26/27. O programa reforça a importância do Proagro e do seguro rural como instrumentos de proteção da produção e de segurança para o sistema de crédito. Ao vincular a possibilidade de renegociação das operações de custeio agrícola à existência de cobertura por Proagro ou seguro rural, a política estimula a adoção de mecanismos de gestão de risco. A medida busca fortalecer a responsabilidade compartilhada entre produtores, instituições financeiras e o poder público, reduzindo a dependência de soluções emergenciais após a ocorrência de perda.

MODERNIZAÇÃO

O investimento segue como uma das prioridades desta edição, com recursos destinados à modernização da produção, à irrigação, à inovação, à renovação de máquinas e equipamentos, à recuperação de áreas produtivas e à sustentabilidade.

Nesse contexto, o programa reforça a modernização do InvestAgro, expandindo o apoio a sistemas de geração e distribuição de energia renovável, como energia solar, biomassa, energia eólica, cogeração e armazenamento de energia elétrica. As medidas contribuem para aumentar a produtividade, reduzir custos operacionais, ampliar a segurança energética e fortalecer a resiliência da produção agropecuária.

A armazenagem também recebe atenção especial. O apoio à ampliação, modernização, reforma e construção de armazéns e câmaras frias contribui para reduzir perdas, aprimorar a logística e amplificar a capacidade de conservação e comercialização da produção. Com maior autonomia para armazenar e comercializar seus produtos, produtores, cooperativas e agroindústrias ganham melhores condições de gestão, agregação de valor e competitividade.

CRÉDITO MAIS EFICIENTE

O custeio permanece como um dos principais instrumentos do Plano Safra, garantindo os recursos necessários para a aquisição de insumos, a condução das lavouras, o manejo dos rebanhos e a comercialização da produção. Em um cenário de custos ainda elevados, a redução das taxas de juros contribui para melhorar as condições de financiamento, ampliar a capacidade de planejamento e dar maior previsibilidade ao produtor.

O Plano Safra 26/27 também fortalece a complementaridade entre diferentes fontes de recursos, combinando recursos controlados, equalizados, não equalizados e fontes de mercado. Essa estrutura amplia a capacidade de financiamento do setor, permite atender diferentes perfis de produtores e finalidades de crédito e contribui para aumentar a oferta de recursos à agropecuária brasileira.

Com mais crédito, juros menores, incentivo a boas práticas agropecuárias, fortalecimento da gestão de risco, modernização energética, apoio à armazenagem e foco na execução, o novo Plano Safra reafirma o compromisso com uma agricultura empresarial forte, moderna, sustentável e competitiva.

Fonte: MAPA


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FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Oferta restrita mantém preços em recuperação no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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Os preços do trigo em grão seguem em recuperação no mercado doméstico nesta parcial de junho, ainda sustentados pela oferta restrita no mercado spot. Segundo pesquisadores do Cepea, produtores que têm estoques retêm o produto, à espera de oportunidades melhores de comercialização. Moinhos com necessidade de reposição, por sua vez, têm cedido às ofertas mais altas de venda.

Nesta parcial de junho (até o dia 26), o preço médio do trigo no Paraná foi de R$ 1.371,12/t, avanço de 1,4% em relação a maio, mas ainda 13% inferior ao registrado em junho de 2025, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI), apontam dados do Cepea.

No Rio Grande do Sul, a média atingiu R$ 1.324,79/t, alta de 1,9% frente ao mês anterior, mas recuo de 6,1% na comparação anual. Ainda segundo levantamento do Cepea, em São Paulo, o preço médio foi de R$ 1.508,04/t, elevação de 2,8% no comparativo mensal, mas queda de 5,6% em relação a junho do ano passado. Em Santa Catarina, a média foi de R$ 1.313,46/t, aumento de 2,1% frente a maio, mas retração de 14,4% na comparação anual.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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