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6 de maio de 2026

Sustentabilidade

Safra verão: produtores se preparam para novo recorde de soja em meio a margens pressionadas e desafios climáticos – MAIS SOJA

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 A safra de verão 2025/26 se aproxima e produtores de todo o Brasil voltam suas atenções para o clima e para as estratégias que vão sustentar o manejo da próxima temporada. As culturas de verão, especialmente soja, milho e algodão, são altamente sensíveis a variações de temperatura, volume e distribuição de chuvas, além de enfrentarem riscos crescentes de queimadas e estiagens prolongadas. Nesse cenário, planejar o calendário agrícola e buscar soluções integradas é indispensável para preservar o potencial produtivo das lavouras.

De acordo com consultorias, o Brasil deverá alcançar um novo recorde produtivo de soja, mesmo em um cenário de margens mais apertadas. A StoneX projeta aumento de 2% na área plantada, com produção estimada em 178,2 milhões de toneladas. Já a Céleres prevê 48,6 milhões de hectares destinados ao cultivo, avanço considerado mais “comedido” diante de margens positivas, porém pressionadas. A semeadura começa em setembro.

Para apoiar os produtores nesse contexto, a Orbia, maior plataforma digital integrada do agronegócio na América Latina, como mais de 284 mil produtores rurais cadastrados no Brasil, oferece um ecossistema de soluções que contribuem em três frentes essenciais para o sucesso da próxima safra:

  1. Compras online de insumos: praticidade e comparação de preços

A aquisição de insumos de forma on-line já se consolidou como uma opção viável para quem busca eficiência no planejamento. Plataformas digitais como a Orbia Compras permitem pesquisar e comparar preços de diferentes fontes, identificar condições mais vantajosas e ainda realizar todo o processo de forma prática. Isso garante mais previsibilidade e resultado para o produtor.

  1. Crédito digital: agilidade e segurança no acesso a recursos

Garantir o capital necessário no momento certo é fundamental para não perder oportunidades. O Orbia Pag, recurso financeiro da empresa, torna esse processo mais simples e rápido. O limite pré-aprovado pode ser solicitado de forma online, de acordo com o perfil financeiro e produtivo de cada agricultor, demandando análise de parceiros financeiros da companhia,  e com condições ajustadas ao ciclo da safra. A CPR-F (Cédula de Produto Rural Financeira) viabilizada pela Orbia oferece limites com prazo de até 360 dias para pagamento.

  1. Programas de fidelidade: investimento que volta para o bolso

Além de planejar e financiar, o produtor pode transformar o valor já investido em insumos em novas oportunidades. Por meio do Orbia Clube, programa de fidelidade da empresa, cada compra gera pontos que podem ser acumulados e trocados por novos produtos e serviços voltados à fazenda, como insumos, equipamentos, assistência técnica ou soluções digitais. Assim, parte do investimento retorna diretamente para o bolso do agricultor, agregando valor à sua jornada de compra.

“O produtor rural brasileiro é referência mundial em diversas culturas, reconhecido pela resiliência, pela inovação e pela habilidade de superar os desafios do Agro. A tecnologia que chega ao campo não substitui esse conhecimento, mas potencializa. A digitalização coloca novas ferramentas nas mãos de quem já sabe produzir, permitindo planejar com mais precisão, comprar com inteligência, acessar crédito em condições justas e ampliar a margem da safra”, enfatiza Marcos Dallagnese, diretor Comercial da Orbia.

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Sobre a Orbia

A Orbia é a maior plataforma digital integrada do agronegócio na América Latina, conectando mais de 284 mil usuários no Brasil e mais de 368 mil em países como Argentina, México e Colômbia. A empresa oferece soluções como Orbia Clube (programa de pontos, fidelidade e coalizão), Orbia Compras (plataforma de compras online de insumos agrícolas) e Orbia Pag (hub de soluções financeiras e crédito rural digital). A empresa foi premiada com o Espantalho de OURO na Mostra de Comunicação do Agro e reconhecida pelo case “Orbia dá um Show (Show de Drones)” na categoria Ações em Feiras, Eventos e Congressos. Além disso, foi selecionada como um dos 15 Melhores Cases de Marketing Agro.

