Sustentabilidade
Público da Expointer conhecerá novidades em equipamentos para o preparo do solo – MAIS SOJA

Maior produtor de arroz do Brasil, o Rio Grande do Sul responde por cerca de 70% da produção nacional. Segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a safra 2023/24 foi estimada em mais de 7,4 milhões de toneladas, cultivadas em aproximadamente 900 mil hectares, principalmente nas regiões da Fronteira Oeste, Campanha e Sul do estado. Com esse cenário altamente relevante, cresce a demanda por tecnologias que contribuam para uma melhor eficiência em duas etapas muito importantes, o preparo de solo e a aplicação de insumos.
Com o intuito de auxiliar o produtor gaúcho, a Piccin Equipamentos levará a Expointer 2025, uma das maiores feiras agropecuárias da América Latina, que será realizada entre os dias 30 de agosto e 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), soluções modernas para facilitar e aperfeiçoar estas operações. Os destaques ficam para o distribuidor de insumos Master 12000 DH BI S Inox e para o subsolador Advanced BT 7. Ambos oferecem robustez, eficiência e precisão, especialmente voltadas ao preparo de solo para culturas como o arroz, essencial para o agro gaúcho.
O Master 12000 foi desenvolvido com estrutura em aço inox, garantindo resistência superior ao trabalho com produtos corrosivos, como fertilizantes e corretivos. Com capacidade para 12 mil litros e equipado com uma esteira de alta precisão, o modelo assegura a aplicação uniforme de diferentes tipos de insumos. Pensado para produtores que exigem durabilidade, precisão na distribuição e redução nos custos de manutenção, o Master 12000 entrega robustez e confiabilidade em cada operação.
Já o Advanced é um descompactador projetado para oferecer profundidade e rompimento eficiente das camadas compactadas do solo. “Esse diferencial permite ao produtor realizar uma descompactação eficaz sem revolver a camada superficial de matéria orgânica, preservando a estrutura e a fertilidade do solo. O Advanced é especialmente indicado para o preparo de áreas de arroz irrigado, onde o manejo adequado do perfil do solo é determinante para o desempenho da lavoura”, destaca o engenheiro agrônomo e head de marketing da Piccin, Marco Gobesso.
Além desses dois implementos, a Piccin também levará outros equipamentos da sua linha, como os modelos Master 5500, Master 7500, Master 4000 AUP, Master 25000 Truck, GNDP, GAICR, GNPCRE e o Master 1500 TP RB, todos voltados a diferentes perfis de propriedades e culturas, mas com o mesmo compromisso com eficiência e tecnologia.
Evento estratégico
A Expointer é considerada o maior evento agropecuário a céu aberto da América Latina e chega em 2025 à sua 48ª edição. A feira reúne expositores de máquinas, implementos, genética animal e tecnologias voltadas à agricultura e pecuária. Na edição anterior, mais de 800 mil visitantes passaram pelo evento, que movimentou R$ 7,1 bilhões em negócios, reafirmando sua relevância para o setor. “Estar também nesta edição é reafirmar nosso compromisso com o produtor rural brasileiro. A feira é uma vitrine estratégica não só para apresentarmos tecnologias, mas também para escutarmos o campo e evoluirmos junto com ele”, finaliza o head.
Mais informações:
Local: Parque de Exposições Assis Brasil – Esteio (RS)
Data: 30 de agosto a 7 de setembro de 2025
Sites: www.piccin.com.br | www.expointer.rs.gov.br
Fonte: Assessoria de Imprensa Piccin Equipamentos
MaisAgro
Controle biológico de Tetranychus urticae varia com temperatura

A temperatura eleva a população de Tetranychus urticae em morangueiro e altera a eficiência de ácaros predadores. Estudo conduzido em estufa aponta maior supressão da praga com liberação conjunta de Phytoseiulus persimilis e Amblyseius swirskii.
Pesquisadores monitoraram a dinâmica de Tetranychus urticae e avaliaram estratégias de controle biológico em três faixas térmicas: 25-27 ºC, 28-30 ºC e 30-32 ºC. A densidade média do ácaro-rajado aumentou de 21,7 para 95,66 indivíduos por planta ao longo do período. A temperatura variou de 23,83 ºC a 31,88 ºC. Houve correlação positiva forte entre temperatura e população (r = 0,921).
Os tratamentos incluíram liberação isolada de Phytoseiulus persimilis e Amblyseius swirskii e liberação combinada. Ambos os predadores reduziram a população de Tetranychus urticae em relação à testemunha. A redução mais intensa ocorreu com uso conjunto. A densidade de Tetranychus urticae caiu de 43,49 para 0,63 indivíduo por planta ao final do ciclo.
Resposta e temperatura
A resposta variou conforme a temperatura. Amblyseius swirskii apresentou maior eficiência acima de 28 ºC. O controle de Tetranychus urticae aumentou com elevação térmica e atingiu 91,88% a 31,88 ºC. Já Phytoseiulus persimilis apresentou pico de eficiência próximo de 28 ºC, com 86,67%. Acima desse ponto ocorreu queda no desempenho, com redução para 47,24% a 31,88 ºC.
A liberação combinada de Phytoseiulus persimilis e Amblyseius swirskii superou os tratamentos isolados em todas as faixas térmicas. A eficiência alcançou 94,63% entre 30-32 ºC. Em condições de 25-27 ºC ocorreu ganho, embora sem diferença estatística significativa.
Os dados indicam efeito direto da temperatura sobre o ciclo de Tetranychus urticae. O aumento térmico acelera desenvolvimento e reprodução. O ajuste da estratégia de controle biológico conforme o ambiente favorece maior estabilidade no manejo.
O uso conjunto de Phytoseiulus persimilis e Amblyseius swirskii amplia o espectro de atuação. Cada espécie apresenta faixa térmica distinta de maior desempenho. A combinação reduz falhas associadas a variações climáticas dentro da estufa.
Mais informações em doi.org/10.3390/insects17040366
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Herbicida fendioxypyracil amplia controle em pós-emergência

Um novo herbicida inibidor da protoporfirinogênio oxidase (PPO) surge como alternativa para manejo de plantas daninhas em pós-emergência. O fendioxypyracil apresenta atividade sistêmica e controle de amplo espectro em gramíneas e folhas largas, com alta eficácia em doses reduzidas.
O composto atua sobre enzimas PPO1 e PPO2, ligadas à biossíntese de clorofila e heme, explicam os cientistas envolvidos no projeto. A inibição bloqueia a conversão de protoporfirinogênio IX em protoporfirina IX. O acúmulo desse intermediário leva à formação de espécies reativas de oxigênio sob luz. O processo provoca dano de membranas, necrose e morte da planta.
Modo de ação

Ensaios bioquímicos confirmaram o modo de ação. O fendioxypyracil apresentou valores de IC50 inferiores aos do padrão comercial saflufenacil para ambas as isoformas da enzima. O resultado indica maior potência, com destaque para PPO2 em Amaranthus tuberculatus.
Avaliações fisiológicas reforçaram o mecanismo. O herbicida induziu necrose rápida em tecidos expostos à luz e forte inibição de crescimento. A assimilação de CO2 caiu de forma expressiva. Não ocorreu inibição direta do fotossistema II, o efeito depende de luz. O perfil fisiológico alinhou o composto com outros inibidores PPO, com probabilidade superior a 99% para esse modo de ação.
Amplo espectro
Ensaios em casa de vegetação demonstraram amplo espectro. O produto controlou gramíneas como Avena fatua, Digitaria sanguinalis, Eleusine indica e Echinochloa crus-galli. O controle de folhas largas também ocorreu de forma consistente, explicam os pesquisadores envolvidos no projeto.
A eficácia apareceu em diferentes condições ambientais. Os experimentos incluíram casas de vegetação com temperaturas entre 12 ºC e 24 ºC. A avaliação visual indicou níveis elevados de dano às plantas daninhas poucos dias após aplicação.
A molécula combina núcleo de piridina com cadeia lateral ariloxílica. A estrutura favorece encaixe no sítio ativo da enzima. Essa configuração aumenta a atividade biológica e contribui para o desempenho em campo.
Mais informações em doi.org/10.1002/ps.70763
Sustentabilidade
MILHO/CEPEA: Indicador recua, mas valores sobem em outras regiões – MAIS SOJA

Os preços do milho caíram em Campinas (SP) – referência para o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – ao longo da semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que o avanço da colheita da safra de verão aumentou a oferta do cereal no mercado spot, levando compradores a recuarem ou a ofertarem valores abaixo das pedidas dos vendedores.
No entanto, os preços do cereal seguiram em alta em outras regiões, sustentados pela posição firme de produtores diante das incertezas quanto ao frete. No front externo, segundo dados da Secex, nos primeiros 15 dias úteis de março, foram embarcadas 784,2 mil toneladas de milho, representando 90% do volume exportado em março/25 e com ritmo diário 14% superior ao verificado há um ano.
Fonte: Cepea
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
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