Mais informações em orbia.ag.

Fonte: Assessoria de Imprensa Orbia



 

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Sustentabilidade

Manejo da resistência de fungos a fungicidas – MAIS SOJA

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O manejo da resistência de patógenos, especialmente de origem fúngica, é um dos principais desafios relacionados ao controle de doenças em culturas como a soja. Embora medidas integradas possam ser empregadas para manejo das doenças em soja, os fungicidas químicos continuam sendo as ferramentas mais utilizadas para o controle de doenças em escala comercial.

Nesse contexto, estratégias de manejo necessitam ser adotadas visando “frear” a evolução dos casos de resistência das doenças aos fungicidas. Considerando a dificuldade em desenvolver e registrar novas moléculas, assegurar a manutenção da eficácia dos fungicidas atuais é crucial para a sustentabilidade do sistema de produção.

Uma das grandes preocupações relacionadas a isso é o desenvolvimento das resistências cruzadas. De acordo com o Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas, a resistência cruzada é o fenômeno em que uma população de patógenos que se torna resistente a um fungicida também passa a apresentar resistência a outros produtos que possuem o mesmo modo de ação ou compartilham o mesmo sítio-alvo bioquímico (figura 1).

Figura 1. Representação gráfica de como ocorre a resistência cruzada a fungicidas.
Fonte: FRAC-BR (2026)

Isso ocorre porque, mesmo sendo moléculas diferentes, esses fungicidas atuam sobre o mesmo processo metabólico, de modo que uma única mutação gênica pode conferir resistência a vários compostos simultaneamente. Esse risco é maior em fungicidas de sítio específico, que atuam em um único alvo, enquanto fungicidas multissítio apresentam menor probabilidade de seleção de resistência, tornando fundamental o conhecimento do modo de ação para estratégias eficazes de manejo (FRAC-BR, 2026).

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Estratégias de manejo

De forma prática, o uso dos fungicidas multissítios associada a rotação de modos de ação, é a estratégia mais eficaz de prevenção da resistência aos fungicidas, no entanto, algumas estratégias associadas podem contribuir de forma significativa para reduzir a pressão de seleção sobre indivíduos, bem evolução dos casos de resistência.

 Dentre essas estratégias, o FRAC-BR destaca para a cultura da soja, a rotação de moléculas de fungicidas dentro do mesmo grupo químico; a adoção de boas práticas agronômicas como evitar semeaduras tardias, dar preferências por variedades de ciclo precoce, respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas voluntárias, evitando a exposição desnecessária dos produtos a altas populações dos patógenos.

Não menos importante, deve-se evitar programas de manejo que priorizem a aplicações curativas, uma vez que favorecem a pressão de seleção contínua e aceleram o desenvolvimento de populações menos sensíveis do patógeno. Além das estratégias supracitadas, a utilização de produtos biológicos também contribui para o manejo da resistência das doenças a fungicidas, considerando que esses compostos apresentam múltiplos modos de ação. No entanto, para maior performance, recomenda-se que os produtos biológicos sejam utilizados preferencialmente de forma associada a fungicidas sítios específicos e multissítios (FRAC-BR, s. d.).

Vale ressaltar que o manejo da resistência de doenças a fungicidas vai além das perdas quantitativas de produtividade, impactando diretamente a viabilidade econômica e a longevidade do sistema produtivo. Diante da elevada complexidade, do custo e do tempo necessários para o desenvolvimento de novas moléculas, preservar a eficácia dos fungicidas disponíveis torna-se uma estratégia indispensável para garantir a sustentabilidade da cultura da soja a médio e longo prazo.

Clique aqui e confira as novas recomendações para o manejo de doenças em soja.

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Referências:

FRAC. NOVAS RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE DOENÇAS EM SOJA. FRAC-Brasil, s.d. Disponível em: < https://3f2c8573-584c-4b16-985f-14dc48f9ab81.filesusr.com/ugd/6c1e70_f591d8b1a2934a109259af440b049052.pdf >, acesso em: 06/05/2026.

FRAC. O QUE É RESISTÊNCIA CRUZADA? Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas: FRAC-Brasil, 2026. Disponível em: < https://www.frac-br.org/post/o-que-e-resistencia-cruzada >, acesso em: 06/05/2026.

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preços sobem impulsionados por exportações e paridade – MAIS SOJA

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Os preços do algodão em pluma no mercado interno brasileiro subiram em abril pelo quinto mês consecutivo, atingindo os maiores patamares nominais desde julho de 2025. Segundo o Cepea, o movimento é sustentado, sobretudo, pelo bom desempenho das exportações, que reduziu os estoques domésticos, e pela valorização do petróleo.

De acordo com o Centro de Pesquisas, no mercado doméstico, a liquidez permaneceu limitada, refletindo a combinação de disparidades de preço e/ou qualidade com a postura cautelosa dos agentes. Indústrias priorizam o consumo de estoques e o cumprimento de contratos a termo, enquanto comerciantes concentram-se em negociações “casadas” e aquisições pontuais para atender a programações previamente estabelecidas.

O Indicador CEPEA/ESALQ (pagamento em oito dias) do algodão em pluma subiu 5,74% no acumulado de abril (de 31 de março a 30 de abril), encerrando a R$ 4,1421/lp no dia 30, o maior valor nominal desde 25 de julho de 2025. Segundo pesquisadores do Cepea, a paridade de exportação também influenciou as altas em abril. A cotação interna ficou, em média, 6,6% acima da paridade no mês, a maior vantagem para o mercado doméstico desde agosto de 2025. Ainda assim, os preços no Brasil permanecem 5,02% inferiores aos de abril de 2025, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI de março/26).

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Plantio do milho segunda safra foi concluído em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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O plantio do milho segunda safra 2025/2026 foi concluído em Mato Grosso do Sul, conforme levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc. A área estimada destinada ao cereal é de 2,206 milhões de hectares.

Segundo o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o encerramento da semeadura marca o início de uma nova etapa de acompanhamento das lavouras em campo.“Com o plantio finalizado, o foco agora passa a ser o desenvolvimento das áreas e o comportamento climático nas próximas semanas, fatores que serão determinantes para o potencial produtivo da cultura”, explica.

Atualmente, 72,7% das lavouras de milho no Estado são avaliadas como boas, 16,9% como regulares e 10,4% como ruins. As equipes seguem monitorando, além das condições climáticas, a incidência de pragas e doenças nas principais regiões produtoras.

A estimativa inicial aponta produtividade média de 84,2 sacas por hectare, com produção projetada em 11,139 milhões de toneladas.

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Paralelamente ao encerramento do plantio do milho, a área colhida de soja safra 2025/2026 alcançou 99,8% em Mato Grosso do Sul. A região centro está com a colheita concluída, enquanto a região sul registra média de 99,8% e a região norte 99,6%. A área colhida até o momento é de aproximadamente 4,7 milhões de hectares. Com o avanço das amostragens de produtividade, a Aprosoja/MS revisou a média estadual para 61,73 sacas por hectare, índice 19,2% superior ao ciclo anterior.

“Os levantamentos de campo mostram uma safra de soja com resultados consistentes em boa parte do Estado. Mesmo com perdas pontuais em algumas regiões, a produtividade média foi revisada positivamente à medida que as amostras avançaram”.

A  expectativa é de produção de 17,759 milhões de toneladas de soja no Estado.

O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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